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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
 
Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso
 
Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
 
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
 
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
 
Sem justificativas
 
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
 
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
 
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
 
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.

Assinale a alternativa em que a ideia central do texto está corretamente expressa.

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
 
Porque não.
Era uma vez uma mulher que não queria ter filhos nem se explicar sobre isso
 
Mayara Fortin nunca quis ser mãe. Ano passado, a arquiteta paulista decidiu fazer um “experimento social”: foi conferir como é o processo para conseguir a laqueadura, a cirurgia que liga as tubas uterinas, impedindo a gravidez. No Brasil, o procedimento pode ser feito pelo SUS: segundo a Lei 9.263, mulheres a partir de 25 anos (ou já mães de dois filhos) podem pedir pela cirurgia – mas não sem dar uma série de explicações, como descobriu Mayara.
 
Primeiro, ela preencheu uma ficha; depois, assistiu a uma palestra sobre métodos contraceptivos; na sequência, escreveu uma carta e, por fim, passou por um tipo de entrevista com a enfermeira do posto de saúde. “É quase um interrogatório. O atendimento foi simpático, mas um tanto absurdo”, lembra à Tpm. A documentação foi passada a uma comissão, que demora até seis meses para responder. No fim, ela recebeu uma negativa. “Tentei argumentar: tenho 30 anos, casa própria, carro e viajo pelo mundo. E esta é a única decisão que não tenho ‘maturidade’ para tomar?”
 
Além dos entraves, de quebra vigora uma cláusula pra lá de controversa: independentemente da idade, mulheres casadas precisam de autorização do cônjuge para realizar a cirurgia. Mayara descobriu que, na prática, a lei não é seguida à risca.
 
Sem justificativas
 
A discussão é necessária: um número crescente de brasileiras vêm optando pela não maternidade. Segundo o IBGE, em 2004, elas representavam 10% da população feminina do país; em 2014, eram 14%, apesar da série de pressões e expectativas da família, dos amigos ou dos padrões, do inabalável tique-taque do relógio biológico e pela ideia de feminilidade “plena” umbilicalmente ligada à maternidade.
 
“A simples afirmação ‘não quero ter filhos’ é frequentemente seguida pela pergunta: ‘Mas por que não?!’ É como se a mulher fosse obrigada a se justificar, a jogar a prioridade para uma pós-graduação, um projeto, um trabalho”, diz a psicóloga gaúcha Daiana Quadros Fidelis, que estudou não maternidade e maternidade tardia – segundo o estudo Estatísticas do Registro Civil de 2015, realizado pelo 
IBGE, o número de mulheres que se tornaram mães entre 30 e 39 anos aumentou de 22,5% (2005) para 30,8% (2015), enquanto na faixa entre 15 e 19 anos caiu de 20,3% para 17%, no mesmo período.
 
Daiana recebe em seu consultório relatos de mulheres que se sentem culpadas por não palpitar o tal instinto materno no ventre. “Elas cresceram ouvindo que mulher ‘nasce’ com esse desejo. Por não se verem nesse papel ou não se sentirem sensibilizadas, muitas delas alimentam sentimentos de culpa, como se lhes faltasse algo. Mas o que falta não é necessariamente um filho, e sim a ideia de que ela deveria desejar um filho”, analisa. Para Daiana, discussões recentes têm contribuído para quebrar esse estigma e “para mostrar que as mulheres que não querem ter filhos não estão sozinhas e não há motivo para culpa”. 
 
Esse estigma tem raízes milenares. “Ao longo da história, a figura da mulher mãe foi muito forte. Nos últimos 5 mil anos, a mulher foi considerada responsável pela futura mão de obra – eram necessários braços para a lavoura, então, elas tinham 15 filhos”, analisa Regina Navarro Lins, psicanalista e autora de Novas formas de amar (2017). “Mas, na década de 60, depois do advento da pílula anticoncepcional e do movimento feminista, as mulheres passaram a poder decidir se queriam ter filhos ou não, quando, onde e com quem. Foi uma grande ruptura na história.” Na década de 80, lembra a psicanalista, a filósofa francesa Élisabeth Badinter escreveu um livro sobre o mito do amor materno, Um amor conquistado, mostrando que o desejo de ser mãe não é inerente à mulher. “Ela foi duramente criticada, pois muitos queriam continuar acreditando que toda mulher é uma mãe potencial.”
[...]
 
Disponível em: <https://revistatrip.uol.com.br/tpm/era-
uma-vez-uma-mulher-que-nao-queria-ter-filhos-nem-se-
explicar-sobre-isso>. Acesso em: 2 jul. 2019.

A respeito do título do texto “Porque não.”, assinale a alternativa correta.

Analise a afirmativa a seguir.

Para se gerar _____________, é necessário ter o documento principal, a fonte de dados e o documento mesclado.

Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Para efeitos da Lei de Diretrizes Nacionais para o Saneamento Básico, a gestão associada dos serviços deve ser compreendida como aquela
 

Analise a afirmativa a seguir.

Corresponde à soma do estoque mínimo com o lote de compra no dia do seu recebimento e determina o tamanho do espaço que o item irá ocupar no armazém ou almoxarifado no ato do seu recebimento.

Essa afirmativa descreve o conceito de

A denominada função “Controle” está relacionada com

As empresas, de uma forma ou de outra, direcionam suas
atividades para o rumo que entendem ser o melhor. Este rumo
geralmente é traçado em cima de previsões, sendo estas a
base para o planejamento estratégico das áreas de produção,
vendas e finanças de qualquer empresa. Para que esta
previsão seja a melhor possível, alguns cuidados devem ser
tomados com os dados. A respeito destes cuidados, analise as
afirmativas a seguir:
I. Quanto mais dados históricos forem coletados e analisados,
mais propensão ao erro ocorrerá, qualquer que seja a técnica
utilizada.
II. Os dados devem buscar a caracterização da demanda pelos
produtos da empresa. Isso não necessariamente é igual às
vendas passadas, pois pode ter havido falta de produtos,
acarretando atrasos nas entregas.
III. As variações extraordinárias da demanda, por exemplo, as
decorrentes de promoções especiais, devem ser analisadas e
substituídas por valores médios, compatíveis com a demanda
normal.
Assinale

O capitalismo, cujo objetivo é a acumulação de capital,
apresenta como características, dentre outras, a propriedade
privada dos meios de produção e o uso de mão de obra
assalariada. Outra característica peculiar do modo de
produção capitalista traduz-se

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

 

Não publique aquela foto do seu filho nas redes sociais

    Três em cada quatro crianças com menos de 2 anos têm fotos na Internet. Deveríamos frear esse costume?

Nossas redes sociais estão repletas de imagens de crianças fazendo fofices. Nas férias, sua superexposição aumenta mais ainda, se é que isso é possível. Cada foto é compartilhada – sem consentimento algum – pelo pai, a mãe ou algum familiar ou amigo, para orgulho de quem compartilha e para deleite de seus conhecidos. Recebe-se um monte de curtidas e até algum elogio, o que leva a reincidir. É assim há vários anos, sem que ninguém pense nas consequências. Até que, acompanhando os crescentes receios em torno das redes sociais, uma dúvida começou a se espalhar: será que estamos fazendo mal ao postar tantas fotos de crianças?

Três de cada quatro crianças com menos de 2 anos têm fotos on-line, segundo um estudo da empresa de segurança digital AVG com dados de cidadãos de 10 países (Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Reino Unido, França, Espanha, Itália, Austrália, Nova Zelândia e Japão). A emoção de ser pai ou mãe é uma das causas por trás dessa compulsão, a versão atualizada dos retratinhos guardados na carteira. Em média, os pais de crianças menores de 6 anos publicam 2,1 informações por semana sobre elas, segundo um estudo com informação de 1.300 pais norte-americanos do aplicativo Local Babysitter. Dos 6 aos 13 há uma queda na corujice: 1,9 informação por semana. Quando o(a) adolescente completa 14 anos, o ímpeto se reduz a menos de uma menção por semana (0,8). Na Espanha, segundo a AVG, os pais são os mais preocupados com as futuras consequências para seus filhos da enorme quantidade de informação on-line que proporcionam a respeito deles (avaliam seu grau de preocupação em 3,9 sobre 5). Esta preocupação possivelmente tenha sido reforçada quando se soube que Mark Zuckerberg – o homem que mais fez para compartilharmos como compartilhamos – considera que o futuro, em vez de aberto, como sustentava até agora, será privado.

Enquanto o setor da comunicação se vê obrigado a proteger a identidade dos menores que saem em suas páginas, a publicação maciça de imagens sem filtro de crianças nas redes sociais transformou a proteção em ironia. O fenômeno é tamanho que deu origem a um novo termo: sharenting, a soma de share (compartilhar) e parenting (criação). [...] a primeira pessoa a escrever um estudo detalhado sobre esse difundido fenômeno foi a advogada Stacey Steinberg, que em 2016 publicou o relatório intitulado Sharenting, com o subtítulo de “a privacidade das crianças na era das redes sociais”. Essa professora de Direito da Universidade da Flórida, e mãe, estudou em profundidade as implicações desse hábito planetário instalado há mais de uma década. Os pais são, por um lado, “os guardiões da informação pessoal de seus filhos e, por outro, os narradores da sua vida”, escreve Steinberg. Ao narrar, compartilhamos informação sobre os filhos ao mesmo tempo em que os privamos do direito a fazê-lo eles mesmos em seus próprios termos. E isso é uma fonte potencial de dano à qual prestamos pouca atenção.

Os riscos aos quais os menores se veem submetidos são vários. Para começar, facilitamos que criminosos e pervertidos os localizem fisicamente. Mas há também outros riscos de origem digital. Se alguém capturar uma imagem ou um vídeo de um menor, pode simular que este sofre algum tipo de ameaça e exigir um resgate. Também pode suplantar sua identidade nas redes, como já aconteceu com várias influencers. Se, além disso, ao anunciar o nascimento de um bebê acrescentamos a data (coisa que muitos pais fazem), poderíamos estar propiciando o roubo de sua identidade. Para não falar do ciberbullying que poderemos causar ao postar uma foto ridícula do nosso filho (calcula-se que 59% dos menores tenham passado por isso em 2018, segundo o instituto Pew Research).

Mas há outra consequência mais óbvia que tampouco costumamos levar em conta: a opinião do menor. Na opinião de 58% dos pais norte-americanos que compartilham fotos, não há nada de errado em postar sem o consentimento dos filhos, segundo a empresa de segurança McAfee. E 40% acreditam que a foto poderia acabar envergonhando a criança, mas que esta não se importará, ou acabará superando. Entretanto, o que se está comprovando é justamente o contrário: que muitos não gostam do uso que seus pais fazem de sua imagem. Assim se manifestou a filha da atriz Gwyneth Paltrow quando esta publicou uma imagem de ambas em que a menina usava óculos de esqui que cobriam seu rosto: “Mamãe, já falamos disso. Você não pode publicar minhas fotos sem meu consentimento”, queixava-se Apple. Ao que Paltrow respondeu: “Mas se nem dá para ver a sua cara!”.

[...]

“Há uma realidade”, opina Laura Baena, publicitária e criadora do site Malasmadres. “As fotos de crianças bombam. Postamos as imagens porque tocam nossa parte emocional, ou realmente estamos mercantilizando as crianças?”

[...]

Stacey fecha seu texto com várias recomendações aos pais interessados em proteger seus filhos: familiarizar-se às políticas de privacidade das redes em que postam fotos; criar alertas que avisem quando o nome de seu filho sair em algum resultado de busca no Google; cogitar não revelar a identidade da criança na hora de contar algo; pedir permissão a elas antes de compartilhar uma informação a seu respeito; nunca publicar fotos delas com pouca roupa; e, finalmente, considerar se essa informação que você está cogitando compartilhar pode ter algum efeito sobre o bem-estar e o desenvolvimento psicológico do pequeno. 

Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/07/05/actualidad/1562335565_606827.html>.

Acesso em: 8 jul. 2019 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir a respeito da caracterização do texto em questão.

 

I. O texto utiliza, como forma de estratégia de convencimento, verbos na primeira pessoa do plural, objetivando promover uma identificação do leitor com o autor,

PORQUE

II. os artigos de opinião, gênero no qual o texto se encaixa, intencionam expor o posicionamento do autor e persuadir o leitor sobre determinado tema.

 

Assinale a alternativa correta.

Observe a seguinte sequência.

 

(2, 3, 1, –2, –3, –1, ...)

Os termos a= 2, a2 = 3, a3 = 1, a= –2, ..., a65 dessa sequência continuam até o último termo na posição 65.

Cada termo da sequência, a partir do terceiro, é sempre igual à diferença entre os dois termos imediatamente anteriores, nessa ordem. Logo, tem-se a seguinte fórmula de recorrência an = a(n – 1) – a(n – 2).

Assim, o termo a65 dessa sequência é igual a

Conforme a regulamentação da lei que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico, entende-se como controle social, segundo o Decreto nº 7.217/2010, “o conjunto de mecanismos e procedimentos que garantem à sociedade informações, representações técnicas e participação nos processos de formulação de políticas, de planejamento e de avaliação relacionados aos serviços de saneamento básico”.

Segundo essa previsão normativa, não se inclui(em) entre os referidos mecanismos

Analise as afirmativas a seguir sobre criptografia e os principais algoritmos criptográficos:

I. O algoritmo de criptografia DES realiza a criptografia com chave de 56 bits de extensão e blocos de dados de 64 bits de extensão.
II. O algoritmo descrito pelo AES é um algoritmo de chave assimétrica.
III. RC4 é um algoritmo de criptografia de blocos usado nos padrões Secure Socket Layer/Transport Layer Security (SSL/TLS).
IV. Diversos artigos analisam os métodos de ataque ao RC4, mas nenhuma dessas técnicas é prática contra o RC4 com um tamanho de chave razoável, como 128 bits.

Assinale

Na elaboração de projetos para o ensino superior, um dos itens
relevantes é a exposição da previsão de recursos necessários
à sua execução. Quanto à previsão desses recursos, assinale
a alternativa incorreta.

Sobre a relação de gênero e educação, leia o texto a seguir:
“Os movimentos sociais nascem da constatação de que as
histórias das sociedades causaram distorções nesse direito a
igualdade e que agora é necessário corrigi-las. Ao falar de
gênero, essas distorções se dão, sobretudo, nos direitos e no
respeito a homens e a mulheres – cis e transexuais. Parte
das pesquisas realizadas por universidades e institutos de
pesquisa observa como o gênero pode influenciar em
diferentes aspectos da vida cotidiana: na renda, na expectativa
de vida, no cotidiano do trabalho, andando na rua, na saúde
mental e assim por diante [...] Um relatório da Unesco mostra
que meninas e meninos ainda enfrentam diferenças nas
provas de diferentes disciplinas. Elas se saem melhor em
leitura e eles, em Matemática. Pesquisas apontam que as
diferenças não se dão por algo natural, mas porque os
meninos são mais encorajados a trabalhar com
conhecimentos relacionados às ciências exatas”.
(SOARES, W. Existe ideologia de gênero na Educação? 07 out 2018.
Disponível: https://novaescola.org.br/conteudo/12698/existe-ideologia-degenero-
na-educacao).


Sobre o tema, assinale a alternativa correta.

O sistema de ensino superior pode ser oferecido por

O Ministério da Educação do Brasil define as instituições de
ensino superior como públicas ou privadas. As instituições
públicas utilizam recursos públicos e podem ser federais,
estaduais ou municipais, sendo estas últimas em menor
proporção. As instituições privadas podem ser comunitárias,
confessionais, filantrópicas ou particulares. Sobre o tema,
atribua “V”, caso verdadeiro, ou “F”, caso falso, para as
assertivas a seguir:

( ) No sistema de Ensino Superior privado, os
recursos são oriundos do pagamento das
mensalidades por parte dos estudantes, tanto para
a graduação como para a pós-graduação.
( ) O que distingue as instituições confessionais,
comunitárias e filantrópicas são as isenções
fiscais, por se caracterizarem como instituições
sem fins lucrativos.
( ) As instituições particulares se definem
basicamente como instituições com fins lucrativos.
São fundadas por proprietários ou mantenedores
que não são do meio educacional, mas originamse
no campo empresarial ou político.


A sequência correta obtida, no sentido de cima para baixo, é:

Segundo a LDB, entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Atribua “V”, caso verdadeiro, ou “F”, caso falso,
quanto ao que a lei assegura nos sistemas de ensino para estes educandos:
( ) Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.
( ) Terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências,
e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados.
( ) Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular
capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.
( ) Educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem
capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação com os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma
habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora.
( ) Acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.

A sequência correta obtida, no sentido de cima para baixo, é:

As intervenções em água e esgotos têm impacto econômico efetivo.
Com relação aos ganhos econômicos obtidos com tais intervenções, é incorreto afirmar que eles advêm

No que se refere ao planejamento dos sistemas de drenagem urbana, é incorreto afirmar:

As bombas parafuso são usadas no carreamento de esgoto bruto e no sistema de tratamento de lodos ativados.
Com relação a esse tipo de equipamento, é incorreto afirmar:

Quando os custos de produção de uma empresa são medidos, é importante ter em mente que o custo de alguma coisa é aquilo de que se abre mão para obtê-la. Assim, na visão dos economistas é correto afirmar que

Considere que uma empresa de saneamento oferece à população serviços de água e esgoto. O serviço de tratamento de água possui custo mensal de R$ 950,00, e o serviço de tratamento de esgoto, R$ 9 500,00.
Sabendo-se que essa empresa possui 4 funcionários no setor de água e 6 no de esgoto, é correto afirmar que o custo médio dos serviços de água e esgoto é igual

Analise as seguintes definições contidas na Resolução de Fiscalização e Regulação – CISAB-RC nº 74/2018 e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.

( ) Revisão de tarifa refere-se ao mecanismo de atualização monetária periódica, com intervalo mínimo de 12 meses, das tarifas de água e
esgoto, com objetivo de atualizar o valor das tarifas cobradas.

( ) Reajuste de tarifa é o mecanismo utilizado para a reavaliação das condições gerais da prestação dos serviços e das tarifas praticadas, bem como da estrutura tarifária, categorias e faixas de consumo.

( ) Índice de reposicionamento tarifário define a alteração das tarifas de água e esgoto do prestador, e é calculado ao final do estudo de
reajuste ou revisão tarifária.

( ) Ciclo tarifário é o espaço de tempo que compreende o período entre duas revisões tarifárias periódicas, e sua duração é definida
pelo Ente de Regulação e Fiscalização em cada estudo de revisão periódica.

Assinale a sequência correta.

Uma demanda para um bem tenderia a ser mais inelástica

O excerto “Eu canto porque o instante existe e a minha vida
está completa." (linhas 1-2) trata-se de período composto por
coordenação, sob a perspectiva da análise sintática do período
composto. Caso se faça, com manutenção da correção
gramatical, a reescrita de tal excerto, em texto em prosa,

No trecho “Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue
eterno a asa ritmada.” (linhas 13-14),

José é servidor público federal ocupante de função
comissionada, lotado e em exercício em uma Universidade
Federal, e por diversas vezes se apresentou embriagado ao
serviço. Foi instaurado procedimento perante a Comissão de
Ética para apurar a conduta de José. Ao final, concluiu-se que
houve violação ao Código de Ética Profissional do Servidor
Público Civil do Poder Executivo Federal.
Em relação à essa situação, assinale a alternativa que indica
corretamente a penalidade que poderá ser aplicada pela
Comissão de Ética.

Ao servidor público federal e à sua família é garantido o Plano
de Seguridade Social, o qual será mantido pela União.
Assinale a alternativa que não contém um benefício do Plano
de Seguridade Social

Considerando os conjuntos A={1, 3, 5, 7}, B={2, 4, 6, 8} e C={0,
1, 3, 5, 7}, pode-se concluir corretamente que o resultado da
operação C – (A U B)

O ponto de partida para entender o comportamento humano no local de trabalho é compreender o relacionamento entre indivíduos nas organizações e a natureza das diferenças individuais. As diferenças individuais são características que variam de pessoa para pessoa e, normalmente, podem ser

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