NÃO é um causa de acidentes de trabalho:
Os funcionários que trabalham em unidades de atendimento a saúde realizando a coleta de lixo e recolhimento de roupas de cama estão ligados diretamente a que tipo de risco abaixo?
Marque a ÚNICA alternativa incorreta em torno de Luiz Lopes Coelho como escritor ou em torno da sua obra:
Se escrevermos a fração 9/4 como uma porcentagem vamos obter o valor equivalente a:
O brasão oficial, um dos símbolos do município de Ivaiporã, possui em sua composição três palavras. Estas palavras são:
Encarada como uma necessidade na conquista de mercado, a qualidade tonou-se nos últimos anos, o grande diferencial das organizações que buscam manterem-se competitivas. Não existe receita única para implantar programas de qualidade. Cabe a organização descobrir a forma ideal em função de suas necessidades. São PRINCÍPIOS DA QUALIDADE, EXCETO:
Um veículo trafegando a uma velocidade média de 75 km/h percorre determinada distância em 4 horas e 20 minutos. Se a sua velocidade média cair para 45 km/h, o tempo necessário para percorrer a mesma distância será acrescido de um valor que é
Atenção: As questões de números 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.
Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização
contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então,
prove. Não está na rede? Então, não vale.
Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente
fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera
privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras,
pratos, extroversão, intimidade.
Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de
muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada,
comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico,
considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da
imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer
durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente
não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez
antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos
presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html)
Percebe-se uma relação de causa e efeito, nessa ordem, entre as orações na seguinte passagem do texto:
Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.
Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e
de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por
assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da
responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.
Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito
antes de alguma autoridade nos dizer o que é "bem" e "mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a
escolha entre "bem" e "mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,
quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.
Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida
alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa
encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de
escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha
entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve
"atuar baseado na responsabilidade".
(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,
2011, p. 11-12)
No que se refere ao sentido, duas expressões intercambiáveis, no texto, são:
Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.
Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e
de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por
assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da
responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.
Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito
antes de alguma autoridade nos dizer o que é "bem" e "mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a
escolha entre "bem" e "mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,
quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.
Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida
alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa
encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de
escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha
entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve
"atuar baseado na responsabilidade".
(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,
2011, p. 11-12)
Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de escolha limitada à preferência direta por bem ou mal... (3º parágrafo) Ao reescrever-se o trecho acima com o verbo poder flexionado no futuro do presente do indicativo, a forma verbal “estivesse” deverá ser substituída, conforme a norma-padrão da língua, por
Um usuário deseja navegar na internet usando o Internet Explorer 11, em português, de forma a evitar que o navegador armazene dados da sua sessão de navegação, incluindo cookies, arquivos de internet temporários, histórico etc. Além disso, as barras de ferramentas e extensões também deverão ficar desabilitadas. Para isso, deve
Meriva faz parte de um grupo de estudos que objetiva aprofundar o conhecimento sobre a Constituição Federal brasileira. Assim, atualmente, o grupo estuda o capítulo da Organização Político-Administrativa. Questionada pelo seu colega de estudos, Felício, sobre a competência para legislar sobre orçamento e legislar sobre direito processual, Meriva respondeu corretamente que a competência para legislar é
Marta é juíza da X Vara do Trabalho de Campo Grande e almeja fazer parte da Composição de uma das Turmas do Tribunal Regional do Trabalho da 24a Região. Segundo a Constituição Federal, os juízes do trabalho que fazem parte da composição dos Tribunais Regionais do Trabalho
Francisco é Analista Judiciário de determinado Tribunal Regional do Trabalho e, em maio desse ano, pretende sair de férias,
haja vista que terá preenchido os requisitos legais para tanto. A propósito do tema e nos termos da Lei no
8.112/1990,
Considere a seguinte situação hipotética: o Ministério Público do Estado do Mato Grosso ingressou com ação de improbidade
contra o agente público Ricardo. Após analisar a defesa preliminar apresentada, o juiz determinou o prosseguimento do feito,
com a consequente citação de Ricardo para o oferecimento de contestação. Nos termos da Lei no
8.429/1992, o tema da
inadequação da ação de improbidade
A teoria sustentada por Herbert Simon para explicar o processo decisório no âmbito das organizações, aponta, entre outros aspectos, dois tipos de decisões:
Considere que determinada organização pretenda adotar o modelo de gestão por competências e tenha iniciado o referido processo com a seleção dos melhores profissionais disponíveis no mercado para ocuparem posições estratégicas. Com isso, objetiva a disseminação das competências individuais desses profissionais por toda a organização. A abordagem adotada
Dadas as afirmativas quanto aos aspectos linguísticos dos
fragmentos textuais,
I. A locução adjetiva destacada das plantas exerce função
sintática de adjunto adnominal.
II. No fragmento como explica Patrícia Cândido, uma das
desenvolvedoras da Fitoenergética, sistema natural de
cura por meio da energia das plantas estão presentes dois
apostos explicativos.
III. O elemento articulador destacado que introduz uma oração
subordinada adverbial consecutiva.
IV. O pronome destacado esses exerce importante recurso de
coesão referencial catafórica.
verifica-se que está(ão) correta(s)
[...]
O professor amanheceu em Caratinga, vindo num ônibus São
Paulo – Salvador, que tinha tomado em Leopoldina. Demorara a
se decidir, e agora, quando estava prestes a concluir seu intento,
titubeava. Seria pecado matar a cobra que tinha se instalado sob
a cama? Não seria aquela a Serpente do Paraíso? Aquela cujo
veneno o asfixiava pouco a pouco? E se, não tendo coragem para
matar a cobra com suas próprias mãos, contrata-se alguém para
fazer, seria pecado? Estava ali, num restaurante à beira da
Rio-Bahia, um maço de notas no bolso esquerdo do paletó, pronto
para entregá-lo aquele que poria fim a seus infortúnios, àquele que
daria cabo à caninana. Estaria agindo errado? Quem pode saber?
Deus não nos manda mensagens se estamos ou não no caminho
justo. É o remorso que os indica. É a culpa que nos suplicia.
Quantas noites sem dormir passaram, tentando decifrar sinais que
nunca chegavam [...]
RUFFATO, Luiz. O segredo. in: Os sobreviventes. São Paulo: Boitempo Editorial, 2000 p. 76
Dadas as afirmativas sobre as características do fragmento desse
conto, considerando que o escritor propõe uma espécie de
aproximação entre os dilemas das personagens e o leitor,
I. O narrador entremeia na sua fala os pensamentos da
personagem, de modo a compor um discurso único.
II. A presença de perguntas no fragmento, o chamado discurso
indireto livre, é considerada um aspecto que aproxima o leitor
dos dilemas da personagem.
III. O dilema vivido pela personagem remete a um embate entre
o desejo pessoal de vingança e os valores que cercaram sua
formação.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Aprenda a escolher o corte certo da carne
Coxão mole, patinho, alcatra... O boi se divide em 21 cortes e, na
hora do preparo, a escolha certa faz toda a diferença! Entenda
quais são as carnes de "primeira" e de "segunda" para seus
pratos.
Você vai ao açougue e encontra uma vitrine repleta de peças
de carne. À primeira vista, qualquer uma delas parece servir
perfeitamente para aquele suculento picadinho… Só que não!
O boi é dividido em 21 partes e seus cortes são classificados
como “de primeira” (macios e mais caros) e “de segunda” (mais
duros e baratos), e cada tipo é indicado para uma receita
específica. “O valor nutritivo dos diferentes tipos de carne é
praticamente o mesmo. A diferença está na maciez e na
quantidade de nervo e gordura”, afirma a nutricionista Clorisana
Abreu. O músculo, por exemplo, fica numa parte do corpo do
animal que exige mais esforço. Daí, as fibras enrijecem e
deixam o corte endurecido. Já o filé-mignon está localizado numa
parte menos usada do boi – por isso é o tipo mais macio. [...]
Disponível em:
No período destacado O músculo, por exemplo, fica numa parte
do corpo do animal que exige mais esforço, justifica-se o
emprego das vírgulas por
Dados os argumentos,
I. Premissas
p: Os coalas são mamíferos.
q: Nenhum mamífero nasce do ovo.
Conclusão
r: Nenhum coala nasce do ovo.
II. Premissas
p: No meu trabalho existem homens e mulheres.
q: Existem mulheres que gostam de futebol.
Conclusão
r: No meu trabalho há mulheres que gostam de futebol.
III. Premissas
p: Existem pessoas solidárias.
q: Pessoas solidárias são inteligentes.
Conclusão
r: Existem pessoas inteligentes.
verifica-se que é(são) válido(s)
Segundo o gráfico, nos últimos oito anos, houve uma maior
redução no número de escolas que oferecem
Dados os eventos desenvolvidos num processo de
ensino/aprendizagem na modalidade educação a distância,
I. Avaliações de estudantes.
II. Aulas relacionadas aos conteúdos específicos de formação.
III. Atividades de formação relacionadas à educação profissional.
verifica-se que há obrigatoriedade de momentos presenciais em
Quando a procedência da informação é a base para o arquivamento e guarda de um documento, utiliza-se o método
Assinale a alternativa correta em relação aos pronomes de
tratamento utilizados em correspondências oficiais.
Os efeitos de modalidade que envolvem a língua oral e a língua de sinais no processo de interpretação requerem
Fonologia é o estudo das unidades mínimas da língua que
possuem valor contrastivo. Para as línguas orais, essas unidades
são os sons; para as línguas de sinais, são os parâmetros.
Na tentativa de compreender e descrever como os sinais são
estruturados e organizados, diversos autores apresentaram
propostas teóricas sobre a fonologia das línguas de sinais; dentre
eles, temos: Stokoe (1960), Liddell (1989) e Brentari (1998).
Dadas as afirmativas sobre a relação entre fonologia e os estudos
em línguas de sinais,
I. Apesar das inúmeras propostas teóricas sobre fonologia em
línguas de sinais, as especificações dos parâmetros nessas
teorias são consensuais, ou seja, dividem-se em:
configuração de mão, locação, movimento, orientação e
marcações não manuais.
II. As mãos são consideradas os articuladores primários das
línguas de sinais. Isso implica posicionar as marcações não
manuais em outra esfera de análise que não se enquadra no
grupo de parâmetros articuladores. Esse deslocamento
resolve o problema dos sinais que não precisam de expressão
facial para fazer sentido.
III. Linearidade e simultaneidade são propriedades distintas. A
primeira, geralmente atribuída às línguas orais, permite
pensar em sequência de segmentos (fonemas); a segunda,
geralmente atribuída às línguas de sinais, oferece uma ideia
de segmento não sequencial e, por isso, não equiparável aos
fonemas das línguas orais.
verifica-se que está(ão) correta(s)
[...] a tradução seria teórica e praticamente impossível se
esperássemos dela uma transferência de significados estáveis; o
que é possível – o que inevitavelmente acontece, a todo momento
e em toda tradução – é, como sugere o filósofo francês Jacques
Derrida, ‘uma transformação: uma transformação de uma língua
em outra, de um texto em outro’.
ARROJO, Rosemary. Oficina de tradução: a teoria na prática. Ática: São Paulo, 2003, p. 42
Tomando o texto como base, assinale a alternativa correta quanto
às discussões geralmente levantadas na área dos estudos da
tradução.
O Decreto nº 5.626/2005 considera pessoa surda aquela que, por
ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio
de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente
pelo uso da Língua Brasileira de Sinais. Esse Decreto trata da(o)
I. inclusão da Libras como disciplina curricular;
II. garantia do direito à educação das pessoas surdas ou com
deficiência auditiva;
III. garantia do direito à saúde, moradia e lazer das pessoas
surdas ou com deficiência auditiva;
IV. papel do poder público e das empresas que detêm concessão
ou permissão de serviços públicos, no apoio ao uso e difusão
da Libras.
Das afirmativas, verifica-se que estão corretas apenas
A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece a
obrigatoriedade do estudo
I. da história e cultura afro-brasileira nos estabelecimentos de
ensino fundamental;
II. da história e cultura indígena nos estabelecimentos de ensino
médio;
III. de gênero nos estabelecimentos de ensino médio.
verifica-se que está(ão) correta(s)