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Um estudante de pós-graduação de uma universidade pública brasileira submeteu por e-mail o resumo de seu artigo científico para apresentação oral em um importante evento acadêmico internacional, na sua área de atuação. Leia com atenção o texto 3 abaixo e responda à questão.

Selecione a opção que converte adequadamente o texto do e-mail ao Novo Acordo Ortográfico.

Classifique cada uma das afirmativas a seguir colocando (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas .

( ) A negação da negação de uma contradição é uma tautologia.
( ) Contingência é uma proposição cujo valor lógico é sempre verdadeiro.
( ) A disjunção de uma tautologia com uma contradição é uma contingência.
( ) A proposição composta (A→B)→(B→A) é uma contingência.

Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

Valéria, Laura e Tereza são donas das empresas A, B e C (não necessariamente nessa ordem). Nessas empresas, fabricam-se tecidos, bolsas e joias (não necessariamente nessa ordem). Sabe-se ainda que:

  1. A empresa B não é de Tereza.
  2. Fabricam-se joias na empresa C.
  3. Tereza é dona da empresa que fabrica bolsas.
  4. A empresa de Laura não fabrica joias.

Com base nas informações acima, é CORRETO afirmar que:

O termo currículo tem sido significado de diferentes formas, por diferentes estudiosos da área, contudo, ainda que diferentes, os significados trazem consigo a ideia de organização de experiências/situações de aprendizagem/conhecimentos, conteúdos a serem apreendidos. Sobre currículo, marque (V) para as proposições verdadeiras e (F) para as falsas:

( ) Bobbit é um expoente do eficientismo que defende um currículo científico, baseado nos conceitos de eficácia, eficiência e economia. É um modelo explicitamente associado ao conceito de administração escolar.
( ) Para Ralph Tyler, “toda formulação dos objetivos da escola deve ser uma exposição das mudanças que devem operar-se nos alunos”.
( ) Currículo global, metodologia de projetos e currículo transversal podem ser entendidos como propostas de currículo integrado.
( ) O currículo como prática de significação reforça os conceitos de currículo formal, currículo vivido e currículo oculto. O currículo é um texto, seja escrito ou falado, que direciona o “leitor” ao conteúdo a ser apreendido.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:

Em 1909, na Universidade de Manchester, no Reino Unido, sob a supervisão de Ernest Rutherford, Hans Geiger e Ernest Marsden executaram o experimento de Geiger–Marsden, também chamado de experimento da folha de ouro ou experimento de Rutherford. O experimento consistiu no bombardeamento de uma folha de ouro com 10-5 cm de espessura, envolvida por uma tela de sulfeto de zinco, com partículas alfa provenientes do elemento polônio, e a mensuração do espalhamento dessas partículas. Como resultado eles observaram que a maioria das partículas alfa atravessava a matéria (lâmina de ouro) sem desvios ou com desvios ínfimos; porém, uma em cada dez mil partículas alfa não atravessava a matéria, sendo defletida em um ângulo maior do que noventa graus.

A partir da análise do contexto acima, deduz-se que:

  1. Os resultados do experimento Geiger–Marsden inferem que a massa da matéria está localizada em pequenos pontos.
  2. Se o modelo Thomson estivesse correto as partículas teriam atravessado a folha de ouro sem qualquer deflexão das partículas.
  3. O experimento repetido com o uso de folhas de outros materiais com maior massa atômica que o ouro resulta em mais partículas defletidas.

É CORRETO o que se afirma em:

No ano passado, a mídia internacional divulgou que o cientista chinês He Jiankui, professor da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China, manipulou o DNA de embriões humanos utilizando a técnica de edição genética chamada Crispr. O objetivo foi a edição do gene CCR5, que forma uma porta proteica que permite a infecção da célula pelo vírus que causa a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS). Os embriões humanos com os DNAs editados foram implantados em mulheres, a fim de dar prosseguimento à gestação de bebês que nasceram em novembro de 2018.

De acordo com a Lei Nº 11.105, que estabelece normas de segurança e mecanismos de fiscalização de atividades que envolvam organismos geneticamente modificados – OGM e seus derivados, o experimento descrito, se fosse proposto no Brasil, seria

Uma pesquisa recente avaliou o efeito do uso de anabolizantes associado ao treinamento físico em ratos Wistar machos. Para avaliar os efeitos, foram formados 4 grupos de cobaias, tratadas duas vezes por semana:

  1. sedentário tratado com veículo (propilenoglicol).
  2. treinado tratado com veículo (propilenoglicol).
  3. sedentário tratado com decanoato de nandrolona (N = 5 mg/Kg).
  4. treinado tratado com decanoato de nandrolona (N = 5 mg/Kg).

O tratamento com o anabolizante (decanoato de nandrolona) induziu aumento na concentração tecidual de colágeno nos corações dos ratos sedentários e treinados conforme os dados abaixo:

  • Sedentários tratados com anabolizante 10,32±0,75 > Sedentários tratados com veículo 2,93±0,22)
  • Treinados tratados com anabolizante 34,34±2,78 > Treinados tratados com veículo 6,45±1,02 m2).

Além do colágeno, as evidências apontam para o fato de que a utilização de anabolizantes em altas doses acentua o aumento do coração. O experimento evidenciou ainda que o uso de anabolizantes provoca uma diminuição das cavidades cardíacas, uma vez que, além do aumento do músculo, ocorre também o aumento de fibras de colágeno. Este aumento acarreta a diminuição da capacidade de bombeamento do sangue durante a contração.

Fonte dos dados: Giordano, F.C.L.; Cunha, T. S.; Tanno, A.P.; Marcondes, F.K. Associação entre exercício físico de alta intensidade e esteróide anabolizante induz hipertrofia e aumento de colágeno no tecido cardíaco. IN: Caderno de resumos do XIV Congresso Interno de Iniciação Científica, UNICAMP, 27 e 28 de setembro de 2006, pp 70. Campinas, SP: UNICAMP/Pró-Reitoria de Pesquisa, 2006. Disponível em: https://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xivcongresso/cdrom/pdfN/1027.pdf>. Acessado em: 20 de outubro de 2019.

A partir da análise desse contexto infere-se:

  1. Os casos de parada cardíaca e morte súbita em atletas usuários de anabolizantes podem estar relacionados às alterações fisiológicas no coração, provocadas pelo uso do anabolizante.
  2. O uso de anabolizantes sem exercício físico não traz prejuízos à saúde.
  3. Anabolizantes associados a exercícios físicos causam mais prejuízos do que quando utilizados por sedentários.

É CORRETO o que se afirma em:

O Ministério da Saúde não recomenda o consumo de álcool por motivos nutricionais e sociais (BRASIL, 2008). Além disso, afirma que:

– É considerado grupo de risco aquelas pessoas que consomem álcool em doses diárias superiores a: duas para homens e uma para mulheres;
– A dependência se caracteriza com o consumo de doses diárias que variam de: 6 ou mais para homens; 4 ou mais para mulheres;
– Para calcular a quantidade de álcool consumida, é necessário considerar o teor alcoólico, o volume e a densidade do álcool.

– Além desses dados, considere que:

Copo de uísque = 80ml.
Copo de cachaça = 40ml.
Copo de vodka = 120ml.
Lata de cerveja = 350ml.
Garrafa de cerveja = 700ml.
Garrafa de vinho tinto = 750ml.
Taça de vinho tinto = 150ml.

Considerando os dados do contexto para a tomada de decisões baseadas em evidências na formulação das ações em saúde, assinale dentre os grupos relacionados a seguir, aquele que representa o grupo prioritário para programação relativa a cuidados com o consumo.de álcool.

Segundo o texto, a característica mais importante da Segurança no Trabalho é:

Assinale a frase gramaticalmente CORRETA:

Em 35% das vezes Bruna chega em casa tarde para almoçar. Contudo, em 15% das vezes o almoço atrasa. Os atrasos de Bruna e do almoço são eventos independentes entre si, a probabilidade de, em um dia qualquer, ocorrerem ambos os atrasos é:

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Para o futuro chegar mais rápido

É verdade: 15% de mulheres no Congresso é uma cifra constrangedora, e coloca o Brasil no rodapé dos rankings globais de participação feminina na política.
Mas é motivo de orgulho o aumento de 50% registrado nas últimas eleições. [...]

Estaremos avançando? Na verdade, há bem pouco a se celebrar.

Se seguirmos no ritmo atual, ainda serão necessários 108 anos para que o mundo alcance a igualdade de gênero. A previsão – a maldição – é do Global Gender Report, estudo anual do Fórum Econômico Mundial. É uma projeção que precisa ser lida como um compêndio gigantesco de corpos estuprados – perto de 500.000 por ano só no Brasil, diz o IPEA –, de meninas sem acesso à educação básica, de barrigas de grávida em corpinhos ainda em formação, de noivas que deveriam estar brincando – de boneca ou de carrinho.

Cento e oito anos é muito tempo. É tempo demais. Mas há uma nova força entrando no tabuleiro. Uma palavra cujo novo significado ainda não foi compreendido pela geração que hoje está no poder: meninas.

Desde 2012, por iniciativa da ONU, 11 de outubro é o Dia Internacional da Menina. É uma palavra em transição, menina. Uma busca pelo termo no Google
Images revela um sem fim de garotinhas maquiadas, quase sempre sozinhas e em um jogo de sedução com a câmera. Nada poderia estar mais distante do que vejo.

Sou a coordenadora nacional do Girl Up, um movimento global da Fundação ONU que treina, inspira e conecta meninas para que sejam líderes na mudança em direção a um mundo melhor, aqui definido pelos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU. Se você está entre aqueles para quem o termo menina denota condescendência, permita-me contar o que elas andam aprontando.

Lia tem 16 anos e um dia me procurou com um contato dentro da Globosat na mão. Era Copa do Mundo e ela, que lidera o primeiro Clube Girl Up da capital fluminense, queria fazer um evento para algumas dezenas de meninas. Meia hora de Skype para pensar com ela o teor da reunião: foi tudo que ofereci. Os adultos da Globosat devem ter ficado embasbacados – como ficam os adultos que ainda não entenderam do que elas são capazes – quando um par de meninas sentou à sua frente para negociar os detalhes de uma tarde que envolveu tour pelos estúdios, jogo da Copa no telão da sede e bate-papo com Glenda Kozlowski, uma das maiores jornalistas esportivas do país.

Maria Antônia, 18 anos. Dinheiro da família para sair do país, nem em sonho. Assim mesmo, enfiou na cabeça que iria no Congresso de Liderança do Girl Up, que todos os anos reúne cerca de 400 meninas dos cinco continentes em Washington. Contando com uma rede enorme – elas aprendem cedo o poder das redes – Maria Antônia, idealizou e liderou o crowdfunding que viabilizou sua ida. Em setembro esteve entre os 78 estudantes selecionados para participar do Parlamento Jovem Brasileiro, sentando-se na cadeira da Presidência da Câmara.

Bruna, também 18. Me ligou em abril pra contar que havia agendado uma audiência pública na Câmara Municipal de Goiânia para discutir denúncias de assédio no ambiente escolar. O Clube que ela fundou na cidade tem particular interesse por advocacy, e essas meninas cavaram sozinhas o apoio da vereadora Dra. Cristina, que encampou o plano do Clube.

A Marina eu conheci no fim de agosto, quando ela nos procurou pelo Instagram pra falar de seu projeto. Ela preencheu com absoluta facilidade os requisitos que me permitiram justificar, à matriz americana do Girl Up, a viagem a São João Evangelista, cidadela de 14.000 habitantes a seis horas de ônibus ao norte de Belo Horizonte. Marina agendou visitas em cinco escolas públicas da região. Uma delas – a escola onde a Marina estudou – fica na zona rural. Ela tem 18 anos e a rotina espartana começa todos os dias às 3 da manhã com o estudo do inglês.

A diferença na renda familiar entre as quatro meninas é abismal. A cor da pele não é a mesma, e enquanto uma delas vive em um dos metros quadrados mais caros do país, outra não tinha energia elétrica em casa até cinco anos atrás. Mas não acredite nas imagens do Google: elas não estão sozinhas.

Lia, Maria Antônia, Bruna e Marina se conhecem e estão em um grupo de WhatsApp onde trocam informações sobre processos seletivos de universidades no exterior, um sonho partilhado pelas quatro. E elas são muitas, muito mais do que eu poderia contar. Quando garantimos às meninas uma vida livre de violências e asseguramos seus direitos básicos, todo o potencial que por séculos esteve enterrado aflora, originando um ciclo virtuoso benéfico para todos nós.

É hora de atualizar o navegador. A sueca de 16 anos que pode se tornar a pessoa mais jovem da História a ser laureada com o Nobel da Paz, se realizar o feito, ocupará o posto que hoje é de outra menina. Greta Thunberg e Malala não são exceções: são expoentes de uma onda poderosa, inteligente, conectada e crescente. Meninas: são elas a força capaz de acelerar os 108 anos que nos separam da igualdade de gênero.

Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/10/opinion/1570715827_082487.html>. Acesso em: 14 out. 2019.

Assinale a alternativa em que a autora defende a liberdade e a igualdade de escolha para as meninas.

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Para o futuro chegar mais rápido

É verdade: 15% de mulheres no Congresso é uma cifra constrangedora, e coloca o Brasil no rodapé dos rankings globais de participação feminina na política.
Mas é motivo de orgulho o aumento de 50% registrado nas últimas eleições. [...]

Estaremos avançando? Na verdade, há bem pouco a se celebrar.

Se seguirmos no ritmo atual, ainda serão necessários 108 anos para que o mundo alcance a igualdade de gênero. A previsão – a maldição – é do Global Gender Report, estudo anual do Fórum Econômico Mundial. É uma projeção que precisa ser lida como um compêndio gigantesco de corpos estuprados – perto de 500.000 por ano só no Brasil, diz o IPEA –, de meninas sem acesso à educação básica, de barrigas de grávida em corpinhos ainda em formação, de noivas que deveriam estar brincando – de boneca ou de carrinho.

Cento e oito anos é muito tempo. É tempo demais. Mas há uma nova força entrando no tabuleiro. Uma palavra cujo novo significado ainda não foi compreendido pela geração que hoje está no poder: meninas.

Desde 2012, por iniciativa da ONU, 11 de outubro é o Dia Internacional da Menina. É uma palavra em transição, menina. Uma busca pelo termo no Google
Images revela um sem fim de garotinhas maquiadas, quase sempre sozinhas e em um jogo de sedução com a câmera. Nada poderia estar mais distante do que vejo.

Sou a coordenadora nacional do Girl Up, um movimento global da Fundação ONU que treina, inspira e conecta meninas para que sejam líderes na mudança em direção a um mundo melhor, aqui definido pelos 17 Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável da ONU. Se você está entre aqueles para quem o termo menina denota condescendência, permita-me contar o que elas andam aprontando.

Lia tem 16 anos e um dia me procurou com um contato dentro da Globosat na mão. Era Copa do Mundo e ela, que lidera o primeiro Clube Girl Up da capital fluminense, queria fazer um evento para algumas dezenas de meninas. Meia hora de Skype para pensar com ela o teor da reunião: foi tudo que ofereci. Os adultos da Globosat devem ter ficado embasbacados – como ficam os adultos que ainda não entenderam do que elas são capazes – quando um par de meninas sentou à sua frente para negociar os detalhes de uma tarde que envolveu tour pelos estúdios, jogo da Copa no telão da sede e bate-papo com Glenda Kozlowski, uma das maiores jornalistas esportivas do país.

Maria Antônia, 18 anos. Dinheiro da família para sair do país, nem em sonho. Assim mesmo, enfiou na cabeça que iria no Congresso de Liderança do Girl Up, que todos os anos reúne cerca de 400 meninas dos cinco continentes em Washington. Contando com uma rede enorme – elas aprendem cedo o poder das redes – Maria Antônia, idealizou e liderou o crowdfunding que viabilizou sua ida. Em setembro esteve entre os 78 estudantes selecionados para participar do Parlamento Jovem Brasileiro, sentando-se na cadeira da Presidência da Câmara.

Bruna, também 18. Me ligou em abril pra contar que havia agendado uma audiência pública na Câmara Municipal de Goiânia para discutir denúncias de assédio no ambiente escolar. O Clube que ela fundou na cidade tem particular interesse por advocacy, e essas meninas cavaram sozinhas o apoio da vereadora Dra. Cristina, que encampou o plano do Clube.

A Marina eu conheci no fim de agosto, quando ela nos procurou pelo Instagram pra falar de seu projeto. Ela preencheu com absoluta facilidade os requisitos que me permitiram justificar, à matriz americana do Girl Up, a viagem a São João Evangelista, cidadela de 14.000 habitantes a seis horas de ônibus ao norte de Belo Horizonte. Marina agendou visitas em cinco escolas públicas da região. Uma delas – a escola onde a Marina estudou – fica na zona rural. Ela tem 18 anos e a rotina espartana começa todos os dias às 3 da manhã com o estudo do inglês.

A diferença na renda familiar entre as quatro meninas é abismal. A cor da pele não é a mesma, e enquanto uma delas vive em um dos metros quadrados mais caros do país, outra não tinha energia elétrica em casa até cinco anos atrás. Mas não acredite nas imagens do Google: elas não estão sozinhas.

Lia, Maria Antônia, Bruna e Marina se conhecem e estão em um grupo de WhatsApp onde trocam informações sobre processos seletivos de universidades no exterior, um sonho partilhado pelas quatro. E elas são muitas, muito mais do que eu poderia contar. Quando garantimos às meninas uma vida livre de violências e asseguramos seus direitos básicos, todo o potencial que por séculos esteve enterrado aflora, originando um ciclo virtuoso benéfico para todos nós.

É hora de atualizar o navegador. A sueca de 16 anos que pode se tornar a pessoa mais jovem da História a ser laureada com o Nobel da Paz, se realizar o feito, ocupará o posto que hoje é de outra menina. Greta Thunberg e Malala não são exceções: são expoentes de uma onda poderosa, inteligente, conectada e crescente. Meninas: são elas a força capaz de acelerar os 108 anos que nos separam da igualdade de gênero.

Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/10/opinion/1570715827_082487.html>. Acesso em: 14 out. 2019.

Assinale a alternativa em que o uso da crase ocorreu em decorrência de regência de palavra de classe gramatical diferente das demais.

INSTRUÇÃO: Leia o texto II a seguir para responder à questão.

Texto II

Produção científica no Brasil: um salto no número de publicações

Além da participação de produtos inovadores e de alta tecnologia na matriz de exportações, outros dados, como a produção científica e o número de mestres, doutores e instituições de ensino, permitem avaliar a situação de um país em relação ao potencial de inovação. As publicações científicas e o número de estudantes, mestres e doutores são meios de avaliar o sistema acadêmico. Em franca evolução, a situação do Brasil nesses quesitos permite imaginar que existe uma base no país para, caso haja parceria com a indústria, deslanchar um período de inovação tecnológica.

Em 2008, 30.415 artigos e outros tipos de publicações científicas foram divulgados por brasileiros trabalhando no Brasil em revistas de circulação internacional cadastradas pelo Institute for Scientific Information (ISI). Foi um salto importante em relação aos cerca de 20 mil publicados em 2007.

Segundo o professor Carlos Cruz, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), esse salto, no entanto, deveu-se em grande parte ao cadastramento pelo ISI de novas publicações, editadas no Brasil, e não a um efetivo aumento da produção científica. Para analisar o desenvolvimento da publicação científica no Brasil ao longo dos anos, sem distorcer os dados, seria necessário, segundo Cruz, considerar apenas uma determinada coleção de revistas pelo período de tempo a ser analisado. Carlos Cruz afirma que, vista dessa maneira, a produção científica nacional vem crescendo sistematicamente desde 1994, exceto no período entre 2006 e 2009.

Outra observação feita pelo pesquisador da Fapesp é que a razão de crescimento do número de publicações vem caindo nos últimos anos. Enquanto o aumento na produção de trabalhos científicos entre 1994 e 1998 foi de 18% ao ano, entre 1998 e 2002 foi de 9,3%. Já no período entre 2003 e 2009, a produção científica no Brasil aumentou à razão de apenas 6% ao ano.

Outro dado revelador, segundo a análise de Carlos Cruz, é que 64% das publicações de cientistas brasileiros radicados no Brasil em periódicos científicos
internacionais vêm de apenas oito universidades, quatro delas de São Paulo. A Universidade de São Paulo respondeu sozinha por 26% dessas publicações em 2008.

Se as estatísticas brasileiras cresceram, Espanha, Índia e Coreia do Sul mostram que seria possível um resultado ainda mais expressivo. Esses países produziram saltos espetaculares no mesmo período, consideradas as mesmas publicações. A produção científica da Coreia do Sul chama a atenção: até 1997, os acadêmicos daquele país publicavam menos do que os colegas do Brasil. No entanto, desde então, passaram à frente nos números e, a cada ano, aumentam a diferença.

Disponível em: <https://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/inovacao/investimento-inovacao-tecnologicafinep-pesquisadores-brasil/producao-cientifica-no-brasil-umsalto- no-numero-de-publicacoes.aspx>. Acesso em: 10 out. 2019.

Assinale a alternativa em que há opinião do autor expressa no texto.

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito foi instaurada regularmente no âmbito da Câmara Municipal de Patrocínio.

Considerando essa situação, pode-se afirmar que

Considere o gráfico a seguir.

Considerando esse gráfico e sobre as queimadas registradas no Brasil em 2019, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) O número de queimadas em 2019 é o maior dos últimos sete anos.

( ) O estado mais atingido pelas queimadas em 2019 foi Minas Gerais.

( ) O número de queimadas em 2019 é menor que a média dos últimos seis anos.

( ) As queimadas em 2019 aumentaram mais de 80% em relação ao ano de 2018.

Assinale a sequência correta.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) completou, em julho de 2019, um ano no Triângulo e Alto Paranaíba com quase 120 mil atendimentos. Acerca da atuação do SAMU na região, analise os dados a seguir.

De acordo com os dados apresentados, é incorreto afirmar que

A Ação Direta de Inconstitucionalidade é um importante instrumento previsto na Constituição Federal para a solução de grandes questões constitucionais.

Considerando as disposições legais e doutrinárias sobre esse tema, é correto afirmar que

A respeito da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, que versa sobre normas e princípios aplicáveis a todos os ramos da ciência jurídica, analise
as afirmativas a seguir.

  1. Entre as principais funções da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro estão a determinação do início da obrigatoriedade das leis e a delimitação dos critérios de hermenêutica e interpretação da lei.
  2. Uma vez que a Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro dirige-se apenas mediatamente à conduta humana, é considerada pela doutrina
    brasileira como uma sobrenorma ou uma norma de sobredireito.
  3. A expressão “princípios gerais do direito”, prevista na Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, não se confunde com os princípios constitucionais fundamentais, sejam eles explícitos ou implícitos.
  4. Consideradas as dimensões continentais do território brasileiro, aplica-se em situações específicas a vacatio legis progressiva, na qual a vigência da lei federal pode se dar em prazos diferenciados nas diversas regiões do país.

Estão corretas as afirmativas

A interposição de recurso face à uma decisão judicial gera determinados efeitos.

Com relação aos efeitos recursais no Direito Processual Civil e sua classificação em cinco espécies, assinale a alternativa incorreta.

Com relação às autarquias, pessoas jurídicas de Direito Público integrantes da Administração Indireta, assinale a alternativa incorreta.

As entidades frequentemente despendem recursos ou contraem obrigações com a aquisição, o desenvolvimento, a manutenção ou o aprimoramento de recursos intangíveis.

Com relação aos ativos imobilizado e intangível, considerando os preceitos da NBC TSP 07 e NBC TSP 08, assinale a alternativa que não apresenta exemplos de itens que se enquadram nessa categoria.

De acordo com o planejamento da auditoria de demonstrações contábeis e os riscos de distorção relevante, conforme definido pela NBC TA 300 e pela NBC TA 315, assinale a alternativa que não se caracteriza como responsabilidade do auditor no setor público.

Analise as afirmativas a seguir relativas às normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, tomando como base a Lei Federal Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000.

  1. A publicação ou ampla divulgação do relatório de gestão fiscal pode ser feita por meio da disponibilização das informações e dados contábeis, orçamentários e fiscais conforme periodicidade, formato e sistema estabelecidos.
  2. O relatório de gestão fiscal também abrange os consórcios públicos, visto que eles integram a administração indireta de todos os entes da Federação consorciados.
  3. Também conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), essa Lei Federal estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dispõe que, ao final de cada trimestre, os titulares de Poderes e órgãos emitam relatório de gestão fiscal.

Estão corretas as afirmativas

Com relação às demonstrações contábeis aplicadas ao setor público, tomando como base o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP), assinale a alternativa incorreta.

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