Ir para o conteúdo principal

Questões de Concurso – Aprova Concursos

Milhares de questões com o conteúdo atualizado para você praticar e chegar ao dia da prova preparado!


Exibir questões com:
Não exibir questões:
Minhas questões:
Filtros aplicados:

Dica: Caso encontre poucas questões de uma prova específica, filtre pela banca organizadora do concurso que você deseja prestar.

Exibindo questões de 311928 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros
Folha de respostas:

  • 1
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 2
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 3
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 4
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 5
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 6
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 7
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 8
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 9
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 10
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 11
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 12
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 13
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 14
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 15
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 16
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 17
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 18
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 19
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 20
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 21
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 22
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 23
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 24
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 25
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 26
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 27
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 28
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 29
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 30
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e

Sobre a charge, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) O fato que foi base para a crítica dessa charge ocorreu recentemente em Minas Gerais e matou mais de uma centena de pessoas.

( ) Nomes de pessoas no primeiro quadro e características necessárias a uma empresa construtora no segundo formam os dois contrapontos da crítica da charge.

( ) A charge foi construída a partir do desaparecimento de pessoas antes e depois do rompimento da barragem de Brumadinho.

( ) Os nomes das pessoas – Antônio, Amanda, Renato, Fernanda – e o nome da barragem – Brumadinho – são as palavras que obrigatoriamente devem ser escritas com inicial maiúscula.

Assinale a sequência correta

A figura abaixo apresenta o Explorador de Arquivos do Windows 10 com uma pasta selecionada.

Sobre a figura, analise as afirmativas.

I- A pasta 2019 é uma subpasta da pasta Contratos.

II- Executando-se um clique duplo sobre o arquivo Planilha de Custos, este será exibido no Microsoft Word.

III- A pasta Recibos é uma subpasta da pasta 2019.

IV- O arquivo Modelo Contrato ocupa espaço de armazenamento inferior a 1 MB.

Estão corretas as afirmativas

A partir da sentença “Se há sobrecarga de trabalho das equipes de enfermagem, então a qualidade do atendimento ficará prejudicada”, é correto afirmar:

Considere as sentenças.

I- Se o COREN zela pelo bom conceito da profissão, então os usuários do sistema de saúde serão beneficiados.

II- O COREN mantém o registro dos profissionais com exercício na respectiva jurisdição se, e somente se, os profissionais da enfermagem estão habilitados para o exercício da profissão.

III- O Conselheiro mais antigo faz parte do Quadro I (Enfermeiros) ou o Conselheiro mais novo faz parte do Quadro II (Técnicos de Enfermagem).

IV- Os profissionais de Enfermagem com o devido registro estão aptos a exercer a profissão e o COREN expede a carteira profissional.

As quatro sentenças apresentam, respectivamente, as seguintes estruturas lógicas: 

Considere o argumento:

P1: Se Paula é Parteira credenciada, então ela possui registro no COREN.

P2: Paula não possui registro no COREN.

C: Paula não é Parteira credenciada.

Assinale a alternativa que apresenta a regra de inferência que valida o argumento dado.

   TEXTO I

                                A VERDADE SOBRE O NIÓBIO

 

Nossas reservas do minério valem mais que o pré-sal. Mas isso não significa grande coisa. Entenda.

Parece mágica. Você joga um punhadinho de nióbio, apenas 100 gramas, no meio de uma tonelada de aço - e a liga se torna muito mais forte e maleável. Carros, pontes, turbinas de avião, aparelhos de ressonância magnética, mísseis, marcapassos, usinas nucleares, sensores de sondas espaciais... praticamente tudo o que é eletrônico, ou leva aço, fica melhor com um pouco de nióbio. Os foguetes da empresa americana SpaceX, os mais avançados do mundo, levam nióbio. O LHC, maior acelerador de partículas do planeta, e o D-Wave, primeiro computador quântico, também. Todo mundo quer nióbio - e quase todas as reservas mundiais desse metal, 98,2%, estão no Brasil. Nós temos o equivalente a 842 milhões de toneladas de nióbio, que valem inacreditáveis US$ 22 trilhões: o dobro do PIB da China, ou duas vezes todo o petróleo do pré-sal. Por isso, há quem diga que o nióbio pode ser a salvação do Brasil, a chave para o País se desenvolver e virar uma potência global. Mas de que forma o nióbio é explorado hoje em dia, e quem ganha com ele?

É verdade, como se ouve por aí, que estamos exportando nossas reservas a preço de banana? E, se esse metal vale tanto, por que há tão pouca informação sobre ele? Há muitas lendas a respeito do nióbio. A mais importante: ele é, de fato, um elemento estratégico e raro. Mas não se trata de uma fonte inesgotável de riqueza.

A filha de Tântalo

O nióbio foi descoberto em 1801 pelo cientista britânico Charles Hatchett, que o batizou de columbium, em referência ao local de onde a amostra tinha vindo - Connecticut, nos Estados Unidos, numa época em que os poetas ingleses se referiam ao país como Columbia. Anos depois, o nióbio foi confundido com o tantálio pelo químico inglês William Hyde: ele afirmou que os dois elementos eram idênticos. Foi só em 1846 que outro químico, o alemão Heinrich Rose, comprovou que eram coisas diferentes. Quando a confusão foi desfeita, os americanos continuaram chamando o elemento de columbium, mas os europeus adotaram o nome nióbio: referência a Níobe, figura da mitologia grega, filha de Tântalo (uma piadinha com o antigo debate nióbio versus tantálio).

No final do século 19, o nióbio começou a ser usado nos filamentos de lâmpadas, até descobrirem que o tungstênio é mais resistente. A partir dos anos 1930, começaram a surgir pesquisas indicando que misturar nióbio com ferro era uma boa ideia. Mas, para usá-lo em escala industrial, era preciso encontrar uma boa quantidade desse metal. Na década de 1960, foi descoberta a primeira grande reserva do planeta: em Araxá, a 360 km de Belo Horizonte. Em 1965, o almirante americano Arthur W. Radford, integrante do conselho da mineradora Molycorp, convidou o banqueiro brasileiro Walther Moreira Salles para montar uma empresa de extração e refino do nióbio. A Molycorp tinha acabado de comprar algumas minas em Araxá. O brasileiro topou, e nasceu a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM).

Como em 1965 o metal ainda não tinha utilidade comprovada, o governo militar deixou passar batido - e permitiu que a CBMM, junto com os americanos, explorasse o nióbio à vontade. Aos poucos, Salles foi comprando a parte dos americanos, o que os militares viram com bons olhos. Na década seguinte, a CBMM virou controladora mundial de um mercado que nem sequer existia. Não existia, mas passou a existir: nos anos 1970, a empresa descobriu dezenas de utilidades para o nióbio - que hoje é um dos principais negócios da família Moreira Salles (também dona do banco Itaú).

A CBMM não vende o minério bruto, e sim uma liga chamada ferronióbio, que contém 2/3 de nióbio e 1/3 de ferro. Além desse produto, seu carro-chefe, ela também comercializa dez outras formulações à base de nióbio. A empresa tem 1.800 funcionários e lucra R$ 1,7 bilhão por ano. Em 2011, vendeu 30% de suas ações para um grupo de empresas asiáticas, mas com restrições: os brasileiros mantiveram o controle da empresa, e não cederam nenhuma informação técnica sobre o processamento do nióbio - um segredo industrial que tem 15 etapas e foi inventado pela empresa dos Moreira Salles. "Ele envolve mineração, homogeneização, concentração, remoção de enxofre, remoção de fósforo e chumbo, metalurgia, britagem e embalagem", explica Eduardo Ribeiro, presidente da CBMM. "Para produzir o nióbio metálico, por exemplo, é necessário realizar uma última etapa em um forno de fusão por feixe de elétrons, que atinge temperaturas superiores a 2.500 oC", diz.

Além da CBMM, há outra empresa explorando nióbio no País: a Anglo American Brazil, que opera em Catalão, Goiás. Também há nióbio na Amazônia, mas ele ainda não começou a ser minerado. Só o que temos em Minas Gerais e Goiás já é suficiente para abastecer toda a demanda mundial pelos próximos 200 anos. Os maiores compradores são China, EUA e Japão, que pagam em média US$ 26 mil pela tonelada de nióbio (esse valor é uma estimativa, pois o metal não é vendido em bolsas de commodities; o preço é negociado caso a caso, direto com cada comprador). Há quem diga que esse valor é muito baixo - o ouro, por exemplo, é comercializado a US$ 40 mil o quilo. Se o nióbio é tão útil, e o Brasil controla quase todas as reservas, não poderia cobrar mais caro? O governo brasileiro não deveria exigir royalties sobre a venda? E por que apenas 10% das tubulações de aço do planeta usam nosso produto? Há respostas para tudo isso.

Nada é perfeito

A primeira delas: o nióbio é substituível. Vanádio e titânio cumprem basicamente a mesma função. O vanádio é encontrado na África do Sul, na Rússia e na China. O titânio está presente na África do Sul, na Índia, no Canadá, na Nova Zelândia, na Austrália, na Ucrânia, no Japão e na China. Esses países preferem explorar suas próprias reservas a depender de um mineral que é praticamente exclusivo de uma nação só - o Brasil. Em alguns casos, também é possível trocar o nióbio por tungstênio, tântalo ou molibdênio. "Não há mercado para mais nióbio", afirma o economista Rui Fernandes Pereira Júnior, especialista em recursos minerais.

Outra questão é que é preciso pouco nióbio para que ele faça sua mágica. "As reservas brasileiras são suficientes para abastecer o mundo por séculos. Mas aquelas existentes em outras regiões do planeta, como o Canadá [que, como a Austrália, também possui nióbio], também são", diz Roberto Galery, professor do departamento de Engenharia de Minas da UFMG. Quer dizer: não adianta aumentar muito o preço do nióbio, pois os compradores tenderão a optar por outros metais, nem tentar acelerar demais a exportação (pois aí haverá excesso de oferta de nióbio, fazendo o valor desse metal despencar).

Há outra questão: o Brasil só exporta o nióbio em si. Não fabrica produtos derivados dele. "Ninguém está disposto a pagar uma fortuna pelo nióbio, porque nós não conseguimos dar valor agregado a ele", diz o professor Leandro Tessler, do Instituto de Física da Unicamp. "Nós repetimos nosso velho ciclo: vendemos matéria-prima e compramos produtos prontos. Vendemos nióbio e compramos fios de tomógrafos, por exemplo." É um caso parecido com o do silício. Nós temos as maiores reservas de areia do planeta (e é da areia que o silício é extraído), mas só exportamos silício com 99,5% de pureza, menos que os 99,99999% exigidos pela indústria eletrônica.

E os royalties? O Brasil cobra pouco, mas cobra. O Estado fica com 2% do valor das exportações de nióbio - bem menos do que a Austrália, que exige 10%. Nós poderíamos impor royalties mais altos (com o petróleo, por exemplo, eles ficam entre 5% e 10%). Mas não há sinais de que isso vá ser feito. O Marco Regulatório da Mineração, que está tramitando no Congresso desde junho, não traz nenhuma regra específica para o nióbio.

Depois de crescer 10% ao ano na década passada, o mercado mundial de nióbio está estável. A demanda é de 100 mil toneladas anuais, 90% fornecidas pelo Brasil. De todos os 55 minérios que o Brasil exporta, o nióbio é o único em que somos líderes globais. Ele é o nosso terceiro metal mais exportado em valor financeiro (atrás do minério de ferro e do ouro, e empatado com o cobre na terceira posição).

"O surgimento de novas tecnologias pode levar ao aumento do mercado de nióbio", diz Marcelo Ribeiro Tunes, diretor do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). Afinal, o consumo mundial cresceu cem vezes desde a década de 1960, e é provável que a tecnologia continue a dar saltos (e encontrar novos usos para o nióbio) no futuro. Mas, se quisermos explorar todo o valor dessa riqueza natural, precisamos aprender o que fazer com ela - e começar a fabricar produtos mais sofisticados. "O Brasil deveria desenvolver a tecnologia desse material na medicina, nos transportes, na engenharia", afirma Rui Fernandes Pereira Júnior. Do contrário, vamos continuar à mercê dos compradores estrangeiros. Como sempre estivemos desde que, no comecinho do século 16, navegadores portugueses descobriram a primeira de nossas commodities: uma madeira chamada pau-brasil.

(Texto de Tiago Cordeiro e Bruno Garattoniaccess. Extraído de https://super.abril.com.br/ciencia/a-verdade-sobre-o-niobio/)

De acordo com a leitura do Texto I, indique a opção que NÃO está correta.

TEXTO II

MULHERES DE ATENAS

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seu maridos, orgulho e raça de Atenas
Quando amadas, se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Cadenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas
Quando eles embarcam, soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obscenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito nem qualidade

Têm medo apenas
Não têm sonhos, só têm presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas
Morenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas
Não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
Às suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas

(Compositores: Chico Buarque / Augusto Boal, 1976)

Em "Mulheres de Atenas", Chico Buarque utiliza a ironia como figura de linguagem para:

TEXTO II

MULHERES DE ATENAS

Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seu maridos, orgulho e raça de Atenas
Quando amadas, se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem, imploram
Mais duras penas
Cadenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos, poder e força de Atenas
Quando eles embarcam, soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam sedentos
Querem arrancar violentos
Carícias plenas
Obscenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos, bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar o carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas
Helenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos os novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito nem qualidade

Têm medo apenas
Não têm sonhos, só têm presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas
Morenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos, heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas
Não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
Às suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos, orgulho e raça de Atenas

(Compositores: Chico Buarque / Augusto Boal, 1976)

"Se banham com leite, se arrumam/Suas melenas/ Quando fustigadas não choram/ Se ajoelham, pedem, imploram" Nos versos citados da música, podemos substituir a palavra grifada por seu sinônimo na opção:

Assinale a única alternativa que não integra a competência legislativa privativa da União.

Em conformidade com o processo administrativo da Administração Pública Federal, assinale a alternativa correta.

Tem-se dois frascos, o primeiro com 1L de água e segundo com 1L de vinho. Transfere-se 0,5L de água do primeiro frasco para o segundo frasco que contém vinho, em seguida, transfere-se 0,5L da mistura do segundo frasco para o primeiro frasco que contém água. É correto afirmar que:

A respeito dos navegadores de internet qual comando utilizado para limpar o histórico do navegador?

Os comandos nos navegadores de internet em sua maioria são utilizados para dar agilidade nas atividades cotidianas executadas, o comando CTRL + D executado no navegador abre:

A lei n. 10.862 de 14 de abril de 2004, institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES que tem por objetivo "assegurar processo nacional de avaliação das instituições de educação superior dos cursos de graduação e do desempenho acadêmico de seus estudantes, nos termos do art 9°, VI, VIII e IX da Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996". Sobre o SINAES é possível afirmar que:

o conceituar o projeto político - pedagógico, Ilma Passos Alencastro Veiga assim se refere a este documento:

 

"O projeto político-pedagógico tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: como organização da escola como um todo e como organização da sala de aula, incluindo sua relação com o contexto social imediato, procurando preservar a visão de totalidade. Nesta caminhada, será importante ressaltar que o projeto político-pedagógico busca a organização do trabalho pedagógico da escola na sua globalidade." Sobre o projeto político-pedagógico, é correto afirmar que:

Em relação ao Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, analise as seguintes afirmativas:

 

I. O Plano de Desenvolvimento da Educação - PDE, apresenta a educação com base em princípios gerencialistas e fiscalistas observando a importância do controle dos gastos em educação considerando o contexto de restrição fiscal em que nos encontramos, que exige extremo cuidado com o equilíbrio financeiro e buscando estabelecer meios de otimização no uso desses recursos.

II. O PDE procura observar uma visão sistêmica da educação, observada como processo de socialização e individuação voltado para a autonomia, não pode ser artificialmente segmentada, de acordo com a conveniência administrativa ou fiscal. Ao contrário, tem de ser tratada com unidade, da creche à pós-graduação, ampliando o horizonte educacional de todos e de cada um, independentemente do estágio em que se encontre no ciclo educacional.

III. A formação inicial e continuada do professor exige que o parque de universidades públicas se volte para a educação básica. Assim, a melhoria da qualidade da educação básica depende da formação de seus professores, o que decorre diretamente das oportunidades oferecidas aos docentes. O aprimoramento do nível superior, por sua vez, está associado à capacidade de receber egressos do nível básico mais bem preparados, fechando um ciclo de dependência mútua, evidente e positiva entre níveis educacionais.

IV. O PDE apresenta a defasagem existente entre os financiamentos da educação básica e da educação superior e, observando a necessidade de que tenhamos a ampliação da qualidade da educação básica determina que todos os investimentos públicos sejam direcionados em caráter prioritário para as escolas de educação básica, oportunizando assim que, em médio prazo, os estudantes que cheguem ao ensino superior venham com maior qualidade de formação estando, portanto, mais aptos a contribuir para o desenvolvimento da nação.

 

Das alternativas abaixo, a que expressa opções corretas é:

As assertivas sobre o Plano Nacional de Educação (PNE Lei n° 13.005/2014) estão corretas, EXCETO:

Em relação a aspectos linguísticos no texto, assinale a afirmativa correta.

A coerência textual está relacionada ao sentido das ideias do texto, explicitada por relações lógicas e não contraditórias. A ambiguidade é um fator que provoca incoerência textual. Qual frase NÃO apresenta ambiguidade? 

Sobre as ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. 

( ) Um bom atendimento ao cliente externo contribui para a boa comunicação interna na empresa.

( ) A boa comunicação entre os colaboradores da empresa pode gerar bom atendimento ao cliente externo.

( ) O colaborador, ao entender o papel de cada um na empresa, consegue motivar também seus colegas.

( ) O clima organizacional de uma empresa interfere diretamente na cobrança da motivação para o trabalho.

Assinale a sequência correta

A Figura 1 apresenta um bloco de texto do Microsoft Word 2016 sendo editado e a Figura 2 apresenta o mesmo bloco de texto após algumas modificações. 

Figura 1

Figura 2

 

A respeito das alterações feitas no texto, analise as afirmativas.

I- A margem esquerda foi alterada para 2 cm e o recuo à direita foi ajustado para 1 cm.

II- O alinhamento do bloco de texto selecionado foi alterado para Justificado.

III- O recuo da primeira linha e o recuo à esquerda foram ambos ajustados para 1 cm.

IV- O tamanho da fonte do bloco de texto selecionado foi modificado.

Estão corretas as afirmativas

Sobre Administração Científica, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Foi a primeira tentativa de aplicação dos métodos da ciência aos problemas da Administração, sendo usada a observação e a mensuração. Contudo é muito criticada por pretender criar uma ciência sem o cuidado de apresentar comprovação científica de suas proposições e princípios. Seu método empírico e concreto traz um conhecimento alcançado pela evidência e baseia-se em dados singulares e observáveis.

( ) Henri Fayol (1841-1925) é considerado o fundador da Administração Científica, suas ideias foram publicadas no livro Administration Industrielle et Générale em 1916, Paris.

( ) A Organização Racional do Trabalho (ORT) foi a resposta às críticas, substituindo os métodos empíricos por científicos. Se fundamenta na: Análise do trabalho e estudo dos tempos e movimentos; Estudo da fadiga humana; Divisão do trabalho e especialização do operário; Supervisão funcional; Desenho de tarefas e cargos; Incentivos salariais e prêmios de produção; Conceito de homo economicus; Condições Ambientais de trabalho; Padronização de Métodos e de Máquinas.

( ) Possui características próximas da Teoria das Relações Humanas; a observação metódica e paciente da execução de cada operação de uma determinada tarefa possibilitou eliminar desperdício e proporcionar mais tempo livre ao operário, fortalecendo a ênfase nas pessoas.

Assinale a sequência correta. 

A organização é um complexo sistema de decisões em que cada pessoa participa consciente e racionalmente, escolhendo e decidindo entre alternativas disponíveis de curso de ação que deverá seguir. Que etapas existem no processo decisório?

Sobre Cultura Organizacional, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Define a maneira como os integrantes da organização devem interagir entre si e com o mundo externo, que tratamento devem dar-se, como devem resolver conflitos.

( ) A análise da cultura organizacional é uma tarefa relativamente fácil, pois todos os seus componentes são observáveis.

( ) Artefatos, linguagem, comportamentos habituais, tecnologia, símbolos, mitos, histórias, crenças e valores são todos componentes da cultura organizacional.

( ) Disfunções na cultura organizacional são desvios no comportamento coletivo, que fazem o papel de degenerações sociais, como entender e processar mudanças ambientais, resiliência à mudança interna, subestimar outros grupos, aceitar outros pontos de vista, passíveis de ocorrer sem causar danos ao ambiente organizacional.

Assinale a sequência correta. 

Sobre planejamento estratégico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A matriz de crescimento é um subsídio ao planejamento, foi desenvolvida por Ansoff e classifica as estratégias das organizações em quatro categorias: penetração no mercado, desenvolvimento de mercado, desenvolvimento de produto e diversificação.

( ) É um planejamento de longo prazo que se concentra na organização como um todo.

( ) É o processo de elaborar a relação pretendida da organização com seu ambiente, compreendendo a tomada de decisões sobre o padrão de comportamento ou cursos de ação que a organização pretende seguir.

( ) A matriz BCG (1967) é uma técnica que subsidia o planejamento estratégico para empresas diversificadas, baseia-se em duas variáveis estratégicas: o índice de retração e a receptividade do produto.

Assinale a sequência correta.

Em relação à sustentabilidade e às diferentes visões que compreendem o papel das empresas frente aos desafios socioambientais comuns, analise as assertivas.

I- Visão Liberal → a responsabilidade primordial das empresas é gerar lucros para seus acionistas, por meio de suas funções produtivas, de maneira eficiente e competitiva, utilizando o potencial das tecnologias.

II- Visão Política → podem existir empresas saudáveis e lucrativas em sociedades enfermas e empobrecidas, portanto, a sustentabilidade das empresas não depende da sustentabilidade em sentido mais amplo.

III- Visão Crítica → as empresas são as responsáveis pela maior parte dos problemas e são as grandes beneficiárias de um sistema explorador e concentrador de poder e de riquezas, por isso devem assumir obrigações para com a sociedade.

Estão corretas as assertivas 

TEXTO I

         POLÍTICA É PRINCIPAL ASSUNTO DAS FAKE NEWS NO WHATSAPP

Troca de notícias falsas em aplicativo aumenta significativamente em períodos próximos às eleições, diz pesquisa.

 

 

      Após analisar por um ano 120 grupos de WhatsApp, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) descobriram que as correntes de mensagens que continham fake news sobre política atingiam mais usuários do que as conversas com desinformação de outros assuntos. O conteúdo enganoso de política também suscitou discussões mais longas e mais duradouras no aplicativo.

      Os autores da pesquisa identificaram ainda um aumento significativo nas conversas políticas com dados falsos perto das eleições. "Teve um pico enorme. O momento político favoreceu a discussão com fake news no WhatsApp", disse um dos coautores do estudo, Josemar Alves, pesquisador de Ciência da Computação da UFMG.

      Estudos sobre desinformação no WhatsApp ainda são raros por causa da natureza privada do aplicativo. As mensagens enviadas são criptografadas de ponta a ponta, o que quer dizer que não podem ser lidas por terceiros. Para driblar essa dificuldade, os pesquisadores selecionaram aleatoriamente na internet links de grupos públicos - aqueles em que qualquer um pode participar com uma URL de convite.

      Os autores de "Caracterizando cascatas de atenção em grupos de WhatsApp" coletaram 1,7 milhão de mensagens trocadas por 30,7 mil usuários nesses grupos entre outubro de 2017 e novembro de 2018. A maioria tinha discussão com temática política: 78 dos 120 grupos. Estes espaços virtuais foram monitorados de outubro de 2017 a novembro de 2018.

      Os pesquisadores perceberam que, em grupos de WhatsApp, a função de responder diretamente a uma mensagem criava um encadeamento nas conversas. Eles chamaram essas correntes de mensagens de "cascatas de atenção". Durante o período de análise, os autores identificaram mais de 150 mil discussões desse tipo.

      O próximo passo do estudo foi comparar as mensagens enviadas nessas cascatas a textos de seis sites de fact checking brasileiros - incluindo o Comprova, coalizão de 24 veículos de mídia da qual faz parte o jornal O Estado de São Paulo. Os autores encontraram 666 discussões com conteúdo comprovadamente falsos, 92% delas com teor político.

      Os resultados seguem a mesma linha de descoberta de outros trabalhos sobre desinformação, segundo o professor da UFMG Virgílio Almeida, coautor do estudo e associado ao Berkman Klein Center for Internet & Society, da Universidade de Harvard.

      Uma pesquisa publicada em 2018 na revista americana Science mostrou que, no Twitter, a desinformação, especialmente sobre política, viaja mais rápido e atinge mais usuários que qualquer outra categoria de informação.

      O estudo americano também mostrou que conteúdo falso inspirava medo, nojo e surpresa em seus consumidores. Almeida diz que essa característica pode apontar para uma possível interpretação dos dados levantados pela UFMG. "Uma conjectura é a situação polarizada do país, a situação política refletindo no mundo online. O que alguns estudos de interpretação dessa questão têm mostrado é que as pessoas aparentemente têm a atenção mais chamada por sentimentos negativos e falsidades que expressam essas questões".

      O que a pesquisa brasileira tem de novidade é principalmente a ambientação no WhatsApp. Diferentemente do Twitter, Facebook e outras redes sociais, o aplicativo não tem algoritmos que influenciam o que os usuários veem primeiro. A ordem de leitura das mensagens é cronológica; é o próprio usuário que define o que quer discutir e o que chama mais sua atenção - o que lhe dá papel fundamental na propagação das fake news. "O conteúdo daquela fake news está de acordo com o que a pessoa acredita e faz com que ela passe para frente aquele conteúdo", disse Josemar Alves.

      O fato de o WhatsApp ser fechado também pode facilitar a disseminação de conteúdo falso. Outro estudo citado pelos pesquisadores brasileiros indica que um "custo social" maior de compartilhar uma falsidade pode fazer o usuário esperar e observar o grupo antes de repassar algo.

      O WhatsApp poderia tomar algumas medidas para elevar o custo de repassar fake news no aplicativo. Alves diz que a plataforma poderia criar uma função para que moderadores ou usuários denunciassem pessoas que enviassem conteúdo indevido ou falsificado.

      Recentemente, a empresa dificultou o encaminhamento de mensagens, limitando o número de repasses que podem ser feitos de uma só vez. 

      Agora, os pesquisadores da UFMG dizem que vão continuar a fazer pesquisas sobre desinformação no WhatsApp, voltando a atenção também para entender como o discurso de ódio se propaga no aplicativo. Alves ressalta que são necessários outros estudos para comparar resultados.

      "É fundamental entender como o WhatsApp é usado pelas pessoas e como ela impacta a sociedade e questões da sociedade e política. Tem poucos trabalhos na literatura pela questão da criptografia e também por ser uma ferramenta mais nova", diz ele.

      Além de Alves e Almeida, o estudo também é assinado por Gabriel Magno, pesquisador de Ciência da Computação da UFMG, Marcos Gonçalves e Jussara Almeida, professores de Ciência da Computação da UFMG, e Humberto Marques-Neto, professor de Ciência da Computação da Pontifícia Universidade Católica de Minas (PUC-Minas). 

(FONTE: Alessandra Monnerat, O Estado de S.Paulo - 12 de maio de 2019 - disponível em: https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,politica-e-principal-assunto-das-fake-news-no-whatsapp,70002825358)

Marque a opção que indica ocorrência de voz passiva:

Marque a opção em que há erro na conjugação verbal:

Assinale a alternativa incompatível com os Direitos e Garantias Fundamentais da Constituição Federal.

Sobre a posse em cargo público, na forma da Lei 8.112, de 11 de dezembro de 1990, é correto afirmar.

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282