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João e Pedro são, por lei, contribuintes obrigados

solidariamente a pagar determinado tributo. Foi publicada lei

que isenta os ex-combatentes do pagamento de tal tributo,

sendo este o caso pessoal somente de João.

Tendo em vista essa situação, assinale a afirmativa correta.

O Município Beta foi assolado por chuvas que provocaram o

desabamento de várias encostas, que abalaram a estrutura de

diversos imóveis, os quais ameaçam ruir, especialmente se

não houver imediata limpeza dos terrenos comprometidos.

Diante do iminente perigo público a residências e à vida de

pessoas, o Poder Público deve, prontamente, utilizar

maquinário, que não consta de seu patrimônio, para realizar

as medidas de contenção pertinentes.

Assinale a opção que indica a adequada modalidade de

intervenção na propriedade privada para a utilização do

maquinário necessário.

A Associação Delta se dedica à promoção do voluntariado e foi

qualificada como Organização da Sociedade Civil sem fins

lucrativos – OSCIP, após o que formalizou termo de parceria

com a União, por meio do qual recebeu recursos que aplicou

integralmente na realização de suas atividades, inclusive na

aquisição de um imóvel, que passou a ser a sede da entidade.

Com base nessa situação hipotética, assinale a afirmativa

correta.

Ricardo realizou diversas obras no imóvel que Cláudia lhe

emprestou: reparou um vazamento existente na cozinha;

levantou uma divisória na área de serviço para formar um

novo cômodo, destinado a servir de despensa; ampliou o

número de tomadas disponíveis; e trocou o portão manual da

garagem por um eletrônico.

Quando Cláudia pediu o imóvel de volta, Ricardo exigiu o

ressarcimento por todas as benfeitorias realizadas, embora

sequer a tenha consultado previamente sobre as obras.

Somente pode-se considerar benfeitoria necessária, a

justificar o direito ao ressarcimento,

João, criança de 07 anos de idade, perambulava pela rua

sozinho, sujo e com fome, quando, por volta das 23 horas, foi

encontrado por um guarda municipal, que resolve encaminhá-

lo diretamente para uma entidade de acolhimento

institucional, que fica a 100 metros do local onde ele foi

achado. João é imediatamente acolhido pela entidade em

questão.

Sobre o procedimento adotado pela entidade de acolhimento

institucional, de acordo com o que dispõe o Estatuto da

Criança e do Adolescente, assinale a afirmativa correta.

Matheus, empresário individual, pretende alugar um imóvel

para instalar seu estabelecimento e nele localizar seu ponto

empresarial. Antes de celebrar o contrato, ele procura você

para, como advogado(a), informar-lhe sobre aspectos

concernentes à locação não residencial.

Sobre a locação não residencial, assinale a afirmativa correta.

Luiz emitiu uma nota promissória em favor de Jerônimo. No

momento da emissão, ele não inseriu a quantia nem o lugar

de pagamento. Na data do vencimento, o subscritor foi

procurado por um procurador do beneficiário, que lhe exibiu a

cártula com endosso-mandato e exigiu o pagamento.

Luiz verificou, então, que o título havia sido preenchido

abusivamente, pois constava o valor de R$ 15.000,00 (quinze

mil reais), quando o correto seria R$ 1.500,00 (mil e

quinhentos reais), e o lugar de pagamento era diverso de seu

domicílio, em Cachoeiro de Itapemirim, ES.

Procurado pelo devedor para analisar o caso e ciente de que o

pagamento não foi realizado por ele, você, como advogado(a),

responde que

Gláucia ajuizou, em abril de 2016, ação de alimentos em face

de Miguel com fundamento na paternidade. O réu, na

contestação, alegou não ser pai de Gláucia.

Após a produção de provas e o efetivo contraditório, o

magistrado decidiu favoravelmente ao réu. Inconformada com

a sentença de improcedência que teve por base o exame de

DNA negativo, Gláucia resolve agora propor ação de

investigação de paternidade em face de Miguel.

Sobre a hipótese apresentada, assinale a afirmativa correta.

Gilson, 35 anos, juntamente com seu filho Rafael, de 15 anos,

em dificuldades financeiras, iniciaram atos para a subtração de

um veículo automotor. Gilson portava arma de fogo e, quando

a vítima tentou empreender fuga, ele efetua disparos contra

ela, a fim de conseguir subtrair o carro. O episódio levou o

proprietário do automóvel a falecer. Apesar disso, os agentes

não levaram o veículo, já que outras pessoas que estavam no

local chamaram a Polícia.

Descobertos os fatos, Gilson é denunciado pelo crime de

latrocínio consumado e corrupção de menores em concurso

formal, sendo ao final da instrução, após confessar os fatos,

condenado à pena mínima de 20 anos pelo crime do Art. 157,

§ 3º, do Código Penal, e à pena mínima de 01 ano pelo delito

de corrupção de menores, não havendo reconhecimento de

quaisquer agravantes ou atenuantes. Reconhecido, porém, o

concurso formal de crimes, ao invés de as penas serem

somadas, a pena mais grave foi aumentada de 1/6, resultando

em um total de 23 anos e 04 meses de reclusão.

Considerando a situação narrada, o advogado de Gilson

poderia pleitear, observando a jurisprudência dos Tribunais

Superiores, em sede de recurso de apelação,

Ricardo foi denunciado, perante a 1ª Vara Criminal de

determinada cidade, pela prática de crime de associação para

o tráfico com mais 04 outros indivíduos, destacando a

denúncia o local, o período e a existência de outros indivíduos

não identificados, integrantes da mesma associação. Foi

condenado em primeira instância e foi mantida a prisão

preventiva, apresentando a defesa recurso de apelação.

No dia seguinte da condenação, na cadeia, Ricardo vem a ser

notificado em razão de denúncia diversa oferecida pelo

Ministério Público, agora perante a 2ª Vara Criminal da

mesma cidade, pela prática do mesmo crime de associação

para o tráfico, em iguais período e local da primeira denúncia,

mas, dessa vez, foram denunciados também os indivíduos não

identificados mencionados no primeiro processo.

Ricardo, então, entra em contato com seu advogado,

informando da nova notificação.

Considerando a situação narrada, caberá ao advogado de

Ricardo apresentar exceção de

Lucas é vigilante. Nessa condição, trabalhou como terceirizado

durante um ano em um estabelecimento comercial privado e,

a seguir, em um órgão estadual da administração direta, no

qual permaneceu por dois anos.

Dispensado, ajuizou ação contra o ex-empregador e contra os

dois tomadores dos seus serviços (a empresa privada e o

Estado), pleiteando o pagamento de horas extras durante

todo o período contratual e a responsabilidade subsidiária dos

tomadores nos respectivos períodos em que receberam o

serviço. A sentença julgou procedente o pedido e os réus

pretendem recorrer.

Em relação às custas, com base nos ditames da CLT, assinale a

afirmativa correta.

Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um

boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava:

“Por favor, ajude-me. Sou cego". Um publicitário da área de

criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas

moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz

escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés

do cego e foi embora.

Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego

que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e

moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e

perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz,

sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.

O publicitário respondeu: “Nada que não esteja de acordo com o

conceito original, mas com outras palavras". E, sorrindo,

continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava

escrito, mas seu novo cartaz dizia: “Hoje é primavera em Paris e

eu não posso vê-la". (Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre

e Maria Bernadete M. Abaurre)

O título dado ao texto:

Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um

boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava:

"Por favor, ajude-me. Sou cego". Um publicitário da área de

criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas

moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz

escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés

do cego e foi embora.

Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego

que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e

moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e

perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz,

sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.

O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o

conceito original, mas com outras palavras". E, sorrindo,

continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava

escrito, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e

eu não posso vê-la". (Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre

e Maria Bernadete M. Abaurre)

“Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz escreveu outro conceito”; a oração “Sem pedir licença” pode ser adequadamente substituída pela seguinte oração desenvolvida:

Texto – A eficácia das palavras certas

Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um

boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava:

"Por favor, ajude-me. Sou cego". Um publicitário da área de

criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas

moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz

escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés

do cego e foi embora.

Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego

que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e

moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e

perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz,

sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.

O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o

conceito original, mas com outras palavras". E, sorrindo,

continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava

escrito, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e

eu não posso vê-la". (Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre

e Maria Bernadete M. Abaurre)

A frase em que a redundância está ausente é:

READ TEXT I AND ANSWER QUESTIONS 16 TO 20

TEXT I

Will computers ever truly understand what we're saying?

Date: January 11, 2016

Source University of California - Berkeley

Summary:

If you think computers are quickly approaching true human

communication, think again. Computers like Siri often get

confused because they judge meaning by looking at a word's

statistical regularity. This is unlike humans, for whom context is

more important than the word or signal, according to a

researcher who invented a communication game allowing only

nonverbal cues, and used it to pinpoint regions of the brain where

mutual understanding takes place.

From Apple's Siri to Honda's robot Asimo, machines seem to be

getting better and better at communicating with humans. But

some neuroscientists caution that today's computers will never

truly understand what we're saying because they do not take into

account the context of a conversation the way people do.

Specifically, say University of California, Berkeley, postdoctoral

fellow Arjen Stolk and his Dutch colleagues, machines don't

develop a shared understanding of the people, place and

situation - often including a long social history - that is key to

human communication. Without such common ground, a

computer cannot help but be confused.

"People tend to think of communication as an exchange of

linguistic signs or gestures, forgetting that much of

communication is about the social context, about who you are

communicating with," Stolk said.

The word "bank," for example, would be interpreted one way if

you're holding a credit card but a different way if you're holding a

fishing pole. Without context, making a "V" with two fingers

could mean victory, the number two, or "these are the two

fingers I broke."

"All these subtleties are quite crucial to understanding one

another," Stolk said, perhaps more so than the words and signals

that computers and many neuroscientists focus on as the key to

communication. "In fact, we can understand one another without

language, without words and signs that already have a shared

meaning."

(Adapted from http://www.sciencedaily.com/releases/2016/01/1

60111135231.htm)

The word “so” in “perhaps more so than the words and signals” is used to refer to something already stated in Text I. In this context, it refers to:

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