Paciente apresenta duas lesões nodulares pediculadas uma medindo 0,4cm, no plano anterior ao orifício do ducto da glândula parótida e outra medindo 0,3cm em seu maior diâmetro no plano posterior ao orifício do ducto da glândula parótida, ambas na mucosa jugal direita. Para a realização da biopsia excisional recomenda-se:
Quando falamos em manifestações orais de doenças sistêmicas, o tumor marrom, histopatologicamente idêntico ao granuloma central de células gigantes, está relacionado ao:
Em um paciente usuário de Prótese Parcial Removível superior, observou-se eritema com petéquias hemorrágicas na área das bordas da prótese. O paciente dorme com a prótese e já utiliza a mesma há 10 anos. Qual a hipótese diagnóstica?
Mélanges e ofiolitos são associações de rochas típicas de
Obliquidade (ou rake) e caimento (ou plunge) referem-se, respectivamente, a:
Em uma terapia cognitivo-comportamental de Transtorno de Pânico algumas técnicas comportamentais e cognitivas são utilizadas. Exercícios que induzem sensações que apresentam semelhanças com a taquicardia, a tontura, a dispneia são necessários para corrigir a interpretação catastrófica de determinados sintomas associados ao quadro clínico. Nesse sentido, para o cliente aprender a reduzir a reação automática de medo dessas sensações o uso de determinados exercícios são indicados. A técnica que faz uso desses exercícios se denomina:
Com base nos sistemas de tributação, aponte a opção INCORRETA
Em relação às finanças públicas, uma das afirmativas abaixo é INCORRETA Identifique-a
Com relação ao conceito de orçamento-programa, assinale a única opção correta.
O território em saúde não é apenas um espaço delimitado geograficamente, mas espaço onde as pessoas vivem, estabelecem suas relações sociais, trabalham cultivam suas crenças e cultura. Assim, neste contexto, é correto afirmar que a territorialização se constitui a base
A maioria das crianças infectadas pelo HIV com AIDS e com doenças oportunistas ocasionadas pelo vírus se infecta por transmissão:
Para resolver diversos problemas relacionados a manipulação e a estabilidade da forma farmacêutica capsulas, a farmácia de manipulação dispõe de diversos excipientes para auxiliar o farmacêutico nessa tarefa. São exemplos de Diluente, Lubrificante e Adsorventes respectivamente:
A Política Nacional de Medicamentos (Portaria 3.916/98) tem como objetivo garantir a população o acesso a medicamentos eficazes, seguros e de qualidade. Atualmente, no âmbito do SUS, os medicamentos disponibilizados a população estão divididos em três componentes: Básico, Estratégico e Especializado. Sobre esse tema, avalie as afirmativas abaixo.
I- Fazem parte do componente Básico da Assistência Farmacêutica os medicamentos utilizados na atenção básica a saúde, como por exemplo aqueles empregados no tratamento da hanseníase e tuberculose.
II- Fazem parte do componente Estratégico da Assistência Farmacêutica, medicamentos destinados ao tratamento de doenças endêmicas e outras de impacto social importante, como e o caso dos medicamentos utilizados no controle do tabagismo.
III- Fazem parte do componente Especializado da Assistência Farmacêutica medicamentos considerados de “alto custo", como por exemplo as insulinas NPH e Regular.
IV- Em relação ao financiamento, o do componente Básico e tripartite, o do componente Estratégico e de responsabilidade do governo federal e do componente especializado e de responsabilidade do governo federal e dos estados e municípios, dependendo do grupo de medicamentos.
São verdadeiras as afirmativas:
O EHL (Equilíbrio Hidrófilo Lipofílico) do óleo e importante para o desenvolvimento de sistemas emulsionados, sendo mensurado de acordo com a equação de Griffin (1949), na qual se calcula os possíveis valores de EHL do óleo a partir da produção de um sistema emulsionado (EHL variando de 4,5 a 16,5). Foi solicitado ao farmacêutico, o desenvolvimento de um creme contendo óleo de pequi. O sistema emulsionante proposto pelo farmacêutico foi composto por 5% do óleo de pequi, 93% de água e 2% da mistura de tensoativos, sendo 0,8 mL de Span 80 [EHL=4,3] e 1,2 mL de Tween 20 [EHL = 16,7] para uma formulação com qsp de 100mL. A técnica de preparo utilizada foi a inversão de fases (PIT). Após 24h, o creme obtido apresentou-se estável, sem separação de fases e com gotículas uniformes.
Nestas condições, o tipo de creme obtido e o valor de EHL requerido do óleo de pequi e:
O conceito de qualidade, embora subjetivo, pode ser definido como um conjunto de atributos capazes de atender as necessidade e expectativas do cliente. Entende-se por qualidade total, o esforço organizado dentro de uma empresa no sentido de assegurar as características especificadas em cada unidade do produto distribuído para consumo. Neste sentido, a RDC 67/2007 dispõe sobre as boas práticas de manipulação em farmácia e define:
Um Secretario ao realizar uma avaliação de algo que já foi feito, para obter uma resposta, se utiliza da ferramenta denominada:
São formas de provimento de cargo público, de acordo com a Lei 8.112/90:
I- Nomeação.
II- Promoção.
III– Ascensão.
IV– Transferência.
V– Readaptação.
VI– Reversão.
VII– Aproveitamento.
VIII– Reintegração.
IX– Recondução.
Verifica-se que estão corretos:
De acordo com o que estabelece a terminologia arquivística, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as afirmativas falsas.
( ) Conjunto de bits que formam uma unidade lógica interpretável por computador e armazenado em suporte apropriado, denomina arquivo digital.
( ) Conjunto de copias arquivadas em local diverso daquele dos respectivos originais para garantir a integridade da informação, denomina-se arquivo corrente.
( ) Conjunto de documentos, em tramitação ou não, que, pelo seu valor primário, e objeto de consultas frequentes pela entidade que o produziu, a quem compete a sua administração, denomina-se arquivo corrente.
( ) Unidade responsável pela normalização dos procedimentos técnicos aplicados aos arquivos de uma administração, podendo ou não assumir a centralização do armazenamento, denomina-se arquivo administrativo.
( ) Sequência de operações intelectuais e físicas que visam a guarda ordenada de documentos, denomina-se armazenamento de dados.
Assinale a sequência correta:
O Guia BPM CBOK (2009) define a gestão de processos de negócio ou BPM – Business Process Management como uma abordagem disciplinada para:
Em relação às teorias da comunicação a única alternativa INCORRETA é:
Em uma situação de crise, espera-se que a universidade proceda de acordo com algumas condutas. Assinale alternativa INCORRETA:
Embora existam em centenas de publicações online do período pré-World Wide Web, foi o desenvolvimento deste novo meio que transformou significativamente o jornalismo. Entre as muitas alterações registadas destacasse o aparecimento das versões web dos meios tradicionais, mas também o nascimento de publicações nativas. Falando do Webjornalismo aponte a opção INCORRETA:
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda à questão a ele referente.
É ético fazer a cabeça de nossos alunos?
Alguns dos livros de história mais usados nas escolas brasileiras carregam na ideologia, que divide o mundo entre os capitalistas malvados e os heróis da resistência As aulas voltaram, por estas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Para responder à pergunta, analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Entre os dez livros que analisei, não encontrei, infelizmente, nenhum “pluralista” ou particularmente cuidadoso ao tratar de temas de natureza política ou econômica.
O viés político surge no recorte dos fatos, na seleção das imagens, nas indicações de leituras, de filmes e de links culturais. A coisa toda opera à moda Star wars: o lado negro da força é a “globalização neoliberal”. O lado bom é a “resistência” do Fórum Social Mundial, de Porto Alegre, e dos “movimentos sociais”. No Brasil contemporâneo, Fernando Henrique Cardoso é Darth Vader, Lula é Luke Skywalker.
No livro Estudos de história, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos aprenderão que Fernando Henrique era neoliberal (apesar de “tentar negar”) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; e que os “resultados dessas políticas foram desastrosos”. Em sua época, havia “denúncias de subornos, favorecimentos e corrupção” por todos os lados, mas “pouco se investigou”.
Nossos adolescentes saberão que “as privatizações produziram desemprego” e que o país assistia ao aumento da violência urbana e da concentração de renda e à “diminuição dos investimentos”. E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.
Na página seguinte, a luz. Ilustrado com o decalque vermelho da campanha “Lula Rede Brasil Popular”, o texto ensina que, em 2002, “pela primeira vez” no país, alguém que “não era da elite” é eleito presidente. E que, “graças à política social do governo Lula”, 20 milhões de pessoas saíram da miséria. Isso tudo fez a economia crescer e “telefones celulares, eletrodomésticos sofisticados e computadores passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas, que antes estavam à margem desse perfil de consumo”.
Na leitura seguinte, do livro História geral e do Brasil, da Editora Scipione, o quadro era o mesmo. O PSDB é um partido “supostamente ético e ideológico” e os anos de Fernando Henrique são o cão da peste. Foram tempos de desemprego crescente, de “compromissos com as finanças internacionais”, em que “o crime organizado expandiu-se em torno do tráfico de
drogas, convertendo-se em poder paralelo nas favelas”.
Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões. Numa curiosa aula de economia, os autores tentam explicar por que a “expansão econômica” foi “limitada”: pela adoção de uma “política amigável aos interesses estrangeiros, simbolizada pela liberdade ao capital especulativo”; pela “manutenção,
até 2005, dos acordos com o FMI” e dos “pagamentos
da dívida externa”.
O livro História conecte, da Editora Saraiva, segue o mesmo roteiro. O governo Fernando Henrique é “neoliberal”. Privatizou “a maioria das empresas estatais” e os US$ 30 bilhões arrecadados “não foram investidos em saúde e educação, mas em lucros aos investidores e especuladores, com altas taxas de juros”. A frase mais curiosa vem no final: em seu segundo mandato, Fernando Henrique não fez “nenhuma reforma” nem tomou “nenhuma medida importante”. Imaginei o presidente deitado em uma rede, enquanto o país aprovava a Lei de Responsabilidade Fiscal (2000), o fator previdenciário (1999) ou o Bolsa Escola (2001).
No livro História para o ensino médio, da Atual Editora, é curioso o tratamento dado ao “mensalão”. Nossos alunos saberão apenas que houve “denúncias de corrupção” contra o governo Lula, incluindo-se um caso conhecido como mensalão, “amplamente explorado pela imprensa liberal de oposição ao petismo”.
Sobre a América Latina, nossos alunos aprenderão que o Paraguai foi excluído do Mercosul em 2012, por causa do “golpe de Estado”, que tirou do poder Fernando Hugo. Saberão que, com a eleição de Hugo Chávez, a Venezuela torna-se o “centro de contestação à política de globalização da economia liderada pelos Estados Unidos”. Que “a classe média e as elites conservadoras” não aceitaram as transformações produzidas pelo chavismo, mas que o comandante “conseguiu se consolidar”. Sobre a situação econômica da Venezuela, alguma informação? Algum dado crítico para dar uma equilibrada e permitir aos alunos que formem uma opinião? Nada.
Curioso é o tratamento dado às ditaduras da América Latina. Para os casos da Argentina, Uruguai e Chile, um capítulo (merecido) mostrando os horrores do autoritarismo e seus heróis: extratos de As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano; as mães da Praça de Maio, na Argentina; o músico Víctor Jara, executado pelo regime de Pinochet. Tudo perfeito.
Quando, porém, se trata de Cuba, a conversa é inteiramente diferente. A única ditadura que aparece é a de Fulgêncio Batista. Em vez de filmes como Antes do anoitecer, sobre a repressão ao escritor homossexual Reynaldo Arenas, nossos estudantes são orientados a assistir a Diários de Motocicleta, Che e Personal Che.
As restrições do castrismo à “liberdade de pensamento” surgem como “contradições” da revolução. Alguma palavra sobre os balseiros cubanos? Alguma fotografia, sugestão de filme ou link cultural? Alguma coisa sobre o paredón cubano? Alguma coisa sobre Yoane Sánchez ou as Damas de Branco? Zero. Nossos estudantes não terão essas informações para produzir seu próprio juízo. É precisamente isso que se chama ideologização.
A doutrinação torna-se ainda mais aguda quando passamos para os manuais de sociologia. Em plena era das sociedades de rede, da revolução maker, da explosão dos coworkings e da economia colaborativa, nossos jovens aprendem uma rudimentar visão binária de mundo, feita de capitalistas malvados versus heróis da “resistência”. Em vez de encarar o século XXI e suas incríveis perspectivas, são conduzidos de volta à Manchester do século XIX.
Superar esse problema não é uma tarefa trivial.Há um “mercado” de produtores de livros didáticos bem estabelecido no país, agindo sob a inércia de nossas editoras e a passividade de pais, professores e autoridades de educação. Sob o argumento malandro de que “tudo é ideologia”, essas pessoas prejudicam o desenvolvimento do espírito crítico de nossos alunos. E com isso fazem muito mal à educação brasileira.
Artigo escrito pelo filósofo Fernando L. Schüler. Revista Época. Edição de 07 de março de 2016. Número 925
Qual é o foco narrativo do texto?
Leia o texto abaixo transcrito e, em seguida, responda à questão a ele referente.
É ético fazer a cabeça de nossos alunos?
Alguns dos livros de história mais usados nas escolas brasileiras carregam na ideologia, que divide o mundo entre os capitalistas malvados e os heróis da resistência As aulas voltaram, por estas semanas, e decidi tirar a limpo uma velha questão: há ou não doutrinação ideológica em nossos livros didáticos? Para responder à pergunta, analisei alguns dos livros de história e sociologia mais adotados no país. Entre os dez livros que analisei, não encontrei, infelizmente, nenhum “pluralista” ou particularmente cuidadoso ao tratar de temas de natureza política ou econômica.
O viés político surge no recorte dos fatos, na seleção das imagens, nas indicações de leituras, de filmes e de links culturais. A coisa toda opera à moda Star wars: o lado negro da força é a “globalização neoliberal”. O lado bom é a “resistência” do Fórum Social Mundial, de Porto Alegre, e dos “movimentos sociais”. No Brasil contemporâneo, Fernando Henrique Cardoso é Darth Vader, Lula é Luke Skywalker.
No livro Estudos de história, da Editora FTD, por exemplo, nossos alunos aprenderão que Fernando Henrique era neoliberal (apesar de “tentar negar”) e seguiu a cartilha de Collor de Melo; e que os “resultados dessas políticas foram desastrosos”. Em sua época, havia “denúncias de subornos, favorecimentos e corrupção” por todos os lados, mas “pouco se investigou”.
Nossos adolescentes saberão que “as privatizações produziram desemprego” e que o país assistia ao aumento da violência urbana e da concentração de renda e à “diminuição dos investimentos”. E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.
Na página seguinte, a luz. Ilustrado com o decalque vermelho da campanha “Lula Rede Brasil Popular”, o texto ensina que, em 2002, “pela primeira vez” no país, alguém que “não era da elite” é eleito presidente. E que, “graças à política social do governo Lula”, 20 milhões de pessoas saíram da miséria. Isso tudo fez a economia crescer e “telefones celulares, eletrodomésticos sofisticados e computadores passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas, que antes estavam à margem desse perfil de consumo”.
Na leitura seguinte, do livro História geral e do Brasil, da Editora Scipione, o quadro era o mesmo. O PSDB é um partido “supostamente ético e ideológico” e os anos de Fernando Henrique são o cão da peste. Foram tempos de desemprego crescente, de “compromissos com as finanças internacionais”, em que “o crime organizado expandiu-se em torno do tráfico de
drogas, convertendo-se em poder paralelo nas favelas”.
Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões. Numa curiosa aula de economia, os autores tentam explicar por que a “expansão econômica” foi “limitada”: pela adoção de uma “política amigável aos interesses estrangeiros, simbolizada pela liberdade ao capital especulativo”; pela “manutenção,
até 2005, dos acordos com o FMI” e dos “pagamentos
da dívida externa”.
O livro História conecte, da Editora Saraiva, segue o mesmo roteiro. O governo Fernando Henrique é “neoliberal”. Privatizou “a maioria das empresas estatais” e os US$ 30 bilhões arrecadados “não foram investidos em saúde e educação, mas em lucros aos investidores e especuladores, com altas taxas de juros”. A frase mais curiosa vem no final: em seu segundo mandato, Fernando Henrique não fez “nenhuma reforma” nem tomou “nenhuma medida importante”. Imaginei o presidente deitado em uma rede, enquanto o país aprovava a Lei de Responsabilidade Fiscal (2000), o fator previdenciário (1999) ou o Bolsa Escola (2001).
No livro História para o ensino médio, da Atual Editora, é curioso o tratamento dado ao “mensalão”. Nossos alunos saberão apenas que houve “denúncias de corrupção” contra o governo Lula, incluindo-se um caso conhecido como mensalão, “amplamente explorado pela imprensa liberal de oposição ao petismo”.
Sobre a América Latina, nossos alunos aprenderão que o Paraguai foi excluído do Mercosul em 2012, por causa do “golpe de Estado”, que tirou do poder Fernando Hugo. Saberão que, com a eleição de Hugo Chávez, a Venezuela torna-se o “centro de contestação à política de globalização da economia liderada pelos Estados Unidos”. Que “a classe média e as elites conservadoras” não aceitaram as transformações produzidas pelo chavismo, mas que o comandante “conseguiu se consolidar”. Sobre a situação econômica da Venezuela, alguma informação? Algum dado crítico para dar uma equilibrada e permitir aos alunos que formem uma opinião? Nada.
Curioso é o tratamento dado às ditaduras da América Latina. Para os casos da Argentina, Uruguai e Chile, um capítulo (merecido) mostrando os horrores do autoritarismo e seus heróis: extratos de As veias abertas da América Latina, de Eduardo Galeano; as mães da Praça de Maio, na Argentina; o músico Víctor Jara, executado pelo regime de Pinochet. Tudo perfeito.
Quando, porém, se trata de Cuba, a conversa é inteiramente diferente. A única ditadura que aparece é a de Fulgêncio Batista. Em vez de filmes como Antes do anoitecer, sobre a repressão ao escritor homossexual Reynaldo Arenas, nossos estudantes são orientados a assistir a Diários de Motocicleta, Che e Personal Che.
As restrições do castrismo à “liberdade de pensamento” surgem como “contradições” da revolução. Alguma palavra sobre os balseiros cubanos? Alguma fotografia, sugestão de filme ou link cultural? Alguma coisa sobre o paredón cubano? Alguma coisa sobre Yoane Sánchez ou as Damas de Branco? Zero. Nossos estudantes não terão essas informações para produzir seu próprio juízo. É precisamente isso que se chama ideologização.
A doutrinação torna-se ainda mais aguda quando passamos para os manuais de sociologia. Em plena era das sociedades de rede, da revolução maker, da explosão dos coworkings e da economia colaborativa, nossos jovens aprendem uma rudimentar visão binária de mundo, feita de capitalistas malvados versus heróis da “resistência”. Em vez de encarar o século XXI e suas incríveis perspectivas, são conduzidos de volta à Manchester do século XIX.
Superar esse problema não é uma tarefa trivial.Há um “mercado” de produtores de livros didáticos bem estabelecido no país, agindo sob a inércia de nossas editoras e a passividade de pais, professores e autoridades de educação. Sob o argumento malandro de que “tudo é ideologia”, essas pessoas prejudicam o desenvolvimento do espírito crítico de nossos alunos. E com isso fazem muito mal à educação brasileira.
Artigo escrito pelo filósofo Fernando L. Schüler. Revista Época. Edição de 07 de março de 2016. Número 925
Releia a passagem e responda: “Com o governo Lula, tudo muda, ainda que com alguns senões.” Aponte um sinônimo (uma palavra ou expressão) para a palavra destacada:
A passagem a seguir servirá de base para as questão.
“E que, de quebra, o MST pressionava pela reforma agrária, “sem sucesso”.”
De acordo com as normas vigentes no sistema ortográfico da língua portuguesa, as palavras sublinhadas “quebra” e “sucesso”, respectivamente, apresentam:
Observando as disposições sobre advocacia apresentadas na Constituição Republicana de 1988 e na lei 8906/94 (Estatuto da Advocacia e da OAB) assinale a alternativa INCORRETA:
No que se refere aos direitos e deveres que o titular do direito real de usufruto possui, é inverídico afirmar:
Leia e analise as assertivas abaixo, julgando-as quanto a sua correção ou não e depois faça o que se pede:
A opção que traz a informação mais correta é:
Assinale a alternativa correta:
Sobre o princípio de vedação de autoincriminação, passemos a analisar as seguintes assertivas:
I. O direito ao silêncio se aplica a testemunha, ante a indagação de autoridade pública de cuja resposta possa advir imputação da prática de crime ao declarante.
II. O indiciado em inquérito policial ou acusado em processo criminal pode ser compelido pela autoridade a fornecer padrões vocais para a realização de perícia sob pena de responder por crime de desobediência.
III. O acusado em processo criminal tem o direito de permanecer em silêncio, sendo certo que o silêncio não importará em confissão, mas poderá ser valorado pelo juiz de forma desfavorável ao réu.
IV. O STF já pacificou entendimento de que é lícito ao juiz aumentar a pena do condenado, utilizando como justificativa o fato do réu ter mentido em juízo, dada a reprovabilidade de sua conduta.
Assinale: