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Em relação aos quadros de psicose, assinale a alternativa correta.

Sobre os aspectos da psicoterapia breve apresentados por Hegenberg (2013), assinale a alternativa incorreta.

O Art. 8º da Lei de Diretrizes e Bases (LDB)defende que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de ensino.
Caberá a União:

A qualidade do trabalho pedagógico está associada à capacidade de promoção de avanços no desenvolvimento do aluno. O resgate de importantes contribuições teóricas para a Psicologia e para a Educação tem sido um fenômeno significativo nas últimas décadas. De acordo com Prado (2017), inspirado em Penteado, os principais fatores de aprendizagem ligados ao indivíduo são:

Entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação (Art. 58, LDB).

Neste sentido é fundamental:

Os mapas e gráficos armazenam informação espacial abstrata e estruturada e devem ser considerados instrumentos indispensáveis ao aprendizado dos temas relacionados com o ambiente, o território e a Geografia como um todo. O mapa fornece uma perspectiva simultânea de uma área e organiza o conhecimento espacial, expressando relações. A pessoa com deficiência visual não pode prescindir desse meio de comunicação, que, adaptado ao tato, ajuda na organização de suas imagens espaciais internas.

ALMEIDA, R.D. Cartografia escolar.São Paulo: Contexto, 2007.

Considere as seguintes adaptações.

  1. Transcrição completa das informações visuais dos mapas convencionais para uma forma perceptível pelo tato.
  2. Uso de maquetes elaboradas a partir de dados de curvas de nível para o trabalho com as representações do relevo e suas dinâmicas.
  3. Exercícios sobre escala cartográfica utilizando brinquedos como carrinhos, bonecas e bichos de vários tamanhos.
  4. Utilização de texturas para representar a variação de cores dos mapas convencionais, geralmente associadas a informações qualitativas, quantitativas ou ordenadas.

Estão adequadas ao público com deficiência visual para o trabalho da cartografia e suas aplicações na Educação Básica as adaptações

A Geografia é capaz de tratar os fenômenos espaciais sobre múltiplas escalas espaço-temporais. Apesar das orientações acadêmicas e oficiais colocarem o foco no cotidiano e no espaço vivido para a educação geográfica, isso não significa ignorar a dimensão do tempo longo (ou geológico). Os resultados de milhões de anos de interação entre os elementos da natureza e energias existentes nos sistemas ambientais não devem ser relegados à simples descrição do meio físico, o que limita o avanço das discussões acerca da gênese das paisagens e dos recursos naturais – fundamental para o reconhecimento do tempo da natureza nas diversas situações cotidianas e da dinamicidade própria do sistema Terra. No entanto, nos livros didáticos de Geografia são comuns textos fundamentados em notícias com um catastrofismo alarmista de uma mídia sensacionalista, o que, muitas vezes, reflete a falta de conhecimento dos ciclos e das dinâmicas próprias dos sistemas naturais.

SARAIVA JUNIOR, J. C. Tempo geológico, sociedade e ensino de geografia física. HOLOS. ano 29, v. 5, p. 219-233, 2013(Adaptação).

Demandam uma abordagem em tempo longo para serem compreendidas, exceto:

Analise as imagens a seguir.

A respeito do fenômeno movimento gravitacional de massa (MGM) e sua espacialidade em Minas Gerais, assinale a alternativa incorreta.

François Audigier (In: GUIMARÃES, 2016, p. 25), analisando o ensino de História, destaca a importância de se desenvolver no educando a consciência histórica.

Nesse contexto, analise os itens a seguir.

  1. Auxiliar o homem moderno a ter plena consciência da historicidade de todo presente e da relatividadede toda opinião.
  2. Permitir aos educandos o despertar da consciência da sucessão das gerações como referência necessária para construção das identidades pessoais e coletivas.
  3. Contribuir para o despertar individual e coletivo das questões da temporalidade: passado e futuro, e, das experiências vividas.

Conforme as informações e reflexões do autor em relação à consciência histórica no processo educativo do ensino de história, o desenvolvimento dessa consciência histórica no educando permite o que está descrito em

No Dicionário de ensino de História (2019), encontra-se uma reflexão acerca do “conhecimento histórico escolar” e sua trajetória até o presente momento. Ao analisar a trajetória do conceito, a autora descortina como essa questão central no pensamento histórico e do ensino de História foi se construindo. Considerando uma das reflexões apresentadas pelo campo da pesquisa no ensino de História apresentada nesse verbete, tem-se a conclusão de que

Nos últimos tempos, a discussão sobre a BNCC teve grande espaço nas mídias e nos debates em diversos ambientes e fóruns. Em História na Base Nacional Comum Curricular: dejá vu e novos dilemas no século XXI, cujo subtítulo é bem sugestivo, Jean Carlos Moreno
(2016) apresenta essa trajetória e resgata a historicidade dos processos de revisão curriculares no Brasil, a partir do fim do regime ditatorial civil-militar em 1985. Nesse contexto, analise as seguintes ações.

  1. Perceber que o texto da BNCC dialoga com uma realidade curricular, estabelecida pela tradição, no início dos anos 1990, e permanece hegemônico.
  2. Identificar que os currículos organizados na tradição hegemônica tratam o ensino de História na perspectiva cronológica linear, baseado no princípio da história integrada.
  3. Reconhecer que a tradição hegemônica trata com menor ênfase a história da “civilização” em detrimento da história do Brasil.

Diante das exposições de Moreno (2016), especificamente no tocante à compreensão e ao entendimento da proposta de História, são ações que devem ser executadas

Mais do que o livro, o professor precisa ter conteúdo. Cultura. Até um pouco de erudição não faz mal algum. Sem estudar e saber a matéria não pode haver ensino. É inadmissível um professor que quase não lê.

PINSKY, Jaime; PINSKY, Carla Bassanezi. Por uma história prazerosa e consequente. In: KARNAL, Leandro. História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo: Contexto, 2007. p. 22.

Segundo esse trecho, para o professor de História desenvolver uma aula com efetividade, é necessário

[...] o Brasil passou a aproveitar com mais eficiência as oportunidades de diversificação e ampliação de seu comércio exterior, conforme atesta a estratégia de diversificação de parcerias comerciais que antecedeu e ‘amaciou’ os efeitos da crise de 2008/2009.

SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. O Brasil no mundo. In: SCHWARCZ, Lilia Moritz (direção). História do Brasil Nação: 1808-2010. V. 5 Modernização, ditadura e democracia. 1964-2010. Rio de Janeiro: Objetiva, 2014. p. 163.

De acordo com o autor, o que permitiu ao Brasil passar praticamente incólume pela crise do capitalismo de 2008 foi uma estratégia política, expressa na(o)

A palavra infante significa:

Por que algumas crianças praticam bullying?

I - Porque foram mal-acostumadas e por isso esperam que todo mundo faça todas as suas vontades e atenda sempre às suas ordens.
II - Gostam de experimentar a sensação de poder.
III - Não se sentem bem com outras crianças, tendo dificuldade de relacionamento.
IV - Sentem-se inseguras e inadequadas.
V - São filhos(as) únicos.

Está(ão) correta(as):

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