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O estruturalismo não é uma escola sociológica, mas um método

de análise que permeou diversas disciplinas desde a década de

1930, da linguística à psicologia e à antropologia, tendo

influenciado numerosas teorias sociológicas contemporâneas.

Com relação à estrutura, entendida como modelo teórico, analise

as afirmativas a seguir.

I. O modelo de uma estrutura inerente à língua, como sistema

de diferenças entre os seus diversos elementos considerados

em sua solidariedade sincrônica, foi proposto pelo linguista

Ferdinand de Saussure.

II. A estrutura na antropologia de Lévi-Strauss é um dado

concreto, observável e mensurável, que se manifesta nas

normas sociais, como o parentesco, por exemplo.

III. A emergência do pós-estruturalismo, com Jacques Derrida,

radicaliza as premissas do estruturalismo, ao recusar

qualquer forma de análise que se refira a elementos internos

ao texto.

Assinale:

Liberalismo e Socialismo são correntes teóricas herdeiras da

Revolução Industrial e da Revolução Francesa.

Assinale a opção que identifica corretamente o ideário liberal e o

socialista, a partir dessa dupla herança.

Provas: FGV - 2014 - SUSAM - Sociólogo
Disciplina:

Sociologia

- Assuntos: Karl Marx

“Se, na concepção do decurso da história, separarmos as ideias

da classe dominante da própria classe dominante e se as

concebermos como autônomas, se nos limitarmos a dizer que em

uma época estas ou aquelas ideias dominaram, sem nos

preocuparmos com as condições de produção e com os

produtores destas idéias, se, portanto, ignorarmos os indivíduos e

as circunstâncias mundiais que são a base destas ideias, então é

correto afirmar, por exemplo, que, na época em que a

aristocracia dominou, os conceitos de honra, fidelidade etc.

dominaram, ao passo que na época da dominação da burguesia

dominam os conceitos de liberdade, igualdade etc."

(MARX, K. e ENGELS, F. A ideologia alemã. 6ª ed. São Paulo: Hucitec, 1987, p. 73.)

As alternativas a seguir fornecem características do conceito de

ideologia tal como concebido por K. Marx e F. Engels, à exceção

de uma. Assinale-a.

Provas: FGV - 2014 - SUSAM - Sociólogo
Disciplina:

Sociologia

- Assuntos: Max Weber

Em seu esforço de compreender o processo de modernização e

racionalização na sociedade, Max Weber analisou as formas de

dominação legal, extraindo daí o conceito de burocracia.

Sobre esse conceito, analise as afirmativas a seguir.

I. A administração burocrática moderna é ordenada segundo

leis e regras, que fixam a distribuição das atividades,

estabelecem os poderes de mando e os recursos de coação

eventualmente necessários ao cumprimento dos deveres

distribuídos.

II. A burocratização não é exclusiva do Estado, sendo também

encontrada em organizações eclesiásticas e em empresas

privadas, que concentram os meios de administração no topo

da hierarquia e utilizam regras racionais, visando à máxima

eficiência.

III. Na organização burocrática, o exercício da autoridade legal

está relacionado com o cargo profissional ocupado pelo

funcionário, que está subordinado a uma ordem objetiva e

impessoal que orienta suas ações.

Assinale:

A apresentação do Laudo Social segue um modelo com estrutura-

padrão, no qual os itens devem seguir o modelo padrão de

exposição.

De acordo com a estrutura mencionada acima, numere os itens a

seguir.

( ) Parecer Social acerca da situação

( ) Identificação dos envolvidos

( ) Metodologia utilizada

( ) Objetivos do trabalho

Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para

baixo.

Sobre os instrumentos técnico-operativos do Serviço Social,

assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) São mediadores do trabalho realizado e adquirem sentido

quando articulados aos objetivos profissionais.

( ) São componentes da dimensão técnico-operativa da

profissão, desvinculadas do arcabouço teórico e ético.

( ) São procedimentos neutros e não interferem no modo de

vida e de trabalho da população usuária do Serviço Social.

As afirmativas são, respectivamente,

Uma variável aleatória X tem função de distribuição acumulada

dada por:


A probabilidade P[ 1,2 ≤ X < 3 ] é igual a

2% das mulheres de uma população muito grande têm uma certa síndrome.   
Considere o experimento de se selecionar mulheres aleatoriamente até que uma que tenha a síndrome seja sorteada.
Se X é o número de mulheres selecionadas, então o valor esperado de X é igual a

Os pesos de determinados componentes são normalmente

distribuídos. Para estimar a média desses pesos, uma amostra

aleatória x1 , x2 , ..., x36 , de tamanho 36, foi observada e mostrou

os seguintes resultados:

Um intervalo de 95% de confiança para a média será dado,

aproximadamente, por

Para testar, ao nível de significância de 5%, a hipótese nula de

independência ente dois atributos A e B a seguinte tabela de

contingências foi observada:


O valor da estatística qui–quadrado usual, a ser comparada com o

95% percentil da distribuição qui–quadrado com 1 grau de

liberdade (que é igual a 3,841) é igual a _____ e a decisão

é _____.

As lacunas ficam corretamente preenchidas por:

Suponha que X1 , X2 , ..., Xn seja uma amostra aleatória de uma

distribuição Poisson com parâmetro γdesconhecido (γ> 0) e que

a distribuição a priori de γ seja uma distribuição gama (α β).

Assinale a opção que indica a distribuição a posteriori de γ , dado

que Xi = xi, i = 1, ..., n .

Avalie se as distribuições a seguir pertencem à família

exponencial de distribuições:

I. Normal (μ, σ2)

II. Binomial(n, p)

III. Poisson(γ)

IV. Uniforme (0, θ)

Pertencem à família exponencial

“A partir da década de 1960 surgem propostas de inspiração tecnicista, baseadas na

convicção de que a escola só se tornaria eficaz, se adotasse o modelo empresarial [...]. A

tendência tecnicista aplicada à educação surge nos EUA. Em seguida, seus teóricos e

técnicos passam a influenciar os países latino-americanos em via de desenvolvimento."

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3 ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna,

2006 p.171 (Adaptado)

Entre os objetivos da escola estruturada a partir do modelo empresarial, destaca-se a

preocupação em

“A percepção sinestésica é a regra, e, se não percebemos isso, é porque o saber

científico desloca a experiência e porque desaprendemos a ver, a ouvir e, em geral, a

sentir, para deduzir de nossa organização corporal e do mundo tal como concebe o físico

aquilo que devemos ver, ouvir e sentir."

MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Trad. Carlos Alberto ribeiro de Moura. São Paulo:

Martins Fontes, 2006, p.308

Merleau-Ponty traz uma concepção de percepção como

Leia os fragmentos a seguir, extraídos de um diálogo entre Sócrates e Glauco.

SÓCRATES ___ Agora imagina a maneira como segue o estado de nossa natureza

relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em

forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância,

de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o

que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça. [...].

A educação não é o que alguns proclamam que é, porquanto pretendem introduzi-la na

alma onde ela não está, como quem tentasse dar vista a olhos cegos. [...]. A educação é,

pois, a arte que se propõe esse objetivo, a conversão da alma, e que procura os meios

mais eficazes de conseguir. Não consiste em dar visão ao órgão da alma, visto que já a

tem; mas, como ele está mal orientado e não olha para onde deveria, ela esforça-se por

encaminhá-lo na boa direção.

PLATÃO. A República. Livro VII. Tradução Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova cultural, 2000 p.225 229

A partir desses fragmentos do diálogo, sobre os sentidos atribuídos por Platão à alegoria

da caverna, é CORRETO afirmar que

“Para Nietzsche a filosofia jamais poderia ser uma ciência. A bem dizer, ele compartilha

essa convicção com a maioria dos filósofos que sabem muito bem, quando falam de

theoría, que esta última não tem nenhuma pretensão científica propriamente dita. As

grandes teses filosóficas não são nem verificáveis nem falsificáveis experimentalmente.

(...). Alguns “cientistas" __ que não refletem um palmo adiante do nariz __ concluem às

vezes, que a filosofia é um discurso vazio. É porque não entenderam nada de seu

estatuto. (...) A primeira conclusão de Heidegger (...) é de que a filosofia, diferentemente

das ciências, não versa sobre nenhum objeto particular (...) sobre nenhum “ente" em

particular. (...). Por isso, segundo Heidegger, a filosofia é antes de mais nada (...) uma

ontologia, uma teoria do ser, não uma teoria desta ou daquela classe de objetos ou de

entes particulares. Mais precisamente, a theoría filosófica interroga-se sobre

características comuns a todos os “entes" ...

FERRY, Luc. Vencer os medos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008 P.195-201 (Adaptado)

A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que

“Procurei o que era a maldade e não encontrei uma substância, mas sim uma perversão

da vontade desviada da substância suprema __ de vós, ó Deus __ e tendendo para as

coisas baixas: vontade que derrama as suas entranhas e se levanta com

intumescência.[...]. O corpo, devido ao peso, tende para o lugar que lhe é próprio, porque

o peso não tende só para baixo, mas também para o lugar que lhe é próprio. Assim, o

fogo encaminha-se para cima e a pedra para baixo. Movem-se segundo seu peso.

Dirigem-se para o lugar que lhes compete. O azeite derramado sobre a água aflora à

superfície; a água vertida sobre o azeite submerge-se debaixo deste: movem-se segundo

seu peso e dirigem-se para o lugar que lhes compete. As coisas que não estão no próprio

lugar agitam-se, mas quando o encontram, ordenam-se e repousam. O meu amor é o

meu peso. Para qualquer parte que vá, é ele quem me leva."

AGOSTINHO, As confissões. Livro VII,16 e VIII, 9 Trad. J. Oliveira Santos e Ambrósio Pina. São Paulo:

Nova Cultural, 1996

Em conformidade com o pensamento patrístico de Agostinho, presente nos fragmentos

acima, sua concepção de mal afirma que

“Quando todo o povo estatui algo para todo povo, só considera a si mesmo (...). Então, a

matéria sobre a qual se estatui é geral como a vontade que a estatui. A esse ato dou o

nome de lei. Quando digo que o objeto das leis é sempre geral, por isso entendo que a

Lei considera os súditos como corpo e as ações como abstratas, e jamais um homem

como um indivíduo ou uma ação particular. Desse modo, a Lei poderá muito bem estatuir

que haverá privilégios, mas ela não poderá concedê-los nominalmente a ninguém.

Qualquer função relativa a um objeto individual não pertence, de modo algum, ao poder

legislativo.

Baseando-se nessa ideia, vê-se logo que não se deve mais perguntar a quem cabe fazer

as leis, pois são atos da vontade geral, nem se o príncipe está acima das leis, visto que é

membro do Estado; ou se a lei pode ser injusta, pois ninguém é injusto consigo mesmo,

ou como se pode ser livre e estar sujeito às leis, desde que estas não passam de

registros de nossas vontades."

ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes S.Machado. 5 ed. São Paulo:

Nova Cultural, 1991 p.54-55

A partir desse fragmento, considerando-se o pensamento de Rousseau, a temática da lei

e da liberdade expressa que

A primeira e a mais importante conseqüência decorrente dos princípios até aqui

estabelecidos é que só a vontade geral pode dirigir as forças do Estado de acordo com a

finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses

particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses

mesmos interesses que o possibilitou. O que existe de comum nesses vários interesses

forma o liame social e, se não houvesse um ponto em que todos os interesses

concordassem, nenhuma sociedade poderia existir. Ora, somente com base nesse

interesse comum é que a sociedade pode ser governada. Afirmo, pois, que a soberania,

não sendo senão o exercício da vontade geral, jamais pode alienar-se e que o soberano,

que nada é, senão um ser coletivo, só pode ser representado por si mesmo. O poder

pode transmitir-se; não porém, a vontade. (...). A soberania é indivisível pela mesma

razão que é inalienável, pois a vontade ou é geral, ou não o é, ou é a do corpo do povo,

ou somente de uma parte. (...) Há comumente muita diferença entre a vontade de todos e

a vontade geral. Esta se prende somente ao interesse comum; a outra, ao interesse

privado e não passa da soma das vontades particulares.

ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes Santos Machado. 5 ed. São

Paulo: Nova Cultural, 1991 P. 43-47

A partir desse fragmento, em conformidade com Rousseau, o que caracteriza a noção de

soberania é a idéia de que

Leia o texto a seguir: A diferença fundamental entre as ditaduras modernas e as tiranias do passado está no uso do terror não como meio de extermínio e amedrontamento dos oponentes, mas como instrumento corriqueiro para governar as massas perfeitamente obedientes. O terror, como o conhecemos hoje, ataca sem provocação preliminar, e suas vítimas são inocentes até mesmo do ponto de vista do perseguidor. Esse foi o caso da Alemanha nazista, quando a campanha de terror foi dirigida contra os judeus, isto é, contra pessoas cujas características comuns eram aleatórias e independentes da conduta individual específica.
[...].O estabelecimento de um regime totalitário requer a apresentação do terror como instrumento necessário para a realização de uma ideologia específica, e essa ideologia deve obter a adesão de muitos, até mesmo da maioria, antes que o terror possa ser estabelecido. O que interessa ao historiador é que os judeus, antes de se tornarem as principais vítimas do terror moderno, constituíam o centro de interesse da ideologia nazista.
ARENDT, H. As origens do totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 29-30
A partir desse texto, na relação entre ditadura, totalitarismo e autoritarismo, é CORRETO afirmar que

“Não menos que saber, duvidar me agrada." afirma Dante. [...] A verdade e a razão são

comuns a todos e não pertencem mais a quem as diz primeiro do que ao que as diz

depois. Não é mais segundo Platão, do que segundo eu mesmo, que tal coisa se enuncia,

desde que a compreendamos. [...] O proveito de nosso estudo está em nos tornarmos

melhores e mais avisados. É a inteligência que vê e ouve; é a inteligência que tudo

aproveita, tudo dispõe, age, domina e reina. Tudo o mais é cego, surdo e sem alma.

Certamente tornaremos a criança servil e tímida se não lhe dermos a oportunidade de

fazer algo por si. [...] saber de cor não é saber: é conservar o que se entregou à memória

para guardar. Do que sabemos efetivamente, dispomos sem olhar para o modelo, sem

voltar os olhos para o livro.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Livro I. Cap. XXVI. Trad de. Sérgio Milliet. São Paulo: Nova

cultural, 1991 P. 75-83

Com base nesse fragmento, em sua relação com a educação, a filosofia deve ser

compreendida como

“A existência da inclinação para a agressão, que podemos detectar em nós mesmos e supor com justiça que ela está presente nos outros, constitui o fator que perturba nossos relacionamentos com o nosso próximo e força a civilização a um tão elevado dispêndio [de energia]. Em consequência dessa mútua hostilidade primária dos seres humanos, a sociedade civilizada se vê permanentemente ameaçada de desintegração. O interesse pelo trabalho em comum não a manteria unida; as paixões instintivas são mais fortes que os interesses razoáveis. A civilização tem de utilizar esforços supremos a fim de estabelecer limites para os instintos agressivos do homem e manter suas manifestações sob controle por formações psíquicas reativas. Daí, portanto, o emprego de métodos destinados a incitar as pessoas a identificações e relacionamentos amorosos inibidos em sua finalidade, daí a restrição à vida sexual e daí, também, o mandamento ideal de amar ao próximo como a si mesmo, mandamento que é realmente justificado pelo fato de nada mais ir tão fortemente contra a natureza original do homem.”
FREUD, Sigmund. Mal-estar na civilização. Obras psicológicas completas. Parte V. Edição Standart brasileira. Rio de Janeiro: Imago editora, 1996
A partir desse trecho, em conformidade com o pensamento psicanalítico de Freud, é CORRETO afirmar que

Em A disseminação (1972), Derrida ilustra a desconstrução com um exemplo tomado da

história da filosofia. No Fedro, Platão narra o mito de Tot __ o deus que inventou a escrita

__ e Tamuz __ o rei egípcio a quem ele ofereceu a criação. Tamuz recusa o presente,

julgando que seus perigos suplantam seus benefícios para a humanidade.

FEARN, Nicholas. Aprendendo a filosofar em 25 lições. Do poço de Tales à desconstrução de Derrida. Trad.

Maria Luiza S. de A. Borges. Rio de janeiro: Editora Zahar, 2004 p.175

A partir dessa referência e com base nos estudos realizados, para Derrida é CORRETO

afirmar que

O sistema teológico chegou à mais alta perfeição de que é susceptível quando substituiu, pela ação providencial de um ser único, o jogo variado de numerosas divindades independentes, que primitivamente tinham sido imaginadas. Do mesmo modo, o último termo do sistema metafísico consiste em conceber, em lugar de diferentes entidades particulares, uma única grande entidade geral, a natureza, considerada como fonte exclusiva de todos os fenômenos. Paralelamente, a perfeição do sistema positivo, à qual este tende sem cessar, apesar de ser muito provável que nunca deva atingi-la, seria poder representar todos os diversos fenômenos observáveis como casos particulares dum único fato geral, como a gravitação o exemplifica. (...). Só a filosofia positiva pode ser considerada a única base sólida da reorganização social, que deve terminar o estado de crise no qual se encontram, há tanto tempo, as nações mais civilizadas. COMTE, Augusto. Curso de filosofia Positiva. Primeira lição. Trad. Jose A. Giannotti. São Paulo: Nova cultural, 1991 p. 15.17
A partir do fragmento acima e em conformidade com o positivismo de Augusto Comte, é CORRETO afirmar que

Considerando-se a limitação amostral de estudos realizados, de um modo geral, os programas de educação física escolar

O ensino do atletismo em aulas de educação física deverá, nas séries iniciais do ensino fundamental,

De forma geral, os movimentos renovadores na educação física brasileira, que ocorreram nas décadas de 1970 e 1980, propuseram, em síntese,

Em estudo desenvolvido por Guedes e Guedes (1997), os autores concluem que as aulas de educação física no ensino fundamental e médio

Analise as afirmativas seguintes sobre os objetivos da educação física no ensino dos jogos desportivos propostos pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). I. Os objetivos apontam para a aquisição de competências no tocante à prática de esportes.
II. Os objetivos indicam uma preocupação com o conhecimento teórico sobre os esportes.
III. Os objetivos direcionam para a formação de autonomia dos alunos, para que os esportes aprendidos possam ser praticados continuamente.
A partir da análise, conclui-se que estão CORRETAS.

São outros modos de estruturar a prática de habilidades motoras em aulas de educação

física, EXCETO:

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