Assinale a frase em que o emprego do gerúndio não é recomendável
Considere um quadrado
O recurso de macros no Google Planilhas automatiza tarefas repetitivas. Ele permite que uma série de ações sejam gravadas e posteriormente repetidas automaticamente. Com relação à criação de macros, analise as afirmativas a seguir:
I. Primeiramente o usuário deverá abrir uma planilha em sheets.google.com no computador e selecionar o menu “Ferramentas” e o comando “Macros > Gravar macro”.
II. A seguir, na área da janela de opções, deverá escolher o tipo de referência às células que serão usadas pela macro. Uma opção é “Usar referências absolutas”, nesse caso a macro realizará as tarefas na localização exata. Por exemplo, se o usuário formatar em negrito a célula A1, a macro sempre formatará em negrito apenas a célula A1, independentemente da célula selecionada. A outra opção é “Usar referências relativas”, nesse caso a macro realizará as tarefas nas células em seleção ativa. Por exemplo, se o usuário gravar a formatação em negrito nas células A1 e B1, a macro poderá ser usada mais tarde para formatar em negrito as células C1 e D1.
III. Por fim, para finalizar a criação da macro, o usuário deverá gravar a macro ao clicar em “Arquivo” e a seguir nomeá-la ao criar um atalho personalizado e clicar em “Salvar”.
Está correto somente o que se afirma em:
Avalie se o estudo da unidade e da indivisibilidade como princípios institucionais do Ministério Público consagrados na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 permite concluir que:
I. com base na indivisibilidade, os membros podem se substituir livremente para desempenho de suas funções institucionais, bastando, para tanto, a concordância dos envolvidos
II. com base na unidade, dentro de cada Ministério Público, seus membros integram uma só Instituição, sob a chefia administrativa de um único Procurador-Geral
III. não há hierarquia entre o Ministério Público Federal e os Ministérios Públicos dos Estados ou entre os ramos do Ministério Público da União
Está correto o que se afirma em
De acordo com o disposto na Resolução GPGJ nº 2.469/2022, o acordo de não persecução cível é o negócio jurídico celebrado entre o Ministério Público e pessoas físicas ou jurídicas, investigadas pela prática de improbidade administrativa, devidamente assistidas por advogado ou defensor público.
À luz da sistemática estabelecida na citada resolução, a homologação do Acordo de Não Persecução Cível
Windows 11 oferece uma ferramenta de captura instantânea que permite que os usuários capturem imagens a partir da tela do computador. Acerca do tema, avalie as afirmativas a seguir:
I. A ferramenta pode ser acionada a partir da combinação de teclas do logótipo do Windows
+ Shift + S.
II. Os três modos de captura permitidos são recortes de: forma livre, retangular e de tela inteira.
III. A ferramenta permite configurar atrasos na captura, com opções que variam de 0 até 6 segundos no máximo.
Está correto o que se afirma em:
O Ministério Público do Estado Alfa celebrou contrato com a sociedade empresária Beta Comércio Ltda. objetivando o fornecimento de água mineral em garrafões.
No curso da execução de tal objeto contratual, a sociedade empresária propôs ação judicial em face do Ministério Público do Estado Alfa, alegando que os pagamentos estavam sendo realizados em desacordo com as cláusulas da avença.
A respeito das situações acima narradas, é correto afirmar que o fato de o Ministério Público figurar como
Suponha que, em um cenário econômico desafiador, uma grande empresa de manufatura esteja reavaliando suas estratégias de gestão de despesas a fim de aumentar a eficiência operacional sem comprometer sua capacidade de inovação. Nessa situação, a abordagem que a empresa deve adotar para atingir esse equilíbrio é
No contexto da gestão de processos, processos finalísticos são
Um consumidor dispõe de R$ 100,00 para gastar em dois bens, X e Y. O preço de X é PX = R$ 10,00 por unidade, e o preço de Y é PY = R$ 5,00 por unidade. Após uma política governamental de subsídios, o preço do bem X caiu para PX = R$ 5,00 por unidade, enquanto o preço de Y permaneceu constante.
Com base nessa mudança e nas preferências do consumidor, avalie as afirmativas a seguir.
I. Após a redução no preço de X, o novo ponto de equilíbrio dependerá tanto do efeito substituição quanto do efeito renda, sendo o efeito substituição responsável por um aumento no consumo de X.
II. Se X e Y forem bens complementares perfeitos, a quantidade consumida de X e Y não será alterada mesmo com a queda no preço de X.
III. A redução no preço de X altera a inclinação da restrição orçamentária, ampliando o conjunto de consumo possível do consumidor.
Está correto o que se afirma em
Caio, servidor público federal, mantinha sob sua chefia imediata sua irmã Maria, que ocupava cargo de confiança. O chefe da repartição, ao tomar conhecimento da situação, instaurou processo administrativo disciplinar para apurar a conduta de Caio, concedendo-lhe ampla defesa e contraditório. Ao final do processo, o chefe da repartição proferiu decisão aplicando a Caio pena disciplinar de advertência, tendo indicado os pressupostos de fato, porém deixado de indicar os pressupostos de direito que ensejaram a sua decisão. Caio interpôs recurso contra a decisão citada, requerendo a sua nulidade tanto por ausência de competência do chefe de repartição quanto por ausência de motivação explícita do ato por este praticado.
A partir da situação hipotética apresentada, julgue os itens a seguir.
Caio praticou uma conduta considerada proibida à luz da Lei n.º 8.112/1990, visto que não é permitido que um servidor mantenha, sob sua chefia imediata e no exercício de cargo de confiança, parente até o seu terceiro grau civil.
As mortes por efeitos da energia elétrica são bastante comuns, muito embora pouco divulgadas.
Sobre as energias de ordem física, do tipo elétrica, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O sinal de Litchemberg corresponde à saída da corrente elétrica.
( ) A fulminação acontece quando o indivíduo fica preso ao fio de alta tensão.
( ) A marca de Jellineck só ocorre nas lesões de entrada de corrente elétrica de energia industrializada.
As afirmativas são, respectivamente:
O Modelo de Capacidade de Auditoria Interna (IA-CM) para o setor público está estruturado em uma matriz que contém cinco níveis de maturidade.Nessa matriz, o nível de maturidade em que as práticas profissionais são elementos de auditoria que se caracterizam pela existência de macroprocessos baseados na estrutura de gestão da qualidade (KPA16) e na implementação de planos de auditoria baseado em riscos (KPA17), é denominado
As técnicas de análise de dados são as ferramentas utilizadas
para organizar e entender os dados coletados. Sua definição
dependerá da estratégia metodológica adotada e deverá constar
na matriz de planejamento.
(Baldresca e Carvalho Jr., 2019, p. 224.)
Na realização de auditorias governamentais, o método de análise de dados utilizado para dividir grande quantidade de informações em grupos, com base nas similaridades que apresentam, objetivando capturar a dimensão total de um problema complexo, é denominado
O Rivest-Shamir-Adleman (RSA) é a técnica de uso geral mais aceita e implementada para a encriptação de chaves públicas. O esquema RSA utiliza uma expressão com exponenciais. O texto claro é encriptado em blocos, com cada um tendo um valor binário menor que algum número n. A encriptação e a decriptação têm a seguinte forma para um bloco de texto claro M e bloco de texto cifrado C:
C = Me mod n
M = Cd mod n = (Me)d mod n = Med mod n
Tanto o emissor quanto o receptor precisam conhecer o valor de n. O emissor conhece o valor de e, e somente o receptor sabe o valor de d. Assim, esse é um algoritmo de encriptação de chave pública com uma chave pública PU = {e, n} e uma chave privada PR = {d, n}.
O tamanho típico, em bits, para n utilizado pelo RSA é
O Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI) é o conjunto de processos que abrangem o planejamento, a execução e o monitoramento dos serviços de TI. Considerando o SLA (Service Level Agreement), assinale a afirmativa correta
O COBIT 5 é um framework, desenvolvido pelo ISACA, muito popular na governança de TI, que (A) define padrões específicos para operações de rede e hardware.
Os Tribunais de Contas estabelecem, em geral, o mesmo formato para os relatórios de auditorias operacionais e de conformidade. No entanto, as normas aplicáveis exigem elementos mínimos que devem compor esses relatórios.Assinale o elemento a seguir que é exigido pelas normas de auditoria governamental tão-somente para as auditorias de conformidade.
CONVERSA DE PÉ E SENTADO
Mineiro dá tchau para alguém e reinicia a conversa. A impressão é que a despedida renova os créditos das palavras.
Ou talvez porque o mineiro divida o papo em dois turnos. O primeiro é quando chega, e o segundo, quando ele acha que vai
sair – somente acha. Porque não sai, fica papeando de pé.
Metade da visita acontece no sofá, e a outra metade, na porta. Não sei qual é a mais longa. Na porta, ele fofoca. No sofá, desfia as preocupações. Na porta, ele relaxa. No sofá, ele põe os assuntos em dia. Na porta, é divertimento da amizade. No sofá, é responsabilidade. Na porta, são as perguntas sobre conhecidos em comum. No sofá, perguntas sobre a pessoa visitada. Todos nós sabemos que o mineiro gosta de uma boa trova. O que ninguém sabe é que ele odeia adeus.
Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida. Mineiro não tem costas, é um anjo com as asas voltadas para o interior da casa.
Não quer ir embora, porque acha que será custoso voltar. Então, aproveita para prolongar o convívio ao máximo possível e fazer estoque de afeto num único encontro. Assim, ninguém reclamará da demora para se ver no futuro.
Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.
Em Minas, não há como prever quem realmente decidiu levantar voo – as movimentações são sempre ruidosas, peculiares daqueles que acabaram de pousar.
Qualquer desfecho é palanque emocionado de confissões e agradecimentos.
O carro ficará parado na frente do local de partida por mais de cinco minutos. O até logo, aqui, não será rápido, é o planejamento
minucioso do próximo contato.
Nas lojas, o mesmo frenesi acontece. É natural aquele consumidor que comprou no local comprar de novo. Pagou e reinicia
as investidas nas araras. Em vez de parcelar as compras no cartão, parcela o cartão nas compras.
A característica me conforta. Casado com uma mineira, parto da perspectiva de que o nosso casamento nunca se acabará.
Quando ela tentar se despedir, ainda teremos mais 30 anos juntos pela frente. Com beijos demorados segurando a maçaneta.
Texto Adaptado
Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Conversa de pé e sentado. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/conversa-de-pe-esentado-1.2239390. Acesso em: 24 fev. 2025
A respeito da organização textual e do propósito comunicativo do texto, assinale a alternativa correta.
CONVERSA DE PÉ E SENTADO
Mineiro dá tchau para alguém e reinicia a conversa. A impressão é que a despedida renova os créditos das palavras.
Ou talvez porque o mineiro divida o papo em dois turnos. O primeiro é quando chega, e o segundo, quando ele acha que vai
sair – somente acha. Porque não sai, fica papeando de pé.
Metade da visita acontece no sofá, e a outra metade, na porta. Não sei qual é a mais longa. Na porta, ele fofoca. No sofá, desfia as preocupações. Na porta, ele relaxa. No sofá, ele põe os assuntos em dia. Na porta, é divertimento da amizade. No sofá, é responsabilidade. Na porta, são as perguntas sobre conhecidos em comum. No sofá, perguntas sobre a pessoa visitada. Todos nós sabemos que o mineiro gosta de uma boa trova. O que ninguém sabe é que ele odeia adeus.
Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida. Mineiro não tem costas, é um anjo com as asas voltadas para o interior da casa.
Não quer ir embora, porque acha que será custoso voltar. Então, aproveita para prolongar o convívio ao máximo possível e fazer estoque de afeto num único encontro. Assim, ninguém reclamará da demora para se ver no futuro.
Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.
Em Minas, não há como prever quem realmente decidiu levantar voo – as movimentações são sempre ruidosas, peculiares daqueles que acabaram de pousar.
Qualquer desfecho é palanque emocionado de confissões e agradecimentos.
O carro ficará parado na frente do local de partida por mais de cinco minutos. O até logo, aqui, não será rápido, é o planejamento
minucioso do próximo contato.
Nas lojas, o mesmo frenesi acontece. É natural aquele consumidor que comprou no local comprar de novo. Pagou e reinicia
as investidas nas araras. Em vez de parcelar as compras no cartão, parcela o cartão nas compras.
A característica me conforta. Casado com uma mineira, parto da perspectiva de que o nosso casamento nunca se acabará.
Quando ela tentar se despedir, ainda teremos mais 30 anos juntos pela frente. Com beijos demorados segurando a maçaneta.
Texto Adaptado
Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Conversa de pé e sentado. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/conversa-de-pe-esentado-1.2239390. Acesso em: 24 fev. 2025
No trecho “Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.”, o termo destacado tem, no contexto, o sentido de
CONVERSA DE PÉ E SENTADO
Mineiro dá tchau para alguém e reinicia a conversa. A impressão é que a despedida renova os créditos das palavras.
Ou talvez porque o mineiro divida o papo em dois turnos. O primeiro é quando chega, e o segundo, quando ele acha que vai
sair – somente acha. Porque não sai, fica papeando de pé.
Metade da visita acontece no sofá, e a outra metade, na porta. Não sei qual é a mais longa. Na porta, ele fofoca. No sofá, desfia as preocupações. Na porta, ele relaxa. No sofá, ele põe os assuntos em dia. Na porta, é divertimento da amizade. No sofá, é responsabilidade. Na porta, são as perguntas sobre conhecidos em comum. No sofá, perguntas sobre a pessoa visitada. Todos nós sabemos que o mineiro gosta de uma boa trova. O que ninguém sabe é que ele odeia adeus.
Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida. Mineiro não tem costas, é um anjo com as asas voltadas para o interior da casa.
Não quer ir embora, porque acha que será custoso voltar. Então, aproveita para prolongar o convívio ao máximo possível e fazer estoque de afeto num único encontro. Assim, ninguém reclamará da demora para se ver no futuro.
Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.
Em Minas, não há como prever quem realmente decidiu levantar voo – as movimentações são sempre ruidosas, peculiares daqueles que acabaram de pousar.
Qualquer desfecho é palanque emocionado de confissões e agradecimentos.
O carro ficará parado na frente do local de partida por mais de cinco minutos. O até logo, aqui, não será rápido, é o planejamento
minucioso do próximo contato.
Nas lojas, o mesmo frenesi acontece. É natural aquele consumidor que comprou no local comprar de novo. Pagou e reinicia
as investidas nas araras. Em vez de parcelar as compras no cartão, parcela o cartão nas compras.
A característica me conforta. Casado com uma mineira, parto da perspectiva de que o nosso casamento nunca se acabará.
Quando ela tentar se despedir, ainda teremos mais 30 anos juntos pela frente. Com beijos demorados segurando a maçaneta.
Texto Adaptado
Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Conversa de pé e sentado. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/conversa-de-pe-esentado-1.2239390. Acesso em: 24 fev. 2025
No trecho “É natural aquele consumidor QUE comprou no local comprar de novo.”, a palavra “que” exerce a função de
CONVERSA DE PÉ E SENTADO
Mineiro dá tchau para alguém e reinicia a conversa. A impressão é que a despedida renova os créditos das palavras.
Ou talvez porque o mineiro divida o papo em dois turnos. O primeiro é quando chega, e o segundo, quando ele acha que vai
sair – somente acha. Porque não sai, fica papeando de pé.
Metade da visita acontece no sofá, e a outra metade, na porta. Não sei qual é a mais longa. Na porta, ele fofoca. No sofá, desfia as preocupações. Na porta, ele relaxa. No sofá, ele põe os assuntos em dia. Na porta, é divertimento da amizade. No sofá, é responsabilidade. Na porta, são as perguntas sobre conhecidos em comum. No sofá, perguntas sobre a pessoa visitada. Todos nós sabemos que o mineiro gosta de uma boa trova. O que ninguém sabe é que ele odeia adeus.
Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida. Mineiro não tem costas, é um anjo com as asas voltadas para o interior da casa.
Não quer ir embora, porque acha que será custoso voltar. Então, aproveita para prolongar o convívio ao máximo possível e fazer estoque de afeto num único encontro. Assim, ninguém reclamará da demora para se ver no futuro.
Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.
Em Minas, não há como prever quem realmente decidiu levantar voo – as movimentações são sempre ruidosas, peculiares daqueles que acabaram de pousar.
Qualquer desfecho é palanque emocionado de confissões e agradecimentos.
O carro ficará parado na frente do local de partida por mais de cinco minutos. O até logo, aqui, não será rápido, é o planejamento
minucioso do próximo contato.
Nas lojas, o mesmo frenesi acontece. É natural aquele consumidor que comprou no local comprar de novo. Pagou e reinicia
as investidas nas araras. Em vez de parcelar as compras no cartão, parcela o cartão nas compras.
A característica me conforta. Casado com uma mineira, parto da perspectiva de que o nosso casamento nunca se acabará.
Quando ela tentar se despedir, ainda teremos mais 30 anos juntos pela frente. Com beijos demorados segurando a maçaneta.
Texto Adaptado
Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Conversa de pé e sentado. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/conversa-de-pe-esentado-1.2239390. Acesso em: 24 fev. 2025
Considerando que dígrafo é um fenômeno caracterizado pela representação de um único som por duas letras, assinale a alternativa cuja palavra em destaque apresenta um dígrafo.
CONVERSA DE PÉ E SENTADO
Mineiro dá tchau para alguém e reinicia a conversa. A impressão é que a despedida renova os créditos das palavras.
Ou talvez porque o mineiro divida o papo em dois turnos. O primeiro é quando chega, e o segundo, quando ele acha que vai
sair – somente acha. Porque não sai, fica papeando de pé.
Metade da visita acontece no sofá, e a outra metade, na porta. Não sei qual é a mais longa. Na porta, ele fofoca. No sofá, desfia as preocupações. Na porta, ele relaxa. No sofá, ele põe os assuntos em dia. Na porta, é divertimento da amizade. No sofá, é responsabilidade. Na porta, são as perguntas sobre conhecidos em comum. No sofá, perguntas sobre a pessoa visitada. Todos nós sabemos que o mineiro gosta de uma boa trova. O que ninguém sabe é que ele odeia adeus.
Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida. Mineiro não tem costas, é um anjo com as asas voltadas para o interior da casa.
Não quer ir embora, porque acha que será custoso voltar. Então, aproveita para prolongar o convívio ao máximo possível e fazer estoque de afeto num único encontro. Assim, ninguém reclamará da demora para se ver no futuro.
Desenlaces são quebrados pela urgência das lembranças.
Em Minas, não há como prever quem realmente decidiu levantar voo – as movimentações são sempre ruidosas, peculiares daqueles que acabaram de pousar.
Qualquer desfecho é palanque emocionado de confissões e agradecimentos.
O carro ficará parado na frente do local de partida por mais de cinco minutos. O até logo, aqui, não será rápido, é o planejamento
minucioso do próximo contato.
Nas lojas, o mesmo frenesi acontece. É natural aquele consumidor que comprou no local comprar de novo. Pagou e reinicia
as investidas nas araras. Em vez de parcelar as compras no cartão, parcela o cartão nas compras.
A característica me conforta. Casado com uma mineira, parto da perspectiva de que o nosso casamento nunca se acabará.
Quando ela tentar se despedir, ainda teremos mais 30 anos juntos pela frente. Com beijos demorados segurando a maçaneta.
Texto Adaptado
Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Conversa de pé e sentado. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/conversa-de-pe-esentado-1.2239390. Acesso em: 24 fev. 2025
No trecho “Tem uma grande dificuldade para virar as costas e se desvencilhar da acolhida.”, o vocábulo “se” desempenha uma função gramatical específica. Com base nessa análise, assinale a alternativa correta sobre a classificação dessa palavra no contexto apresentado.
Na contabilidade, a conciliação contábil é um procedimento fundamental para garantir a precisão das informações financeiras de uma empresa. Desse modo, identifique a alternativa que descreve corretamente a conciliação contábil.
O método Soundex é uma técnica específica que classifica os arquivos com base em um critério distinto dos demais. Em relação a esse método, marque a opção correta.
A premiação anual Bola de Ouro é concedida pela revista France Football desde 1956, conta com um júri formado por mais de 100 jornalistas especializados, um de cada país. A partir de uma lista de 30 finalistas, os jurados escolhem seus top 5, atribuindo pontos de acordo com o desempenho dos atletas. O jogador com a maior pontuação final é premiado com a Bola de Ouro. O jogador Vinícius Júnior e o clube Real Madrid não compareceram à premiação realizada em outubro de 2024, em protesto contra
Os atos administrativos podem ser classificados com base em sua estrutura e no número de manifestações necessárias para sua formação. Em determinados casos, a validade de um ato depende necessariamente da manifestação conjunta de mais de um órgão da administração pública. Assinale a alternativa que corresponde a essa classificação.
Seria uma pena deixar sem resposta uma carta tão notável quanto a sua — uma carta talvez única na
história da correspondência humana, pois, quando teria, antes, um homem instruído perguntado a uma
mulher como, em sua opinião, se poderia evitar a guerra? Façamos, pois, a tentativa, ainda que esteja
condenada ao fracasso.
Façamos, em primeiro lugar, aquilo que todas as cartas instintivamente fazem, um esboço da pessoa a
quem a carta é endereçada. Sem alguém cálido e respirando do outro lado da página, as cartas são inúteis. O
senhor, pois, que faz a pergunta, é um pouco grisalho nas têmporas. Atingiu a meia-idade exercendo, não sem
algum esforço, a advocacia; mas, em geral, sua jornada tem sido próspera. Não há nada de empedernido,
mesquinho ou desgostoso em sua expressão. E sem querer lisonjeá-lo, sua prosperidade — esposa, filhos, casa
— é merecida. Quanto ao mais, iniciou sua educação em um dos grandes internatos privados, concluindo-a na
universidade.
É aqui que surge a primeira dificuldade de comunicação entre nós. Indiquemos rapidamente a razão.
Nós dois viemos do grupo que, nesta época de transição, na qual, embora a descendência seja mista, as classes
ainda permanecem fixas, é conveniente chamar de classe instruída. Quando nos encontramos pessoalmente,
falamos com o mesmo sotaque e conseguimos manter, sem muita dificuldade, uma conversa sobre as pessoas
e a política, a guerra e a paz, o barbarismo e a civilização — questões todas, na verdade, sugeridas por sua carta.
Além disso, ganhamos ambos a vida com nosso trabalho. Mas… esses três pontos assinalam um precipício, um
abismo tão profundamente cavado entre nós que tenho estado aqui sentada, do meu lado, me perguntando
se adianta alguma coisa tentar fazer minha fala chegar ao outro lado.
Aqui estamos preocupados tão somente com o fato óbvio, quando se trata de considerar a importante
questão de como podemos ajudá-lo a evitar a guerra, de que a educação faz toda a diferença. Algum
conhecimento de política, de relações internacionais, de economia é obviamente necessário para entender as
causas que conduzem à guerra. A filosofia e até mesmo a teologia podem proveitosamente dar sua
contribuição. Ora, a pessoa sem instrução, como o senhor concordará, o homem com uma mente pouco
treinada provavelmente não poderia tratar dessas questões de maneira satisfatória. A guerra, como resultado
de forças impessoais, está, pois, além da compreensão da mente pouco instruída, pouco treinada. Mas a guerra
como resultado da natureza humana é outra coisa. Não acreditasse o senhor que a natureza humana, as razões,
as emoções do homem e da mulher comum conduzem à guerra, não teria escrito pedindo nossa ajuda.
Felizmente há um ramo da educação que se inscreve sob a categoria de “educação sem custo” — aquele
entendimento dos seres humanos e suas motivações que, desde que a palavra seja expurgada de suas
associações científicas, se pode chamar de psicologia. Mas embora muitos instintos sejam tidos, em maior ou
menor grau, como comuns a ambos os sexos, guerrear tem sido, desde sempre, hábito do homem, não da
mulher. A educação e a prática desenvolveram aquilo que pode ser uma diferença psicológica
transformando-a em algo que pode ser uma diferença física — uma diferença de glândulas, de hormônios. Seja
como for, um fato é indiscutível – raramente, no curso da história, um ser humano foi abatido pelo rifle de uma
mulher; os pássaros e os animais foram e são, em sua grande maioria, mortos por vocês, não por nós.
Virginia Woolf. Três guinéus, 1938 (com adaptações)
O pronome “a”, em “transformando-a” (linha 34), faz referência a
Em uma questão de uma prova de Matemática, o aluno deve associar corretamente os cinco sólidos de Platão — o tetraedro, o cubo, o octaedro, o dodecaedro e o icosaedro — aos cinco elementos da natureza: fogo, terra, ar, água e cosmo. Suponha que um aluno, sem ter estudado o conteúdo, resolva a questão de maneira completamente aleatória, associando cada sólido a exatamente um elemento distinto, sem repetições nem omissões. Assinale a alternativa que apresenta o número total de maneiras distintas com que esse aluno pode realizar essas associações.
No processo de comunicação escrita e oral da Língua Portuguesa, é comum a incorporação de termos de outros idiomas, fenômeno conhecido como estrangeirismo. Quando essas palavras passam por adaptações na grafia e na pronúncia para se ajustarem às regras do português, ocorre o aportuguesamento. Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de estrangeirismo aportuguesado.