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A autora Rego, In: Aquino (1998), na discussão sobre as origens das diferenças entre os seres humanos analisa abordagens de desenvolvimento humano e afirma:

“(...) há uma espécie de limitação humana a priori, pois a natureza humana é dada e imutável (...)”.

“Os problemas e as causas do fracasso escolar são de exclusiva responsabilidade do aluno”.

Assinale a alternativa correta que corresponde à concepção abordada nos trechos.

Ao abordar questões referentes ao atendimento pedagógico-educacional em hospitais, realizada por professores da rede estadual de ensino de São Paulo, para crianças e jovens hospitalizados a autora Assis (2009) faz algumas recomendações no final do texto. Assinale a alternativa correta.

Considere os exemplos que a autora Amaral, In: Aquino (1998), apresenta para análise:

1. As famílias com filhos deficientes rejeitam seus filhos.
2. As crianças com Síndrome de Down são meigas e carinhosas.
3. Os autistas detestam contato físico.

Segundo essa autora, em geral, tais exemplos referem-se a uma concepção de um tipo fixo e imutável que caracterizará a pessoa em questão e que orienta as relações interpessoais.

Considerando-se os exemplos e a conceituação da autora, assinale a alternativa que se refere ao conceito em questão.

Qualidade é um termo que tem uma multiplicidade de sentidos. Na década de 1980, instalou-se, no Brasil, o Programa de Qualidade Total em diversas instituições, entre elas a escola. Terezinha Rios promove importante discussão sobre o que significa adjetivar de total a qualidade.

Segundo o pensamento da autora,

Jane Castro e Marilza Regattieri escrevem que, tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) quanto na Lei de Diretrizes e Bases (LDB), a efetividade do direito à educação das crianças e dos adolescentes deve contar com a ação integrada dos agentes escolares e pais ou responsáveis. Para elas, essa demanda jurídico-institucional inaugurou um período sem precedentes de consolidação de direitos sociais e individuais dos alunos e de suas famílias. De todos os equipamentos do Estado, a escola é o que tem o mais amplo contato contínuo e frequente com os sujeitos destes direitos, daí sua responsabilidade de atuar junto a outros atores da rede de proteção social. Isso, na visão das autoras,

Nos termos do art. 26 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, o ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório da educação básica. Conforme o disposto nesse mesmo artigo, as linguagens que constituirão o referido componente curricular são:

Leia o excerto a seguir.

    “No plano da implantação local de tecnologias a serviço da educação, o exemplo de Piraí, pequena cidade do Estado do Rio, é importante. O projeto, de iniciativa municipal, envolveu convênios com as empresas que administram torres de retransmissão de sinal de TV e de telefonia celular, para instalação de equipamento de retransmissão de sinal de internet por rádio. Assim se assegura a cobertura de todo o território municipal. A partir de alguns pontos de recepção, fez-se uma distribuição do sinal banda larga por cabo, dando acesso a todas as escolas, instituições públicas, empresas. Como a gestão do sistema é pública, utilizou-se a diferenciação de tarifas para que o lucro maior das empresas cobrisse uma subvenção ao acesso domiciliar, e hoje qualquer família humilde pode ter acesso banda larga em casa por R$ 35 por mês. Convênios de crédito com bancos oficiais permitem a compra de equipamentos particulares com juros baixos.
O resultado prático é que o conjunto do município “banha” no espaço da internet, gerando uma produtividade sistêmica maior do esforço de todos, além de mudança de atitudes de jovens, de maior facilidade de trabalho dos professores que têm possibilidade de acesso em casa, e assim por diante. [...] Uma vez feito o investimento inicial de acesso banda larga de uma escola, ou de uma família, é a totalidade do conhecimento digitalizado do planeta que se torna acessível, representando uma mudança radical, particularmente para pequenos municípios, para regiões isoladas, e na realidade qualquer segmento relativamente pouco equipado, mesmo das metrópoles.”

(DOWBOR, 2007, p. 85-86)

Tendo em vista o contexto descrito pelo autor, a palavra-chave que se aplica ao tema em pauta é

Para os PCN-Arte (1998), ao ser introduzido na educação escolar brasileira, o ensino de Arte incorpora-se aos processos pedagógicos e de política educacional que vão caracterizar e delimitar sua participação na estrutura curricular. O documento aponta que, nas primeiras décadas do século XX, o ensino de Arte é

O design, segundo Costa (2004), demonstra o cuidado com a aparência dos produtos – desde a cor até a embalagem, dando-lhes um novo aspecto, que os distinguem dos concorrentes. Assim como o marketing, que segundo a autora surge no mesmo momento histórico, procura tornar os produtos mais agradáveis ao olhar e ao tato na guerra pelo consumidor.

Esse surgimento está conectado ao contexto do desenvolvimento industrial

A arte produzida na Grécia da Antiguidade Clássica, em torno do século V a.C., pretendia expressar um ideal de beleza e vida por meio de composições nas quais predominassem

Intermediando o processo de produção e apreciação de arte, encontram-se, entre outros, os meios de comunicação (as mídias), que podem ser informatizados, ou não. Os modos de praticar e pensar a comunicação sociocultural em arte mediados pelos meios de comunicação (mais tradicionais, novos e novíssimos), incluindo os informatizados, são por vezes contraditórios, o que implica
encontrar maneiras de compreendê-los e superá-los. (PCN-Artes, 1998)

Assim, a sugestão do documento é a de que, em sala de aula,

Segundo os PCN-Arte (1998), na primeira metade do século XX, “as atividades de teatro e dança não estavam incluídas no currículo escolar como práticas obrigatórias, e somente eram reconhecidas quando faziam parte das festividades escolares na celebração de datas como Natal, Páscoa ou Independência, ou nas festas de final de período escolar”. Ainda segundo o documento, o teatro era tratado com a única “finalidade de apresentação, na qual os alunos decoravam os textos, e os movimentos cênicos eram marcados com rigor. Apesar da rigidez gestual e vocal dessa atividade, a relação com a plateia era de alguma forma contemplada, tanto que se privilegiava a aprendizagem da dicção”.

No caso da dança, o documento indica que era

Ao observar uma dança indígena, um estudante, morador da cidade, estabelece contato com um índio que pode revelar mais sobre o valor e a extensão de seu universo do que apenas uma explanação sobre os ritos nas comunidades indígenas. E viceversa. (PCN-Artes, 1998)

Essa conclusão deriva da premissa de que arte

Extraído de: https://descomplica.com.br/blog/portugues/Acesso em 16/10/2019

Ao observar a linguagem verbal e não-verbal da tirinha, podemos afirmar que

A coruja e a águia

 

Coruja e águia, depois de muita briga resolveram fazer as pazes.

— Basta de guerra — disse a coruja.

— O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

— Perfeitamente — respondeu a águia.

— Também eu não quero outra coisa.

— Nesse caso combinemos isso: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

— Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

— Coisa fácil. Sempre que encontrares uns borrachos lindos, bem feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial, que não existe em filhote de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

— Está feito! — concluiu a águia.

Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três monstrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.

— Horríveis bichos! — disse ela. — Vê-se logo que não são os filhos da coruja.

E comeu-os.

Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

— Quê? — disse esta admirada. — Eram teus filhos aqueles monstrenguinhos? Pois, olha não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste…

Moral da história: Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai. Já diz o ditado: quem ama o feio, bonito lhe parece.

(Monteiro Lobato)Mario Quintana

Após ler o texto, assinale a alternativa incorreta:

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