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Um serviço essencial é o registro de entrada e de saída de documentos na escola. Para isso, é necessário o uso diário de um livro de registros, pois somos seres humanos e a nossa memória costuma falhar. Com registros escritos, podemos esclarecer dúvidas, atestar a expedição e recebimento de documentos. SOUSA, R. M. Técnicas de redação e arquivo. Brasília: Universidade de Brasília, 2007 p. 48
O texto refere-se ao livro de

Quanto à possibilidade de oferta dos níveis e modalidades educacionais na educação a distância, dadas as afirmativas, I. Podem ser ofertadas a educação superior, abrangendo os programas de mestrado e doutorado.
II. Podem ser ofertadas a educação superior, abrangendo os cursos de graduação e especialização.
III. Podem ser ofertadas a educação especial e de jovens e adultos.
verifica-se que está(ão) correta(s)


A organização deste quadro de informações com os nomes das

alunas pressupõe a aplicação de um arquivamento com base no

método

Não se constrói um Projeto Político Pedagógico sem norte, sem rumo. Por isso, todo projeto pedagógico da escola é também político (GADOTTI e ROMÃO, 1997). Dadas as afirmativas, I. O Projeto Político Pedagógico deve ter como marco fundamental a participação democrática, o ser multicultural, mantendo o convívio com base em hierarquias fixas.
II. O Projeto Político Pedagógico deve registrar, orientar, estabelecer ações, metas e estratégias que tenham como objetivo o disciplinamento dos corpos e das mentes.
III. O Projeto Político Pedagógico de uma escola é fruto de uma ação cotidiana e que precisa tomar decisões para o bem de toda comunidade escolar.
verifica-se que está(ão) correta(s)


Os exemplos 1, 2 e 3 correspondem a

À educação vêm sendo incorporadas mudanças em decorrência da trajetória histórica do sujeito surdo, que se distanciam de uma visão curativa da deficiência e se aproximam das identidades constituídas pelos próprios surdos. Em se tratando de formas mais renovadas de conceber a educação de surdos, considera-se

O Decreto nº 5.626/2005 regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre a Libras, e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000 . Acerca desse Decreto, dadas as afirmativas.
I. A modalidade oral da Língua Portuguesa, na educação básica, deve ser ofertada aos alunos surdos ou com deficiência auditiva, preferencialmente em turno distinto ao da escolarização, por meio de ações integradas entre as áreas da saúde e da educação, resguardado o direito de opção da família ou do próprio aluno por essa modalidade.
II. O Prolibras é um projeto que visa capacitar profissionais para o ensino e para a tradução e interpretação da Libras.
III. A escola bilíngue para surdos é considerada uma bandeira de luta de boa parte da comunidade surda brasileira, visto que esse espaço educacional ainda não está previsto no Decreto. Verifica-se que está(ão) correta(s)

Considerando a visão clínica e socioantropológica da surdez, é correto afirmar:

O educador Paulo Freire argumentava que é impossível pensar a

democratização da escola sem superar os preconceitos contra as

camadas populares, os negros, as mulheres, as pessoas com

deficiência e as minorias. Nesse contexto, a escola deve assumir

na sociedade contemporânea uma função social diferenciada e

ser um local privilegiado para

Dadas as afirmativas sobre o planejamento de ensino, peça fundamental para a organização do trabalho docente, I. Planejar é um ato exclusivamente político-filosófico.
II. O planejamento de ensino é uma atividade meramente técnica de administrar recursos, tempo e um modo de organizar os conteúdos.
III. O ato de planejar, seja no nível macro, seja no nível micro, envolve o comprometimento com um tipo de ser humano e de construção da sociedade.
verifica-se que está(ão) correta(s)

A gestão democrática pressupõe a participação efetiva dos vários segmentos da comunidade escolar – pais, professores, estudantes e funcionários – em todos os aspectos da organização da escola. Essa participação incide diretamente nas mais diferentes etapas da gestão escolar (planejamento, implementação e avaliação) seja no que diz respeito à construção do projeto e processos pedagógicos quanto às questões de natureza burocrática.
Disponível em: . Acesso em: 22 fev. 2017
As decisões, no âmbito da gestão democrática, precisam ser de conhecimento público, garantindo, assim, a

Dadas as afirmativas a respeito da matrícula no Ensino Fundamental de 9 (nove) anos,
I. Abrange a população na faixa etária dos 5 (cinco) aos 14 (quatorze) anos de idade.
II. Estende-se, também, a todos os que, na idade própria, não tiveram condições de frequentá-lo.
III. É desenvolvido numa carga horária mínima anual de 800 (oitocentas) horas.
verifica-se que está(ão) correta(s)

O Conselho Nacional de Educação (CNE ), cumprindo as suas funções normativas, tem elaborado diretrizes e orientações que devem ser observadas pelos sistemas de ensino para a reorganização do Ensino Fundamental de 9 (nove ) anos. Os sistemas de ensino e as escolas não poderão apenas adaptar seu currículo à nova realidade, pois não se trata de incorporar, no primeiro ano de escolaridade, o currículo da Pré-Escola, nem de trabalhar com as crianças de 6 (seis) anos os conteúdos que eram desenvolvidos com as crianças de 7 (sete ) anos.
CALLEGARI, C. Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove ) anos. Parecer CNE/CEB n.11, jul. 2010. p. 8
Para se adaptar à Lei que orienta o ensino fundamental de 9 anos, as escolas devem

Atenção: As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto seguinte.

A representação da “realidade" na imprensa

Parece ser um fato assentado, para muitos, que um jornal ou um telejornal expresse a “realidade". Folhear os cadernos de

papel de ponta a ponta ou seguir pacientemente todas as imagens do grande noticiário televisivo seriam operações que atualizariam a

cada dia nossa “compreensão do mundo". Mas esse pensamento, tão disseminado quanto ingênuo, não leva em conta a questão da

perspectiva pela qual se interpretam todas e quaisquer situações focalizadas. Submetermo-nos à visada do jornalista que compôs a

notícia, ou mesmo à do câmera que flagra uma situação (e que, aliás, tem suas tomadas sob o controle de um editor de imagens), é

desfazermo-nos da nossa própria capacidade de análise, é renunciarmos à perspectiva de sujeitos da nossa interpretação.

Tanto quanto os propalados e indiscutíveis “fatos", as notícias em si mesmas, com a forma acabada pela qual se veiculam, são

parte do mundo: convém averiguar a quem interessa o contorno de uma análise política, o perfil criado de uma personalidade, o

sentido de um levante popular ou o alcance de uma medida econômica. O leitor e o espectador atentos ao que leem ou veem não têm

o direito de colocar de lado seu senso crítico e tomar a notícia como espelho fiel da “realidade". Antes de julgarmos “real" o “fato" que

já está interpretado diante de nossos olhos, convém reconhecermos o ângulo pelo qual o fato se apresenta como indiscutível e como

se compõe, por palavras ou imagens, a perspectiva pela qual uma bem particular “realidade" quer se impor para nós, dispensandonos

de discutir o ponto de vista pelo qual se construiu uma informação.

(Tibério Gaspar, inédito)

Diante das informações que habitualmente nos oferecem os jornais e os noticiários, devemos, segundo o autor do texto,

Atenção: As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto seguinte.

A representação da "realidade" na imprensa

Parece ser um fato assentado, para muitos, que um jornal ou um telejornal expresse a "realidade". Folhear os cadernos de

papel de ponta a ponta ou seguir pacientemente todas as imagens do grande noticiário televisivo seriam operações que atualizariam a

cada dia nossa "compreensão do mundo". Mas esse pensamento, tão disseminado quanto ingênuo, não leva em conta a questão da

perspectiva pela qual se interpretam todas e quaisquer situações focalizadas. Submetermo-nos à visada do jornalista que compôs a

notícia, ou mesmo à do câmera que flagra uma situação (e que, aliás, tem suas tomadas sob o controle de um editor de imagens), é

desfazermo-nos da nossa própria capacidade de análise, é renunciarmos à perspectiva de sujeitos da nossa interpretação.

Tanto quanto os propalados e indiscutíveis "fatos", as notícias em si mesmas, com a forma acabada pela qual se veiculam, são

parte do mundo: convém averiguar a quem interessa o contorno de uma análise política, o perfil criado de uma personalidade, o

sentido de um levante popular ou o alcance de uma medida econômica. O leitor e o espectador atentos ao que leem ou veem não têm

o direito de colocar de lado seu senso crítico e tomar a notícia como espelho fiel da "realidade". Antes de julgarmos "real" o "fato" que

já está interpretado diante de nossos olhos, convém reconhecermos o ângulo pelo qual o fato se apresenta como indiscutível e como

se compõe, por palavras ou imagens, a perspectiva pela qual uma bem particular "realidade" quer se impor para nós, dispensandonos

de discutir o ponto de vista pelo qual se construiu uma informação.

(Tibério Gaspar, inédito)

Na frase Parece ser um fato assentado que um jornal expresse a “realidade”, os termos sublinhados

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