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No texto Os espaços sócio ocupacionais do assistente social, Marilda Iamamoto (2009) pretende, com as suas reflexões, caracterizar o assistente social como trabalhador assalariado e portador de um projeto profissional enraizado no processo histórico e apoiado em valores radicalmente humanos. A autora trata, ainda, de alguns dos determinantes históricos e forças sociais que explicam as metamorfoses dos espaços ocupacionais em que se inserem os assistentes sociais na atualidade.

Com base nas conclusões dessa autora, analise as seguintes afirmativas.

  1. A análise dos espaços ocupacionais do assistente social requer inscrevê-los na totalidade histórica, considerando as formas assumidas pelo capital no processo de revitalização da acumulação no cenário da crise mundial. Sob a hegemonia das finanças e na busca incessante da produção de super lucros, aquelas estratégias vêm incidindo radicalmente no universo do trabalho e dos direitos.
  2. A ampliação exponencial das desigualdades de classe, as disparidades de gênero, etnia, geração e a desigual distribuição territorial radicalizam a questão social em suas múltiplas expressões coletivas inscritas na vida dos sujeitos, o que certamente encontra-se na base da tendência de ampliação do mercado de trabalho para a profissão de Serviço Social na última década.
  3. A profunda alteração da base técnica da produção com a informática, a biotecnologia, a robótica e outras inovações tecnológicas e organizacionais, que potenciam a produtividade e a intensificação do trabalho é uma situação que atribui novos contornos ao mercado profissional de trabalho, diversificando os espaços ocupacionais e fazendo emergir inéditas requisições e demandas a esse profissional, como novas habilidades, competências e atribuições.
  4. O assistente social, ao atuar na intermediação entre as demandas da população usuária e o acesso aos serviços sociais, coloca-se na linha de intersecção das esferas pública e privada privada, como um dos agentes pelo qual o Estado intervém no espaço doméstico dos conflitos, presentes no cotidiano das relações sociais.

Estão corretas as afirmativas

A vulnerabilidade pode ser estrutural ou conjuntural e pode se manifestar por meio do comprometimento das relações pessoais e sociais, como vulnerabilidade relacional. A pobreza, a desigualdade socioeconômica, as privações, as desvantagens sociais e demográficas, a precariedade institucional, a fragilização de vínculos, são manifestações de vulnerabilidade social. Nessa perspectiva, é correto afirmar que vulnerabilidade social é a incapacidade de resposta aos riscos, que pode resultar da falta de meios próprios para seu enfrentamento ou por

A Assistência Social, por meio da proteção social básica e especial, visa ofertar um conjunto de programas, serviços, projetos e benefícios com o objetivo de afiançar seguranças socioassistenciais. A Unidade pública da assistência social, de base municipal, localizada em áreas com maiores índices de vulnerabilidade e risco social, destinada à prestação de serviços e programas socioassistenciais da proteção social básica às famílias, e à articulação destes serviços no seu território de abrangência, de modo a potencializar a proteção social e atuando na perspectiva da intersetorialidade, é
 

É no âmbito da defesa de direitos que o profissional de Serviço Social é convocado a intervir. No que se refere ao racismo, faz-se necessária ao assistente social a apreensão crítica acerca da realidade, a apropriação de conhecimentos sobre esse fenômeno, sobre suas diversas expressões na vida social e sobre as políticas voltadas para essa questão social. Oferecer aos grupos historicamente discriminados um tratamento diferenciado para compensar ou reparar as desvantagens perante as práticas de racismo e de outras formas de discriminação é o objetivo das políticas de

A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) estabelece como objetivos a proteção social, a vigilância socioassistencial e a defesa de direitos. Para a garantia de alcance de tais objetivos, a LOAS (art. 5º ) define como base de sua organização as seguintes diretrizes: descentralização político-administrativa para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, e comando único das ações em cada esfera de governo; participação da população, por meio de organizações representativas, na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis; e na condução da política de assistência social em cada esfera de governo, a primazia da responsabilidade

A Política Nacional de Assistência Social (PNAS), aprovada em 2004, foi resultado de ampla mobilização dos setores organizados, dos movimentos sociais, dos trabalhadores, dos gestores, conselheiros e rede prestadora de serviços. A PNAS reafirmou os dispositivos na Constituição Federal e na LOAS, referendando suas diretrizes e princípios para a implantação do Sistema Único de Assistência Social. Com o propósito de instituir o SUAS, os municípios foram classificados por porte populacional com a indicação de que as ações de proteção básica deviam ser prestadas

O cotidiano do trabalho profissional com adolescentes envolvidos com ato infracional indica que a maioria vive em condições precárias, fora da escola, exposta à morte violenta e que alimentam expectativas limitadas em relação à sua vida futura. Tais dados demonstram a situação de desigualdade social e de renda que envolve os adolescentes, bem como o precário acesso a políticas de proteção social. Em se tratando da liberdade assistida, como uma das medidas socioeducativas aplicadas ao adolescente autor de ato infracional, conforme define o ECA (art. 119), entre as incumbências do orientador está a de promover socialmente o adolescente e sua família, fornecendo-lhes orientação e inserindo-os, se necessário, em programa oficial ou comunitário de

A Lei nº 8.662/93 dispõe sobre a regulamentação da profissão de Assistente Social no Brasil e define como atribuição privativa da profissão, dentre outras:

De acordo com Minayo (2004), o ciclo de pesquisa é um processo de trabalho em espiral que começa com um problema e finaliza com um produto provisório. Constituem etapas desse ciclo:

No Brasil, a introdução das políticas sociais ocorreu em uma época de expansão das relações capitalistas com intensas repercursões para os trabalhadores. Nesse momento, o Estado, no enfrentamento das expressões da questão social, além da força policial, precisou regulamentar as relações de trabalho impulsionando a construção de um Estado Social. O desenvolvimento desse Estado ocorreu no período de:

É correto afirmar que o Serviço Social no Brasil deixa de ser uma forma de intervenção política assistencial implementada por intermédio da Igreja para se tornar uma atividade institucionalizada e legitimada pelo Estado quando:

O fortalecimento do Serviço Social como profissão na sociedade brasileira se processa em um contexto no qual as políticas sociais buscam garantir condições adequadas ao funcionamento da força de trabalho para as demandas do capital, respondendo, ao mesmo tempo, às necessidades sociais derivadas do processo de produção e reprodução social. A profissionalização de seus agentes decorre de complexas interações entre processos institucionais e lutas sociais, frente às expressões da questão social, nos quais o Estado capitalista amplia suas funções econômicas e políticas e intervém nos processos de

O trabalho desenvolvido pelos assistentes sociais na formulação, gestão e execução da política social é estratégia importante para o processo de institucionalização dessa política, tanto para a afirmação da lógica da garantia dos direitos sociais, como para a consolidação do projeto ético-político da profissão. Nesse sentido, ao imprimir significado ao seu trabalho, nos distintos espaços sócio-ocupacionais, é exigido dos assistentes sociais a apropriação do debate sobre sua intervenção profissional e a necessidade de colocar seus conhecimentos em movimento, em um campo tensionado por projetos profissionais e societários em disputa. Nessas circunstâncias, é correto afirmar que os assistentes sociais se deparam com duas questões cruciais, a saber,

Nas últimas décadas ampliou-se a discussão em torno da violência sexual contra crianças e adolescentes, chegando-se ao consenso de que os setores da Educação, Saúde, Assistência Social, Segurança Pública, Turismo e Lazer, Cultura, dentre outros, constituem agências legitimadas socialmente e instituídas pelo Estado, para o enfrentamento dessa questão. Na Assistência Social, é desenvolvido o Serviço de Proteção e Atendimento Especializado a Famílias e Indivíduos (PAEFI) para atendimento de situações de violações de direitos por ocorrência de violência sexual. O trabalho essencial desse serviço constitui-se, entre outras ofertas, da acolhida, escuta, estudo social, encaminhamentos para a rede de serviços locais, orientação sociofamiliar, atendimento psicossocial e

De acordo com a Resolução CFESS nº 489/2006, é dever do assistente social denunciar ao Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) as pessoas jurídicas privadas ou públicas ou pessoas físicas, assistentes sociais ou não, que sejam coniventes ou praticarem atos, ou que manifestarem qualquer conduta relativa a preconceito e discriminação por orientação sexual entre pessoas do mesmo sexo. Conforme art. 6º da referida Resolução, os CRESS deverão receber as denúncias contra pessoas jurídicas ou contra indivíduos que não sejam assistentes sociais, determinando, imediatamente, os encaminhamentos pertinentes às autoridades competentes e, quando cabível,

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