A Nota técnica nº4/2014 do MEC orienta quanto a documentos comprobatórios de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidade/superdotação no Censo Escolar.
Segundo essa nota técnica, cabe ao professor que atua no Atendimento Escolar Especializado:
De acordo com o Decreto nº 258, de 29 de dezembro de 2014, que estabelece critérios para implantação, organização e funcionamento do Projeto de Educação em Tempo Integral e normatiza medidas a serem adotadas pelas Unidades de Ensino, em seu Artigo 6º, dispõe que as atividades a serem desenvolvidas no Projeto serão organizadas a partir:dos referenciais nacionais que, atualmente, são encontrados na Base Nacional Comum curricular.
Antes, nós tínhamos a escola regular e a escola especial, separadamente. A educação inclusiva aparece para acabar com essa separação. Ela é a educação especial dentro da escola regular com o objetivo de permitir a convivência e a integração social dos alunos com deficiência, favorecendo a diversidade.
A educação inclusiva não é a mesma coisa que a educação especial. A educação especial é uma modalidade de ensino que tem a função de promover o desenvolvimento das habilidades das pessoas com deficiência, e que abrange todos os níveis do sistema de ensino, desde a educação infantil até a formação superior. Ela é responsável pelo atendimento especializado ao aluno e seu público-alvo são os alunos com algum tipo de deficiência (auditiva, visual, intelectual, física ou múltipla), com distúrbios de aprendizagem ou com altas habilidades (superdotados).
A educação inclusiva é uma modalidade de ensino na qual o processo educativo deve ser considerado como um processo social, em que:
Considerar que há muitas juventudes implica organizar uma escola que acolha as diversidades, promovendo, segundo a BNCC, de modo intencional e permanente:
Segundo a Base Nacional Comum Curricular, os sistemas e redes de ensino e as instituições escolares devem se planejar com um claro foco na equidade.
Considere as seguintes afirmativas sobre um planejamento com foco na equidade.
I - Reconhece que as necessidades dos estudantes são diferentes, mas considera que não devem ser realizadas práticas pedagógicas inclusivas.
II - Exige um claro compromisso de reverter essa situação de exclusão histórica que marginaliza grupos e as pessoas que não puderam estudar ou completar sua escolaridade na idade própria.
III - Requer o compromisso com os alunos com deficiência, reconhecendo a necessidade de práticas pedagógicas inclusivas e de diferenciação curricular, conforme estabelecido na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015).
IV - Não considera que a exclusão dos povos indígenas originários, das populações das comunidades remanescentes de quilombos e dos demais afrodescendentes é histórica.
São verdadeiras as seguintes afirmativas:
“O ato de violência se caracteriza pela imposição da força de um ser mais forte sobre outro ser mais fraco. A força pode ser física – a mais evidente – mas também psicológica, econômica, política, assumindo um sem número de disfarces, como sedução, coação, indução e omissão. Esses atos podem ser praticados não apenas por indivíduos, mas também por grupos, instituições, governos.” (Ceccon e Eisenstein, 2000). “A violência é um termo muito complexo, mas sempre que falamos nela estamos falando de relações desiguais, em que um tenta dominar, agredir física ou emocionalmente ou, ainda, se omite de seu papel em relação ao outro.” (Njaine e Minayo, 2003)
A partir dos trechos acima, podemos afirmar que a violência acontece quando não há mais diálogo entre as diferenças, e sim o monólogo de quem impõe a sua necessidade, o seu desejo, a sua aspiração, a sua crença sobre o outro.
No conflito, há equilíbrio instável entre os poderes de quem dialoga. Na violência:
Para o Prof. Cláudio Neto, a ideia de uma escola democrática no Brasil ganhou força a partir da segunda metade da década de 1980, com o processo de redemocratização do país, mesmo que antes disso ela fosse alimentada nas concepções de muitos educadores e idealistas.
O que era uma aspiração de intelectuais e de pessoas engajadas politicamente passou a ser o senso comum nos cânones da educação nacional. A gestão democrática escolar passou a ser preconizada no texto legal da LDB, em 1996, uma vez que o ideal da soberania popular voltou a ser uma realidade no plano social mais amplo. O país saiu do estado de exceção – período de 21 anos – com a tarefa de estabelecer a democracia e isso, evidentemente, passa a ser também uma responsabilidade da política educacional.
Foi nessa atmosfera que nasceu a Lei de Diretrizes e Bases da educação (LDB), que tinha 11 princípios fundamentais, inicialmente; passou a ter 12, a partir da Lei nº 12.796/13; e agora conta com 13 princípios, com a Lei nº 13.632/18.
Estes últimos estabelecem a:
“Conforme Mantoan, uma escola de qualidade desenvolve um projeto pedagógico centrado no aluno como estratégia de permanência e sucesso na escola assegurando aprendizagem a todos os alunos. Este deve ser o objetivo primordial de uma instituição escolar: garantir a aprendizagem a todos os alunos. Entretanto, sabe-se que este é um direito que não vem sendo garantido. A escola tem se tornado, cada vez mais, produtora do fracasso escolar e pior, atribuindo aos próprios alunos a culpa pelo seu fracasso. Ceccon explica que “na verdade, a escola produz muito mais fracassos do que sucessos, trata alguns alunos melhor do que outros, e convence os que fracassam de que fracassam, porque são inferiores”. Não se pode atribuir a culpa do fracasso escolar ao aluno ou às condições adversas que porventura ele enfrente. É preciso ter em mente que os alunos são diferentes, que não se pode esperar o mesmo desempenho de todos os alunos, nem tampouco que se interessem pelas mesmas coisas ou que aprendam no mesmo ritmo.” (www.imprensaoficial.com.br )
Quando for superado o desejo de uniformidade, reconhecendo não só a existência, mas o valor da diversidade, será possível garantir:
Mais do que os discursos, são a prática, o exemplo, a convivência e a reflexão sobre eles mesmos, em situações reais, que farão com que os alunos e as alunas desenvolvam atitudes coerentes com os valores que queremos que aprendam. Por isso, o convívio escolar é um elemento-chave na formação ética dos estudantes e, ao mesmo tempo, é o instrumento mais poderoso que a escola tem para cumprir sua tarefa educativa nesse aspecto.
Os educadores devem sempre estar atentos à coerência entre o discurso e a ação: respeitar para ser respeitado, assumir e cumprir suas responsabilidades como forma de compartilhar com os estudantes a importância dessas atitudes.
Daí a necessidade de os adultos reverem o ambiente escolar e o convívio social que ali se expressa, a partir das relações que estabelecem entre si e com os estudantes, buscando a construção de ambientes mais:
De acordo com os PCNEM, a UNESCO propõe quatro saberes que funcionam como pilares da educação nas sociedades contemporâneas. São saberes cuja conquista ultrapassa a mera aquisição de informação, uma vez que abarcam a formação humana e social do indivíduo. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um destes saberes:
Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta em relação ao que compreende os sistemas de ensino dos Estados e do Distrito Federal:
I. As instituições de ensino mantidas, respectivamente, pelo Poder Público estadual e pelo Distrito
Federal.
II. As instituições de educação superior mantidas pelo Poder Público municipal.
III. As instituições de ensino fundamental e médio criadas e mantidas pela iniciativa privada.
IV. Os órgãos de educação estaduais e do Distrito Federal, respectivamente.
De acordo com Bergmann, a ideia básica da aprendizagem para o domínio consiste
em que os alunos alcancem uma série de objetivos no próprio ritmo. Analise as assertivas abaixo
quanto aos principais componentes da aprendizagem para o domínio.
I. Os alunos trabalham em pequenos grupos ou individualmente, em ritmo adequado.
II. O professor faz a avaliação formativa e estima o grau de compreensão dos alunos.
III. Os alunos demonstram domínio dos objetivos, por meio de avaliações somativas. Aos alunos que
não dominam determinado objetivo, oferecem-se meios de recuperação.
Quais estão corretas?
Analise as afirmativas abaixo, que tratam da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) n.º 9.394/1996, sobre as finalidades da educação básica:
I - A educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.
II - A educação básica pode organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.
III - Os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos.
Está(ão) CORRETA(S) as afirmativas
A avaliação __________________ contribui para a promoção da aprendizagem por meio da análise da adequação entre o programa de ensino e os conhecimentos dos alunos. Por essa razão, é muito comum que essas avaliações sejam aplicadas no início do ano letivo, momento visto por muitos como mais propício para que o professor faça as alterações necessárias em seu planejamento. A palavra que preenche corretamente a frase é:
Propor às crianças a brincadeira do faz-de-conta, como fala Lev Vygotsky, e/ou o jogo simbólico, como descreve Jean Piaget, como condição para o desenvolvimento infantil, requer uma forma de organização dos ambientes de aprendizagem que, na perspectiva do sistema de ensino, é orientada através do(a):