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Os programas “Hora do Brasil” contribuíram para

Entre os principais fatores que estiveram na origem dos conflitos ocorridos durante a primeira metade do século XX estão

O impacto das ferrovias na promoção de projetos de colonização com base em imigrantes europeus foi importante, porque

No Brasil, na complexidade de seu território, com muitas

diferenças regionais, ocorreu um fato marcante o cenário

político nacional, capaz de mobilizar e aglutinar todos os

segmentos da sociedade. Esse fato, relacionado ao

processo de redemocratização, foi o movimento por

eleições diretas, que ficou conhecido como “Diretas Já".

Esse processo representava, na época, os anseios de

uma sociedade marcada por anos de regime militar.

O movimento mencionado foi desencadeado

A análise histórica dos problemas que envolvem

a cidadania no Brasil possibilita considerar–se que a

herança colonial pesou mais na área dos direitos civis. O

novo país herdou a escravidão, que negava a condição

humana do escravo, herdou a grande propriedade rural,

fechada à ação da lei, e herdou um Estado comprometido

com o poder privado. Esses três empecilhos ao exercício

da cidadania civil revelaram–se persistentes.

CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil. O longo caminho. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 2004, p. 45 (adaptado).

Com base na herança colonial, tratada no texto acima,

deve–se considerar que

Na primeira República, uma grande parcela da população brasileira vivia na mais extrema miséria, ou seja, convivia com os

baixos salários, sem terras, devido à concentração fundiária, e explorada pelos coronéis. Uma forma de reação era a organização da

população por meio de movimentos sociais, tendo alguns caráter messiânico, e outros sendo caracterizados como banditismo social. Os

movimentos messiânicos misturavam misticismo, revolta e política.

Entre os fatos importantes que marcaram os movimentos messiânicos, inclui–se

"Boicote ao militarismo", propôs o deputado federal Márcio MoreiraAlves, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), em 2 de setembro de 1968, conclamando o povo a reagir contra a ditadura. O clima vinha tenso desde o ano anterior, com forte repressão ao movimento estudantil e à primeira greve operária do regime militar. O discurso do deputado foi a 'gota d'água'. A resposta veio no dia 13 de dezembro com a promulgação do Ato Institucional n° 5 (AI 5).
DITADURA descarada. In: Revista de História da Biblioteca Nacional Rio de Janeiro, ano 4, n. 39, dez. 2008 (adaptado). Considerando o contexto histórico e político descrito acima, o Al 5 significou

Distantes uma da outra quase 100 anos, as duas telas seguintes, que integram o patrimônio cultural brasileiro, valorizam a cena da primeira missa no Brasil, relatada na carta de Pero Vaz de Caminha. Enquanto a primeira retrata fielmente a carta, a segunda — ao excluir a natureza e os índios — critica a narrativa do escrivão da frota de Cabral. Além disso, na segunda, não se vê a cruz fincada no altar.


Ao comparar os quadros e levando-se em consideração a explicação dada, observa-se que

João de Deus levanta-se indignado. Vai até a janela e fica olhando para fora. Ali na frente está a Panificadora Italiana, de Gamba & Filho. Ontem era uma casinhola de porta e janela, com um letreiro torto e errado: "Padaria Nápole". Hoje é uma fábrica... João de Deus olha e recorda... Quando Vittorio Gamba chegou da Itália com uma trouxa de roupa, a mulher e um filho pequeno, os Albuquerques eram donos de quase todas as casas do quarteirão. [...] O tempo passou. Os negócios pioraram. A herança não era o que se esperava. Com o correr dos anos os herdeiros foram hipotecando as casas. Venciam-se as hipotecas, não havia dinheiro para resgatá-las: as propriedades, então, iam passando para as mãos dos Gambas, que prosperavam. VERÍSSIMO, É. Música ao longe. Porto Alegre: Globo, 1974 (adaptado). O texto foi escrito no início da década de 1930 e revela, por meio das recordações do personagem, características sócio-históricas desse período, as quais remetem

O ataque japonês a Pearl Harbore a consequente guerra entre americanos e japoneses no Pacífico foi resultado de um processo de desgaste das relações entre ambos. Depois de 1934, os japoneses passaram a falar mais desinibidamente da "Esfera de coprosperidade da Grande Ásia Oriental", considerada como a "Doutrina Monroe Japonesa".

A expansão japonesa havia começado em 1895, quando venceu a China, impôs-lhe o Tratado de Shimonoseki passando a exercer tutela sobre a Coréia. Definida sua área de projeção, o Japão passou a ter atritos constantes com a China e a Rússia. A área de atrito passou a incluir os Estados Unidos quando os japoneses ocuparam a Manchúria, em 1931, e a seguir, a China, em 1937

Sobre a expansão japonesa, infere-se que

A partir do texto, conclui-se que

No início do século XVIII, a Coroa portuguesa

introduziu uma série de medidas administrativas para

deter a anarquia, que caracterizava a zona de mineração,

e instaurar certa estabilidade. O instrumento fundamental

dessa política era a vila.

RUSSELL– WOOD, A. J. R.. O Brasil colonial; o ciclo do ouro (1690–1750) In: História

da América. São Paulo: Edusp, 1999, v. II, p. 484 (com adaptações).

A zona de mineração a que o autor se refere

localizava–se

No primeiro reinado, D. Pedro I nomeou e

comandou um Conselho de Estado que concluiu a

primeira Constituição Brasileira, que, outorgada em 1824,

estabeleceu quatro poderes assim configurados.


Nesses quatro poderes,

A crise de 1929 e, 10 anos mais tarde, a

Segunda Guerra Mundial aceleraram muito o processo

de substituição de importações, iniciado durante a

Primeira Guerra. O Brasil teve que produzir os bens

industrializados que antes sempre importara. O processo

não mais se interrompeu, expandindo–se na década de

50, via implantação da indústria automobilística, e

aprofundando–se na década de 70, graças à produção de

máquinas e equipamentos.

CARVALHO, José Murilo de. Política brasileira no século XX: o novo no velho. In: CARDIM,

C. H.; HIRST, M. (orgs.). Brasil–Argentina: soberania e cultura política. Brasília: IPRIFUNAG,

2003, p. 200.

Considerando–se o período histórico descrito no texto e as

transformações ocorridas, é correto afirmar que

Em 1697, publicou–se, em Lisboa, “A arte da

língua de Angola", a mais antiga gramática de uma língua

banto, escrita na Bahia, para uso dos jesuítas, com o

objetivo de facilitar a doutrinação de negros angolanos.

Os aportes bantos ou “bantuismos", palavras africanas

que se incorporaram à língua portuguesa no Brasil, estão

associados ao regime da escravidão (senzala, mucama,

banguê, quilombo). A maioria dessas palavras está

completamente integrada ao sistema linguístico do

português brasileiro, formando derivados da língua com

base na raiz banto (esmolambado, dengoso, sambista,

xingamento, mangação, molequeira, caçulinha,

quilombola).

CASTRO, Yeda P. de. Das línguas africanas ao português brasileiro. Revista eletrônica

do IPHAN. Dossiê Línguas do Brasil, nº 6 – jan/fev. 2007.

Disponível em: . Acesso em: 09

fev.2009 (adaptado).

Dado o fato histórico–linguístico de incorporação de

“bantuismos" na língua portuguesa, conclui–se que

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