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As transformações técnicas e tecnológicas

apresentam impactos importantes nos processos

produtivos, no avanço do conhecimento e na vida

cotidiana das sociedades. Estão presentes nos mais

variados aspectos da sociedade e influenciaram, de

forma variada, a história das civilizações, inclusive nas

relações de poder entre os povos e na supremacia bélica.

O aparato bélico foi um fator determinante para o

sucesso em diferentes combates. Isso fica evidente, ao

se tomar como exemplo o caso

As imagens reproduzem quadros de D. João VI e de seu filho D. Pedro I nos respectivos papéis de monarcas. A arte do retrato foi amplamente utilizada pela nobreza ocidental, com objetivos de representação política e de promoção social. No caso dos reis, essa era uma forma de se fazer presente em várias partes do reino e, sobretudo, de se mostrar em majestade.


A comparação das imagens permite concluir que

A Confederação do Equador contou com a participação de diversos segmentos sociais, incluindo os proprietários rurais que, em grande parte, haviam apoiado o movimento de independência e a ascensão de D. Pedro I ao trono. A necessidade de lutar contra o poder central fez com que a aristocracia rural mobilizasse as camadas populares, que passaram então a questionar não apenas o autoritarismo do poder central, mas o da própria aristocracia da província. Os líderes mais democráticos defendiam a extinção do tráfico negreiro e mais igualdade social. Essas ideias assustaram os grandes proprietários de terras que, temendo uma revolução popular, decidiram se afastar do movimento. Abandonado pelas elites, o movimento enfraqueceu e não conseguiu resistir à violenta pressão organizada pelo governo imperial.

FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996 (adaptado).

Com base no texto, é possível concluir que a composição da Confederação do Equador envolveu, a princípio,

Por volta de 1880, com o progresso de uma economia primária e de exportação, consolidou-se em quase toda a América Latina um novo pacto colonial que substituiu aquele imposto por Espanha e Portugal. No mesmo momento em que se afirmou, o novo pacto colonial começou a se modificar em sentido favorável à metrópole. A crescente complexidade das atividades ligadas aos transportes e às trocas comerciais multiplicou a presença dessas economias metropolitanas em toda a área da América Latina: as ferrovias, as instalações frigoríficas, os silos e as usinas, em proporções diversas conforme a região, tornaram-se ilhas econômicas estrangeiras em zonas periféricas. DONGHI, T.H. História da América Latina. 2.8 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005 (adaptado). De acordo com o texto, o pacto colonial imposto por Espanha e Portugal a quase toda a América Latina foi substituído em função

Quando tomaram a Bahia, em 1624-5, os holandeses promoveram também o bloqueio naval de Benguela e Luanda, na costa africana. Em 1637, Nassau enviou uma frota do Recife para capturar São Jorge da Mina, entreposto português de comércio do ouro e de escravos no litoral africano (atual Gana). Luanda, Benguela e São Tomé caíram nas mãos dos holandeses entre agosto e novembro de 1641. A captura dos dois poios da economia de plantações mostrava-se indispensável para o implemento da atividade açucareira. ALENCASTRO, L.F. Com quantos escravos se constrói um país? In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, ano 4, n. 39, dez. 2008 (adaptado).

Os poios econômicos aos quais se refere o texto são

O objetivo de tomar Paris marchando em direção ao Oeste era, para Hitler, uma forma de consolidar sua liderança no continente. Com esse intuito, entre abril e junho de 1940, ele invadiu a Dinamarca, a Noruega, a Bélgica e a Holanda. As tropas francesas se posicionaram na Linha Maginot, uma linha de defesa com trincheiras, na tentativa de conter a invasão alemã.

Para a Alemanha, o resultado dessa invasão foi

O fenômeno da escravidão, ou seja, da imposição do trabalho

compulsório a um indivíduo ou a uma coletividade, por parte

de outro indivíduo ou coletividade, é algo muito antigo e, nesses

termos, acompanhou a história da Antiguidade até o séc. XIX.

Todavia, percebe-se que tanto o status quanto o tratamento

dos escravos variou muito da Antiguidade greco-romana até o

século XIX em questões ligadas à divisão do trabalho.

As variações mencionadas dizem respeito

Segundo as ideias de Francisco Campos,

Um exemplo acerca do que está exposto no texto acima é

Apesar das diferenças históricas e geográficas existentes entre as duas civilizações elas são semelhantes pois

O mundo narrado nesse trecho do romance de Lúcio Cardoso, acerca da vida dos Meneses, família da aristocracia rural de Minas Gerais, apresenta não apenas a história da decadência dessa família, mas é, ainda, a representação literária de uma fase de desagregação política, social e econômica do país. O recurso expressivo que formula literariamente essa desagregação histórica é o de descrever a casa dos Meneses como

As imagens nas figuras a seguir ilustram organizações

produtivas de duas sociedades do passado.


O trabalho no campo foi, durante muito tempo, uma

das atividades fundamentais para a estruturação e o

desenvolvimento das sociedades, como mostram as

figuras 1 e 2. Nessas figuras, as características

arquitetônicas, tecnológicas e sociais retratam,

respectivamente,

O período entre o final do século XIX e o início

do século XX foi de intenso fluxo migratório em todo o

mundo; no entanto, muitos países passaram a restringir a

entrada de imigrantes japoneses, justificando que estes

concorriam com a mão de obra local e prejudicariam o

mercado de trabalho. Na verdade, havia um grande

preconceito racial contra os orientais nessa época. Na

imprensa, nos meios políticos e nos locais onde se

debatia a opinião pública, houve um intenso debate

acerca da imigração oriental. Influenciados pela

campanha antinipônica e pelas ideias racistas que

circulavam no mundo, muitos cafeicultores, políticos e

intelectuais brasileiros enxergavam os orientais como

“racialmente inferiores" e preferiam trazer trabalhadores

brancos e europeus, a fim de “branquear" a população

mestiça brasileira. Esse retrospecto contraria o mito do

Brasil republicano como um “paraíso inter–racial".

Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo. Disponível em :

Acesso em: 5 nov. 2008 (com adaptações).

Entre os principais líderes brasileiros, a introdução do

imigrante japonês estava longe de ser uma unanimidade.

Segundo o texto, essa controvérsia tem origem

Com a mudança tecnológica ocorrida durante a Revolução Industrial, a forma de trabalhar alterou-se porque

Ao se comparar os dois artigos, no que diz respeito ao gênero dos eleitores, depreende-se que

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