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Em nosso país queremos substituir o egoísmo pela moral, a honra pela probidade, os usos pelos princípios, as conveniências pelos deveres, a tirania da moda pelo império da razão, o desprezo à desgraça pelo desprezo ao vício, a insolência pelo orgulho, a vaidade pela grandeza de alma, o amor ao dinheiro pelo amor à glória, a boa companhia pelas boas pessoas, a intriga pelo mérito, o espirituoso pelo gênio, o brilho pela verdade, o tédio da volúpia pelo encanto da felicidade, a mesquinharia dos grandes pela grandeza do homem.
HUNT, L. Revolução Francesa e Vida Privada. In: PERROT, M. (Org.) História da Vida Privada: da Revolução Francesa à Primeira Guerra. Vol. 4. São Paulo: Companhia das Letras, 1991 (adaptado).



O discurso de Robespierre, de 5 de fevereiro de 1794, do qual o trecho transcrito é parte, relaciona-se a qual dos grupos político-sociais envolvidos na Revolução Francesa?

Homens da Inglaterra, por que arar para os senhores que vos mantêm na miséria?
Por que tecer com esforços e cuidado as ricas roupas que vossos tiranos vestem?
Por que alimentar, vestir e poupar do berço até o túmulo esses parasitas ingratos que exploram vosso suor — ah, que bebem vosso sangue?
SHELLEY. Os homens da Inglaterra.
Apud HUBERMAN, L. História da Riqueza do Homem. Rio de Janeiro: Zahar, 1982.



A análise do trecho permite identificar que o poeta romântico Shelley (1792-1822) registrou uma contradição nas condições socioeconômicas da nascente classe trabalhadora inglesa durante a Revolução Industrial. Tal contradição está identificada


De fato, que alternativa restava aos portugueses, ao

se verem diante de uma mata virgem e necessitando de

terra para cultivo, a não ser derrubar a mata e atear–lhe

fogo? Seria, pois, injusto reprová–los por terem começado

dessa maneira. Todavia, podemos culpar os seus

descendentes, e com razão, por continuarem a queimar

as florestas quando há agora, no início do século XIX,

tanta terra limpa e pronta para o cultivo à sua disposição.

Saint–Hilaire, A. Viagem às nascentes do rio S. Francisco [1847].

Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: EDUSP, 1975 (adaptado).

No texto, há informações sobre a prática da queimada

em diferentes períodos da história do Brasil. Segundo a

análise apresentada, os portugueses

Chegança

Sou Pataxó,

Sou Xavante e Carriri,

Ianomâmi, sou Tupi

Guarani, sou Carajá.

Sou Pancaruru,

Carijó, Tupinajé,

Sou Potiguar, sou Caeté,

Ful–ni–ô, Tupinambá.



Eu atraquei num porto muito seguro,

Céu azul, paz e ar puro...

Botei as pernas pro ar.

Logo sonhei que estava no paraíso,

Onde nem era preciso dormir para sonhar.



Mas de repente me acordei com a surpresa:

Uma esquadra portuguesa veio na praia atracar.

Da grande–nau,

Um branco de barba escura,

Vestindo uma armadura me apontou pra me pegar.

E assustado dei um pulo da rede,

Pressenti a fome, a sede,

Eu pensei: “vão me acabar".

Levantei–me de Borduna já na mão.

Aí, senti no coração,

O Brasil vai começar.

Nóbrega, A; e Freire, W. CD Pernambuco falando para o mundo, 1998.

A letra da canção apresenta um tema recorrente na

história da colonização brasileira, as relações de poder

entre portugueses e povos nativos, e representa uma

crítica à ideia presente no chamado mito

Os cercamentos do século XVIII podem ser considerados

como sínteses das transformações que levaram à

consolidação do capitalismo na Inglaterra. Em primeiro

lugar, porque sua especialização exigiu uma articulação

fundamental com o mercado. Como se concentravam

na atividade de produção de lã, a realização da renda

dependeu dos mercados, de novas tecnologias de

beneficiamento do produto e do emprego de novos tipos de

ovelhas. Em segundo lugar, concentrou–se na inter–relação

do campo com a cidade e, num primeiro momento, também

se vinculou à liberação de mão de obra.

RODRIGUES, A. E. M. Revoluções burguesas. In: REIS FILHO, D. A. et al (Orgs.) O Século XX,

v. I. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000 (adaptado).

Outra consequência dos cercamentos que teria

contribuído para a Revolução Industrial na Inglaterra foi o

Ato Institucional nº 5 de 13 de dezembro de 1968

Art. 10 – Fica suspensa a garantia de habeas corpus, nos

casos de crimes políticos, contra a segurança nacional,

a ordem econômica e social e a economia popular.

Art. 11 – Excluem–se de qualquer apreciação judicial todos os

atos praticados de acordo com este Ato Institucional e seus

Atos Complementares, bem como os respectivos efeitos.

Disponível em: http://www.senado.gov.br. Acesso em: 29 jul. 2010.

O Ato Institucional nº 5 é considerado por muitos

autores um “golpe dentro do golpe". Nos artigos do

AI–5 selecionados, o governo militar procurou limitar a

atuação do Poder Judiciário, porque isso significava

Alexandria começou a ser construída em 332 a.C., por

Alexandre, o Grande, e, em poucos anos, tornou–se um

polo de estudos sobre matemática, filosofia e ciência

gregas. Meio século mais tarde, Ptolomeu II ergueu uma

enorme biblioteca e um museu — que funcionou como

centro de pesquisa. A biblioteca reuniu entre 200 mil e

500 mil papiros e, com o museu, transformou a cidade no

maior núcleo intelectual da época, especialmente entre

os anos 290 e 88 a.C. A partir de então, sofreu sucessivos

ataques de romanos, cristãos e árabes, o que resultou na

destruição ou perda de quase todo o seu acervo.

RIBEIRO, F. Filósofa e mártir. Aventuras na história.

São Paulo: Abril. ed. 81, abr. 2010 (adaptado).

A biblioteca de Alexandria exerceu durante certo tempo

um papel fundamental para a produção do conhecimento

e memória das civilizações antigas, porque

O movimento operário ofereceu uma nova resposta ao grito do homem miserável no princípio do século XIX.A resposta foi a consciência de classe e a ambição de classe. Os pobres então se organizavam em uma classe específica, a classe operária, diferente da classe dos patrões (ou capitalistas). A Revolução Francesa lhes deu confiança; a Revolução Industrial trouxe a necessidade da mobilização permanente.
HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 1977.



No texto, analisa-se o impacto das Revoluções Francesae Industrial para a organização da classe operária. Enquanto a confiança dada pela Revolução Francesa era originária do significado da vitória revolucionária sobre as classes dominantes, a "necessidade da mobilização permanente”, trazida pela Revolução Industrial, decorria da compreensão de que

A letra da canção apresenta um tema recorrente na história da colonização brasileira, as relações de poder entre portugueses e povos nativos, e representa uma crítica à ideia presente no chamado mito




Substitui-se então uma história crítica, profunda, por uma crônica de detalhes onde o patriotismo e a bravura dos nossos soldados encobrem a vilania dos motivos que levaram a Inglaterra a armar brasileiros e argentinos para a destruição da mais gloriosa república que já se viu na América Latina, a do Paraguai.
CHIAVENATTO, J. J. Genocídio americano: A Guerra do Paraguai. São Paulo: Brasiliense, 1979 (adaptado).



O imperialismo inglês, “destruindo o Paraguai, mantém o status quo na América Meridional, impedindo a ascensão do seu único Estado economicamente livre”. Essa teoria conspiratória vai contra a realidade dos fatos e não tem provas documentais. Contudo essa teoria tem alguma repercussão.
DORATIOTO, F. Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai.
São Paulo: Cia das Letras, 2002 (adaptado).



Uma leitura dessas narrativas divergentes demonstra que ambas estão refletindo sobre

O artigo 402 do Código penal Brasileiro de 1890 dizia: Fazer nas ruas e praças públicas exercícios de agilidade e destreza corporal, conhecidos pela denominação de capoeiragem: andar em correrias, com armas ou instrumentos capazes de produzir uma lesão corporal, provocando tumulto ou desordens.
Pena: Prisão de dois a seis meses.
SOARES, C. E. L. A Negregada instituicao: os capoeiras no Rio de Janeiro: 1850-1890.
Rio de Janeiro: Secretaria Municipal de Cultura, 1994 (adaptado).



O artigo do primeiro Código Penal Republicano naturaliza medidas socialmente excludentes. Nesse contexto, tal regulamento expressava

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