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    • Errado

Promotor de Justiça com atribuição recebe autos de inquérito policial em que se apura a prática do crime de estupro de vulnerável, crime este de ação penal pública incondicionada. Entendendo que não há prova de que o crime ocorreu, 05 dias após receber os autos, promove pelo arquivamento, encaminhando o inquérito para homologação do magistrado. Tomando conhecimento dessa informação, a avó da vítima apresenta queixa em ação penal privada subsidiária da pública. Considerando o fato narrado, é correto afirmar que tal queixa:

Mévio, primário, foi condenado por crime hediondo praticado em

2010.Após cumprir 2/5 da pena em regime fechado, o advogado

do apenado pleiteou progressão de regime. O juiz em atuação

junto à Vara de Execuções Penais, entendendo que o fato

praticado foi muito grave e violento em concreto, determina

realização de exame criminológico antes de conceder a

progressão. A defesa apresenta agravo de execução. Ao se

manifestar sobre o recurso, deverá o Ministério Público

considerar que:

José subtraiu o carro de Ana mediante grave ameaça

exercida com arma de fogo. Após a prática do ato, ele fugiu do

local dirigindo o veículo em alta velocidade, mas foi perseguido por

outros condutores que passavam pela via e atenderam ao pedido de

ajuda da vítima.

A partir dessa situação hipotética, assinale a opção correta.

Quanto à prova pericial, assinale a opção correta.

A situação em que um indivíduo é preso em flagrante delito por ser

surpreendido logo após cometer um homicídio caracteriza um

Sobre as autorizações de saída,

Sobre as medidas cautelares pessoais no processo penal brasileiro, é correto afirmar que

Lúcio Flavio, advogado, ofereceu queixa-crime em face de

Rosa, imputando-lhe a prática dos delitos de injúria simples e

difamação. As partes não celebraram qualquer acordo e a

querelada negava os fatos, não aceitando qualquer benefício.

Após o regular processamento e a instrução probatória, em

alegações finais, Lúcio Flávio requer a condenação de Rosa

pela prática do crime de difamação, nada falando em sua

manifestação derradeira sobre o crime de injúria.

Diante da situação narrada, é correto afirmar que

José foi absolvido em 1ª instância após ser denunciado pela

prática de um crime de extorsão em face de Marina. O

Ministério Público interpôs recurso de apelação, sendo a

sentença de primeiro grau reformada pelo Tribunal de Justiça

de Santa Catarina para condenar o réu à pena de 05 anos,

sendo certo que o acórdão transitou em julgado. Sete anos

depois da condenação, já tendo cumprido integralmente a

pena, José vem a falecer. Posteriormente, Caio, filho de José,

encontrou um vídeo no qual foi gravada uma conversa de José

e Marina, onde esta admite que mentiu ao dizer que foi vítima

do crime pelo qual José foi condenado, mas que a atitude foi

tomada por ciúmes. Caio, então, procura o advogado da

família.

Diante da situação narrada, é correto afirmar que Caio,

através de seu advogado,

No que tange à competência, o Direito Processual Penal brasileiro adotou, como regra, a teoria da(o):

A ação penal pode ser classificada como Pública ou

Privada, levando-se em consideração o responsável

pelo seu ajuizamento. A perempção, o perdão, a

decadência e a renúncia são institutos relacionados

ao prosseguimento da ação penal. Sendo assim, é

possível afirmar que:

Nas palavras de Fernando Capez, “ação penal é o direito de pedir ao Estado-Juiz a aplicação do direito penal objetivo a um caso concreto...". De acordo com o Código de Processo Penal:

Hugo foi denunciado pela prática de um crime de furto qualificado praticado contra Rosa. Na audiência de instrução e julgamento, Rosa confirmou a autoria delitiva, mas apresentou versão repleta de contradições, inovando ao afirmar que estava junto com Lúcia quando foi vítima do crime. O Ministério Público ouve os policiais que participaram apenas, posteriormente, da prisão de Hugo e não deseja ouvir novas testemunhas. A defesa requer a oitiva de Lúcia, mencionada por Rosa em seu testemunho, já que antes não tinha conhecimento sobre a mesma, mas o juiz indefere afirmando que o advogado já havia arrolado o número máximo de testemunhas em sua resposta à acusação.
Diante dessa situação, o advogado de Hugo deve alegar que

De acordo com o Código de Processo Penal, se for arguida a suspeição do órgão do Ministério Público, o juiz, depois de ouvi-lo, decidirá, sem recurso, podendo antes admitir a produção de provas no prazo de cinco dias.

No Supremo Tribunal Federal não é pacífico o entendimento de ser inexistente o recurso subscrito por advogado sem procuração nos autos.

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