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Segundo Kant, na obra Metafísica dos costumes, as leis da liberdade dizem respeito à filosofia prática e as leis

da natureza dizem respeito à filosofia teórica. Sobre as leis da liberdade, Kant afirma: “Na medida em que elas

dizem respeito apenas às ações exteriores e sua conformidade a leis, chamam-se jurídicas, mas se exigem

também que essas mesmas devam ser os princípios de determinação das ações, elas são éticas, e diz-se: o

acordo com as primeiras é a legalidade das ações, o acordo com as segundas, a moralidade das ações".

Sobre as concepções de leis em Kant, marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) A legalidade de uma ação está em concordância com as leis jurídicas.

( ) O princípio de determinação da ação moral concerne às leis da natureza.

( ) As leis da natureza e as leis da liberdade concernem à filosofia prática.

( ) A moralidade de uma ação está em concordância com as leis éticas.

Assinale a sequência correta.

Em relação à competência do Tribunal Pleno, disposta no Regimento Interno do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Compete ao Tribunal Pleno eleger os Desembargadores para os cargos de direção, dando-lhes posse. ( ) Compete ao Tribunal Pleno apreciar a indicação para agraciamento com colar do mérito judiciário. ( ) Compete ao Tribunal Pleno reunir-se em caso de comemoração cívica, visita oficial de altas autoridades ou para agraciamento com colar do mérito judiciário. ( ) Compete ao Tribunal Pleno apreciar e discutir qualquer matéria que diga respeito ao interesse institucional do Poder Judiciário Mato-grossense. Assinale a sequência correta.

A noção de que as organizações são sistemas de aprendizagem foi explorada por diversos autores. A coluna da

esquerda apresenta teóricos e a da direita, suas principais contribuições à ciência da administração.

1 - Cyert e Narch

2 - Argyris e Schon

3 - Senge

( ) Há cinco disciplinas que auxiliam o processo de

aprendizagem: domínio pessoal, modelos mentais, visão

compartilhada, aprendizagem em equipe e pensamento

sistêmico.

( ) A busca de soluções dos problemas da empresa leva à

aprendizagem, o próprio processo decisório produz a

aprendizagem.

( ) Novas competências modificam o comportamento e a

capacidade de resolver problemas, depende também do

comportamento participativo dos gerentes.

Marque a sequência correta.

Este princípio possui duas formas, a primeira objetiva a atuação coletiva, voltada tão somente a uma finalidade

pública; a segunda observa que os atos administrativos não devem ser atribuídos ao agente público que o está

praticando, mas, sim, à Administração Pública; ambas atuam na efetivação precisa do interesse público. Tratase

do princípio da

Que estilo de governo surgiu para enfrentar a crise fiscal do Estado na segunda metade do século XX e traz como princípios a racionalidade administrativa, o planejamento, o orçamento, a descentralização e o controle de resultados, sendo imbuído de servir o cidadão?

Sobre a Moderna Gestão de Pessoas, analise as afirmativas. I - O principal objetivo é auxiliar a organização a atingir suas metas. II - Prepara e capacita continuamente as pessoas e reconhece os esforços desempenhados. III - A felicidade da organização ao atingir seus objetivos acaba, consequentemente, gerando a satisfação dos funcionários. IV - Manter políticas éticas, abertas a todos, transparência, confiabilidade e participar de programas voluntários de comportamento socialmente responsável são demandas da empresa para com os que nela trabalham. Estão corretas as afirmativas

Considerando a definição de ato administrativo: “Como a declaração do Estado ou de quem o represente, que produz efeito jurídico de direito público e sujeita a controle pelo Poder Judiciário” (DI PIETRO, M. S. Z. Direito Administrativo. São Paulo: Atlas, 2015.), analise as afirmativas. I - Licença é o ato administrativo unilateral e vinculado pelo qual a administração faculta àquele que preencher os requisitos legais o exercício de uma atividade.
II - Aprovação é ato unilateral e discricionário pelo qual se exerce o controle a priori ou a posteriori do ato administrativo.
III - Homologação é ato bilateral e discricionário pelo qual a administração pública reconhece a legalidade de um ato jurídico.
IV - Portarias são formas de que se revestem os atos, gerais ou individuais, emanados do Chefe do Executivo.
Estão corretas as afirmativas

Quanto aos “contratos administrativos típicos”, é correto afirmar que

Nos termos do capítulo destinado à Administração Pública na Constituição Federal, é correto afirmar que

De acordo com Almeida (2012), “o controle interno representa em uma organização o conjunto de procedimentos,

métodos ou rotinas com os objetivos de proteger os ativos, produzir dados contábeis confiáveis e ajudar a

administração na condução ordenada dos negócios da empresa. Os dois primeiros objetivos representam controles

contábeis e, o último, controles administrativos". Com base no exposto, assinale a alternativa correspondente a um

controle administrativo.

Meu filho e seus ídolos

Todas as épocas têm os seus ídolos juvenis. Principalmente depois do fenômeno da comunicação de massa,

pessoas como James Dean ou Elvis Presley, para falar de astros de outros tempos, ou como Sandy e Junior e os

Backstreet Boys, fenômenos mais recentes, arrastam multidões de jovens aos seus shows. E não só isso. Além de

frequentarem os shows, os jovens são capazes de atitudes muito mais drásticas, como passar dias em uma fila para

comprar ingresso, fazer plantão na frente do hotel ou da casa do cantor simplesmente para dar uma olhadinha a

distância. Em casa, as paredes do quarto são forradas de pôsteres, revistas são consumidas aos milhares, álbuns são

confeccionados com devoção e programas de TV são ansiosamente esperados apenas para assistir a uma rápida

aparição do ídolo.

Muitos pais se perguntam: o que essas pessoas têm de tão especial para atrair a atenção de tantos jovens? A

primeira e mais óbvia resposta é que todos esses astros, mais do que qualquer outro mortal, detêm objetos de desejo

de nossa cultura ocidental, como fama, sucesso, beleza, dinheiro etc. Isso, porém, não justificaria as atitudes que os

adolescentes são capazes de tomar em relação a cantores, atores ou jogadores de futebol. Se a tietagem se justificasse

apenas pela admiração de certas características dos artistas (como a beleza, por exemplo), esse comportamento de fã

não pareceria tão restrito à juventude. Isso pode nos indicar que esse fenômeno tem a ver com a própria adolescência.

A adolescência traz desafios importantes para o jovem. Além de ser uma fase em que deixamos de ser criança e nos

preparamos para a vida adulta, a convivência social tem um grande peso. Por vezes, aos olhos dos pais, os filhos dão

mais importância aos amigos e suas opiniões do que à própria família. Não é incomum ouvir pais de adolescentes

reclamando que os filhos só ouvem, vestem, assistem e gostam daquilo que os amigos ouvem, vestem, assistem e

gostam. O que os pais têm dificuldade de entender são as transformações típicas que se operam nessa fase. O preparo

para a vida adulta envolve uma espécie de libertação das opiniões familiares. É como se o jovem tivesse uma

necessidade de se desligar daquela dependência infantil e encontrar sua própria identidade. Onde encontrar essa

identidade? Primeiro, no grupo social mais próximo, ou seja, nos amigos. Depois, em outras pessoas. E é aí que entram

os ídolos da juventude.

Essas pessoas famosas representam uma série de características valorizadas pelos adolescentes: às vezes a rebeldia

ou a aparente independência; às vezes a beleza ou a fama. Além de representarem esses valores, os ídolos parecem,

aos olhos do fã, pessoas que conseguem materializar seus sonhos, que conseguem tudo o que querem. Por isso esse

interesse fora do comum por tudo que se passa com eles.

Sob esse ponto de vista, ter ídolos é algo absolutamente normal. Torna-se preocupante, no entanto, quando esse

interesse passa a ser o foco central do adolescente, quando a sua vida gira completamente em torno do seu ídolo e ser

fã passa a ser a sua principal e única ocupação. Nesses casos, é importante que os pais estejam atentos para impedir

que a admiração do filho vire uma obsessão e ajudá-lo a lidar de forma mais saudável com a admiração que sente por

alguma pessoa famosa.

Porém, quando esse interesse não interfere na vida do adolescente, não há por que se preocupar. Pode ser até

uma oportunidade para que os pais conheçam melhor seus filhos. Discutir sobre os gostos, os desejos, enfim, as

preferências dos adolescentes nessa fase pode ser uma experiência muito rica para os pais. Até porque quem de nós

nunca teve seu ídolo?

(DELY, Paula. Meu filho e seus ídolos. Disponível em: http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_artigo027.asp.

Acesso em: 05/07/2011. Adaptado.)

Segundo o texto, os ídolos têm de especial os seguintes requisitos para atrair a atenção dos jovens, EXCETO:

Meu filho e seus ídolos

Todas as épocas têm os seus ídolos juvenis. Principalmente depois do fenômeno da comunicação de massa,

pessoas como James Dean ou Elvis Presley, para falar de astros de outros tempos, ou como Sandy e Junior e os

Backstreet Boys, fenômenos mais recentes, arrastam multidões de jovens aos seus shows. E não só isso. Além de

frequentarem os shows, os jovens são capazes de atitudes muito mais drásticas, como passar dias em uma fila para

comprar ingresso, fazer plantão na frente do hotel ou da casa do cantor simplesmente para dar uma olhadinha a

distância. Em casa, as paredes do quarto são forradas de pôsteres, revistas são consumidas aos milhares, álbuns são

confeccionados com devoção e programas de TV são ansiosamente esperados apenas para assistir a uma rápida

aparição do ídolo.

Muitos pais se perguntam: o que essas pessoas têm de tão especial para atrair a atenção de tantos jovens? A

primeira e mais óbvia resposta é que todos esses astros, mais do que qualquer outro mortal, detêm objetos de desejo

de nossa cultura ocidental, como fama, sucesso, beleza, dinheiro etc. Isso, porém, não justificaria as atitudes que os

adolescentes são capazes de tomar em relação a cantores, atores ou jogadores de futebol. Se a tietagem se justificasse

apenas pela admiração de certas características dos artistas (como a beleza, por exemplo), esse comportamento de fã

não pareceria tão restrito à juventude. Isso pode nos indicar que esse fenômeno tem a ver com a própria adolescência.

A adolescência traz desafios importantes para o jovem. Além de ser uma fase em que deixamos de ser criança e nos

preparamos para a vida adulta, a convivência social tem um grande peso. Por vezes, aos olhos dos pais, os filhos dão

mais importância aos amigos e suas opiniões do que à própria família. Não é incomum ouvir pais de adolescentes

reclamando que os filhos só ouvem, vestem, assistem e gostam daquilo que os amigos ouvem, vestem, assistem e

gostam. O que os pais têm dificuldade de entender são as transformações típicas que se operam nessa fase. O preparo

para a vida adulta envolve uma espécie de libertação das opiniões familiares. É como se o jovem tivesse uma

necessidade de se desligar daquela dependência infantil e encontrar sua própria identidade. Onde encontrar essa

identidade? Primeiro, no grupo social mais próximo, ou seja, nos amigos. Depois, em outras pessoas. E é aí que entram

os ídolos da juventude.

Essas pessoas famosas representam uma série de características valorizadas pelos adolescentes: às vezes a rebeldia

ou a aparente independência; às vezes a beleza ou a fama. Além de representarem esses valores, os ídolos parecem,

aos olhos do fã, pessoas que conseguem materializar seus sonhos, que conseguem tudo o que querem. Por isso esse

interesse fora do comum por tudo que se passa com eles.

Sob esse ponto de vista, ter ídolos é algo absolutamente normal. Torna-se preocupante, no entanto, quando esse

interesse passa a ser o foco central do adolescente, quando a sua vida gira completamente em torno do seu ídolo e ser

fã passa a ser a sua principal e única ocupação. Nesses casos, é importante que os pais estejam atentos para impedir

que a admiração do filho vire uma obsessão e ajudá-lo a lidar de forma mais saudável com a admiração que sente por

alguma pessoa famosa.

Porém, quando esse interesse não interfere na vida do adolescente, não há por que se preocupar. Pode ser até

uma oportunidade para que os pais conheçam melhor seus filhos. Discutir sobre os gostos, os desejos, enfim, as

preferências dos adolescentes nessa fase pode ser uma experiência muito rica para os pais. Até porque quem de nós

nunca teve seu ídolo?

(DELY, Paula. Meu filho e seus ídolos. Disponível em: http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_artigo027.asp.

Acesso em: 05/07/2011. Adaptado.)

De acordo com a classe de palavras, assinale a alternativa em que o termo destacado está associado INCORRETAMENTE.

Meu filho e seus ídolos

Todas as épocas têm os seus ídolos juvenis. Principalmente depois do fenômeno da comunicação de massa,

pessoas como James Dean ou Elvis Presley, para falar de astros de outros tempos, ou como Sandy e Junior e os

Backstreet Boys, fenômenos mais recentes, arrastam multidões de jovens aos seus shows. E não só isso. Além de

frequentarem os shows, os jovens são capazes de atitudes muito mais drásticas, como passar dias em uma fila para

comprar ingresso, fazer plantão na frente do hotel ou da casa do cantor simplesmente para dar uma olhadinha a

distância. Em casa, as paredes do quarto são forradas de pôsteres, revistas são consumidas aos milhares, álbuns são

confeccionados com devoção e programas de TV são ansiosamente esperados apenas para assistir a uma rápida

aparição do ídolo.

Muitos pais se perguntam: o que essas pessoas têm de tão especial para atrair a atenção de tantos jovens? A

primeira e mais óbvia resposta é que todos esses astros, mais do que qualquer outro mortal, detêm objetos de desejo

de nossa cultura ocidental, como fama, sucesso, beleza, dinheiro etc. Isso, porém, não justificaria as atitudes que os

adolescentes são capazes de tomar em relação a cantores, atores ou jogadores de futebol. Se a tietagem se justificasse

apenas pela admiração de certas características dos artistas (como a beleza, por exemplo), esse comportamento de fã

não pareceria tão restrito à juventude. Isso pode nos indicar que esse fenômeno tem a ver com a própria adolescência.

A adolescência traz desafios importantes para o jovem. Além de ser uma fase em que deixamos de ser criança e nos

preparamos para a vida adulta, a convivência social tem um grande peso. Por vezes, aos olhos dos pais, os filhos dão

mais importância aos amigos e suas opiniões do que à própria família. Não é incomum ouvir pais de adolescentes

reclamando que os filhos só ouvem, vestem, assistem e gostam daquilo que os amigos ouvem, vestem, assistem e

gostam. O que os pais têm dificuldade de entender são as transformações típicas que se operam nessa fase. O preparo

para a vida adulta envolve uma espécie de libertação das opiniões familiares. É como se o jovem tivesse uma

necessidade de se desligar daquela dependência infantil e encontrar sua própria identidade. Onde encontrar essa

identidade? Primeiro, no grupo social mais próximo, ou seja, nos amigos. Depois, em outras pessoas. E é aí que entram

os ídolos da juventude.

Essas pessoas famosas representam uma série de características valorizadas pelos adolescentes: às vezes a rebeldia

ou a aparente independência; às vezes a beleza ou a fama. Além de representarem esses valores, os ídolos parecem,

aos olhos do fã, pessoas que conseguem materializar seus sonhos, que conseguem tudo o que querem. Por isso esse

interesse fora do comum por tudo que se passa com eles.

Sob esse ponto de vista, ter ídolos é algo absolutamente normal. Torna-se preocupante, no entanto, quando esse

interesse passa a ser o foco central do adolescente, quando a sua vida gira completamente em torno do seu ídolo e ser

fã passa a ser a sua principal e única ocupação. Nesses casos, é importante que os pais estejam atentos para impedir

que a admiração do filho vire uma obsessão e ajudá-lo a lidar de forma mais saudável com a admiração que sente por

alguma pessoa famosa.

Porém, quando esse interesse não interfere na vida do adolescente, não há por que se preocupar. Pode ser até

uma oportunidade para que os pais conheçam melhor seus filhos. Discutir sobre os gostos, os desejos, enfim, as

preferências dos adolescentes nessa fase pode ser uma experiência muito rica para os pais. Até porque quem de nós

nunca teve seu ídolo?

(DELY, Paula. Meu filho e seus ídolos. Disponível em: http://www.aprendebrasil.com.br/falecom/psicologa_artigo027.asp.

Acesso em: 05/07/2011. Adaptado.)

Assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.

Qual deve ser o valor de x para que o polígono apresentado seja um quadrado?

A ocorrência do processo de globalização tem seu primórdio a partir das grandes navegações empreendidas por

Portugal e Espanha no século XV. É fato que atualmente a globalização representa um profundo antagonismo na

realidade mundial. Acerca da afirmativa que ilustra o exposto, analise.

I.Ao mesmo tempo que se cria possibilidades de um mundo unificado, agravam-se as velhas desigualdades, bem como

surgem novas. Beneficia os países, grupos e pessoas mais ricas em detrimento dos pobres.

II.Reorganização do sistema financeiro internacional, de acordo com as exigências dos grandes complexos

empresariais e dos países desenvolvidos, bem como o rápido deslocamento de imensas somas de dinheiro e a

interdependência de praticamente todas as bolsas de valores.

III.Uso do inglês como língua universal, facilitando as trocas de informações entre diferentes pessoas, grupos e povos.

IV.A revolução da informática influencia os mais diversos setores da vida social, acelerando os transportes e os fluxos

de informações, encurtando o tempo e o espaço.

Está correta apenas a afirmativa

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