As teclas de atalho para adicionar uma nota de rodapé em um documento, no editor de texto MS Word em português, são:
Assinale a opção que contém somente endereços IPs Privados, considerando que endereços IP Públicos possuem unicidade global e somente podem ser atribuídos para uma organização por uma instituição autorizada da Internet e endereços IP Privados possuem unicidade local e podem ser usados livremente por qualquer organização, pois, são únicos apenas na inter-rede privada de uma organização.
(Fonte: https://pt.scribd.com/doc/83505510/Arquitetura-e-protocolos-de-rede-TCP-IP)
Um almoxarifado recebe todos os dias pela manhã 10 resmas de papel sulfite às 8h. Durante o dia ele distribui 2 resmas para cada um dos seus 3 setores. Sabendo-se que a capacidade máxima do almoxarifado é de 240 resmas e que o almoxarifado está vazio, quantos dias demoram para o almoxarifado atingir sua capacidade máxima pela 1ª vez?
Em um hotel estão hospedados 5 amigos. Antes de ir tomar café da manhã eles combinaram o seguinte:
Se João beber café então Ana beberá leite.
Se Júlio comer pão então Antônio não comerá bolacha.
Se Antônio beber leite então João não beberá café. Se Maria beber suco então Ana Comerá bolacha. Ao chegarem ao restaurante para tomar o café da manhã descobriram que não havia leite e nem bolacha. Seguindo o combinado pelos 5 amigos pode-se afirmar que ocorrerá:
Com o início do ano, uma concessionária que vendia o carro A por R$ 20.000,00 decidiu subir o preço em 10%. Como no mês de janeiro a quantidade de vendas desse carro A foi muito pequena a concessionária fez uma promoção de 20% de desconto no mês de fevereiro, em março novamente subiu 15% o valor do carro A e em abril resolveu dar um desconto novamente de 5%. Ao final de todos estes aumentos e descontos, qual o valor, em reais, que o carro A passou a custar?
A segurança da informação é a disciplina que visa preservar informações digitais, e para que isso aconteça, é preciso o uso de mecanismos e medidas que controlem o acesso às informações. Um dos seus princípios básicos possui a propriedade de garantir que a informação mantenha todas as características originais estabelecidas pelo proprietário da informação.
Este princípio básico é a:
Curiosamente, viver abaixo do nível do mar explica o etos igualitarista dos holandeses. As tempestades e enchentes que se abateram sobre a Holanda nos séculos XV e XVI incutiram no povo o senso do propósito comum. O menino que tapou com o dedo o furo no dique nunca existiu. Cada cidadão tinha de contribuir para manter o país seco, carregando pesados sacos de
argila no meio da noite se um dique estivesse prestes a ruir. Uma cidade podia ser totalmente engolida pelas águas num átimo. Quem pusesse o status acima do dever era malvisto. Mesmo hoje em dia, a monarquia holandesa é ambivalente na questão da pompa e circunstância. Uma vez por ano, a rainha anda de bicicleta e serve chocolate quente a seus criados para mostrar que é do povo.
A natureza das hierarquias é culturalmente variável. Abrange toda a gama que vai da formalidade militar germânica e as nítidas divisões de classe britânicas às atitudes desencontradas e apreço pela igualdade dos americanos. No entanto, por mais informais que sejam algumas culturas, nada se compara à negação de status naqueles que os antropólogos chamam de “verdadeiros igualitaristas”. Estes vão muito além de ter uma rainha ciclista ou um presidente chamado Bill. A própria ideia de monarquia os deixa indignados. Refiro-me aos índios navajos, aos hotentotes, pigmeus mbuti, !kung san, inuítes e outros. Afirma-se que essas sociedades em pequena escala, povos caçadores-coletores, horticultores ou dedicados a outras ocupações, eliminam completamente as distinções de riqueza, poder e status, mantendo apenas as de gênero e as entre pais e filhos. A ênfase é na igualdade e no compartilhamento. Acredita-se que nossos ancestrais imediatos viveram desse modo por milhões de anos.
Nesse caso, seriam as hierarquias menos arraigadas do que supomos?
Houve um tempo em que os antropólogos viam o igualitarismo como um arranjo pacífico no qual as pessoas mostravam o que tinham de melhor, amando e valorizando umas às outras. Era um estado utópico em que leão e cordeiro, dizia-se, dormiam lado a lado. Não estou afirmando que tais estados estão fora de questão. De fato, noticiou-se que uma leoa nas planícies quenianas demonstrou afeição maternal por um filhote de antílope. Mas da perspectiva biológica eles são insustentáveis. Em algum momento, o auto-interesse erguerá sua hedionda cabeça: os predadores sentirão o estômago vazio e as pessoas brigarão pelos recursos. O igualitarismo não se baseia em amor mútuo, e muito menos em passividade. É uma condição ativamente mantida que reconhece o universal desejo humano de controlar e dominar. Em vez de negarem o desejo de poder, os igualitaristas o conhecem bem demais. Lidam com ele todos os dias.
(DE WAAL, F. Eu, primata. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 96-97)
No trecho “Em algum momento, o auto-interesse erguerá sua hedionda cabeça:”, ocorre a figura de linguagem:
Curiosamente, viver abaixo do nível do mar explica o etos igualitarista dos holandeses. As tempestades e enchentes que se abateram sobre a Holanda nos séculos XV e XVI incutiram no povo o senso do propósito comum. O menino que tapou com o dedo o furo no dique nunca existiu. Cada cidadão tinha de contribuir para manter o país seco, carregando pesados sacos de
argila no meio da noite se um dique estivesse prestes a ruir. Uma cidade podia ser totalmente engolida pelas águas num átimo. Quem pusesse o status acima do dever era malvisto. Mesmo hoje em dia, a monarquia holandesa é ambivalente na questão da pompa e circunstância. Uma
vez por ano, a rainha anda de bicicleta e serve chocolate quente a seus criados para mostrar que é do povo.
A natureza das hierarquias é culturalmente variável. Abrange toda a gama que vai da formalidade militar germânica e as nítidas divisões de classe britânicas às atitudes desencontradas e apreço pela igualdade dos americanos. No entanto, por mais informais que sejam algumas culturas, nada se compara à negação de status naqueles que os antropólogos
chamam de “verdadeiros igualitaristas”. Estes vão muito além de ter uma rainha ciclista ou um presidente chamado Bill. A própria ideia de monarquia os deixa indignados. Refiro-me aos índios navajos, aos hotentotes, pigmeus mbuti, !kung san, inuítes e outros. Afirma-se que essas sociedades em pequena escala, povos caçadores-coletores, horticultores ou dedicados a outras ocupações, eliminam completamente as distinções de riqueza, poder e status, mantendo apenas as de gênero e as entre pais e filhos. A ênfase é na igualdade e no compartilhamento. Acredita-se que nossos ancestrais imediatos viveram desse modo por milhões de anos. Nesse caso, seriam
as hierarquias menos arraigadas do que supomos?
Houve um tempo em que os antropólogos viam o igualitarismo como um arranjo pacífico no qual as pessoas mostravam o que tinham de melhor, amando e valorizando umas às outras. Era um estado utópico em que leão e cordeiro, dizia-se, dormiam lado a lado. Não estou afirmando que tais estados estão fora de questão. De fato, noticiou-se que uma leoa nas planícies quenianas demonstrou afeição maternal por um filhote de antílope. Mas da perspectiva biológica eles são insustentáveis. Em algum momento, o auto-interesse erguerá sua hedionda cabeça: os predadores sentirão o estômago vazio e as pessoas brigarão pelos recursos. O igualitarismo não
se baseia em amor mútuo, e muito menos em passividade. É uma condição ativamente mantida que reconhece o universal desejo humano de controlar e dominar. Em vez de negarem o desejo de poder, os igualitaristas o conhecem bem demais. Lidam com ele todos os dias.
(DE WAAL, F. Eu, primata. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 96-97)
Para o autor do texto, a atitude da rainha holandesa é:
Curiosamente, viver abaixo do nível do mar explica o etos igualitarista dos holandeses. As tempestades e enchentes que se abateram sobre a Holanda nos séculos XV e XVI incutiram no povo o senso do propósito comum. O menino que tapou com o dedo o furo no dique nunca existiu. Cada cidadão tinha de contribuir para manter o país seco, carregando pesados sacos de
argila no meio da noite se um dique estivesse prestes a ruir. Uma cidade podia ser totalmente engolida pelas águas num átimo. Quem pusesse o status acima do dever era malvisto. Mesmo hoje em dia, a monarquia holandesa é ambivalente na questão da pompa e circunstância. Uma
vez por ano, a rainha anda de bicicleta e serve chocolate quente a seus criados para mostrar que é do povo.
A natureza das hierarquias é culturalmente variável. Abrange toda a gama que vai da formalidade militar germânica e as nítidas divisões de classe britânicas às atitudes desencontradas e apreço pela igualdade dos americanos. No entanto, por mais informais que sejam algumas culturas, nada se compara à negação de status naqueles que os antropólogos
chamam de “verdadeiros igualitaristas”. Estes vão muito além de ter uma rainha ciclista ou um presidente chamado Bill. A própria ideia de monarquia os deixa indignados. Refiro-me aos índios navajos, aos hotentotes, pigmeus mbuti, !kung san, inuítes e outros. Afirma-se que essas sociedades em pequena escala, povos caçadores-coletores, horticultores ou dedicados a outras ocupações, eliminam completamente as distinções de riqueza, poder e status, mantendo apenas as de gênero e as entre pais e filhos. A ênfase é na igualdade e no compartilhamento. Acredita-se que nossos ancestrais imediatos viveram desse modo por milhões de anos. Nesse caso, seriam
as hierarquias menos arraigadas do que supomos?
Houve um tempo em que os antropólogos viam o igualitarismo como um arranjo pacífico no qual as pessoas mostravam o que tinham de melhor, amando e valorizando umas às outras. Era um estado utópico em que leão e cordeiro, dizia-se, dormiam lado a lado. Não estou afirmando que tais estados estão fora de questão. De fato, noticiou-se que uma leoa nas planícies quenianas demonstrou afeição maternal por um filhote de antílope. Mas da perspectiva biológica eles são insustentáveis. Em algum momento, o auto-interesse erguerá sua hedionda cabeça: os predadores sentirão o estômago vazio e as pessoas brigarão pelos recursos. O igualitarismo não
se baseia em amor mútuo, e muito menos em passividade. É uma condição ativamente mantida que reconhece o universal desejo humano de controlar e dominar. Em vez de negarem o desejo de poder, os igualitaristas o conhecem bem demais. Lidam com ele todos os dias.
(DE WAAL, F. Eu, primata. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 96-97)
Quanto ao emprego de tempos verbais no primeiro parágrafo, é correto afirmar que:
O sistema de Controle na Administração Pública se diferencia entre Controle Externo e Controle interno. Das assertivas abaixo, indique qual apresenta correta distinção:
Várias são as hipóteses nas quais será dispensável a licitação, nos moldes do artigo 24, Lei 8.666/93 e suas alterações posteriores. Das hipóteses apresentadas nas alternativas a seguir, assinale a incorreta.
Uma empresa apresentou dois gráficos que representam as vendas e os custos no decorrer de 5 meses.

Sabendo-se que o lucro é dado pela diferença das vendas menos os custos, é correto apenas o que se afirma em:
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Piumhi/MG, em suas disposições preliminares, constantes no art. 4º, são Símbolos Oficiais do Município, representativos de sua cultura e história:
[...] Nossa memória não se comporta como a de uma câmara digital, em que tudo fica gravado, fica facilmente acessível quando bem se entende. Ela está mais para uma página de Wikipédia, que pode ser editada livremente. É o principal: ela é colaborativa. Você não é o único editor – sua memória enciclopédica também pode ser editada pelos outros.
A analogia acima é de Elizabeth Loftus, psicóloga americana que conduziu o primeiro teste de destaque envolvendo a implantação de memórias falsas em 1995. A ideia de Loftus era descobrir, nos experimentos, ser era possível convencer alguém de algo que nunca viveu só na base da lábia. Algo no estilo do filme A origem, só que com ela mesma assumindo o lugar de Leonardo DiCaprio.
A manipulação deu certo: (1) uma em cada quatro pessoas testadas saíram dos encontros acreditando piamente ter memórias sobre os mais bizarros acntecimentos. [...]
Superinteressante. Ed. 398, janeiro 2019.
Assinale a alternativa cuja expressão, ao substituir os dois pontos (1), altera a relação de sentido entre as proposições.
Em uma planilha do Microsoft Office Excel 2013, na sua configuração padrão e no idioma Português do Brasil, foi criado, no intervalo A1:C8, uma tabela para guardar o registro de clientes de uma loja. Um funcionário deseja obter na célula E4 o número de pessoas cujo sexo seja igual a “F” e a idade seja maior ou igual a 18 e menor ou igual a 32 anos. Observe a tabela criada abaixo.

Assinale a alternativa que apresenta a fórmula presente na célula E4 que retorna o número de pessoas presentes no intervalo A1:C8 cujo sexo seja igual a “F” e a idade seja maior ou igual a 18 e menor ou igual a 32 anos.