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Folha de respostas:

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Atenção: Para responder às questões de números 6 a 10, baseie-se no texto abaixo.

Estamos todos nos fanatizando?

                 O que separa alguém de convicções firmes de um fanático? A resposta não é fácil e pode mesmo ser impossível, ou antes subjetiva, dependente de crenças tão enraizadas em cada um de nós que mergulham no visceral, no irracional. Em resumo, fanatismo é a convicção firme dos que discordam de mim e portanto estão errados; convicção firme é o fanatismo de quem pensa como eu,
logo está certo. As palavras não são inocentes.
                Mas será só isso? Estaremos condenados a esse estranho oxímoro, o relativismo absoluto, e à morte do diálogo? Ou haverá um modo menos cínico de lidar com visões de mundo divergentes? Em outras palavras, será possível recuperar um solo comum em que adversários negociem, firmem pactos em torno de certos – talvez poucos, mas cruciais – objetivos compartilhados?
                A palavra fanatismo tem duas acepções no Houaiss. A primeira é “zelo religioso obsessivo que pode levar a extremos de intolerância”. A segunda, derivada daquela por extensão, “facciosismo partidário; adesão cega a um sistema ou doutrina; dedicação excessiva a alguém ou algo; paixão”. A palavra passou ao português (em fins do século 18) como versão importada do adjetivo latino derivado de “fanum”, lugar sagrado, campo santo. O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio – era o inspirado pela chama divina –, mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

                                                                                                                                                                                                             (Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S. Paulo. 24.nov.2021)

O “fanaticus” tinha conotações positivas a princípio [...], mas não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante.

Uma nova, correta e coerente redação da frase acima, caso se a inicie por O “fanaticus” não demorou a ganhar acepções como furioso, louco e delirante, deverá complementar-se com a seguinte construção:

De acordo com o que estabelece o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 19a região, compete ao Presidente do Tribunal

Considere a Árvore Binária de Pesquisa (ABP) abaixo.

Os elementos desta ABP serão armazenados em um vetor numerado de 1 a 7, seguindo estas regras:
a. a raiz sempre ficará na posição 1 do vetor;
b. um nó filho na subárvore esquerda receberá o dobro do valor da posição do seu pai; e
c. um nó filho na subárvore direita receberá o dobro do valor da posição de seu pai acrescido de 1.

O vetor resultante de 1 a 7 será, correta e respectivamente:

O Fibre Channel

Na classe principal de uma aplicação criada com Spring Boot, para fazer com que a aplicação atue como um cliente Eureka utiliza-se a anotação

Dentro de uma política de desenvolvimento, a norma ABNT NBR ISO/IEC 27002:2013 recomenda que sejam considerados diversos aspectos, dentre eles: segurança no ambiente de desenvolvimento; capacidade dos desenvolvedores de evitar, encontrar e corrigir vulnerabilidades; orientações sobre a segurança no ciclo de vida do desenvolvimento do software; repositórios seguros; segurança no controle de versões; e

Segundo a Resolução CNJ número 396, de 7 de junho de 2021, cada Tribunal, com exceção do STF, deverá estabelecer em sua Política de Segurança da Informação ações para:
– realizar a Gestão dos Ativos de Informação e da Política de Controle de Acesso;
– criar controles para o tratamento de informações com restrição de acesso;
– promover treinamento contínuo e certificação internacional dos profissionais diretamente envolvidos na área de segurança cibernética;
– estabelecer requisitos mínimos de segurança cibernética nas contratações e nos acordos que envolvam a comunicação com outros órgãos;
– utilizar os recursos de soluções de criptografia, ampliando o uso de assinatura eletrônica, conforme legislações específicas;
e

O teste automatizado de software que simula situações que normalmente não aconteceriam (como toques acidentais em áreas não interativas), para analisar se nenhum ponto da interface apresenta problemas, é conhecido como teste de

As figuras a seguir mostram configurações de interconexão de computadores, representados pelas letras de A até H, em rede.

        I                             II                            III

Observando as configurações I, II e III, um Analista classificou-as, correta e respectivamente, como:

O Internet Group Management Protocol (IGMP) é

No regime da comunhão parcial de bens, podem os cônjuges, independentemente de autorização do outro,

A doutrina majoritária considera que o tipo penal possui uma parte objetiva e outra subjetiva. Considerando-se o dolo como o
tipo subjetivo e à luz do artigo 18 do Código Penal,

A prescrição depois de transitar em julgado a sentença condenatória

A prisão temporária

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, baseie-se no texto abaixo.

[Religiões e progresso]

            É conhecida a tese de que nas sociedades pré-modernas, como o medievo europeu ou as culturas ameríndias e africanas
tradicionais, a religião não tem uma existência à parte das demais esferas da vida, não é um nicho compartimentalizado de devoção e
celebração ritual demarcado no tempo e no espaço, mas está integrada à textura do cotidiano comum e permeia todas as instâncias
da existência.
            A separação radical entre o profano e o sagrado – entre o mundo secular regido pela razão, de um lado, e o mundo da fé,
regido por opções e afinidades estritamente pessoais, de outro – seria um traço distintivo da moderna cultura ocidental. Mas será isso
mesmo verdade? Até que ponto o mundo moderno teria de fato banido a emoção religiosa da vida prática e confinado a esfera do
sagrado ao gueto das preces, contrições e liturgias dominantes? Ou não seria essa compartimentalização, antes, um meio de
apaziguar as antigas formas de religiosidade e ajustar contas com elas ao mesmo tempo em que se abre e se desobstrui o terreno
visando a liberação da vida prática para o culto de outros deuses e de outra fé?
           Não se trata, é claro, de negar o valor desses outros deuses: a ciência, a técnica, o conforto material, a sede de acumulação de
riquezas. O equívoco está em absolutizar esses novos deuses em relação a outros valores, e esperar deles mais do que podem
oferecer. A ciência jamais decifrará o enigma de existir; a tecnologia não substitui a ética; e o aumento indefinido de renda e riqueza
não nos conduz a vidas mais livres, plenas e dignas de serem vividas, além de pôr em risco o equilíbrio mesmo da bioesfera.
                                                                                                                                                      (Adaptado de: GIANETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 152-153)

As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas na frase:

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