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Conforme o § 2º, da Lei nº 9.784/1999, é correto afirmar que se considera

Para os fins da Lei nº 8.666/1993, considera-se projeto executivo

Segundo a Lei nº 10.520/2002, o pregoeiro e respectiva equipe de apoio não têm a atribuição

De acordo com o artigo 8º, da Lei nº 8.112/1990, são formas de provimento de cargo público

I. contratação.

II. reversão.

III. promoção.

IV. nomeação.

É correto o que está contido em

A Figura abaixo representa o Agente Etiológico de qual das Patologias de interesse sanitário relacionadas a seguir?

Com relação ao SUS, identifique a opção INCORRETA:

No estado do Paraná, as disputas por limites territoriais e os conflitos pela posse de terra acarretaram alguns episódios sangrentos que exigiram a atuação da Polícia Militar do Paraná. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.

Desde os tempos de D. Pedro I (1798-1834) pensava-se em uma nova capital para o país, mas ela só foi construída durante o governo de Juscelino Kubitschek (1902-1976). A respeito de Juscelino Kubitschek e sua obra, assinale a alternativa INCORRETA.

Sobre as transformações demográficas que vêm ocorrendo nas últimas décadas, no Brasil, assinale a alternativa correta.

Melisso de Samos sistematizou a doutrina eleática com uma prosa clara e procedente com rigor dedutivo, corrigindo-a também em alguns pontos: em primeiro lugar, afirmou que o ser devia ser infinito (e não finito, como dizia Parmênides) porque não tem limites temporais nem espaciais e porque, se fosse finito, deveria limitar-se com o vazio, quer dizer, com um não-ser, o que é impossível. Na medida em que é infinito, o ser é, também, necessariamente uno. Além desta discordância de Melisso em relação a Parmênides, também se pode afirmar deste filósofo de Samos:
I. Outro ponto no qual Melisso de Samos retificou a Parmênides consiste na eliminação total da esfera da opinião, mediante uma reflexão de notável audácia especulativa.
II. Melisso afirmava que as múltiplas coisas, das que os sentidos parecem dar testemunho, existiriam na realidade e nosso conhecimento sensível seria veraz, com uma condição: cada uma destas coisas haveria de permanecer sempre tal como se nos apareceu a primeira vez, isto é, com a condição de que cada coisa permanecesse sempre idêntica e imutável como o Ser-Uno.
III. Sobre a base mesma do nosso conhecimento empírico, constatamos que as múltiplas coisas que são objeto de percepção sensível nunca permanecem idênticas: modificam-se, alternam-se, corrompem-se continuamente, de maneira muito diferente ao que exigiria o estatuto do ser e da verdade. Em consequência, há uma contradição entre o que, por um lado, reconhece a razão como condição absoluta do ser e da verdade e, por outro lado, o que testemunham os sentidos e a experiência.
IV. Melisso afrontou decididamente as refutações elaboradas pelos adversários e os intentos de ridicularizar a Parmênides. O procedimento que utilizou consistia em demonstrar que as consequências derivadas dos argumentos construídos para refutar a Parmênides eram ainda mais contraditórias e ridículas que as teses que pretendiam rechaçar. Ele descobriu, com isso, a refutação da refutação, vale dizer, a demonstração mediante o absurdo.
V. Melisso elimina a contradição mediante a negação da validade dos sentidos e do que os sentidos proclamam (em essência, porque os sentidos proclamam o não-ser), em exclusivo benefício do que proclama a razão. A única realidade, pois, consiste no Ser-Uno: o hipoteticamente múltiplo só poderia existir se fosse como Ser-Uno. Se os muitos existissem, deveria ser cada um como é o Uno.

O estudo da História da Filosofia revela certo lugar comum de raciocínio entre os sofistas, Sócrates, os socráticos e a medicina hipocrática. Este lugar é a descoberta do homem como ponto de partida da reflexão. Ainda que estes grupos de pensadores tenham apresentado teorias muito distintas e, muitas das vezes, opostas, o homem é, sem dúvida, o elemento fundamental de suas produções filosóficas. Identifique o que não pertence ao modo socrático de apresentar sua filosofia.
I.Para Sócrates, a finalidade prática de sua doutrina tem um aspecto notavelmente positivo: graças a ele, o problema educativo e o afã pedagógico passam a primeiro plano e assumem um novo significado. Sócrates se torna um divulgador da ideia segundo a qual a virtude não depende da nobreza do sangue e do nascimento, mas que se baseia no saber, assim se compreende porque, para Sócrates, a indagação da verdade estava necessariamente ligada a sua difusão.
II. De Sócrates se destacava o aspecto errante de sua filosofia e o não respeitar o apego a sua própria cidade, que para outros gregos era uma espécie de dogma ético. Neste sentido, Sócrates compreendeu que os estreitos limites da polis já não tinham razão de ser, convertendo-se sua filosofia em portadora de demandas panhelênicas e mais que cidadão de uma só cidade, sentiu-se cidadão da Hélade.
III. Sócrates ensinava a fortalecer o argumento mais débil que houvesse. Isto não quer dizer que Sócrates ensinasse a injustiça e a iniquidade em vez da justiça ou da retidão, e sim, simplesmente que ensinava a maneira em que – técnica e metodologicamente – era possível afiançar e conseguir a vitória do argumento que em uma discussão em certas circunstâncias determinadas, pudesse resultar mais débil.
IV. Para Sócrates, o ser não pode ser cognoscível. Na busca de provar esta afirmação, Sócrates diz que há coisas pensadas que não existem e coisas não pensadas que existem, o que prova, pois que há uma ruptura entre ser e pensar. Na suposição de que fosse pensável, o ser resultaria impensável.
V. Foi deveras original a interpretação de Sócrates sobre os deuses: estes são a encarnação do útil e do vantajoso: “Os antigos consideraram como deuses em virtude da vantagem que dele se emanava, ao sol, à lua, às fontes e, em geral, a todas as forças que nos servem para viver, como, por exemplo, o Nilo, no caso dos egípcios.”

De modo geral os padres, latinos anteriores a Agostinho se sentiram pouco atraídos pela filosofia e, quando se ocuparam dela, não criaram ideias verdadeiramente novas. Os primeiros apologistas tiveram uma formação jurídico-retórica ao passo que, para outros pensadores latinos, prevaleceram os interesses estritamente teológicos e pastorais. Identifique o que há de verdade no que se diz abaixo sobre os pensadores latinos.
I. O primeiro escrito apologético é de Octávio de Minucio Felix, para o qual interessam as coincidências entre os filósofos gregos e o cristianismo. Ele afirma que os filósofos gregos asseveram as mesmas coisas que são cridas pelos cristãos, mas isso não significa que os cristãos tenham seguido os passos dos gregos, mas porque eles se deixaram conduzir por um distante vislumbre que brilhou diante de seus olhos, graças à predicação dos profetas sobre a divindade.
II. Tertuliano afirmou que existe uma semelhança fundamental entre os filósofos e os cristãos: “existe uma semelhança fundamental entre o filósofo e o cristão: ambos são candidatos ao céu, ambos abominam a fama terrena e a venda de palavras, ambos custodiam a verdade.” Sendo assim, Tertuliano afirma que tanto em Atenas quanto em Jerusalém se busca a verdade com simplicidade de coração.
III. Tertuliano se mostra partidário da ontologia estóica. Para ele, o ser é corpo (nihil enim, si non corpus, nihil est incorporale, nisi quod non est). Para Tertuliano, Deus é corpo, ainda que sui generis, do mesmo modo que é alma, também é corpo.
IV. A filosofia mosaica de Ambrósio implicou na aquisição de novos conceitos ignorados pelo pensamento grego, começando pela noção de criação que é formulada pela primeira vez de um modo sistemático: Deus cria a matéria do nada e logo imprime nela a forma; para criar o mundo físico, Deus cria previamente o cosmos inteligível (as ideias) como modelo ideal, e este cosmos inteligível não é mais que o Logos de Deus no ato de formar o mundo.
V. O eixo central da filosofia de Cipriano é a noção de Logos, entendida em um triplo sentido: (A ) princípio criador do mundo; (B ) princípio de qualquer forma de sabedoria, que inspirou aos profetas e aos filósofos; (C ) princípio de salvação (Logos Encarnado).

Diferentemente de Aristóteles, que tinha por preocupação buscar conhecer o que o homem encontra, Kant busca tratar da própria “possibilitação” do encontro conforme ele seja mediado pela subjetividade humana. Isto é o cerne da reviravolta copernicana do pensar que apresenta uma nova configuração para a ciência primeira. A proposta kantiana acerca do conhecimento humano não é mais a pergunta pelo ente enquanto ente, mas como tematização da subjetiva humana: buscando as condições de possibilidades de todo o pensar, este é o cerne do pensamento crítico de Immanuel Kant. Analise os itens abaixo e destaque entre eles o que pertence ao Filósofo de Königsberg.
I. “... o espaço e o tempo são apenas formas da intuição sensível, isto é, somente condições da existência das coisas como fenômenos e que, além disso, não possuímos conceitos do entendimento e, portanto, tampouco elementos para o conhecimento das coisas senão quando nos pode ser dada a intuição correspondente a esses conceitos”.
II. “Não podemos ter conhecimento de nenhum objeto, enquanto coisa em si, mas tão somente como objeto da intuição sensível (...); de onde deriva, em consequência, a restrição de todo o conhecimento especulativo da razão aos simples objetos da experiência”.
III. “Para conhecer um objeto é necessário poder provar a sua possibilidade (seja pelo testemunho da experiência a partir da sua realidade, seja a priori pela razão) Mas posso pensar no que quiser desde que não entre em contradição comigo mesmo, isto é, desde que o meu conceito seja um pensamento possível, embora não possa responder que, no conjunto de todas as possibilidades, a esses conceito corresponda ou não também um objeto.”
IV. “Portanto, a primeira e mais importante tarefa da filosofia consistirá em extirpar de uma vez para sempre a busca de conhecimentos que tomem por base qualquer influência nefasta da experiência e da razão pura, agindo dessa forma, ao contrário do que pensa Hume, estaremos estancando a fonte dos erros”.
V. “A crítica não se opõe ao procedimento dogmático da razão no seu conhecimento puro, enquanto ciência (pois esta é sempre dogmática, isto é, estritamente demonstrativa, baseando-se em princípios a priori seguros), mas sim ao dogmatismo, quer dizer à presunção de seguir por diante apenas com um conhecimento puro por conceito (...). O dogmatismo é, pois o procedimento dogmático da razão sem uma crítica prévia da sua própria capacidade.”

O filósofo Martin Heidegger inaugurou, com sua obra Ser e Tempo (1927), um vocabulário próprio a fim de desenvolver o projeto da analítica existencial, qual, por sua vez, necessitou se libertar da linguagem viciada da filosofia tradicional para realização do seu empreendimento ontológico-fenomenológico.
Identifique qual(is) destas citações são de autoria e/ou caracterizam o pensamento de Heidegger.
I. “O ser é sempre o ser de um ente”.
II.“Um ente só poderá tocar um outro ente simplesmente dado dentro do mundo se, por natureza, tiver o modo do ser-em, se, com sua pre-sença, já se lhe houver sido descoberto um mundo”.
III.“Mundanidade é um conceito ontológico e significa a estrutura de um momento constitutivo do ser-no-mundo.” IV.“O homem se mostra como um ente que é no discurso”.
V.“O modo de ser da abertura se forma na disposição, compreensão e discurso. O modo de ser cotidiano da abertura se caracteriza pelo falatório, curiosidade e ambiguidade.”

“A metafísica funda uma era, na medida em que, através de uma determinada interpretação do ente e através de uma determinada concepção da verdade, lhe dá o fundamento de sua figura essencial. Este fundamento domina por completo todos os fenômenos que distinguem essa era”. In: HEIDEGGER, Martin. Caminhos de floresta. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 2002, p.97 Analise as proposições abaixo.
I. A história da metafísica pode ser dividida em três grandes períodos: período que vai de Platão e Aristóteles (séculos IV e III a.C.) até David Hume (séc. XVIII d.C.); período que vai de Kant (séc. XVIII) até a fenomenologia de Husserl (séc. XX); metafísica ou ontologia contemporânea, a partir dos anos 20 do século XX.
II. A ontologia contemporânea em vez de oferecer uma explicação causal da realidade, é uma descrição das estruturas do mundo e do nosso pensamento, a exemplo das obras de Martin Heidegger (Ser e Tempo) e de Jean-Paul Sartre (O Ser e o Nada).
III. O corta-papel é, por exemplo, simultaneamente, um objeto que é produzido de certa maneira e que, por outro lado, tem uma utilidade definida: seria impossível imaginarmos um homem que produzisse um corta-papel sem saber para que tal objeto fosse servir. Este é um exemplo propriamente sartreano para caracterizar como a essência pode preceder a existência.
IV. O homem, tal como o existencialista o concebe, só não é passível de uma definição porque, de início, não é nada: só posteriormente será alguma coisa e será aquilo que ele fizer de si mesmo.
V. Para os existencialistas, não existe natureza humana, já que não existe um Deus para concebê-la, pois a existência precede a essência.

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