Alguns sinais da Libras podem ter suas origens influenciadas pela
escrita da língua portuguesa. Com o passar do tempo, esses
sinais assumem outra forma, como é o caso de: i) AZUL, que
incialmente era soletrado A-Z-U-L e, posteriormente, passou a ter
a forma AL (conforme figura); e ii) NUNCA, que mudou de
N-U-N-C-A para NUN.
ados os fenômenos,
I. Empréstimo linguístico.
II. Nativização lexical.
III. Acomodação fonológica.
IV. Soletração manual.
qual a sequência cronológica correta do processo descrito?
A relação entre surdez e linguagem é comumente estabelecida em
textos acadêmicos. Isso se deve às especificidades que algumas
condições particulares de perda de audição são capazes de
revelar. Refletindo sobre esse contexto, dadas as afirmativas,
I. O desempenho insatisfatório da linguagem em casos de
perda de audição se deve ao grau dessa perda. Os outros
fatores são decorrentes do desempenho individual.
II. A surdez, por si só, não é responsável por um desempenho
insatisfatório de linguagem, uma vez que a cognição
permanece preservada.
III. A língua de sinais é mais apropriada para pessoas com
surdez porque é um instrumento linguístico reconhecido
legalmente como próprio do sujeito surdo.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Dentre as diversas direções para a formação profissional do
tradutor e intérprete de Libras – Língua portuguesa, em nível
médio, a Lei nº 12.319/2010 inclui a formação por meio de
I. organizações da sociedade civil representativas da
comunidade surda, desde que o certificado seja convalidado
por instituições credenciadas por Secretarias de Educação;
II. cursos de educação profissional reconhecidos pelo sistema
que os credenciou;
III. cursos de extensão universitária;
IV. cursos de formação continuada promovidos por instituições
de ensino superior.
Das afirmativas, verifica-se que está(ão) correta(s)
No Brasil, mesmo após a oficialização da Libras, é comum
constatarmos posicionamentos equivocados em relação a esse
fenômeno da linguagem humana. Nesse contexto, dadas as
afirmativas,
I. A Libras é uma língua natural e específica para surdos, pois
emergiu da necessidade de comunicação dessa comunidade.
A naturalidade ocorre no processo de criação e divulgação
dos sinais, geralmente desempenhado com o apoio de
recursos tecnológicos por uma comissão de surdos eleita.
II. A Libras é de fato uma língua como qualquer outra língua,
apresentando, assim, uma gramática própria, com
propriedades linguísticas e níveis hierárquicos, tais como:
fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e pragmática.
III. A modalidade da Libras pode ser chamada gestuo-visual,
apontando uma marca gestual na sua produção. Contudo, há
gestos que são considerados extralinguísticos, ou seja, que
não fazem parte nem do vocabulário nem da gramática dessa
língua de sinais.
IV. A Libras apresenta variações regionais nacionais, variações
históricas (vocábulos que mudam com o tempo) e difere de
outras línguas de sinais, excluindo o rótulo de universalidade
das línguas visuo-espaciais.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Dadas as afirmativas em relação à avaliação da aprendizagem,
I. A avaliação envolve necessariamente uma ação que promova
a melhoria da aprendizagem.
II. Na avaliação, o professor assume o papel de investigador, de
esclarecedor e de organizador de experiências significativas.
III. A avaliação mediadora confronta os objetivos pretendidos e
os alcançados com o objetivo de classificar os estudantes.
verifica-se que está(ão) correta(s)
Entre as várias definições de currículo, Marisa Vorraber Costa
(2001) afirma que o currículo constitui um conjunto articulado de
saberes, regidos por uma ordem social que elege determinadas
narrativas consideradas válidas. Nesse contexto, o currículo
I. envolve elementos culturais.
II. diz respeito unicamente a uma listagem de conteúdos a
serem transmitidos aos educandos.
III. expressa relações de poder, de classe social e de visão de
mundo de uma determinada sociedade.
Das afirmativas, verifica-se que está(ão) correta(s)
O Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei nº 8.069, de 13 de
julho de 1990,
I. assegura a todas as mulheres o acesso aos programas e às
políticas de saúde da mulher e de planejamento reprodutivo;
II. estabelece que é dever de todos velar pela dignidade da
criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer
tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório ou
constrangedor;
III. determina que incumbe ao poder público proporcionar
assistência psicológica à gestante e à mãe, no período pré e
pós-natal, inclusive como forma de prevenir ou minorar as
consequências do estado puerperal.
Das afirmativas, verifica-se que está(ão) correta(s)
Na imagem, a relação entre a escola pública e a realidade social
brasileira é marcada pela
Atenção: As questões de números 1 a 6 referem-se ao texto seguinte.
A representação da "realidade" na imprensa
Parece ser um fato assentado, para muitos, que um jornal ou um telejornal expresse a "realidade". Folhear os cadernos de
papel de ponta a ponta ou seguir pacientemente todas as imagens do grande noticiário televisivo seriam operações que atualizariam a
cada dia nossa "compreensão do mundo". Mas esse pensamento, tão disseminado quanto ingênuo, não leva em conta a questão da
perspectiva pela qual se interpretam todas e quaisquer situações focalizadas. Submetermo-nos à visada do jornalista que compôs a
notícia, ou mesmo à do câmera que flagra uma situação (e que, aliás, tem suas tomadas sob o controle de um editor de imagens), é
desfazermo-nos da nossa própria capacidade de análise, é renunciarmos à perspectiva de sujeitos da nossa interpretação.
Tanto quanto os propalados e indiscutíveis "fatos", as notícias em si mesmas, com a forma acabada pela qual se veiculam, são
parte do mundo: convém averiguar a quem interessa o contorno de uma análise política, o perfil criado de uma personalidade, o
sentido de um levante popular ou o alcance de uma medida econômica. O leitor e o espectador atentos ao que leem ou veem não têm
o direito de colocar de lado seu senso crítico e tomar a notícia como espelho fiel da "realidade". Antes de julgarmos "real" o "fato" que
já está interpretado diante de nossos olhos, convém reconhecermos o ângulo pelo qual o fato se apresenta como indiscutível e como
se compõe, por palavras ou imagens, a perspectiva pela qual uma bem particular "realidade" quer se impor para nós, dispensandonos
de discutir o ponto de vista pelo qual se construiu uma informação.
(Tibério Gaspar, inédito)
Considere este segmento do texto: Submetermo-nos à visada do jornalista que compôs a notícia [...] é desfazermo-nos da nossa própria capacidade de análise [...] Está inteiramente clara, coerente e correta esta nova redação dada ao segmento acima:
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abrir uma nova janela em branco nesse modo de navegação, ele deve clicar no botão Abrir menu, que fica no canto superior
direito da tela, representado por um ícone com três pequenas linhas verticais paralelas, e depois na opção
Fabio, servidor público federal e chefe de determinada repartição, concedeu licença a seu subordinado Gilmar, pelo período de
um mês, para tratar de interesses particulares. No último dia da licença em curso, Fabio decide revogá-la por razões de
conveniência e oportunidade. A propósito dos fatos, é correto afirmar que a revogação
À luz do Código Civil, no que concerne aos contratos em geral,
Ricardo, empreiteiro, firmou contrato de empreitada com Rodrigo, envolvendo fornecimento de mão de obra e materiais para
construção de uma casa com cinco dormitórios em condomínio fechado na cidade de São Paulo. A obra transcorreu de forma
regular e o imóvel foi entregue ao contratante Rodrigo. À luz do Código Civil, com a entrega da obra, Ricardo responderá pela
solidez e segurança do trabalho, assim em razão dos materiais, como o solo, durante o prazo irredutível de
À luz do Código de Processo Civil, sobre os prazos, é correto afirmar:
No que concerne à organização do Conselho Nacional de Justiça, faz parte da sua composição