Uma Sociedade Empresária efetuou, em 31.12.2015, uma venda no valor de R$40.000,00, para receber o valor em parcela única, com vencimento em cinco anos. Caso a venda fosse efetuada à vista, de acordo com opção disponível, o valor da venda teria sido de R$24.836,85, o que corresponde a uma taxa de juros imputada de 10% ao ano, equivalente à taxa de juros de mercado. Considerando-se apenas as informações apresentadas e de acordo com a NBC TG 12 – AJUSTE A VALOR PRESENTE, o valor contábil atualizado de Contas a Receber decorrente dessa transação de venda, em 31.12.2016, é de:
Uma Sociedade Empresária que presta serviços de transporte rodoviário transportou 10.000 passageiros em fevereiro de 2017, em uma determinada rota, e apresentou os seguintes gastos relacionados ao seu volume normal de operação:
Cada passagem é vendida por R$30,00, e a Sociedade Empresária só recebe dos passageiros por meio de cartão de débito ou crédito. Em cada venda de passagem, a operadora dos cartões cobra uma taxa de 4%.
Os veículos somente são utilizados para o transporte de passageiros.
Considerando-se apenas as informações apresentadas e sabendo-se que a Sociedade Empresária adota o Método do Custeio por Absorção, o Custo dos Serviços Prestados por passageiro no mês de fevereiro foi de:
Uma Sociedade Empresária estabelece o preço de venda de suas mercadorias com base no custo de aquisição. A mercadoria “A” tem custo de aquisição igual a R$12,00 por unidade. Segundo a política de formação de preço utilizada pela Sociedade Empresária, o preço de venda estabelecido deve proporcionar uma margem de contribuição, líquida de tributos e despesas variáveis, de 30% sobre o preço de venda. Os tributos incidentes sobre as vendas somam 27,25% e as despesas variáveis de venda somam 2,75%. Considerando-se as informações apresentadas, o preço de venda da mercadoria “A” será de:
Uma equipe de vendas que precisa desenvolver alguns modelos matemáticos a serem incorporados ao Sistema de Informações Gerenciais – SIG solicitou ao Profissional da Contabilidade que apresentasse uma fórmula para cálculo da variação, entre períodos, da quantidade vendida de cada produto componente do seu mix. A fórmula apresentada que corresponde a uma medição adequada da Variação de Vendas por Produto – VVP, cuja unidade de medida seja porcentagem, é:
De acordo com a NBC TG 16 (R1) – ESTOQUES, estoques compreendem ativos mantidos para venda no curso normal dos negócios; em processo de produção para venda; ou na forma de materiais ou suprimentos a serem consumidos ou transformados no processo de produção ou na prestação de serviços.
Assinale a opção em que NÃO constam exemplos de Estoque.
De acordo com a NBC TP 01 – PERÍCIA CONTÁBIL, no que tange ao trabalho pericial, julgue os itens a seguir como Verdadeiros ou Falsos e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. O planejamento da perícia é a etapa do trabalho pericial que antecede as diligências, pesquisas, cálculos e respostas aos quesitos, na qual o perito do juízo estabelece a metodologia dos procedimentos periciais a serem aplicados, elaborando-o a partir do conhecimento do objeto da perícia.
II. O laudo pericial contábil e o parecer técnico-contábil são documentos escritos, nos quais os peritos devem registrar, de forma abrangente, o conteúdo da perícia e particularizar os aspectos e as minudências que envolvam o seu objeto e as buscas de elementos de prova necessários para a conclusão do seu trabalho.
III. Indagação é o instrumento por meio do qual o perito solicita documentos, coisas, dados e informações necessárias à elaboração do laudo pericial contábil e do parecer técnico-contábil.
A sequência CORRETA é:
Na frase: “Com um mercado de trabalho cada vez mais acirrado, quem já está empregado se esforça para garantir que tudo permaneça como está.”, as palavras ‘de’ e ‘garantir’ são, respectivamente:
A palavra ‘acirrado’ utilizada no segundo parágrafo do texto pode ser substituída por:
No trecho da frase: “[...] dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.”, o uso da crase ocorre porque:
Na frase: "O domínio dessas ferramentas pode tornar seu trabalho ou seu currículo eficiente, tornando-o um profissional mais versátil e competitivo", o sentido da palavra versátil empregado pode ser interpretado como:
Sabemos que epidemiologia é o estudo da
distribuição e dos determinantes da frequência
de doenças na população. Quais são os
objetivos da epidemiologia?
1- identificar causas das doenças (fatores de risco/proteção)
2- testar a eficácia de medicamentos/ prevenção.
3- estudar história natural (prognóstico)
4- validade dos testes diagnósticos
5- avaliação de serviços de saúde
Assinale a resposta correta)
Dos princípios norteadores da Política de
Humanização:
I- Valorização da dimensão subjetiva, coletiva e
social em todas as práticas de atenção e gestão
no
SUS, fortalecendo o compromisso com os
direitos do cidadão, destacando-se o respeito às
reivindicações de gênero, cor/etnia,
orientação/expressão sexual e de segmentos
específicos
(populações negra, do campo, extrativistas,
povos indígenas, remanescentes de quilombos,
ciganos, ribeirinhos, assentados, etc);
II- Fortalecimento de trabalho em equipe
multiprofissional, fomentando a transversalidade
e a grupalidade;
III- Apoio à construção de redes cooperativas,
solidárias e comprometidas com a produção de
saúde e com a produção de sujeitos;
IV- Construção de autonomia e protagonismo
dos sujeitos e coletivos implicados na rede do
SUS;
V- Co-responsabilidade desses sujeitos nos
processos de gestão e atenção;
VI- Fortalecimento do controle social com caráter
participativo em todas as instâncias gestoras do
SUS;
VII- Compromisso com a democratização das
relações de trabalho e valorização dos
trabalhadores da saúde, estimulando processos
de educação permanente;
VIII- Valorização da ambiência, com organização
de espaços saudáveis e acolhedores de
trabalho.
Das alternativas acima, estão corretas:
A Política Nacional de Atenção Integral à
Saúde da Mulher apresenta objetivos, metas,
ações e estratégias para atingir os princípios de
humanização e de qualidade da atenção. Dentre
outros, pode-se citar: "a capacitação técnica dos
profissionais de saúde e funcionários dos
serviços envolvidos nas ações de saúde para
uso da tecnologia adequada, acolhimento
humanizado e práticas educativas voltadas à
usuária e à comunidade" (Brasil, 2004). É
relevante para essa capacitação considerar que:
I. A redução da morbimortalidade pelo
câncer de mama requer do enfermeiro domínio
da técnica do exame clínico e conhecimentos
para incentivar a realização do autoexame pelas
mulheres; ação de eficácia cientificamente
comprovada na prevenção primária da doença)
II. A vulnerabilidade para o câncer de colo
de útero pode ser representada pela falta de
conhecimento, portanto, não basta ao enfermeiro
incrementar a oferta de colpocitologia oncótica
na rede básica, é preciso sensibilizar e mobilizar
a população feminina para a prática do
autocuidado e do sexo seguro.
III. A assistência em planejamento familiar
demanda fornecimento de anticoncepcionais e
acompanhamento das usuárias, além de
promoção de ações de educação em saúde e
aconselhamento sobre concepção e
anticoncepção, visando à escolha livre e
informada das opções disponíveis tanto para os
homens quanto para as mulheres.
IV. A redução da vulnerabilidade aos
agravos à saúde sexual e reprodutiva das
adolescentes requer desenvolvimento de ações
educativas que abordem a sexualidade na
perspectiva de gênero, classe e diferença social,
de modo que a informação resulte em
comportamento adolescente socialmente
desejável. Está correto APENAS o que se afirma
em
Quais os sintomas dos pacientes portadores
de tuberculose) Assinale a alternativa correta)
I. diarreia
II. sudorese noturna
III. hemoptise
IV. perda de peso
V. vômito
VI. petéquias
VII. prurido
Leia o texto a seguir e responda às
questões de 1 a 10:
A ética coletiva e o jeitinho brasileiro
Ricardo Semler, homem de negócios bem
sucedido, em seu best-seller 'Virando a Própria
Mesa', alega que "é impossível ser industrial
neste país sem ser corrupto", tantos e tamanhos
são os esquemas que envolvem essa atividade
que não resta alternativa senão fazer parte deles
ou perecer.
De certa forma, embora a exorbitante
carga tributária a que estão submetidas as
empresas brasileiras não deixe dúvidas do
quanto a afirmativa se aproxima da realidade, é
fato também que todo o restante da sociedade se
utiliza dessa mesma lógica para justificar suas
ações despidas de qualquer sentido de ética. E
isso se generalizou de tal forma que não
podemos mais falar sequer de ações pontuais,
mas de uma cultura que se instalou e passou a
fazer parte do cotidiano das pessoas que sequer
conseguem fazer a distinção entre certo e errado,
entre ético e não ético no convívio social.
A corrupção é mera consequência desse
padrão moral no qual somos iniciados desde a
mais tenra idade. A desonestidade, o engano e a
falta de caráter é algo intrínseco e altamente
difundido na maioria das atividades que se
desenvolvem neste país. Daí porque me
posiciono como um ferrenho combatente do tal
"jeitinho brasileiro".
Se fizermos uma pesquisa nas ruas, será
bem provável que muitos digam ser da mesma
opinião, mas na prática do dia-a-dia as mesmas
pessoas que fazem tal afirmativa cometem atos
que vão desde conseguir um lugar na frente de
uma fila ou calar-se ao receber um benefício
indevido da previdência, até se manter na folha
de pagamento de empresa pública na qual nunca
desenvolveu qualquer atividade. E todos se
acham plenamente justificados na crença de que
"estou pegando de volta um pouco do muito que
o governo me tira!". Não resta dúvida de que
esse tipo de pensamento aplaca muitas
consciências a partir do momento em que
reconhecemos que o governo fica longe de
cumprir a sua parte.
Só que isso não se pode constituir em
fator decisivo para a perda generalizada de
referenciais e de renúncia absoluta ao sentido de
valores pelas pessoas. Vou mais longe quando
se trata de avaliar essa prática quando utilizada
com conotação de malandragem.
Se ainda existe a vontade de enganar, a
real intenção de ser malandro, ainda há
esperança de que o processo seja revertido, pois
a pessoa sabe que está cometendo um ilícito,
tem o conhecimento de que está utilizando um
recurso desleal ou desonesto. O mais grave – e
é o que já está amplamente difundido na cultura
deste país – é quando os indivíduos perdem a
noção de que tais atitudes se constituem em
ações desonestas.
Eu tenho muito mais medo dos indivíduos
aéticos do que dos antiéticos, porque estes
últimos têm consciência plena de que estão
cometendo um ato ilícito, e isso faz o divisor de
águas. Quando se perde a noção entre o lícito e
o ilícito, como acontece no Brasil, e a população
acha muito comum cometer o pequeno "delito
nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior
indicador de que a moral pública sofreu uma
derrocada significativa, e não se sabe mais se
isso poderá ser revertido um dia.
O contexto está degenerado de tal forma,
com seu esquema de valores tão deturpado, que
tudo passa a ser válido, desde que o final seja
considerado "uma boa causa".
Li certa vez um artigo que classifica
a corrupção em vários níveis e mostra que ela já
começa dentro de casa, quando se usa até a
carteira de estudante de um irmão para pagar
"meia" no cinema. E o comportamento tolerante,
a complacência usual das pessoas com a
corrupção do cotidiano é que se configura
inaceitável.
O país do "jeitinho" é a mais verdadeira
das nossas realidades! Afinal, o negócio é levar
vantagem em tudo, certo? Enquanto não nos
cobrarmos, cada um de si mesmo, – até que isto
se torne uma prática comum – uma postura ética
de tolerância zero, nada vai mudar.
Fonte: BOLDSTEIN, Luiz Roberto. Disponível em:www.diferencialbr.com.br>.
A temática principal do texto é:
Leia o texto a seguir e responda às
questões de 1 a 10:
A ética coletiva e o jeitinho brasileiro
Ricardo Semler, homem de negócios bem
sucedido, em seu best-seller 'Virando a Própria
Mesa', alega que "é impossível ser industrial
neste país sem ser corrupto", tantos e tamanhos
são os esquemas que envolvem essa atividade
que não resta alternativa senão fazer parte deles
ou perecer.
De certa forma, embora a exorbitante
carga tributária a que estão submetidas as
empresas brasileiras não deixe dúvidas do
quanto a afirmativa se aproxima da realidade, é
fato também que todo o restante da sociedade se
utiliza dessa mesma lógica para justificar suas
ações despidas de qualquer sentido de ética. E
isso se generalizou de tal forma que não
podemos mais falar sequer de ações pontuais,
mas de uma cultura que se instalou e passou a
fazer parte do cotidiano das pessoas que sequer
conseguem fazer a distinção entre certo e errado,
entre ético e não ético no convívio social.
A corrupção é mera consequência desse
padrão moral no qual somos iniciados desde a
mais tenra idade. A desonestidade, o engano e a
falta de caráter é algo intrínseco e altamente
difundido na maioria das atividades que se
desenvolvem neste país. Daí porque me
posiciono como um ferrenho combatente do tal
"jeitinho brasileiro".
Se fizermos uma pesquisa nas ruas, será
bem provável que muitos digam ser da mesma
opinião, mas na prática do dia-a-dia as mesmas
pessoas que fazem tal afirmativa cometem atos
que vão desde conseguir um lugar na frente de
uma fila ou calar-se ao receber um benefício
indevido da previdência, até se manter na folha
de pagamento de empresa pública na qual nunca
desenvolveu qualquer atividade. E todos se
acham plenamente justificados na crença de que
"estou pegando de volta um pouco do muito que
o governo me tira!". Não resta dúvida de que
esse tipo de pensamento aplaca muitas
consciências a partir do momento em que
reconhecemos que o governo fica longe de
cumprir a sua parte.
Só que isso não se pode constituir em
fator decisivo para a perda generalizada de
referenciais e de renúncia absoluta ao sentido de
valores pelas pessoas. Vou mais longe quando
se trata de avaliar essa prática quando utilizada
com conotação de malandragem.
Se ainda existe a vontade de enganar, a
real intenção de ser malandro, ainda há
esperança de que o processo seja revertido, pois
a pessoa sabe que está cometendo um ilícito,
tem o conhecimento de que está utilizando um
recurso desleal ou desonesto. O mais grave – e
é o que já está amplamente difundido na cultura
deste país – é quando os indivíduos perdem a
noção de que tais atitudes se constituem em
ações desonestas.
Eu tenho muito mais medo dos indivíduos
aéticos do que dos antiéticos, porque estes
últimos têm consciência plena de que estão
cometendo um ato ilícito, e isso faz o divisor de
águas. Quando se perde a noção entre o lícito e
o ilícito, como acontece no Brasil, e a população
acha muito comum cometer o pequeno "delito
nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior
indicador de que a moral pública sofreu uma
derrocada significativa, e não se sabe mais se
isso poderá ser revertido um dia.
O contexto está degenerado de tal forma,
com seu esquema de valores tão deturpado, que
tudo passa a ser válido, desde que o final seja
considerado "uma boa causa".
Li certa vez um artigo que classifica
a corrupção em vários níveis e mostra que ela já
começa dentro de casa, quando se usa até a
carteira de estudante de um irmão para pagar
"meia" no cinema. E o comportamento tolerante,
a complacência usual das pessoas com a
corrupção do cotidiano é que se configura
inaceitável.
O país do "jeitinho" é a mais verdadeira
das nossas realidades! Afinal, o negócio é levar
vantagem em tudo, certo? Enquanto não nos
cobrarmos, cada um de si mesmo, – até que isto
se torne uma prática comum – uma postura ética
de tolerância zero, nada vai mudar.
Fonte: BOLDSTEIN, Luiz Roberto. Disponível em:www.diferencialbr.com.br>.
No trecho: “Quando se perde a noção entre o lícito e o ilícito, como acontece no Brasil, e a população acha muito comum cometer o pequeno "delito nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior indicador de que a moral pública sofreu uma derrocada significativa [...]”, as palavras ‘ilícito’ e ‘derrocada’ significam, respectivamente:
Leia o texto a seguir e responda às
questões de 1 a 10:
A ética coletiva e o jeitinho brasileiro
Ricardo Semler, homem de negócios bem
sucedido, em seu best-seller 'Virando a Própria
Mesa', alega que "é impossível ser industrial
neste país sem ser corrupto", tantos e tamanhos
são os esquemas que envolvem essa atividade
que não resta alternativa senão fazer parte deles
ou perecer.
De certa forma, embora a exorbitante
carga tributária a que estão submetidas as
empresas brasileiras não deixe dúvidas do
quanto a afirmativa se aproxima da realidade, é
fato também que todo o restante da sociedade se
utiliza dessa mesma lógica para justificar suas
ações despidas de qualquer sentido de ética. E
isso se generalizou de tal forma que não
podemos mais falar sequer de ações pontuais,
mas de uma cultura que se instalou e passou a
fazer parte do cotidiano das pessoas que sequer
conseguem fazer a distinção entre certo e errado,
entre ético e não ético no convívio social.
A corrupção é mera consequência desse
padrão moral no qual somos iniciados desde a
mais tenra idade. A desonestidade, o engano e a
falta de caráter é algo intrínseco e altamente
difundido na maioria das atividades que se
desenvolvem neste país. Daí porque me
posiciono como um ferrenho combatente do tal
"jeitinho brasileiro".
Se fizermos uma pesquisa nas ruas, será
bem provável que muitos digam ser da mesma
opinião, mas na prática do dia-a-dia as mesmas
pessoas que fazem tal afirmativa cometem atos
que vão desde conseguir um lugar na frente de
uma fila ou calar-se ao receber um benefício
indevido da previdência, até se manter na folha
de pagamento de empresa pública na qual nunca
desenvolveu qualquer atividade. E todos se
acham plenamente justificados na crença de que
"estou pegando de volta um pouco do muito que
o governo me tira!". Não resta dúvida de que
esse tipo de pensamento aplaca muitas
consciências a partir do momento em que
reconhecemos que o governo fica longe de
cumprir a sua parte.
Só que isso não se pode constituir em
fator decisivo para a perda generalizada de
referenciais e de renúncia absoluta ao sentido de
valores pelas pessoas. Vou mais longe quando
se trata de avaliar essa prática quando utilizada
com conotação de malandragem.
Se ainda existe a vontade de enganar, a
real intenção de ser malandro, ainda há
esperança de que o processo seja revertido, pois
a pessoa sabe que está cometendo um ilícito,
tem o conhecimento de que está utilizando um
recurso desleal ou desonesto. O mais grave – e
é o que já está amplamente difundido na cultura
deste país – é quando os indivíduos perdem a
noção de que tais atitudes se constituem em
ações desonestas.
Eu tenho muito mais medo dos indivíduos
aéticos do que dos antiéticos, porque estes
últimos têm consciência plena de que estão
cometendo um ato ilícito, e isso faz o divisor de
águas. Quando se perde a noção entre o lícito e
o ilícito, como acontece no Brasil, e a população
acha muito comum cometer o pequeno "delito
nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior
indicador de que a moral pública sofreu uma
derrocada significativa, e não se sabe mais se
isso poderá ser revertido um dia.
O contexto está degenerado de tal forma,
com seu esquema de valores tão deturpado, que
tudo passa a ser válido, desde que o final seja
considerado "uma boa causa".
Li certa vez um artigo que classifica
a corrupção em vários níveis e mostra que ela já
começa dentro de casa, quando se usa até a
carteira de estudante de um irmão para pagar
"meia" no cinema. E o comportamento tolerante,
a complacência usual das pessoas com a
corrupção do cotidiano é que se configura
inaceitável.
O país do "jeitinho" é a mais verdadeira
das nossas realidades! Afinal, o negócio é levar
vantagem em tudo, certo? Enquanto não nos
cobrarmos, cada um de si mesmo, – até que isto
se torne uma prática comum – uma postura ética
de tolerância zero, nada vai mudar.
Fonte: BOLDSTEIN, Luiz Roberto. Disponível em:www.diferencialbr.com.br>.
Para o autor, conforme leitura feita em um artigo, a corrupção começa:
Leia o texto a seguir e responda às
questões de 11 a 20:
Português
A Língua Portuguesa ou apenas
português é uma língua originada no galegoportuguês,
idioma falado no Reino da Galiza e no
norte de Portugal. Os portugueses foram os
primeiros europeus a lançar-se ao mar no
período das Grandes Navegações Marítimas.
Em virtude dessa expansão marítima,
motivada por questões comerciais, deu-se a
difusão da língua nas terras conquistadas, entre
elas, o Brasil, cuja língua primária é o português.
A influência da cultura portuguesa por
aqui foi tamanha que acabou definindo o idioma
oficial da terra recém-conquistada. O mesmo
aconteceu em outras partes do mundo,
principalmente na África, onde países como
Moçambique, Angola, Cabo Verde, Guiné
Equatorial, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe
utilizam, além de vários dialetos, a língua de
Camões, Fernando Pessoa e de nosso genial
Machado de Assis.
Além dos países africanos, o português
chegou a Macau, Timor-Leste e em Goa, países
asiáticos que também foram colonizados ou
dominados por Portugal.
Hoje, a língua portuguesa é a 5ª língua
mais falada no mundo e a mais falada no
hemisfério sul da Terra, contando com
aproximadamente 280 milhões de falantes em
diferentes continentes.
De acordo com estimativas da
Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura, a UNESCO, o
português, depois do inglês e do espanhol, é um
dos idiomas que mais crescem entre as línguas
europeias, além de ser a língua com maior
potencial de crescimento como língua
internacional na África e na América do Sul. Se
as estimativas se confirmarem, é possível que,
até o ano de 2050, nosso idioma conte com mais
de 400 milhões de falantes ao redor do mundo!
O português, assim como vários outros
idiomas, sofreu uma evolução histórica, fato que
comprova a organicidade de nossa língua. Ao
longo dos séculos, outras línguas e dialetos
influenciaram sua composição, resultando no
idioma tal qual o conhecemos hoje.
É importante ressaltar que o português
brasileiro, hoje o mais estudado, falado e escrito
no mundo, apresenta importantes diferenças em
relação ao português falado em Portugal,
especialmente no que diz respeito ao
vocabulário, à pronúncia e à sintaxe.
Tais diferenças deram origem a dois
padrões de linguagem diferentes, o que não
significa que um seja mais correto do que o outro.
Nossa língua é rica em variedades, e essas
variedades, sobretudo regionais, não
inviabilizam a sua compreensão, ainda que
dificuldades pontuais possam acontecer.
Além das variações linguísticas, a língua
portuguesa também possui diferentes registros,
adotados de acordo com as necessidades
comunicacionais dos falantes. Esses registros
referem-se aos níveis de linguagem e
estabelecem diferenças entre a linguagem culta
(determinada pela norma-padrão) e a linguagem
coloquial, empregada em diferentes situações de
nosso cotidiano. Tais aspectos apenas
comprovam a riqueza e a diversidade de nosso
idioma, reforçando a importância de estudá-lo e
compreendê-lo.
Fonte: Luana Castro. Disponível em:
+http://brasilescola.uol.com.br/portugues/>.
De acordo com o texto, a Língua Portuguesa é:
O trauma dental é uma situação que pode ter consequências muito sérias, principalmente, quando em dentes decíduos. Qual o tipo de trauma em dentes decíduos que pode afetar gravemente o dente permanente em formação? Assinale a opção correta:
Qual o mecanismo de ação do flúor na estrutura dental? Assinale a opção correta:
Sobre os resíduos de serviços de saúde, assinale a opção correta:
As resinas compostas nanoparticuladas apresentam vantagens em relação às microhíbridas. Assinale a opção que represente corretamente uma dessas vantagens:
Leia este cartaz com atenção. Ele faz
parte da campanha “Ajude a salvar as
nossas crianças – Cuide delas no
trânsito"
Qual o objetivo do cartaz?
Leia e responda a partir do gênero textual:
Como é chamado, na sociedade, o texto que você
acabou de ler?
Pedro deixou várias peças de um jogo
espalhadas no chão do quarto. Quantas
peças ficaram espalhadas?
De acordo Com a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências, assinale a alternativa correta:
A magnitude das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) dentre as causas de mortalidade global e o fato de seus fatores de risco serem comuns aos de outras doenças crônicas orientaram a formulação de estratégias preventivas para seu enfrentamento. São considerados fatores de risco para as DCNT:
Assinale a alternativa correta sobre políticas para amamentação do SUS.
Assinale a alternativa correta sobre AIDS: