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Atualmente muitos computadores, celulares e demais equipamentos eletrônicos contam com um protocolo sem fio de troca de dados que pode ser utilizado em pequenas distâncias. Esta tecnologia permite o envio e recebimento de arquivos, conexão com dispositivos como teclados, mouses e caixas de som, entre outras vantagens. Este protocolo recebe o nome de:

De acordo com o Art. 13 da Lei de Improbidade Administrativa, a posse e o exercício de agente público ficam condicionados à apresentação de declaração dos bens e valores que compõem o seu patrimônio privado, a fim de ser arquivada no serviço de pessoal competente, observando-se que:

I. a declaração compreenderá imóveis, móveis, semoventes, dinheiro, títulos, ações, e qualquer outra espécie de bens e valores patrimoniais, localizados no país ou no exterior, e, quando for o caso, abrangerá os bens e valores patrimoniais do cônjuge ou companheiro, dos filhos e de outras pessoas que vivam sob a dependência econômica do declarante, incluídos os objetos e utensílios de uso doméstico.
II. a declaração de bens será anualmente atualizada e na data em que o agente público deixar o exercício do mandato, cargo, emprego ou função.
III. será punido com a pena de demissão, a bem do serviço público, sem prejuízo de outras sanções cabíveis, o agente público que se recusar a prestar declaração dos bens, dentro do prazo determinado, ou que a prestar falsa.
IV. o declarante, a seu critério, poderá entregar cópia da declaração anual de bens apresentada à Delegacia da Receita Federal na conformidade da legislação do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza, com as necessárias atualizações.

Estão corretas:

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional:

I – O ensino fundamental regular será ministrado somente em língua portuguesa.
II – A jornada escolar no ensino fundamental incluirá pelo menos 4 horas de trabalho em sala de aula.
III – O ensino fundamental será presencial, sendo o ensino a distância utilizado com complementação da aprendizagem ou em situações de emergência.

Está (ão) correta(s), apenas:

Conforme dispõe a Lei Federal no 8.666/1993 em seu Art. 64, a Administração convocará regularmente o interessado para assinar o termo de contrato, aceitar ou retirar o instrumento equivalente, dentro do prazo e condições estabelecidos, sob pena de decair o direito à contratação, sem prejuízo das sanções previstas no art. 81 desta Lei. E descreve em seus parágrafos 1º, 2º e 3ª que:

  1. (parágrafo 1º) O prazo de convocação poderá ser prorrogado uma vez, por igual período, quando solicitado pela parte durante o seu transcurso e desde que ocorra motivo justificado aceito pela Administração.
  2. (parágrafo 2º) É facultado à Administração, quando o convocado não assinar o termo de contrato ou não aceitar ou retirar o instrumento equivalente no prazo e condições estabelecidos, convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação, para fazê-lo em igual prazo e nas mesmas condições propostas pelo primeiro classificado, inclusive quanto aos preços atualizados de conformidade com o ato convocatório, ou revogar a licitação independentemente da cominação prevista no art. 81 desta Lei.
  3. (parágrafo 3º) Decorridos 120 (cento e vinte) dias da data da entrega das propostas, sem convocação para a contratação, ficam os licitantes liberados dos compromissos assumidos.

Está(ão) correta(s):

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

A fotografia está morrendo?

De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The Death of Photography: are camera phones destroying an artform?” (Em português: “A morte da fotografia:as câmeras de celular estão destruindo uma forma de arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.

O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto
mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.

É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte: “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, na qual os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.

Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos
os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que
sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos, mas ninguém está olhando para elas”.

E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das de médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”

O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém.
Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta utilização é que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem.

Disponível em: <https://meiobit.com/274065/fotografia-estamorrendo/>.Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação).

Analise os trechos a seguir.

I. “Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda.”
II. “Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento.”

Considerando a norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.

Bruna disse o seguinte: “Se gosto de filmes, então gosto de cinema”.

Uma proposição que é logicamente equivalente à dita por Bruna é:

A sala de reuniões de uma empresa é composta por uma grande mesa retangular e oito cadeiras dispostas da seguinte maneira: quatro de um lado da mesa e quatro do outro.

Duas cadeiras específicas (na representação marcadas com x) são ocupadas, em todas reuniões, somente pelo presidente e vice-presidente da empresa, que, entre si, podem trocar de lugar. As demais cadeiras são sempre ocupadas, em qualquer ordem, pelos seis conselheiros dessa mesma empresa.

De acordo com a organização descrita, o número de maneiras distintas em que presidente, vice-presidente e os seis conselheiros podem se sentar em uma reunião em que todos estiverem presentes é igual a

Sabe-se que 15 operários trabalhando em uma jornada de 9 horas por dia, construíram 2/7 de um muro em 32 dias. Se forem contratados mais 3 operários, em quantos dias a obra será terminada, se a jornada diária for reduzida em 1 hora?

No contexto da organização de compras, quando um profissional ou equipe realiza tarefas como análise de custos, estudo de materiais, inspeção de fábricas de fornecedores e estudo do mercado, ele está envolvido com qual atividade típica do setor de compras?

A ordem das palavras nas frases em inglês é bastante diferente da língua portuguesa. No entanto, mesmo isso segue um padrão. Qual a ordem correta dos adjetivos para a seguinte frase, em inglês: Uma casa linda, imensa e circular?

O que é o multiletramento?

Um ônibus de turismo, com capacidade para 45 pessoas, sai de Belo Horizonte – MG com destino a Uberlândia – MG, com todas as suas poltronas ocupadas.

Sabendo-se que 27 dos passageiros são mulheres, a fração que representa a quantidade de poltronas ocupadas pelos homens, em relação à capacidade máxima desse ônibus, é

Um almoxarife, ao guardar caixas de documentos em um depósito, organizou-as em 6 filas, dispondo-as da seguinte forma:

  • 1ª fila: 14 caixas;
  • 2ª fila: 25 caixas;
  • 3ª fila: 36 caixas.

Se em cada uma das filas ele mantiver o padrão utilizado nessas três primeiras, quantas caixas ele terá guardado ao finalizar a 6ª fila?

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O sintomático desprezo pela ciência

Em março de 2018, António Guterres, secretário-geral da ONU, declarou: “As manchetes são naturalmente dominadas pela escalada das tensões, de conflitos ou de eventos políticos de alto nível, mas a verdade é que as mudanças climáticas permanecem a mais sistêmica
ameaça à humanidade. Informações divulgadas recentemente pela Organização Meteorológica Mundial, pelo Banco Mundial e pela Agência Internacional de Energia mostram sua evolução implacável”. Meses antes, um discurso proferido em Riad por Christine Lagarde,
diretora do Fundo Monetário Internacional, exibia um teor similar: “Se não fizermos nada a respeito das mudanças climáticas, seremos tostados, assados e grelhados num horizonte de tempo de 50 anos”. Ambas as advertências reconhecem a extrema gravidade de nossa situação, a respeito da qual o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) é categórico: “O aquecimento do sistema climático é inequívoco. A influência humana sobre o sistema climático é clara. Limitar a mudança climática requer reduções substanciais e contínuas de emissões de gases de efeito estufa” (2007).
[...]
Malgrado esse acúmulo de saber e essa virtual unanimidade, a ciência do clima pode estar equivocada? Em princípio, sim. Ciência não é dogma, é diminuição da incerteza. Contestar um consenso científico, mesmo o mais sólido, não pode ser objeto de anátema. Mas quem o põe em dúvida deve apresentar argumentos convergentes e convincentes em sentido contrário. Na ausência destes, contestação torna-se simples denegação irracional, enfraquece o poder persuasivo da evidência, milita em favor da perda da autoridade da ciência na formação de uma visão minimamente racional do mundo e turbina a virulência das redes sociais, dos “fatos alternativos”, da pós-verdade, do fanatismo religioso e das crenças mais estapafúrdias e até há pouco inimagináveis. O negacionismo climático é apenas mais uma dessas crenças [...], e seu repertório esgrime as mesmas surradas inverdades, mil vezes refutadas: os cientistas estão divididos sobre a ciência do clima, os modelos climáticos são falhos, maiores concentrações atmosféricas de CO2 são efeito e não causa do aquecimento global e são benéficas para a fotossíntese, o próximo mínimo solar anulará o aquecimento global, não se deve temer esse aquecimento, mas a recaída numa nova glaciação etc. Esse palavreado resulta de esforços deliberados de denegação das evidências. Diretamente ou através, por exemplo, da Donors Trust e da Donors Capital Fund, as corporações injetam milhões de dólares em lobbies disseminadores de desinformação sobre as mudanças climáticas.
[...]

Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade. Ela se encontra, a meu ver, numa mutação histórica fundamental do teor do discurso científico. Das revoluções científicas do século XVII a meados do século XX, a ciência galgou posição de hegemonia, destronando discursos de outra natureza, como o religioso e o artístico, porque foi capaz de oferecer às sociedades vitoriosas mais energia, mais mobilidade, mais bens em geral, mais capacidade de sobrevivência, em suma, mais segurança. Seus benefícios eram indiscutíveis e apenas confirmavam suas promessas, que pareciam ilimitadas. A partir de 1962, se quisermos uma data, o livro de Rachel Carson, “Primavera Silenciosa” punha a nu pela primeira vez o lado sombrio dessas conquistas da ciência: agrotóxicos como o DDT aumentavam, de fato, a produtividade agrícola, mas ao preço de danos tremendos à saúde e à biodiversidade. Essa primeira dissonância tornou-se muito maior nos anos 1980, quando o aquecimento global resultante das emissões de CO2 pela queima de combustíveis fósseis – justamente esses combustíveis aos quais devíamos o essencial de nosso progresso – tornou-se pela primeira vez inequívoco. A ciência começa, então, a mudar seu discurso. Ela passa a anunciar que havíamos passado da idade das promessas à idade das escolhas, de modo a evitar a idade das consequências. [...] Uma brecha começava a se abrir na imagem social da ciência. Enquanto os cientistas diziam o que queríamos ouvir, tudo era defesa e apologia da ciência. A partir do momento em que seu discurso converteu-se em alertas e advertências sobre os riscos crescentes a que começávamos a nos expor, esse entusiasmo arrefeceu.
[...]
Em nosso século, esse novo mal-estar na civilização não cessou de crescer. Ele toma hoje a forma de uma espécie de divisão esquizofrênica da autoimagem de uma sociedade moldada pela ciência. Quando entramos num avião, atravessamos uma ponte ou tomamos um remédio, somos gratos às tentativas da ciência de compreender o mundo e traduzi-lo em tecnologia. Mas quando dessa
mesma ciência vem o aviso que é preciso mudar o modo de funcionamento de nossa economia, conter nossa voracidade, diminuir o consumo de carne, restaurar as florestas e redefinir nossa relação com a natureza, sob pena de nos precipitarmos num colapso de insondáveis proporções, a gratidão cede lugar à indiferença, ao descrédito e mesmo à hostilidade.
[...]

Disponível em: <https://adunicamp.org.br/artigo-o-sintomaticodesprezo-pela-ciencia/>. Acesso em: 2 ago. 2019.

Releia este trecho.

Malgrado alguma tangência ideológica entre certa esquerda e a extrema-direita, o negacionismo climático e a negação da ciência em geral são fundamentalmente uma bandeira da extrema-direita e é preciso pôr em evidência uma razão maior dessa estreita afinidade.”

A conjunção em destaque pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

INSTRUÇÃO: Leia a tirinha a seguir para responder à questão.

No quarto quadrinho, o garoto diz para o tigre: “É um mundo mágico, Haroldo, velho camarada...”.
Os termos destacados (“Haroldo” e “velho camarada”) classificam-se, respectiva e corretamente, como

Sobre os movimentos no campo da saúde mental abordado por Amarante (2007), assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.

( ) Pinel, ao fundar os primeiros hospitais psiquiátricos, determinou o princípio do isolamento para os alienados, instaurando o primeiro modelo de terapêutica na área da saúde mental embasada no tratamento moral.
( ) Para a Antipsiquiatria, a doença mental existe enquanto objeto natural e é determinada pela experiência do sujeito em sua relação com o ambiente social.
( ) No Brasil, a Lei Basaglia determinou mudanças no funcionamento dos hospitais psiquiátricos e possibilitou a abertura para a construção de um cenário assistencial e político na atenção à saúde mental dos loucos asilados.
( ) Pode-se compreender a saúde mental como um campo bastante plural na medida em que diz respeito ao estado mental dos sujeitos e das coletividades, que, do mesmo modo, são condições altamente complexas.

Assinale a sequência correta.

“Quando o sono faz cessar o delírio é um bom sinal.” (Hipócrates de Cós, 460-380 a. C.)
Sobre as principais características do delirium descritas por Trzepac, Meagher e Wise (2008), é correto afirmar:

Com a homogeneização pela cultura de massa, a tendência é colocar em prática o princípio do consumo ao alcance de todos, numa tentativa de sustentar a ilusão de que a felicidade será alcançada. Confessar-se classe baixa, no entanto, pode trazer problemas relacionados a:

Três células com iguais concentrações de sais em seu interior foram colocadas, cada uma, em uma solução. As três soluções eram: hipertônica, hipotônica e isotônica em relação à célula colocada em seu interior. Em seguida, foram construídos três gráficos, que representam o volume da célula após um pequeno intervalo de tempo.

As três soluções eram, respectivamente, em relação à célula colocada em seu interior:

Quando um determinado hábitat sofre algum tipo de perturbação, há uma mudança, ao longo do tempo, nas comunidades desse local. Essa sequência de alterações nessas comunidades é chamada de sucessão ecológica.

RICKLEFS. R. A economia da natureza. 6ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2010. 546 p.

Sobre sucessão ecológica, analise as afirmativas a seguir.

  1. Espécies de plantas pioneiras normalmente produzem muitas sementes pequenas, de fácil dispersão, e seus brotos são intolerantes à exposição ao Sol.
  2. Espécies que colonizam o hábitat em estágios anteriores modificam o ambiente, favorecendo a colonização desse local por espécies de estágios tardios.
  3. Quando a alteração das espécies que compõem a comunidade não altera mais as condições físicas do ambiente, esse estágio da sucessão é caracterizado como clímax.

Estão corretas as afirmativas

Com base nas informações contidas no texto, assinale a alternativa correta.

Considere seguinte texto:
Em 2015, um grupo de arqueólogos achou um “tesouro” na floresta de La Mosquita, no nordeste de Honduras. Lá, eles encontraram as ruínas milenares de um assentamento que alguns consideram corresponder à chamada “Cidade Branca”, também conhecida como “Cidade Perdida do Deus Macaco”.

(Fonte: adaptado de BBC, ago. 2019.)

Assinale a alternativa na qual o termo “que” tem a mesma função do elemento destacado no texto acima.

Quantos números entre 1 e 1000 são divisíveis por 3, mas não são divisíveis por 18?

Um usuário do programa MS-PowerPoint 2010, em sua configuração padrão, deseja adicionar um Botão de Ação a um slide de sua apresentação. Para tanto, ele deverá selecionar a guia Inserir e escolher uma opção entre aquelas disponibilizadas depois de acionar o ícone

São elementos da obrigação tributária:

Os dados a seguir deverão ser utilizados para responder à questão.

O índice de endividamento da Cia. Aprovado, em 2018, é aproximadamente:

Leia o texto para responder à questão.

O que você deve entender antes de dizer que é perfeccionista no trabalho

  Você sente (ou conhece alguém) que nunca consegue trabalhar em equipe porque acredita ser a única pessoa que sabe fazer a tarefa direito? Está sempre tentando agradar aos outros, anulando as próprias vontades? E, de tão acostumado à autocrítica, acaba vendo “defeitos” em tudo e em todos? Essas características são comuns aos perfeccionistas, e, se antes esse termo era sinônimo de dedicação, agora se transformou em um sinal de alerta. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos e no Reino Unido apontam para uma população que não está se tornando mais bem-sucedida apesar de buscar a perfeição, mas que, na verdade, está ficando cada vez mais doente.

  Segundo os estudos, existem dois tipos de perfeccionismo. O primeiro é o adaptativo, que é saudável. Nele a pessoa se sente motivada a novas conquistas, tem um padrão alto de metas e disciplina para alcançá-las. Porém, o outro tipo de perfeccionismo, o mal-adaptativo, é perigoso para a saúde. O tipo mal-adaptativo nunca está satisfeito com seu desempenho. Isso acontece porque suas metas não são apenas altas, mas irreais. Seus padrões de autocobrança passam do limite, afetando a forma como se comporta, além de estimular uma personalidade controladora, impactando negativamente suas relações interpessoais e levando ao esgotamento físico e mental.

(Sofia Esteves. https://exame.abril.com.br, 10.10.2019. Adaptado)

Quanto à regência, a expressão destacada em – … agora se transformou em um sinal de alerta… (1º parágrafo) – pode ser corretamente substituída, sem prejuízo do sentido e de acordo com a norma-padrão, por:

Leia os quadrinhos para responder à questão.

No 1º, 2º e 3º quadrinhos, o verbo poder está adequadamente interpretado como exprimindo, respectivamente, as noções de

Leia o texto para responder à questão.

Planejamento

   Ele chegou na hora certa. Aluno da Unicamp, me pedira uma entrevista. Eu não sabia o que ele queria saber de mim. Assentados, ele com prancheta e caneta na mão fez a grande pergunta: “Eu queria saber como foi que o senhor planejou a sua vida para chegar aonde chegou...”. Compreendi imediatamente.
Ele gostava de mim. Me admirava. Queria ser como eu. E queria que eu lhe revelasse o segredo, o mapa... Fiquei triste por ter de desapontá-lo. Minha resposta, absolutamente verdadeira, foi: “Eu estou onde estou porque tudo que planejei deu errado...”.

(Rubem Alves. Do universo à jabuticaba. São Paulo: Planeta do Brasil, 2010)

Observe as seguintes frases escritas a partir do texto:

• O aluno dirigiu-se ao escritor.
• O aluno fez uma pergunta ao escritor.
• O escritor deu uma resposta inesperada à pergunta.

Essas frases estão corretamente organizadas em uma única, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, da seguinte maneira: O aluno dirigiu-se ao escritor e

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