Ir para o conteúdo principal

Questões de Concurso – Aprova Concursos

Milhares de questões com o conteúdo atualizado para você praticar e chegar ao dia da prova preparado!


Exibir questões com:
Não exibir questões:
Minhas questões:
Filtros aplicados:

Dica: Caso encontre poucas questões de uma prova específica, filtre pela banca organizadora do concurso que você deseja prestar.

Exibindo questões de 311928 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros
Folha de respostas:

  • 1
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 2
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 3
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 4
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 5
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e

A maratona é a mais longa, difícil e emocionante

prova olímpica. Desde 1924, seu percurso é de 42,195 km.

Tudo começou no ano de 490 a.C., quando os soldados

gregos e persas travaram uma batalha que se desenrolou

entre a cidade de Maratona e o mar Egeu. A luta estava

difícil para os gregos. Comandados por Dario, os persas

avançavam seu exército em direção a Maratona. Milcíades,

o comandante grego, chamou o soldado Fílcides para pedir

reforços. Ele levou o apelo de cidade em cidade até chegar

a Atenas, 40 km distante. Com os reforços, os gregos

venceram. Milcíades ordenou que Fílcides fosse outra vez

a Atenas para informar que tinham vencido a batalha.

Quando Fílcides chegou ao seu destino, só teve forças

para dizer uma palavra: “Vencemos". E caiu morto.

DUARTE, Marcelo. O guia dos curiosos, São Paulo, Companhia das Letras, 1995, p. 197.

No texto, de natureza informativa,

Sorriso interior



O ser que é ser e que jamais vacila

Nas guerras imortais entra sem susto,

Leva consigo esse brasão augusto

Do grande amor, da nobre fé tranquila.



Os abismos carnais da triste argila

Ele os vence sem ânsias e sem custo...

Fica sereno, num sorriso justo,

Enquanto tudo em derredor oscila.



Ondas interiores de grandeza

Dão–lhe essa glória em frente à Natureza,

Esse esplendor, todo esse largo eflúvio.



O ser que é ser transforma tudo em flores...

E para ironizar as próprias dores

Canta por entre as águas do Dilúvio!



CRUZ e SOUZA, João da. Sorriso interior. Últimos sonetos. Rio de Janeiro:

UFSC/Fundação Casa de Rui Barbosa/FCC, 1984.

O poema representa a estética do Simbolismo, nascido

como uma reação ao Parnasianismo por volta de 1885. O

Simbolismo tem como característica, entre outras, a visão

do poeta inspirado e capaz de mostrar à humanidade, pela

poesia, o que esta não percebe.

O trecho do poema de Cruz e Souza que melhor

exemplifica o fazer poético, de acordo com as

características dos simbolistas, é:

Sou negro

Solano Trindade

Sou negro

meus avós foram queimados

pelo sol da África

minh'alma recebeu o batismo dos tambores

atabaques, gonguês e agogôs



Contaram–me que meus avós

vieram de Loanda

como mercadoria de baixo preço

plantaram cana pro senhor do engenho novo

e fundaram o primeiro Maracatu



Depois meu avô brigou como um danado

nas terras de Zumbi

Era valente como o quê

Na capoeira ou na faca

escreveu não leu

o pau comeu

Não foi um pai João

humilde e manso



Mesmo vovó

não foi de brincadeira

Na guerra dos Malês

ela se destacou



Na minh'alma ficou

o samba

o batuque

o bamboleio

e o desejo de libertação...

TRINDADE, Solano. Sou negro. In: Alda Beraldo. Trabalhando com poesia. São Paulo:

Ática, 1990, v. 2

O poema resgata a memória de fatos históricos que fazem

parte do patrimônio cultural do povo brasileiro e faz

referência a diversos elementos, entre os quais, incluem–se



A arte é quase tão antiga quanto o ser humano. A

função decisiva da arte nos seus primórdios foi a de

conferir poder mágico: poder sobre a natureza, poder

sobre os inimigos, poder sobre o parceiro de relações

sexuais, poder sobre a realidade, poder exercido no

sentido de um fortalecimento da coletividade humana. Nos

alvores da humanidade, a arte pouco tinha a ver com a

“beleza" e nada tinha a ver com a contemplação estética,

com o desfrute estético: era um instrumento mágico, uma

arma da coletividade humana em sua luta pela

sobrevivência. Por exemplo, a figura apresentada de uma

pintura rupestre comprova que as pinturas de animais nas

cavernas tinham a função de ajudar a dar ao caçador um

sentido de segurança e superioridade sobre a presa.

FISCHER, Ernst. A necessidade da arte. Rio de

Janeiro: Guanabara, p. 45. (adaptado).

Com base nas informações do texto, conclui–se que a arte,

nos seus primórdios, tinha a função de


Observando–se cada linha da sequência de números no

quadro acima, a sequência numérica adequada para

ocupar a última linha do quadro, da esquerda para a

direita, respeitando–se o padrão sugerido é

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282