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Para testar, ao nível de significância de 5%, a hipótese nula de

independência ente dois atributos A e B a seguinte tabela de

contingências foi observada:


O valor da estatística qui–quadrado usual, a ser comparada com o

95% percentil da distribuição qui–quadrado com 1 grau de

liberdade (que é igual a 3,841) é igual a _____ e a decisão

é _____.

As lacunas ficam corretamente preenchidas por:

Suponha que X1 , X2 , ..., Xn seja uma amostra aleatória de uma

distribuição Poisson com parâmetro γdesconhecido (γ> 0) e que

a distribuição a priori de γ seja uma distribuição gama (α β).

Assinale a opção que indica a distribuição a posteriori de γ , dado

que Xi = xi, i = 1, ..., n .

Avalie se as distribuições a seguir pertencem à família

exponencial de distribuições:

I. Normal (μ, σ2)

II. Binomial(n, p)

III. Poisson(γ)

IV. Uniforme (0, θ)

Pertencem à família exponencial

“A partir da década de 1960 surgem propostas de inspiração tecnicista, baseadas na

convicção de que a escola só se tornaria eficaz, se adotasse o modelo empresarial [...]. A

tendência tecnicista aplicada à educação surge nos EUA. Em seguida, seus teóricos e

técnicos passam a influenciar os países latino-americanos em via de desenvolvimento."

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3 ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna,

2006 p.171 (Adaptado)

Entre os objetivos da escola estruturada a partir do modelo empresarial, destaca-se a

preocupação em

“A percepção sinestésica é a regra, e, se não percebemos isso, é porque o saber

científico desloca a experiência e porque desaprendemos a ver, a ouvir e, em geral, a

sentir, para deduzir de nossa organização corporal e do mundo tal como concebe o físico

aquilo que devemos ver, ouvir e sentir."

MERLEAU-PONTY, M. Fenomenologia da percepção. Trad. Carlos Alberto ribeiro de Moura. São Paulo:

Martins Fontes, 2006, p.308

Merleau-Ponty traz uma concepção de percepção como

Leia os fragmentos a seguir, extraídos de um diálogo entre Sócrates e Glauco.

SÓCRATES ___ Agora imagina a maneira como segue o estado de nossa natureza

relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em

forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância,

de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o

que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça. [...].

A educação não é o que alguns proclamam que é, porquanto pretendem introduzi-la na

alma onde ela não está, como quem tentasse dar vista a olhos cegos. [...]. A educação é,

pois, a arte que se propõe esse objetivo, a conversão da alma, e que procura os meios

mais eficazes de conseguir. Não consiste em dar visão ao órgão da alma, visto que já a

tem; mas, como ele está mal orientado e não olha para onde deveria, ela esforça-se por

encaminhá-lo na boa direção.

PLATÃO. A República. Livro VII. Tradução Enrico Corvisieri. São Paulo: Nova cultural, 2000 p.225 229

A partir desses fragmentos do diálogo, sobre os sentidos atribuídos por Platão à alegoria

da caverna, é CORRETO afirmar que

“Para Nietzsche a filosofia jamais poderia ser uma ciência. A bem dizer, ele compartilha

essa convicção com a maioria dos filósofos que sabem muito bem, quando falam de

theoría, que esta última não tem nenhuma pretensão científica propriamente dita. As

grandes teses filosóficas não são nem verificáveis nem falsificáveis experimentalmente.

(...). Alguns “cientistas" __ que não refletem um palmo adiante do nariz __ concluem às

vezes, que a filosofia é um discurso vazio. É porque não entenderam nada de seu

estatuto. (...) A primeira conclusão de Heidegger (...) é de que a filosofia, diferentemente

das ciências, não versa sobre nenhum objeto particular (...) sobre nenhum “ente" em

particular. (...). Por isso, segundo Heidegger, a filosofia é antes de mais nada (...) uma

ontologia, uma teoria do ser, não uma teoria desta ou daquela classe de objetos ou de

entes particulares. Mais precisamente, a theoría filosófica interroga-se sobre

características comuns a todos os “entes" ...

FERRY, Luc. Vencer os medos. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2008 P.195-201 (Adaptado)

A partir da leitura do texto, é CORRETO afirmar que

“Procurei o que era a maldade e não encontrei uma substância, mas sim uma perversão

da vontade desviada da substância suprema __ de vós, ó Deus __ e tendendo para as

coisas baixas: vontade que derrama as suas entranhas e se levanta com

intumescência.[...]. O corpo, devido ao peso, tende para o lugar que lhe é próprio, porque

o peso não tende só para baixo, mas também para o lugar que lhe é próprio. Assim, o

fogo encaminha-se para cima e a pedra para baixo. Movem-se segundo seu peso.

Dirigem-se para o lugar que lhes compete. O azeite derramado sobre a água aflora à

superfície; a água vertida sobre o azeite submerge-se debaixo deste: movem-se segundo

seu peso e dirigem-se para o lugar que lhes compete. As coisas que não estão no próprio

lugar agitam-se, mas quando o encontram, ordenam-se e repousam. O meu amor é o

meu peso. Para qualquer parte que vá, é ele quem me leva."

AGOSTINHO, As confissões. Livro VII,16 e VIII, 9 Trad. J. Oliveira Santos e Ambrósio Pina. São Paulo:

Nova Cultural, 1996

Em conformidade com o pensamento patrístico de Agostinho, presente nos fragmentos

acima, sua concepção de mal afirma que

“Quando todo o povo estatui algo para todo povo, só considera a si mesmo (...). Então, a

matéria sobre a qual se estatui é geral como a vontade que a estatui. A esse ato dou o

nome de lei. Quando digo que o objeto das leis é sempre geral, por isso entendo que a

Lei considera os súditos como corpo e as ações como abstratas, e jamais um homem

como um indivíduo ou uma ação particular. Desse modo, a Lei poderá muito bem estatuir

que haverá privilégios, mas ela não poderá concedê-los nominalmente a ninguém.

Qualquer função relativa a um objeto individual não pertence, de modo algum, ao poder

legislativo.

Baseando-se nessa ideia, vê-se logo que não se deve mais perguntar a quem cabe fazer

as leis, pois são atos da vontade geral, nem se o príncipe está acima das leis, visto que é

membro do Estado; ou se a lei pode ser injusta, pois ninguém é injusto consigo mesmo,

ou como se pode ser livre e estar sujeito às leis, desde que estas não passam de

registros de nossas vontades."

ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes S.Machado. 5 ed. São Paulo:

Nova Cultural, 1991 p.54-55

A partir desse fragmento, considerando-se o pensamento de Rousseau, a temática da lei

e da liberdade expressa que

A primeira e a mais importante conseqüência decorrente dos princípios até aqui

estabelecidos é que só a vontade geral pode dirigir as forças do Estado de acordo com a

finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses

particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses

mesmos interesses que o possibilitou. O que existe de comum nesses vários interesses

forma o liame social e, se não houvesse um ponto em que todos os interesses

concordassem, nenhuma sociedade poderia existir. Ora, somente com base nesse

interesse comum é que a sociedade pode ser governada. Afirmo, pois, que a soberania,

não sendo senão o exercício da vontade geral, jamais pode alienar-se e que o soberano,

que nada é, senão um ser coletivo, só pode ser representado por si mesmo. O poder

pode transmitir-se; não porém, a vontade. (...). A soberania é indivisível pela mesma

razão que é inalienável, pois a vontade ou é geral, ou não o é, ou é a do corpo do povo,

ou somente de uma parte. (...) Há comumente muita diferença entre a vontade de todos e

a vontade geral. Esta se prende somente ao interesse comum; a outra, ao interesse

privado e não passa da soma das vontades particulares.

ROUSSEAU, J. Jacques, Do contrato social. Livro segundo. Trad. Lourdes Santos Machado. 5 ed. São

Paulo: Nova Cultural, 1991 P. 43-47

A partir desse fragmento, em conformidade com Rousseau, o que caracteriza a noção de

soberania é a idéia de que

Leia o texto a seguir: A diferença fundamental entre as ditaduras modernas e as tiranias do passado está no uso do terror não como meio de extermínio e amedrontamento dos oponentes, mas como instrumento corriqueiro para governar as massas perfeitamente obedientes. O terror, como o conhecemos hoje, ataca sem provocação preliminar, e suas vítimas são inocentes até mesmo do ponto de vista do perseguidor. Esse foi o caso da Alemanha nazista, quando a campanha de terror foi dirigida contra os judeus, isto é, contra pessoas cujas características comuns eram aleatórias e independentes da conduta individual específica.
[...].O estabelecimento de um regime totalitário requer a apresentação do terror como instrumento necessário para a realização de uma ideologia específica, e essa ideologia deve obter a adesão de muitos, até mesmo da maioria, antes que o terror possa ser estabelecido. O que interessa ao historiador é que os judeus, antes de se tornarem as principais vítimas do terror moderno, constituíam o centro de interesse da ideologia nazista.
ARENDT, H. As origens do totalitarismo. Trad. Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 29-30
A partir desse texto, na relação entre ditadura, totalitarismo e autoritarismo, é CORRETO afirmar que

“Não menos que saber, duvidar me agrada." afirma Dante. [...] A verdade e a razão são

comuns a todos e não pertencem mais a quem as diz primeiro do que ao que as diz

depois. Não é mais segundo Platão, do que segundo eu mesmo, que tal coisa se enuncia,

desde que a compreendamos. [...] O proveito de nosso estudo está em nos tornarmos

melhores e mais avisados. É a inteligência que vê e ouve; é a inteligência que tudo

aproveita, tudo dispõe, age, domina e reina. Tudo o mais é cego, surdo e sem alma.

Certamente tornaremos a criança servil e tímida se não lhe dermos a oportunidade de

fazer algo por si. [...] saber de cor não é saber: é conservar o que se entregou à memória

para guardar. Do que sabemos efetivamente, dispomos sem olhar para o modelo, sem

voltar os olhos para o livro.

MONTAIGNE, Michel de. Ensaios. Livro I. Cap. XXVI. Trad de. Sérgio Milliet. São Paulo: Nova

cultural, 1991 P. 75-83

Com base nesse fragmento, em sua relação com a educação, a filosofia deve ser

compreendida como

Em A disseminação (1972), Derrida ilustra a desconstrução com um exemplo tomado da

história da filosofia. No Fedro, Platão narra o mito de Tot __ o deus que inventou a escrita

__ e Tamuz __ o rei egípcio a quem ele ofereceu a criação. Tamuz recusa o presente,

julgando que seus perigos suplantam seus benefícios para a humanidade.

FEARN, Nicholas. Aprendendo a filosofar em 25 lições. Do poço de Tales à desconstrução de Derrida. Trad.

Maria Luiza S. de A. Borges. Rio de janeiro: Editora Zahar, 2004 p.175

A partir dessa referência e com base nos estudos realizados, para Derrida é CORRETO

afirmar que

O sistema teológico chegou à mais alta perfeição de que é susceptível quando substituiu, pela ação providencial de um ser único, o jogo variado de numerosas divindades independentes, que primitivamente tinham sido imaginadas. Do mesmo modo, o último termo do sistema metafísico consiste em conceber, em lugar de diferentes entidades particulares, uma única grande entidade geral, a natureza, considerada como fonte exclusiva de todos os fenômenos. Paralelamente, a perfeição do sistema positivo, à qual este tende sem cessar, apesar de ser muito provável que nunca deva atingi-la, seria poder representar todos os diversos fenômenos observáveis como casos particulares dum único fato geral, como a gravitação o exemplifica. (...). Só a filosofia positiva pode ser considerada a única base sólida da reorganização social, que deve terminar o estado de crise no qual se encontram, há tanto tempo, as nações mais civilizadas. COMTE, Augusto. Curso de filosofia Positiva. Primeira lição. Trad. Jose A. Giannotti. São Paulo: Nova cultural, 1991 p. 15.17
A partir do fragmento acima e em conformidade com o positivismo de Augusto Comte, é CORRETO afirmar que

Considerando-se a limitação amostral de estudos realizados, de um modo geral, os programas de educação física escolar

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