Observe a tabela abaixo.

Segundo os dados apresentados, a taxa de analfabetismo
na população de 15 anos ou mais caiu ininterruptamente
ao longo do século passado, saindo de um patamar de
65,3% em 1900 para chegar a 13,6% em 2000.
Contudo, analisando estes dados verifica-se que a queda
da taxa de analfabetismo não é suficiente para que se
supere o problema do analfabetismo; é fundamental
também a
Considere: I. Igualdade de condições para o acesso, inclusão, permanência e sucesso na escola. II. Gestão democrática do ensino público. III. Separação entre a educação escolar e o trabalho. IV. Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. V. Ênfase na garantia do acesso em detrimento da qualidade do trabalho. Constituem princípios que sustentam o projeto nacional de educação brasileira:
Sabe-se que vários pesquisadores, como Emília Ferreiro, Celéstin Freinet, Paulo Freire e Howard Gardner, partem do princípio
de que é preciso compreender e valorizar a ação do sujeito em seu processo de aquisição do conhecimento. A partir deste
princípio, está correto afirmar:
A compreensão e valorização das funções sociais da escrita é uma aprendizagem que deve acontecer desde os primeiros
momentos da chegada da criança à escola e deve continuar até o final de sua formação estudantil. O professor orientará seus
alunos para a compreensão e a valorização dos diferentes usos e funções da escrita, em diferentes gêneros e suportes, quando
ler em voz alta
O conceito de número é elaborado por meio de um processo longo. Segundo Piaget, desde muito pequena, a criança tem percepções numéricas e os conhecimentos matemáticos não passam de um nível perceptivo a um nível conceitual de forma espontânea e imediata e sim gradativamente, conduzindo-se por sucessivos momentos de avanços e retrocessos. Com base nas investigações de Piaget, está correto afirmar que o conceito de número depende do desenvolvimento dos processos de
Para o sociólogo alemão Max Weber, o capitalismo moderno
caracteriza-se
Sobre a teoria marxiana das classes sociais no capitalismo,
está correto afirmar:
Para Max Weber, a autoridade
O processo que superaria a divisão da nação em raças e
promoveria alguma democracia social é chamado por
Gilberto Freyre de
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 23 e 24.
O fato mais marcante da vida humana é que temos valores. Pensamos em modos pelos quais as coisas poderiam ser melhores e mais perfeitas e, portanto, diferentes do que são e também em modos como nós mesmos poderíamos ser melhores, e, portanto, diferentes do que somos. Por que é assim? De onde tiramos estas ideias que vão além do mundo que experimentamos e parecem colocá-lo em questão, julgando-o, dizendo que ele não é satisfatório, que ele não é o que deveria ser? Claramente não as tiramos da experiência, pelo menos não de uma maneira simples. E é intrigante também que estas ideias de um mundo diferente do nosso nos conclamam, dizendo-nos como as coisas deveriam ser e que nós deveríamos torná-las assim.
(KORSGAARD, Christine. The Sources of normativity. Cambridge University Press, 1996, p. 1. − Tradução de Telma Birchal, citado nas Orientações Pedagógicas para o Ensino Médio em Filosofia, em http://crv.educacao.mg.gov.br)
O texto acima se refere a uma das questões mais antigas
da história da filosofia, a saber, à relação entre
Atenção: O texto abaixo refere-se às questões de números 25 e 26.
Em todo sistema de moral que até hoje encontrei, sempre notei que o autor segue durante algum tempo o modo comum de raciocinar, estabelecendo a existência de Deus, ou fazendo observações a respeito dos assuntos humanos, quando, de repente, surpreendo-me ao ver que, em vez das cópulas proposicionais usuais, como é e não é, não encontro uma só proposição que não esteja conectada a outra por um deve ou não deve. Essa mudança é imperceptível, porém da maior importância. Pois como esse deve ou não deve expressa uma nova relação ou afirmação, esta precisaria ser notada e explicada; ao mesmo tempo, seria preciso que se desse uma razão para algo que parece totalmente inconcebível, ou seja, como essa nova relação pode ser deduzida de outras inteiramente diferentes.
(HUME, David. Tratado da Natureza Humana. Tradução de Débora Danowiski. Livro III, Parte I, Seção II. São Paulo, Editora UNESP, 2000, p. 509, citado nas Orientações Pedagó- gicas para o Ensino Médio em Filosofia, em http://crv. educacao.mg.gov.br)
Nesse texto, Hume afirma que
No que se refere ao ensino do tema universalismo versus
relativismo moral, o professor de filosofia deve apresentar
a discussão procedendo a uma
Do mito das raças, Hesíodo tira um ensinamento que dirige
mais especialmente ao seu irmão Perses, um pobre tipo,
mas que vale também para os grandes da terra, para
aqueles cuja função é regulamentar as querelas por arbitragem,
para os reis. Hesíodo resume este ensinamento
na seguinte fórmula: escuta a justiça, Dike, não deixes
aumentar a desmedida, Hybris.
(VERNANT, Jean-Pierre. Mito e pensamento entre os gregos.
Edusp, 1973, p. 11)
Na passagem acima, Vernant vê no mito uma clara rela-
ção com a
Com o advento da Idade Moderna, começam a ocorrer
mudanças, como:
I.A técnica passa a se vincular à ciência.
II.A filosofia começa a perder a primazia para a ciência.
III.A matemática passa a ser mais valorizada em detrimento
da lógica.
IV.A teologia começa a se tornar o principal objeto de
estudos.
V.A física passa a investigar as finalidades internas a
cada ser natural.
Está correto o que se afirma APENAS em
É denominado correto APENAS o argumento que