A Economia Solidária aponta para uma nova lógica de desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e distribuição de renda mediante um crescimento econômico com proteção dos ecossistemas. Seus resultados econômicos, políticos e culturais são compartilhados pelos participantes, sem distinção de gênero, idade e raça. Ela implica a reversão da lógica capitalista ao se opor à exploração do trabalho e dos recursos naturais, considerando o ser humano na sua integralidade como sujeito e finalidade da atividade econômica. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta uma característica que não pode ser atribuída à Economia Solidária de acordo com a Declaração de Cochabamba e de outros manifestos discutidos no Fórum Social Mundial.
A respeito dos movimentos sociais e sua ação no Brasil e
ao redor do mundo, marque V para verdadeiro ou F para
falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta.
( ) O Fórum Social Mundial teve sua primeira edição na
cidade de Porto Alegre. O FSM pode ser
interpretado como um contraponto ao Fórum
Econômico Mundial, ocorrido em Davos.
( ) O Movimento Sem Terra, apesar de sua luta por
reforma agrária e por igualdade social, não possui
orientação marxista. Afinal, o marxismo limita-se a
estimular a igualdade social em âmbito urbano.
( ) A União Nacional dos Estudantes é responsável por
importantes realizações culturais no Brasil. Entre
elas, o Centro Popular de Cultura, do qual
participaram nomes como Ferreira Gullar e Cacá
Diegues.
Analise as assertivas abaixo, que dizem respeito à
questão dos Estados nacionais e a globalização.
I. O conceito de Estado-nação, tal como entendido
pela sociologia hoje, diz respeito apenas a aspectos
políticos.
II. Uma das críticas possíveis à noção de Estado-nação
e ao nacionalismo diz respeito à sua tentativa de
unificar seus membros – com suas variadas classes,
religiões, etnias etc. – a partir de uma identidade.
III. Os chamados estudos pós-coloniais estimularam
reflexões acerca das noções que se tinha até a
primeira metade do século XX de nação e de suas
respectivas identidades.
É correto o que se afirma em
Assinale a alternativa incorreta.
Sobre a globalização e a questão da diversidade cultural,
marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida,
assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A chamada globalização tem por principal
característica a tolerância entre as culturas de
variados territórios do planeta – objetivo atingido na
prática, inclusive.
( ) Conflitos envolvendo “limpezas étnicas” e as
conflituosas relações entre algumas nações
ocidentais e os países islâmicos representam alguns
dos maiores obstáculos ao multiculturalismo.
( ) A Coreia do Sul é um dos países mais abertos em
relação ao multiculturalismo e à pluralidade étnica.
Sobre a questão do Estado e da sua relação com as
diferenças culturais e religiosas, marque V para verdadeiro
ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que
apresenta a sequência correta.
( ) Embora, na prática, a influência do catolicismo no
Brasil ocorra em diversos âmbitos, a República
Federativa do Brasil é, oficialmente, um estado ateu.
( ) O Estado laico, tal como concebido no Brasil, diz
respeito à livre manifestação de quaisquer religiões,
sem que, no entanto, haja qualquer interferência
religiosa nas questões políticas.
( ) O laicismo do Brasil impede que esse país
mantenha relações diplomáticas com países com
religiões de Estado.
Durante a fertilização, as células somáticas passam por processos de multiplicação específicos. Quando se apresentam sob a forma de 8 células, consistem em um embrião primitivo que entra no útero, cuja denominação é
Algumas moléculas e estruturas implicam fatores de diferenciação ou similaridade entre células vegetais e bacterianas. Desta forma, é correto afirmar que a estrutura comum a células bacterianas e células vegetais é o(a)
A diversidade de vírus que acomete o ser humano é um dos maiores desafios das propostas de saúde pública no mundo. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta doenças causadas por vírus, estes seres acelulares.
São doenças imunopreviníveis que têm bactérias como agentes etiológicos:
Sobre Taquaruçu é CORRETO afirmar que se trata de um:
A enfermagem obstétrica assume um papel de grande responsabilidade perante a comunidade, no sentido de atuar de forma humanizada e sob a óptica da legislação desde o pré-natal até o puerpério, direcionando as diversas funções desse profissional ao atendimento de gestantes. Cabe, portanto, ao enfermeiro titular do diploma de enfermeiro obstétrico, como integrante da equipe de saúde, todas as ações abaixo, exceto:
O empregado tem direito ao gozo de um período de férias nas seguintes condições:
D. Maria, 28 anos, residente nas proximidades de um Programa de Estratégia Saúde da Família há 5 anos, procurou a unidade para uma consulta médica, queixando-se de mal-estar geral, dores nas articulações e febre esporádica. O enfermeiro da ESF a informou de que somente as famílias cadastradas naquela unidade poderiam usufruir dos serviços de saúde e a orientou a procurar outra unidade de saúde. Considerando essa situação e de acordo com o Artigo 196 da Constituição Federal, é correto afirmar que
THERE ARE 5 QUESTIONS OF MULTIPLE CHOICE IN YOUR TEST. EACH QUESTION HAS 4
ALTERNATIVES (A, B, C, AND D) FROM WHICH ONLY ONE IS CORRECT. CHECK THE CORRECT
ONE.
Don't Get Sick in July
By Theresa Brown
Published: July 15, 2012
It's one of those secrets you normally don't learn in nursing school: ''Don't go to the hospital in
July.'' That's the month when medical residents, newly graduated from medical school, start learning how
to be doctors, and they learn by taking care of patients. And learning means making mistakes.
There's disagreement in the medical literature about whether a so-called July Effect, where
medical error rates increase in the summer, actually exists. But a 2010 article in the Journal of General
Internal Medicine and a 2011 article in the Annals of Internal Medicine both found evidence of it. In an
interview, Dr. John Q. Young, lead author of the latter review, likened the deployment of new residents to
having rookies replace seasoned football players during ''a high-stakes game, and in the middle of that
final drive.''
From what I've experienced as a clinical nurse, whether or not the July Effect is statistically
validated as a cause of fatal hospital errors, it is undeniably real in terms of adequacy and quality of care
delivery. Any nurse who has worked in a teaching hospital is likely to have found July an especially
difficult month because, returning to Dr. Young's football metaphor, the first-year residents are calling the
plays, but they have little real knowledge of the game.
This experience deficit plays out in ways large and small, but I remember an especially fraught
situation one July when a new resident simply did not know enough to do his job and a patient quite
literally suffered as a result.
The patient was actively dying. He was old and his death was expected. He had kept his cancer
at bay for several years, but there were no more curative treatment options left and he had opted to die
peacefully in his bed, surrounded by his family. He had also wanted to die in the hospital, and his death
was coming on quickly enough that the hospital decided to allow it. He was grumpy, charming, funny and
impressively clear-eyed about the end of his life. During our brief, two-day acquaintance I developed a
strong attachment to him.
Death came closer quickly on that second day and as it neared, his pain increased significantly.
Dying from cancer often hurts. He needed oxygen to breathe comfortably, and because he was alert he
fully felt the intense pain.
I'm a nurse, so legally I cannot decide to increase a patient's dose of pain medication, but I can
call a physician and describe the patient's distress. That's part of a nurse's job, but there is also a chain
of command for getting medication orders, and another part of my job is adhering to that hierarchy.
I paged the first-year resident covering the patient. Since it was July he was an M.D. on the
books, but he was brand new to actual doctoring. I explained things, but he would not increase the
ordered dose. I paged him again. We talked over the phone, and I insisted. Then I pleaded. He would
not up the dose.
Looking at the situation from his point of view, I understand his reluctance. I was asking him to
prescribe a very large dose of narcotic, a killingly big dose if the patient was unused to opioids. The
resident might have learned in medical school about pain during dying, but he had not actually been with
a patient going through it. Seeing such pain -- the body twisting, the patient crying out helplessly -- is
categorically different from reading about it.
I also imagine the resident had been taught to prescribe narcotics judiciously, perhaps even
sparingly, and the amount of drug I was asking for was neither.
The patient's wife was kind; his daughter, a nurse, forthright. They and he deserved better than
they were getting, so I decided to take a risk. Ignoring the chain of command, I paged the palliative care
physician on call. She and I had talked about the patient the day before.
I described the patient's sudden lurch toward death, the sharp increase in pain and the resident's
reluctance to medicate the patient enough to give him relief. ''Ah,'' she said, ''I was worried about that,''
meaning that the patient might begin actively dying sooner than the medical team had expected. She
ordered a morphine pump. I got the drug, loaded and programmed the machine. The patient died fairly
soon after. He was conscious to the very end, and I can say he did not meet his death in agonizing pain.
A few hours later I ended up in the elevator with the new resident. He and I both started talking at
once. Looking stricken, he apologized to me for having been busy, overwhelmed with several new
patients. Knowing it is never easy to have someone's footprint on your head, I apologized for having
called in an attending physician. ''I don't usually jump the line,'' I started to explain, when he interrupted
me. ''You did the right thing for the patient,'' he said.
Such an exchange is rare. A nurse who goes over a doctor's head because she finds his care
decisions inappropriate risks a charge of insubordination. A resident who doesn't deliver good care risks
the derision of the nurse caring for that patient. Nurses aren't typically consulted about care decisions,
and this expectation of silence may lead them to lash out at doctors they see as inadequate.
The July Effect brings into sharp relief a reality of hospital care: care is becoming more
specialized, and nurses, who sometimes have years of experience, often know more than the greenest
physicians. We know about medicating dying patients for pain, but we know a lot of other things, too:
appropriate dosages for all kinds of drugs, when transfusions and electrolyte replacements are needed,
which lab tests to order and how to order them, whether consulting another specialist is a good idea,
whether a patient needs to go to intensive care because his vital signs are worryingly unstable.
The problem can be limited by better supervision from senior residents, fellows and attending
physicians, as well as by nurses. We need to acknowledge this fact, because admitting that new
residents need help, and that nurses can and do help them, is the beginning of owning up to our shared
responsibilities in providing care. For the good of our patients, nurses and doctors need to collaborate.
(http://query.nytimes.com/gst/fullpage.html?res=9C02E3DB143FF936A25754C0A9649D8B63&ref=nursingandnurses)
The situation described in the text by the author is an evidence that
Representação gráfica que apresenta a sequência de uma atividade ou trabalho de forma analítica, caracterizando as operações, os responsáveis e/ou as unidades organizacionais envolvidos no processo administrativo:
A Teoria da Administração Científica surgiu com os experimentos e a contribuição decisiva de
Princípio adotado pela Teoria das Relações Humanas:
O manual do empregado tem por finalidade
Nos Sistemas de Informação, conhecimento é uma propriedade
No sentido de superar as dificuldades e reforçar o SUS, como política de Estado, os gestores do SUS se comprometem com a construção do PACTO PELA SAÚDE 2006, dando ênfase às necessidades de saúde da população, o que implica no exercício simultâneo de definição de prioridades articuladas e integradas nos três componentes: Pacto pela Vida, Pacto em Defesa do SUS e Pacto de Gestão do SUS. (Texto adaptado da PORTARIA Nº 399, 2006). No que se refere às prioridades do Pacto pela Vida e seus objetivos para 2006, é correto afirmar que
A Norma Regulamentadora nº 32 (NR-32) estabelece as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores nos serviços de saúde. Em seu anexo I, essa norma ressalta as medidas de proteção que devem ser adotadas a partir da avaliação prevista no programa de prevenção de riscos ambientais (PPRA). Quanto a essas medidas, é verdadeiro afirmar que
A doação de sangue é um ato de amor ao próximo e deve ser voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, devendo ser mantida em sigilo qualquer informação sobre doadores e receptores, antes, durante e após o processo de doação. De acordo com a resolução RDC nº 153/2004, é correto afirmar que
Foram diagnosticados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (SESPA) 33 casos de malária no bairro do Icuí-Guajará, em Ananindeua, Região Metropolitana de Belém. De acordo com a SESPA, o ciclo de transmissão da malária no local começou depois da chegada de um morador que teria vindo do interior do estado. (Jornal O Liberal on line, 18/04/2013). Sabe-se que, na malária, o mosquito é infectado ao sugar o sangue de uma pessoa com gametócitos circulantes, os quais surgem na corrente sanguínea, em períodos variáveis, conforme a espécie do agente etiológico. No caso da malária por Plasmodium falciparum, o indivíduo pode ser fonte de infecção quando não tratado ou quando tratado inadequadamente, por
Segundo o Ministério da Saúde (2012), a equidade no acesso deve ser uma preocupação constante no acolhimento à demanda espontânea, pois há necessidade de tratar diferentemente os desiguais, e cada um de acordo com sua necessidade. Nessa premissa, o profissional de saúde tem papel importante na primeira escuta do usuário, no processo de classificação de risco, devendo organizar o acesso aos usuários. Diante desse contexto, faz parte do processo de trabalho da equipe na “primeira escuta do usuário”:
Retardar, indevidamente, ato de ofício para satisfazer interesse ou sentimento pessoal configura o seguinte tipo penal:
Caberá a pena de demissão ao funcionário que, durante o período de 12 (doze) meses, interpoladamente e sem justa causa, faltar ao serviço por:
Conforme previsto na Lei nº 8.666/93, a prestação de serviços de limpeza de um órgão público, executados de forma contínua, poderá ter a sua duração prorrogada, de forma contínua, com vistas à obtenção de preços e condições mais vantajosas para a administração, ficando a prorrogação limitada ao seguinte prazo máximo:
Uma criança, nas dependências de escola municipal,
atinge o olho de outra, acarretando-lhe a
perda parcial da visão. Nesse caso, pode-se
afirmar que o Estado responde:
Conforme dispõem as normas processuais e a Lei
Orgânica do Município do Rio de Janeiro, o
Município é representado, em Juízo: