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Acerca da Estratégia de Saúde da Família, conforme Política Nacional de Atenção Básica, é correto afirmar que:

O Pacto pela Saúde, instituído por meio da Portaria GM/MS nº 399/2006, é composto de três componentes, sendo eles:

SAções desenvolvidas pelo SUS que abrangem diagnóstico e tratamento de doenças, acidentes e danos à saúde

de maneira geral, bem como limitação da invalidez são consideradas:

Leia o texto abaixo para responder as questões 1, 2, 3, e 4:

Para Quem Quer Aprender a Gostar

Talvez seja tão simples, tolo e natural que você nunca tenha parado para pensar: aprenda a fazer bonito o seu

amor. Ou fazer o seu amor ser ou ficar bonito. Aprenda, apenas, a tão difícil arte deamar bonito. Gostar é tão fácil

que ninguém aceita aprender.

Tenho visto muito amor por aí. Amores mesmo, bravios, gigantescos, descomunais, profundos, sinceros, cheios de

entrega, doação e dádiva. Mas esbarram na dificuldade de se tornar bonitos. Apenas isso: bonitos, belos ou

embelezados, tratados com carinho, cuidado e atenção. Amores levados com arte e ternura de mãos jardineiras.

Aí esses amores que são verdadeiros, eternos e descomunais de repente se percebem ameaçados apenas e tãosomente

porque não sabem ser bonitos: cobram, exigem; rotinizam; descuidam; reclamam; deixam de

compreender; necessitam mais do que oferecem; precisam mais do que atendem; enchem-se de razões. Sim, de

razões. Ter razão é o maior perigo do amor. Quem tem razão sempre se sente no direito (e o tem) de reinvindicar,

de exigir justiça, eqüidade, equiparação, sem atinar que o que está sem razão talvez passe por um momento de

sua vida no qual não possa Ter razão. Nem queira. Ter razão é um perigo: em geral enfeia o amor, pois é invocado

com justiça, mas na hora errada. Amar bonito é saber a hora de Ter razão.

Ponha a mão na consciência. Você tem certeza de que está fazendo o seu amor bonito? De que está tirando do

gesto, da ação, da reação, do olhar, da saudade, da alegria, do encontro, da dor do desencontro a maior beleza

possível? Talvez não. Cheio ou cheia de razões, você espera do amor apenas aquilo que é exigido por suas partes

necessitadas, quando talvez dele devesse pouco esperar, para valorizar melhor tudo de bom que de vez em

quando ele pode trazer. Quem espera mais do que isso sofre, e sofrendo deixa de amar bonito. Sofrendo, deixa de

ser alegre, igual, irmão, criança. E sem soltar a criança, nenhum amor é bonito.

Não tema o romantismo. Derrube as cercas da opinião alheia. Faça coroas de margaridas e enfeite a cabeça de

quem você ama. Saia cantando e olhe alegre.

Recomendam-se: encabulamentos, ser pego em flagrante gostando; não se cansar de olhar, e olhar; não

atrapalhar a convivência com teorizações; adiar sempre, se possível com beijos, 'aquela conversa importante que

precisamos ter'; arquivar, se possível, as reclamações pela pouca atenção recebida. Para quem ama, toda

atenção é sempre pouca. Quem ama feio não sabe que pouca atenção poder ser toda a atenção possível. Quem

ama bonito não gasta o tempo dessa atenção cobrando a que deixou de Ter.

Não teorize sobre o amor (deixe isso para nós, pobres escritores que vemos a vida como a criança de nariz

encostado na vitrina cheia de brinquedos dos nossos sonhos); não teorize sobre o amor; ame. Siga o destino dos

sentimentos aqui e agora.

Não tenha medo exatamente de tudo o que você teme, como: a sinceridade; não dar certo; depois vir a sofrer

(sofrerá de qualquer jeito); abrir o coração; contar a verdade do tamanho do amor que sente.

Jogue por alto todas as jogadas, estratagemas, golpes, espertezas, atitudes sabidamente eficazes (não é sábio

ser sabido): seja apenas você no auge de sua emoção e carência, exatamente aquele você que a vida impede de

ser. Seja você cantando desafinado, mas todas as manhãs. Falando besteiras, mas criando sempre. Gaguejando

flores. Sentindo o coração bater como no tempo do Natal infantil. Revivendo os carinhos que intuiu em criança.

Sem medo de dizer eu quero, eu gosto, eu estou com vontade.

Talvez aí você consiga fazer o seu amor bonito, ou fazer bonito o seu amor, ou bonitar fazendo o seu amor, ou

amar fazendo o seu amor bonito (a ordem das frases não altera o produto), sempre que ele seja a mais verdadeira

expressão de tudo o que você é, e nunca: deixaram, conseguiu, soube, pôde, foi possível, ser.

Se o amor existe, seu conteúdo já é manifesto. Não se preocupe mais com ele e suas definições. Cuide agora da

forma. Cuide da voz. Cuide da fala. Cuide do cuidado. Cuide do carinho. Cuide de você. Ame-se o suficiente para

ser capaz de gostar do amor e só assim poder começar a tentar fazer o outro feliz."

Texto Retirado do Livro de Crônicas de Artur da Távola : "Alguém que já não fui" - página 149º

Pode-se perceber que o cronista usa o tom de aconselhamento para orientar as pessoas de como amar bonito, em quais das expressões abaixo?

Os diferentes tipos de vegetação são chamados de Fitofisionomias, traduzidos pela aparência que toma a

vegetação de um lugar em função da sua forma. Em relação a Goiás, as fisionomias do Cerrado têm relação direta

com a qualidade do solo e a presença de água. Neste contexto, a mata seca, comum no Cerrado tem como

característica principal

São considerados, respectivamente, materiais para cimentação e proteção do complexo dentina polpa:

A lei que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Saúde Bucal(TSB) e Auxiliar em Saúde Bucal(ASB) é:

No texto, o conceito da palavra persona tem suas raízes no latim per- sona (aquilo que soa, que toma voz através de uma máscara). Esse conceito quer dizer que

No texto lido, o autor utiliza-se de um recurso linguístico que permite um gênero absorver outro. A esse recurso dá-se o nome de

Os Parâmetros Curriculares Nacionais propõem o texto como unidade básica do trabalho com o ensino de Língua Portuguesa e os gêneros não se desvinculam dos textos. Sobre esse propósito é possível afirmar: I Não é possível construir um texto (oral ou escrito) sem que se realize um gênero textual.
II O domínio dos gêneros pode contribuir para uma participação social mais ampla, com vistas a um exercício mais pleno da cidadania.
III A escola deve, prioritariamente, se ocupar dos gêneros primários, já que os secundários podem ser mais facilmente aprendidos noutras esferas mais cotidianas.
IV Quando se domina um gênero textual, domina-se uma forma linguística e não uma forma de realizar objetivos específicos em situações sociocomunicativas.
Das proposições pode-se afirmar que estão corretas apenas:

No primeiro quadrinho, o termo aqui representa uma das categorias da enunciação que indica espaço:

No texto, as referências onde ocorrem os fatos são feitas de modo vago, não se dando nome ao país nem às personagens, daí se justifica o grande emprego de

Em: “Mas, se paravam de roubar, ficavam pobres...” No período, a oração em negrito é subordinada

Em: “Ocorre que no país apareceu um homem honesto. “ A oração em destaque é subordinada

Em: “Ele deixava que lhe roubassem tudo... “ Os termos destacados exercem, na oração, a função sintática, respectivamente, de

A função da linguagem predominante no texto é a

O trecho que traz a caracterização cujo

sentido é marcado pela subjetividade é:

Leia o texto abaixo para responder as questões 7 e 8:

Cadê os plural?

É só impressão minha, ou está cada vez mais difícil ouvir plurais ortodoxos? Aqueles de antigamente, arrematados

com um ''s'' - plurais tradicionais, quatrocentões? Os plurais agora estão cada vez mais enrustidos, dissimulados,

problemáticos. Cada vez menos plurais são assumidos. Os plurais agora precisam ser subentendidos.

Verdade seja dita: não somos os únicos no mundo a ter problemas com a maldita letra ''s'' no final das palavras.

Os franceses, debaixo de toda aquela empáfia, há séculos desistiram de pronunciar o ''s'' dos plurais. No francês

oral, o plural é indicado pelo artigo, e pronto. Ou seja: eles falam ''as mina'' e ''os mano'' desde que foram

promovidos de gauleses a guardiães da cultura e da civilização.

Os italianos também não podem com a letra ''s'' no fim das palavras. Fazem seus plurais em ''i'' e em ''e'',

dependendo do sexo, ops, do gênero das palavras. Quando a palavra é estrangeira, entretanto, eles simplesmente

desistem de falar no plural: decretaram que termos forasteiros são invariáveis, e tudo bem. Una foto, due foto; una

caipirinha, quattro caipirinha. Quattro caipirinha? Hic! Zuzo bem!

Os alemães, metódicos que só, reservam o ''s'' justamente a esses vocábulos estrangeiros que os italianos

permitem que andem por aí sem plural. Com as palavras do seu próprio idioma, no entanto, os alemães são

implacáveis. As palavras mais sortudas ganham apenas um ''e'' no final, mas as outras são flexionadas com

requintes de tortura - com ''n'' (!) ou com ''r'' (!!), às vezes em conjunto com um trema (!!!) numa vogal da penúltima

sílaba (!!!!), só para infernizar a vida dos alunos do Instituto Goethe ao redor do planeta.

Práticos são os indonésios, que formam o plural simplesmente duplicando o singular: gado-gado, padang-padang,

ylang-ylang. Pelo menos foi isso que eu li uma vez. (Claro que não chequei a informação. Eu detestaria descobrir

que isso não é verdade.) Já pensou se a moda pega aqui, feito aquele pavoroso cigarro de cravo? Os manomano.

As mina-mina. Um chopps e dois pastel-pastel.

Nem mesmo nossos primos de fala espanhola escapam da síndrome dos comedores de plural. Os andaluzes e

praticamente todos os latino-americanos também não são muito chegados a um ''s'' final. Em vez do ''s'' ríspido e

perigosamente carregado de saliva dos madrilenhos (que chiam quase tanto quanto os portugueses), eles

transformaram o plural num acontecimento sutil, perceptível apenas por ouvidos treinados. Em Sevilha, Buenos

Aires ou em Santo Domingo, o ''s'' vira um ''h'' aspirado - lah cosah, lah personah, loh pluraleh.

Entre nós, contudo, a mutilação do plural não tem nada a ver com sotaques ou incapacidade de pronunciar

fonemas. Aqui em São Paulo, a falta de ''s'' é um fenômeno sociocultural. Os pobres não falam no plural por falta

de cultura. Da classe média para cima, deixamos o plural de lado quando há excesso de intimidade. É como se o

plural fosse algo opcional, como escolher entre ''você'' e ''o senhor''. Se a situação exige, você vai lá e aperta a

tecla PLURAL. Se a conversa for entre amigos, basta desligar, e os esses desaparecem em algum ponto entre o

cérebro e a boca.

Na minha terra, não. Imagina. Lá não se permite isso. No Rio Grande NINGUÉM fala os plurais. NUNCA.

Considera-se PEDANTE quem fala plural. Trata-se de um dos pontos mais importantes do nosso dialeto. Assim

como no francês oral, no gauchês oral o plural é indicado pelo artigo: os guri, as guria. Mas isso só vale no

gauchês falado. Você jamais verá escritas em Porto Alegre essas coisas que se leem em placas e faixas de São

Paulo, tipo COMIDAS TÍPICA ou 12 PRATOS QUENTE.

Escrito, não. Para nós, a falta de plural escrito dói nos... ouvidos. [...]

O avanço da despluralização, no entanto, ameaça transformar São Paulo numa nova Porto Alegre, onde

concordar substantivo com artigo é coisa de maricas.

O que se deve fazer? Uma grande campanha educativa, com celebridades declarando que é chique falar os

plurais? Lançar pagodes e canções sertanejas falando da dor-de-cotovelo causada por não usar ''s'' no final das

palavras? Ou contratar um grupo de artistas alternativos para sair pichando nos muros por aí uma mensagem

subversiva? Tipo assim: OS MANOS E AS MINAS.

FREIRE, Ricardo. Variedades. Jornal da Tarde, 5 de fevereiro 2001, p. 8c.

A qual mecanismo gramatical o autor se refere por meio da expressão “plurais ortodoxos”?

De acordo com o prescrito pela Declaração Universal dos Direitos Humanos é INCORRETO afirmar que:

São consideradas Doenças e Agravos de Notificação Compulsória:

De acordo com a Portaria nº 2.488/2011, que define a Política Nacional de Atenção Básica, o número de agentes comunitários de saúde deve ser suficiente para cobrir 100% da população cadastrada, sendo correto afirmar:

O Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) é:

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