A construção da área de educação física no Brasil foi permeada, nas últimas décadas, por diferentes concepções que podem ser divididas em abordagens críticas e não críticas. No campo do pensamento crítico, os conteúdos de ensino podem ser tratados como
Para Kunz (1994), o esporte não precisa estar voltado apenas para o alto rendimento, mas ter em conta que o sujeito precisa desenvolver determinadas competências que lhe dê formação emancipatória e livre. Na perspectiva do autor, as competências que vão além dos esportes são:
Dentro da PNPS, a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) em articulação com o Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) vem desenvolvendo importante iniciativa de promoção da saúde coletiva, também conhecida como:
Na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa, publicada pelo Ministério da Saúde (2017), há indicação para realização de práticas corporais e atividades físicas, uma vez que estas proporcionam mais disposição, bem-estar, autonomia e oportunidade de fazer amizades, bem como diminuem o risco de doenças do coração, osteoporose, diabetes, depressão e certos tipos de câncer. Segundo o documento citado, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece opções para a prática de exercícios regulares
Conforme a Lei nº 8.080/1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, compete à direção municipal do Sistema Único de Saúde (SUS):