Segundo Arretche (1996), frente às tendências de avaliação das políticas públicas na atualidade, entende-se
No XXIX Encontro Nacional CFESS/CRESS, realizado em 2000, na cidade de Maceió, foi redigido e aprovado o documento denominado Carta de Maceió. Este documento referia-se a posição da categoria profissional frente à Seguridade Social. Considerando o conteúdo desse documento, analise as seguintes assertivas:
I.Os assistentes sociais brasileiros criticam e condenam publicamente a Seguridade Social.
II.Os profissionais de Serviço Social reafirmam sua concepção de Seguridade, entendida como um padrão mínimo de proteção social, com cobertura universal para as situações de extrema pobreza.
III.A Seguridade Social é entendida pelos assistentes sociais como um campo de proteção social, lugar de luta e de formação de consciências críticas em relação à desigualdade social no Brasil e de organização dos trabalhadores. Um terreno de embate que requer competência teórica, política e técnica.
Está correto o que consta em
O Art. 5º da Constituição Federal afirma que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Nesse sentido, considere as seguintes assertivas:
I.A manifestação do pensamento é livre, sendo vedado o anonimato.
II.A expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação é livre, independentemente de censura ou licença.
III.A casa é asilo inviolável do indivíduo, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial.
IV.O acesso à informação é assegurado a todos, independentemente da fonte, quando necessário ao exercício profissional.
Está correto o que consta APENAS em
Cabe à Política de Assistência Social a realização de ações que objetivem proteger os cidadãos contra riscos sociais inerentes aos ciclos de vida para o atendimento de necessidades individuais ou sociais. Quanto à definição dos usuários desta política pública, é correto afirmar que
Dentre as atividades profissionais, cabe ao assistente social a realização de avaliação de programa. Para tanto, há especificidades nesse processo que podem ser identificadas pelas dimensões: I.Metodológica, a avaliação é uma atividade que obtém, combina e compara dados de desempenho com um conjunto de metas escalonadas. II.Finalidade, a avaliação responde a questões sobre a eficácia/efetividade dos programas e, neste sentido, sua tarefa é julgar e informar. III.Papel, a avaliação detecta eventuais falhas e afere os méritos dos programas durante sua elaboração, neste sentido, sua tarefa é formativa, permitindo a correção ou confirmação de rumos. Está correto o que consta em
Ao abordar o Serviço Social no processo de reprodução das relações sociais, parte-se da compreensão de que o significado social da profissão é desvendado por meio de sua inserção na sociedade. Nessa linha, é correto afirmar:
Durante orientação prestada, sobre a autopalpação de mamas às pacientes na unidade de atendimento ambulatorial, o técnico de enfermagem deve ressaltar que este procedimento
Dentre as doenças que compõem a Lista de Notificação Compulsória Imediata − LNCI, Anexo II da Portaria GM/MS no 104, de 25 de janeiro de 2011, estão os casos suspeitos ou confirmados de
Sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem −
SAE, considere:
I.O técnico de enfermagem tem papel fundamental
tanto na execução da prescrição de enfermagem
quanto na observação do cliente, obtendo informa-
ções relevantes que podem contribuir na análise da
evolução do paciente.
II.Compete ao técnico de enfermagem contribuir com
dados e informações apenas para subsidiar a etapa
que corresponde à anotação de enfermagem.
III.A evolução de enfermagem, sendo a fase final da
SAE e a mais importante do processo, deve ser
realizada por todos os profissionais da equipe de
enfermagem.
IV.O técnico de enfermagem é coparticipante do processo
e como tal deve ser também um colaborador
nas tomadas de decisões quanto às intervenções
de enfermagem aplicadas ao paciente.
Está correto o que consta APENAS em
De acordo com a NR 32, as medidas de controle para a prevenção de acidentes com materiais perfurocortantes, são: I.Substituir o uso de agulhas e outros perfurocortantes, quando for tecnicamente possível. II.Adotar controles de engenharia no ambiente, como a presença de coletores de descarte. III.Adotar o uso de material perfurocortante com dispositivo de segurança, quando existente, disponível e tecnicamente possível. IV.Mudanças na organização e nas práticas de trabalho. Está correto o que consta em
O desenvolvimento e crescimento econômico advindos da
estabilização da economia contribuíram para estabilidade
governamental. O governo Médici entrou para a história
como o período em que se registraram os maiores índices de
desenvolvimento e crescimento econômico do país. Porém,
esta fase de prosperidade da economia brasileira tinha
muito mais causas externas (internacionais) do que internas.
O custo social e econômico para o país foi altíssimo. A brutal
concentração da renda impediu que as camadas populares
melhorassem sua condição de vida. As desigualdades sociais
e a pobreza aumentaram neste período.
(Renato Cancian, http://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia–brasil/
governo–medici–1969–1974. Acesso em 24.03.2014. Adaptado)
Os acontecimentos descritos no texto ficaram conhecidos
pelo nome de
Em 2013, o Brasil atingiu os 200 milhões de habitantes.
Além de apresentar essa estimativa, o IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística) também divulgou
tendências atuais da população brasileira, dentre as quais
O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao
silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em
comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um
entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por
manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo
de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.
Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma
distorção da comunicação em razão da qual as significações se
perdem e são substituídas por uma informação parasita que
provoca desagrado ou aborrecimento.
O sentimento do barulho surge quando as sonoridades
do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem
como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.
Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a
interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se
encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por
outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,
o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo
que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como
indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os
barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como
incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre
os outros.
O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o
nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou
de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico
caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do
barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para
controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela
cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades
acrescentam novas fontes sonoras com os televisores
ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos
cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso
afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a
palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que
enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma
mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se
ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita
ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente
tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse
persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou
encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço
próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os
encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência
sonora assim forjada em torno da pessoa.
Nossas cidades são particularmente vulneráveis às
agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes
distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em
abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,
abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A
modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do
espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos
olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve
para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se
beneficiar de um uso mais rentável.
(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho
de 2013, com adaptações)
É correto afirmar que, segundo a ótica do autor,
O barulho é um som de valor negativo, uma agressão ao
silêncio ou simplesmente à tranquilidade necessária à vida em
comum. Causa um incômodo àquele que o percebe como um
entrave a seu sentimento de liberdade e se sente agredido por
manifestações que não controla e lhe são impostas, impedindoo
de repousar e desfrutar sossegadamente de seu espaço.
Traduz uma interferência dolorosa entre o mundo e o eu, uma
distorção da comunicação em razão da qual as significações se
perdem e são substituídas por uma informação parasita que
provoca desagrado ou aborrecimento.
O sentimento do barulho surge quando as sonoridades
do ambiente perdem sua dimensão de sentido e se impõem
como uma agressão irritante, da qual não há como se defender.
Mas esse sentimento põe em relevo um contexto social e a
interpretação que o indivíduo faz do ambiente sonoro em que se
encontra. Às vezes o mesmo som é inversamente percebido por
outra pessoa como um invólucro que lhe é indiferente. No limite,
o barulho constante das ruas acaba sendo abafado, ao passo
que os excessos sonoros dos vizinhos são percebidos como
indesejáveis e como violações da intimidade pessoal. Os
barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos como
incômodo: eles têm um sentido. Quem faz barulho são sempre
os outros.
O sentimento do barulho se difundiu, sobretudo, com o
nascimento da sociedade industrial - e a modernidade o intensificou
de maneira desmesurada. O desenvolvimento técnico
caminhou de mãos dadas com a penetração ampliada do
barulho na vida cotidiana e com uma crescente impotência para
controlar os excessos. À profusão de barulhos produzidos pela
cidade, à circulação incessante dos automóveis, nossas sociedades
acrescentam novas fontes sonoras com os televisores
ligados e a música ambiente que toca no interior das lojas, dos
cafés, dos restaurantes, dos aeroportos, como se fosse preciso
afogar permanentemente o silêncio. Nesses lugares troca-se a
palavra por um universo de sons que ninguém escuta, que
enervam às vezes, mas que teriam o benefício de emitir uma
mensagem tranquilizante. Antídoto ao medo difuso de não se
ter o que dizer, infusão acústica de segurança cuja súbita
ruptura provoca um desconforto redobrado, a música ambiente
tornou-se uma arma eficaz contra certa fobia do silêncio. Esse
persistente universo sonoro isola as conversas particulares ou
encobre os devaneios, confinando cada um em seu espaço
próprio, equivalente fônico dos biombos que encerram os
encontros em si mesmos, criando uma intimidade pela interferência
sonora assim forjada em torno da pessoa.
Nossas cidades são particularmente vulneráveis às
agressões sonoras; o barulho se propaga e atravessa grandes
distâncias. As operações de liquidação do silêncio existem em
abundância e sitiam os lugares ainda preservados, incultos,
abandonados à pura gratuidade da meditação e do silêncio. A
modernidade assinala uma tentativa difusa de saturação do
espaço e do tempo por uma emissão sonora sem fim. Pois, aos
olhos de uma lógica produtiva e comercial, o silêncio não serve
para nada, ocupa um tempo e um espaço que poderiam se
beneficiar de um uso mais rentável.
(LE BRETON, David. O Estado de S. Paulo, Aliás, 2 de junho
de 2013, com adaptações)
Os barulhos produzidos por nós mesmos não são percebidos
como incômodo: eles têm um sentido. (2° parágrafo)
As relações estabelecidas na transcrição acima permitem afirmar que o segmento introduzido pelos dois-pontos tem valor
Partindo do ponto A, um automóvel percorreu 4,5 km no sentido Leste; percorreu 2,7 km no sentido Sul; percorreu 7,1 km no sentido Leste; percorreu 3,4 km no sentido Norte; percorreu 8,7 km no sentido Oeste; percorreu 4,8 km no sentido Norte; percorreu 5,4 km no sentido Oeste; percorreu 7,2 km no sentido Sul, percorreu 0,7 km no sentido Leste; percorreu 5,9 km no sentido Sul; percorreu 1,8 km no sentido Leste e parou. A distância entre o ponto em que o automóvel parou e o ponto A, inicial, é igual a