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Dadas as palavras:

I- Quiabo.

II- Querência.

III- Quaresma.

A alternativa que não apresenta dígrafo é:

Dadas as orações:

I- Gosta tanto de azeitonas, que come até o caroço.

II- Desapareceu da minha frente como fumaça!

III- Estava com dores no estômago, uma vez que não se alimentava direito.

A sequência correta das orações subordinadas adverbiais é:

Assinale a alternativa que contém o fenômeno linguístico CORRETO da região citada:

Leia as afirmativas que orientam o professor de Português a trabalhar com gêneros textuais em sala de aula, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN's). I. O professor de Português deve seguir a indicação dos PCN's e trabalhar com gêneros discursivos variados, possibilitando que os alunos reconheçam a função social dos textos. II. Devem ser privilegiados para a prática de leitura e escuta de textos os gêneros compreendidos nestes três grupos: gêneros acadêmicos, publicitários e de divulgação científica. III. Acerca dos gêneros orais, é preciso que os alunos dominem aqueles que apeiam a aprendizagem escolar de Língua Portuguesa e de outras áreas (como exposição, relatório de experiência, entrevista, debate) e, também, os gêneros da vida pública no sentido mais amplo do termo (como debate, teatro, palestra, entrevista). IV. O professor de Português deve escolher uma das sugestões didáticas para a formação de leitores: a leitura autônoma (feita pelo aluno) ou a leitura em voz alta pelo professor. Assinale a alternativa que apresenta somente as afirmativas CORRETAS:

Leia os trechos que expõem considerações acerca do ensino de línguas: I. " A educação linguística implica a ação pedagógica que leve o estudante a perceber a língua e a linguagem como fenômenos históricos complexos, a compreender seu funcionamento, usos e formas, bem como a saber usá-la com propriedade nas modalidades oral e escrita, em especial para estudar e aprender e viver sua subjetividade." (BRITTO, Luiz Percival Leme. Lnquietudes e desacordos: a leitura além do óbvio. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2012, p.84) II. "Uma obra literária é um texto que faz pensar e sentir de modo mais profundo e duradouro e que, por isso, tem de ser lido mais vagarosamente, e mesmo relido." (PERRONE-MOISES, Leyla. Mutações da Literatura no século XXI. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p.37) III. A consciência explícita por parte do falante acerca da influência da relação fala/escrita concorre para melhorar o desempenho no letramento, paralelamente à ação natural da escolarização através da autocorreção por exemplo. (MOLLICA, Maria Cecilia. Da Linguagem Coloquial à Escrita Padrão. Rio de Janeiro: ?Letras, 2003, p. 7) IV. A defesa do cânone, por parte de Harold Bloom, sugere que já quem 1994, ano de publicação de seu livro, se consolidara a desconfiança perante a história da literatura tradicional, apoiada em identidades nacionais e autoriais até então indiscutíveis. O resultado é que, ao ser jogada fora a água do banho, talvez o bebê tenha ido junto, já que o descarte da História da Literatura foi acompanhado do desmanche de um conceito unitário de literatura. (ZILBERMAN, Regina. A teoria da Literatura nos bancos escolares. In: CECHINEL, André (Org.). O lugar da teoria literária. Florianópolis: EdUFSC; Criciúma: Ediunesc, 2016, p.411 ). Assinale somente a(s) afirmativa(s) que apresenta(m) divergência(s) em relação à proposta de ensino de línguas orientada pelos documentos norteadores para a educação nacional:

De acordo com o texto do linguista Srrio Possenti, qual alternativa apresenta uma construção em uso no português brasileiro atual?

Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à questão:

Em: “ Na Serra Catarinense , a neblina foi forte". O termo em destaque é:

Analise as orações:

I- Nada me fará desistir de ti.

II- Tudo se perdeu.

III- Ele se alistou assim que teve idade.

Quanto à colocação pronominal, a alternativa correta é:

Atenção: As questões de números 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.

Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização

contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então,

prove. Não está na rede? Então, não vale.

Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente

fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera

privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras,

pratos, extroversão, intimidade.

Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de

muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada,

comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico,

considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da

imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).

Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer

durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente

não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez

antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos

presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.

(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html)

Depreende-se corretamente do texto que

Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.

Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e

de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por

assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da

responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.

Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito

antes de alguma autoridade nos dizer o que é “bem" e “mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a

escolha entre “bem" e “mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,

quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.

Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida

alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa

encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de

escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha

entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve

“atuar baseado na responsabilidade".

(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,

2011, p. 11-12)

Uma afirmação em consonância com as ideias defendidas no texto está em:

O sonho encheu a noite
Extravasou pro meu dia
Encheu minha vida
E é dele que eu vou viver
Porque sonho não morre.
Disponível em: . Acesso em: 20 fev. 2017 A figura de pensamento marcada no poema de Adélia Prado foi
construída principalmente pelo recurso estilístico da

A desigualdade mundial: de 150 euros por mês a 3.000 euros por mês
A desigualdade mundial contrasta países cuja renda média por habitante é da ordem de 150-250 euros por mês (África Subsaariana e Índia) com países onde a renda média por habitante alcança um patamar entre 2.500-3.000 euros por mês (Europa Ocidental, América do Norte, Japão) – ou seja, onde as pessoas ganham vinte vezes mais. A média global, que corresponde aproximadamente ao nível da China, situa-se em torno de 600-800 euros mensais.
Essas ordens de grandeza são significativas e merecem ser guardadas na memória. É preciso salientar, todavia, que são afetadas por margens de erro significativas: é sempre muito mais difícil medir a desigualdade entre nações (ou entre épocas diferentes) do que dentro de um determinado país.
PIKETY, Thomas. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014, p. 69
Segundo o texto, as ordens de grandeza levantadas são afetadas por uma margem de erro, definida pelo(a)

Canudos tinha muito apropriadamente, em roda, uma cercadura de montanhas. Era um parêntesis; era um hiato.
Era um vácuo. Não existia. Transposto aquele cordão de serras, ninguém mais pecava. (Euclides da Cunha)
Disponível em:. Acesso em: 22 fev. 2017
Na citação, a oração destacada Era um parêntesis; era um hiato marca a criatividade e a invenção para expressar uma maneira singular de ver objetos, coisas, pessoas, paisagens e seres em geral. É um exemplo de

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