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Os Pronomes possessivos fazem referência às pessoas do discurso, atribuindo-lhes a posse de algo. Podem ser de primeira, segunda ou terceira pessoa, tanto no singular, quanto no plural. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta exemplos de segunda pessoa, no singular.

O verbo fazer, em sentido temporal na indicação de tempo passado, é impessoal e, assim, deve permanecer na terceira pessoa do singular. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta um exemplo da explicação acima.

Norma culta ou norma padrão da Língua Portuguesa é um conjunto de padrões linguísticos severos, ou exigentes que definem o uso rigoroso ou correto de uma determinada língua. Normalmente esse padrão é utilizado por pessoas com elevado nível de escolaridade. Em alguns lugares seu uso será mais adequado e esperado, do que em outros lugares. Ou seja, não devemos ir à praia de paletó, nem em compromissos formais com roupa de praia. Dessa forma, indique abaixo os locais preferenciais ao uso da norma culta padrão da Língua Portuguesa.

Considerando o contexto e as expressões a seguir destacadas, assinale a afirmativa que apresenta o significado equivalente.

Selfies

Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso

indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já

seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,

e com isso somos invadidos no Facebook com

imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de

cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,

brownie e feijoada. Se depender do que vejo com

meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"

está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam

a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos

em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de

preconceito para com os colegas.

"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."

Hábito que pode ser compreensível, contudo.

Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma

física, registrando seus progressos semanais. Ou

apenas entregue, no início da adolescência, à

descoberta de si mesmo.

A bobeira se revela em outras situações: é o

caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre

Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou

Cauã Reymond.

Seria apenas o registro de algo importante

que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais

complicado se pensarmos no caso das fotos de

comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma

espécie de degradação da experiência.

Ou seja, é como se aquilo que vivemos de

fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante

- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.

Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na

viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar

fugindo das minhas próprias sensações. [...]

Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo

não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação

não surge do sujeito, surge do objeto. O que me

incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que

fazer de minha relação com a torre Eiffel?

Poderia unir-me a paisagem, sentir como

respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e

nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro

rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir

entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem

clero e sem paredes.

Perco tempo no centro imóvel desse

mecanismo, que é como o ponteiro único de um

relógio que tem seu mostrador na circunferência do

horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,

há ruídos e crianças.

Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto

de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no

visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo

uma careta idiota: dou de costas para o monumento,

mas estou na verdade dando as costas para a vida.

[...]

T a lv e z as c o is a s não se ja m tão

desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,

depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe

climática que destruam o mundo civilizado, um

pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata

frita.

"Como as pessoas eram felizes naquela

época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!

Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.

C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:

http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-

selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017

A opção que pode substituir a conjunção destacada em: “Pego, ENTRETANTO, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel.”, sem alteração de sentido, é:

“Embora contemporâneo da Reforma Sanitária, o

processo de Reforma Psiquiátrica brasileira tem uma

história própria, inscrita num contexto internacional de

mudanças pela superação da violência asilar." (2º§);

acerca do trecho anteriormente destacado do texto é

correto afirmar, quanto aos conectores empregados,

que:

Assinale a opção em que a palavra destacada foi corretamente grafada com H inicial como em HÁBITO (parágrafo2).

A oração destacada em: "O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS FOTOS DE COMIDA." expressa, no contexto, ideia de:

Todos os verbos sublinhados estão no presente do indicativo em:

No trecho do texto: “[...] O segredo não está apenas em fazer o trabalho diário que é pedido, mas analisar exeplos [sic] e dados que possam ajudar a dar propostas interessantes à empresa.”, as palavras ‘apenas’ e ‘interessantes’ são, respectivamente:

No trecho: “[...] é necessário estar aberto para inovações que possam romper com hábitos da empresa.”, as palavras ‘é’, ‘para’ e ‘empresas’, são, respectivamente:

Na frase: “O objetivo é simplificar a rotina do local tornando as atividades diárias mais ágeis [...].”, as palavras ‘objetivo’ e ‘ágeis’ podem ser substituídas, respectivamente, por:

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