De acordo com Weisz (2002), quando uma criança entra
na escola ainda não alfabetizada, tanto ela quanto o
professor sabem que ela não sabe ler nem escrever. Ao
propor que a criança se arrisque a escrever do jeito que
imagina, o que o professor está propondo é uma atividade
baseada na capacidade infantil de jogar, de fazer
de conta. Segundo Weisz, em uma atividade desse tipo,
entre outras ações, o professor deve
Segundo Libâneo, Oliveira e Toschi (2010), a educação
de qualidade é aquela mediante a qual a escola promove,
para todos, o domínio dos conhecimentos e o desenvolvimento
de capacidades cognitivas e afetivas indispensáveis
ao atendimento de necessidades individuais e
sociais dos alunos, bem como a inserção no mundo e a
constituição da cidadania também como poder de participação,
tendo em vista a construção de uma sociedade
mais justa e igualitária. Para os autores, no contexto da
sociedade contemporânea, a educação pública tem tríplice
responsabilidade, são elas:
Segundo Mantoan (2006), ensinar sem diferenciar o ensino
para alguns depende, entre outras condições, de
abandonar um ensino transmissivo e adotar uma pedagogia
ativa, dialógica, interativa, integradora, que se contraponha
a toda e qualquer visão unidirecional, de transferência
unitária, individualizada e hierárquica do saber.
De acordo com a autora, a educação não disciplinar reúne
essas condições, entre outras medidas, ao propor
A Resolução CNE/CEB no 07/2010, que fixa as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental
de 9 anos, afirma em seu artigo 5º, parágrafo 2º, que a
educação de qualidade como um direito fundamental é,
antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa. De acordo
com o inciso 2º, parágrafo 2º, artigo 5º da Resolução
CNE/CEB no 07/2010, é correto afirmar que a pertinência
refere-se à
Leia o texto para responder à questão.
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
1. imbróglio: confusão.
De acordo com o texto, para que os estudantes tenham condições de exercer uma carreira com competência, é necessário que
Leia o texto para responder à questão.
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
1. imbróglio: confusão.
Leia as frases elaboradas a partir do texto.
• Conselhos profissionais têm a função de conceder um registro aos formandos, porém alguns conselhos têm negado esse registro.
• O diploma universitário certifica que os formandos estão aptos a exercer, com competência, a profissão escolhida, porém há alguns que recebem esse diploma, apesar das enormes deficiências acadêmicas.
De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão da língua portuguesa, os trechos destacados podem ser substituídos por:
Leia os quadrinhos para responder à questão.

No segundo quadrinho, percebe-se que o marido se sente _______ , enquanto a esposa reage ________.
Analisando a cena, conclui-se corretamente que as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:
Para cada 22 minutos que assiste televisão, Renata lê por 35 minutos. Em determinado período, Renata passou 22 horas e 44 minutos assistindo televisão, logo, nesse período, o tempo total que Renata passou lendo foi
Após se aposentar, um professor doou um quarto de seus livros para a biblioteca da cidade e doou 289 livros para cada uma das 3 escolas que ele lecionou, e ainda ficou com um número de livros igual a um sétimo do que ele tinha. O número de livros doados para a biblioteca foi
Um usuário, ao manipular muitos arquivos no Windows Explorer do MS-Windows 7, em sua configuração padrão, acidentalmente excluiu um arquivo a mais e espera poder recuperá-lo.
Considerando que o arquivo não tenha sido excluído de forma definitiva, assinale a alternativa que apresenta o recurso que pode ser usado para tentar recuperar o arquivo.
O Decreto n° 7.611, de 17, de novembro de 2011 – dispõe sobre a Educação Especial, o atendimento educacional especializado e dá outras providências.
Artigo. 2° A ____________ deve garantir os serviços de apoio _________ voltado a eliminar as barreiras que possam obstruir o processo de escolarização de estudantes com deficiência, ___________ e altas habilidades ou superdotação.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas do artigo do referido decreto.
A datilologia (alfabeto manual) é usada para expressar nome de pessoas, de localidades e outras palavras que não possuem um sinal. Com base na datilologia, responda à questão.
Assinale a alternativa que apresenta o significado correto da sequência a seguir:

Assinale a alternativa que corretamente traduz o sinal a seguir:
Assinale a alternativa que corretamente denomina o enfoque pedagógico para a comunicação dos surdos que emprega, dentre outros recursos, o Português Sinalizado.
Leia o texto, para responder à questão.
DETALHES QUE FAZEM A DIFERENÇA
Fazer a diferença na vida das pessoas é uma vontade comum. Só que muitas vezes acreditamos que para isso precisamos de grandes atos, que exigem tempo e esforço e então sempre acabamos deixando para depois, para “a hora certa”.
“Se é verdade que as pessoas nos ganham nos detalhes, é verdade também que é nos detalhes que elas nos perdem”, escreveu a escritora Andréa Behegaray.
Não importa se no casamento, no trabalho, no namoro ou nas relações sociais, não há relacionamento que não se desgaste e são os detalhes que acabam fazendo a diferença. Conviver com os outros requer atenção e cuidados frequentes, o que poucos parecem estar dispostos a oferecer tanto quanto se precisa. Cada detalhe conta, cada pedacinho vazio faz falta, cada vacilo tem seu peso e pode colocar tudo a perder.
De acordo com Elaine Blum, escritora e dramaturga, “o mundo é salvo todos os dias por pequenos gestos. Diminutos, invisíveis. O mundo é salvo pelo avesso da importância. Pelo antônimo da evidência. O mundo é salvo por um olhar, que envolve e afaga. Abarca. Resgata. Reconhece. Salva”.
Sempre estamos cheios de serviço, de estudo, de trabalho, de compromissos que não se relacionam à nossa vida afetiva. E sobra pouquíssimo tempo para nos debruçarmos sobre o que realmente importa, para ficarmos perto de quem nos ama de verdade, para alimentarmos nossa alma. Corremos atrás das contas, dos boletos, da manutenção da casa, do carro, das roupas. Enquanto isso, esquecidos ficam os remendos sentimentais que esvaziam, pouco a pouco, nossa carga afetiva. “Não procure felicidade na superfície, ela está enraizada nas miudezas, nos pequenos gestos de ternura”, aconselha a escritora Edna Frigato.
(Gisele Bortoleto, Revista Be Bem-estar, 19.05.2019. Adaptado)