Utilizando o Microsoft Excel 2013, você abre a planilha apresentada na figura a seguir:

O resultado posterior à execução desta sequência é:
José tem pouca familiaridade com o uso de e-mail, mas ficou responsável por checar e responder e-mails da secretaria de seu departamento. Antônio se dispôs a ajudá-lo. No entanto, Antônio se equivocou e deu uma informação incorreta em relação ao uso de correio eletrônico. Que informação foi essa?
Assinale a opção correta a respeito do controle da administração
pública.
Considerando as disposições da Lei Orgânica do
Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro,
analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa
correta:
I. Ao Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro
compete, exclusivamente, sustar de plano, se não
atendida as suas determinações, a execução de
contrato de obra pública, comunicando a decisão ao
Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
II. Ao Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro
compete prestar as informações solicitadas pela
Câmara Municipal, ou por qualquer de suas Comissões,
sobre fiscalização contábil, financeira, orçamentária,
operacional e patrimonial e ambiental, e sobre resultados
de auditorias e inspeções realizadas.
III. O Tribunal, em caso de urgência, de fundado receio
de grave lesão ao erário ou a direito alheio, ou risco
de ineficácia da decisão de mérito, poderá, de ofício
ou mediante provocação, na forma estabelecida
no Regimento Interno, adotar medida cautelar,
determinando, entre outras providências, a suspensão
do ato ou do procedimento impugnado, até que o
Tribunal decida sobre o mérito, fazendo indicação
expressa dos dispositivos observados.
Estão corretas as afirmativas:
Analise os itens a seguir e assinale a alternativa correta sobre a teoria de Drucker sobre o processo de administração.
A Lei municipal nº 133, de 1979, dispõe sobre a forma
dos atos da administração direta e indireta do Município
do Rio de Janeiro. Entre outros apontamentos, prevê
expressamente que os atos normativos que menciona
conterão, na parte preliminar:
I. a epígrafe, a ementa, o preâmbulo, o enunciado do
objeto e a indicação do âmbito de aplicação das
disposições normativas.
II. a espécie do ato, sigla do órgão expedidor (quando não
se tratar de decreto), numeração, em ordem crescente e
ininterrupta, sem renovação anual, e a respectiva data; a
ementa cuja redação conterá explícita e resumidamente
o assunto versado no ato, além de citar dispositivos
alterados ou revogados, quando for o caso; o preâmbulo,
contendo referência aos dispositivos constitucionais,
legais ou regulamentares que alicerçam a expedição do
ato, bem como ao processo ou outro documento que lhe
deu origem; e a justificativa da medida adotada, quando
julgada necessária.
A partir dessa análise, pode-se concluir que:
A Constituição Federal de 1988, especificamente na seção IX, que dispõe sobre a fiscalização contábil, financeira e orçamentária, determina que o controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União e define a competência desse Tribunal. Assinale a alternativa que NÃO aponta uma das competências conferidas ao TCU.
Em conformidade com a NR 5 - Comissão Interna
de Prevenção de Acidentes (CIPA ), seção “DA
CONSTITUIÇÃO”: por estabelecimento, mantendo-a em
regular funcionamento, devem constituir a CIPA, entre
outros/outras:
I. As empresas privadas.
II. As empresas públicas.
III. Sociedades de economia mista.
IV. Órgãos da administração direta e indireta.
V. Instituições beneficentes, associações recreativas,
cooperativas,
Estão corretas:
Texto I
Mundo interior
(Martha Medeiros)
A casa da gente é uma metáfora da nossa vida, é a
representação exata e fiel do nosso mundo interior. Li esta
frase outro dia e achei perfeito. Poucas coisas traduzem tão
bem nosso jeito de ser como nosso jeito de morar. Isso não
se aplica, logicamente, aos inquilinos da rua, que têm como
teto um viaduto, ainda que eu não duvide que até eles sejam
capazes de ter seus códigos secretos de instalação.
No entanto, estamos falando de quem pode ter um
endereço digno, seja seu ou de aluguel. Pode ser um daqueles
apartamentos amplos, com pé direito alto e preço mais alto
ainda, ou um quarto-e-sala tão compacto quanto seu salário:
na verdade, isso determina apenas seu poder aquisitivo, não
revela seu mundo interior, que se manifesta por meio de outros
valores.
Da porta da rua pra dentro, pouco importa a quantidade
de metros quadrados e, sim, a maneira como você os ocupa.
Se é uma casa colorida ou monocromática. Se tem objetos
obtidos com afeto ou se foi tudo escolhido por um decorador
profissional. Se há fotos das pessoas que amamos espalhadas
por porta-retratos ou se há paredes nuas.
Tudo pode ser revelador: se deixamos a comida estragar
na geladeira, se temos a mania de deixar as janelas sempre
fechadas, se há muitas coisas por consertar. Isso também é
estilo de vida.
Luz direta ou indireta? Tudo combinadinho ou uma
esquizofrenia saudável na junção das coisas? Tudo de grife ou
tudo de brique? É um jogo lúdico tentar descobrir o quanto há
de granito e o quanto há de madeira na nossa personalidade.
Qual o grau de importância das plantas no nosso habitat, que
nota daríamos para o quesito vista panorâmica? Quadros tortos
nos enervam? Tapetes rotos nos comovem?
Há casas em que tudo o que é aparente está em ordem, mas
reina a confusão dentro dos armários. Há casas tão limpas, tão
lindas, tão perfeitas que parecem cenários: faz falta um cheiro
de comida e um som vindo lá do quarto. Há casas escuras. Há
casas feias por fora e bonitas por dentro. Há casas pequenas
onde cabem toda a família e os amigos, há casas com lareira
que se mantêm frias. Há casas prontas para receber visitas e
impróprias para receber a vida. Há casas com escadas, casas
com desníveis, casas divertidamente irregulares.
Pode parecer apenas o lugar onde a gente dorme, come
e vê televisão, mas nossa casa é muito mais que isso. É a
nossa caverna, o nosso castelo, o esconderijo secreto onde
coabitamos com nossos defeitos e virtudes.
O conectivo que introduz o segundo parágrafo expressa uma oposição entre:
Considerado a estrutura das palavras abaixo, percebese que em todas elas os prefixos aproximam-se quanto ao valor semântico, EXCETO em uma. Assinale-a.
A compreensão adequada da charge exige o entendimento da combinação de elementos verbais e não-verbais. Assim, pode-se afirmar que o humor é construído, sobretudo, através:
Durante uma apresentação com o MS-PowerPoint 2010 o apresentador quer chamar atenção somente para ele. Para tanto, ele escureceu a tela (como apresentasse um slide preto vazio) por meio da tecla:
Texto
Uma Vela para Dario
(Dalton Trevisan)
Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo
e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar,
encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando,
sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na
pedra o cachimbo.
Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não
se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se
ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia
sofrer de ataque.
Ele reclina-se mais um pouco, estendido agora na calçada,
e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos
outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abre-lhe o
paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe tiram os
sapatos, Dario rouqueja feio, bolhas de espuma surgiram no
canto da boca.
Cada pessoa que chega ergue-se na ponta dos pés, não
o pode ver. Os moradores da rua conversam de uma porta à
outra, as crianças de pijama acodem à janela. O senhor gordo
repete que Dario sentou-se na calçada, soprando a fumaça do
cachimbo, encostava o guarda-chuva na parede. Mas não se
vê guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
A velhinha de cabeça grisalha grita que ele está morrendo.
Um grupo o arrasta para o táxi da esquina. Já no carro a
metade do corpo, protesta o motorista: quem pagaria a corrida?
Concordam chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e
recostado à parede - não tem os sapatos nem o alfinete de
pérola na gravata.
Alguém informa da farmácia na outra rua. Não carregam
Dario além da esquina; a farmácia é no fim do quarteirão e,
além do mais, muito peso. É largado na porta de uma peixaria.
Enxame de moscas lhe cobre o rosto, sem que faça um gesto
para espantá-las.
Ocupado o café próximo pelas pessoas que apreciam o
incidente e, agora, comendo e bebendo, gozam as delícias da
noite. Dario em sossego e torto no degrau da peixaria, sem o
relógio de pulso.
Um terceiro sugere lhe examinem os papéis, retirados -
com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa
branca. Ficam sabendo do nome, idade; sinal de nascença. O
endereço na carteira é de outra cidade.
Registra-se correria de uns duzentos curiosos que, a essa
hora, ocupam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro
negro investe a multidão. Várias pessoas tropeçam no corpo
de Dario, pisoteado dezessete vezes.
O guarda aproxima-se do cadáver, não pode identificá-
lo — os bolsos vazios. Resta na mão esquerda a aliança de
ouro, que ele próprio quando vivo - só destacava molhando no
sabonete. A polícia decide chamar o rabecão.
A última boca repete — Ele morreu, ele morreu. A gente
começa a se dispersar. Dario levou duas horas para morrer,
ninguém acreditava estivesse no fim. Agora, aos que alcançam
vê-lo, todo o ar de um defunto.
Um senhor piedoso dobra o paletó de Dario para lhe apoiar
a cabeça. Cruza as mãos no peito. Não consegue fechar olho
nem boca, onde a espuma sumiu. Apenas um homem morto
e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias. Na
janela alguns moradores com almofadas para descansar os
cotovelos.
Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que
acende ao lado do cadáver. Parece morto há muitos anos,
quase o retrato de um morto desbotado pela chuva.
Fecham-se uma a uma as janelas. Três horas depois, lá
está Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra,
sem o paletó. E o dedo sem a aliança. O toco de vela apaga-se
às primeiras gotas da chuva, que volta a cair.
O texto sugere que a morte de Dario acaba sendo resultado do descaso das pessoas. Assinale a única opção cuja passagem transcrita revele um exemplo desse descaso.
“Não consegue fechar olho nem boca, onde a espuma
sumiu." (12°§). O termo em destaque é um conectivo
que, ao relacionar orações, introduz o sentido de:
0 planejamento estratégico é um elemento relevante na
elaboração de planos, programas e projetos, conforme
Cury (2001). Considerando, por conseguinte, o
planejamento estratégico, avalie as afirmativas abaixo:
I.O planejamento estratégico, dada a sua natureza
técnica, veda a participação da população.
II.Ao realizar o planejamento estratégico o profissional
deve adivinhar ou prever o futuro para que possa,nele
intervir.
III.Planejar estrategicamente requer ao profissional
calcular, influir no futuro.
IV.O planejamento estratégico também demanda que
todos os atores envolvidos no projeto participem do
processo de elaboração.
Estão corretas: