Apesar da diferencã existente entre linguas de sinais e á
linguas orais no que concerne á modalidade de percepcão e
producão, o termo "fonologia" refere-se também ao estudo
dos elementos básicos das linguas de sinais.
Lodenir Karnopp. Fonética e Fonologia. Universidade
Federal de Santa Catarina, s/d (com adaptações).
Considerando o texto acima e a fonologia da língua de sinais,
julgue os itens a seguir.
Os sinais de APRENDER e de LARANJA apresentam o mesmo movimento e o mesmo ponto de articulação.
Com relação à estrutura gramatical da Libras, julgue os
próximos itens.
Na Libras, os verbos podem ser classificados, basicamente, em dois grupos: os que possuem e os que não possuem marca de concordância.
A respeito da metodologia de ensino da Libras, julgue os itens
subsequentes.
Contação de histórias, desenvolvimento da criatividade plástica e utilização do sign writing são alguns dos elementos da cultura surda adotados pela pedagogia visual.
A partir do texto acima, julgue os itens a seguir.
A palavra “só”, em “Sou só” (linha 7), é formada a partir da palavra primitiva somente, por um processo denominado abreviação.
A partir do texto acima, julgue os itens a seguir.
Clarice Lispector é considerada uma autora da terceira geração modernista, que surge no contexto pós-ditadura do Estado Novo no Brasil.
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do
texto acima, assim como às funções da linguagem e à
tipologia textual, julgue os itens subsequentes.
A palavra “inata” (linha 18) foi empregada no texto como antônimo de nata.
No que se refere aos aspectos linguísticos e aos sentidos do
texto acima, assim como às funções da linguagem e à
tipologia textual, julgue os itens subsequentes.
Do trecho apresentado, infere-se que o texto O que é Gramática? classifica-se como dissertativo-argumentativo.
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto acima e à
literatura brasileira, julgue os itens a seguir.
Seria mantida a correção do texto caso o pronome “lhe” fosse empregado imediatamente após “não” (linha 29).
Acerca do poema acima e de seus aspectos linguísticos, julgue os itens que se seguem.
Na décima estrofe, a palavra “mais” intensifica o sentido da forma verbal “faz”.
Acerca do poema acima e de seus aspectos linguísticos, julgue os itens que se seguem.
No último verso do poema, observa-se um fenômeno denominado silepse – que ocorre em frases como O povo brasileiro
somo patriotas –, uma vez que a concordância verbal se faz com uma ideia e não com o sujeito da oração, que, no caso, é o
termo “essa voz"
Com base nas Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica, no Currículo em Movimento da Educação Básica: Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nas Diretrizes Pedagógicas para Organização Escolar do 2.º e 3.º ciclos para as aprendizagens, julgue os itens que se seguem.
O 3.º ciclo para as aprendizagens pretende aprimorar constantemente os processos de ensinar, aprender e avaliar, tendo como princípio basilar a garantia das aprendizagens para todos os estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental.
A concepção de educação física e seus objetivos na
escola devem ser repensados, com a correspondente
transformação de sua prática pedagógica. A educação física
deve assumir a responsabilidade de formar um cidadão capaz
de posicionar-se criticamente diante das novas formas da
cultura corporal de movimento – o esporte-espetáculo dos
meios de comunicação, as atividades de academia, as práticas
alternativas etc. Por outro lado, é preciso ter claro que a
escola brasileira, mesmo que quisesse, não poderia se
equiparar em estrutura e funcionamento às academias e aos
clubes, mesmo porque é outra a sua função.
A educação física, enquanto componente curricular da
Educação Básica, deve assumir então uma outra tarefa:
introduzir e integrar o aluno na cultura corporal de
movimento, formando o cidadão que vai produzi-la,
reproduzi-la e transformá-la, instrumentalizando-o para
usufruir do jogo, do esporte, das atividades rítmicas, da
dança, das ginásticas e práticas de aptidão física, em
benefício da qualidade da vida.
M. Betti e L. R. Zulliani. Educação Física Escolar: uma proposta de
diretrizes pedagógicas. Revista Mackenzie de Educação Física e
Esporte. São Paulo, v. 1, n.º 1, 2002, p. 73-81 (com adaptações).
Com base no texto, julgue os itens a seguir.
A participação do professor de educação física na elaboração do projeto político-pedagógico da escola deve preservar o desejo dos alunos de optar, em detrimento do componente curricular da educação física, por realizar práticas corporais em outros cenários sociais (clubes e academias), entendendo que estas instituições contemplam o trabalho pedagógico da educação física escolar.
Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio.
Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar que a
pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer
pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo
noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de
senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia,
botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais
ou menos assim: DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa
remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No
desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra,
uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que
sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar
uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se
jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. DA
FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada
equipe varia, de um a setenta para cada lado. Algumas
convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol.
Perneta joga na ponta, à esquerda ou à direita, dependendo
da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os
choques. Gordo é beque. DO JUIZ – Não tem juiz.
Luis Fernando Veríssimo. Futebol de Rua (com adaptações).
O futebol está presente na cultura brasileira, como retrata o
trecho da crônica de Veríssimo. A partir das possibilidades do
tratamento pedagógico do conteúdo do futebol na escola e
da compreensão sociológica do futebol, julgue os itens
subsequentes.
As regras do futebol são universais, por isso o texto indica que não é necessário juiz na partida de futebol de rua.
Pelada é o futebol de campinho, de terreno baldio.
Mas existe um tipo de futebol ainda mais rudimentar que a
pelada. É o futebol de rua. Perto do futebol de rua qualquer
pelada é luxo e qualquer terreno baldio é o Maracanã em jogo
noturno. Futebol de rua é tão humilde que chama pelada de
senhora. Não sei se alguém, algum dia, por farra ou nostalgia,
botou num papel as regras do futebol de rua. Elas seriam mais
ou menos assim: DA BOLA – A bola pode ser qualquer coisa
remotamente esférica. Até uma bola de futebol serve. No
desespero, usa-se qualquer coisa que role, como uma pedra,
uma lata vazia ou a merendeira do seu irmão menor, que
sairá correndo para se queixar em casa. No caso de se usar
uma pedra, lata ou outro objeto contundente, recomenda-se
jogar de sapatos. De preferência os novos, do colégio. DA
FORMAÇÃO DOS TIMES – O número de jogadores em cada
equipe varia, de um a setenta para cada lado. Algumas
convenções devem ser respeitadas. Ruim vai para o gol.
Perneta joga na ponta, à esquerda ou à direita, dependendo
da perna que faltar. De óculos é meia-armador, para evitar os
choques. Gordo é beque. DO JUIZ – Não tem juiz.
Luis Fernando Veríssimo. Futebol de Rua (com adaptações).
O futebol está presente na cultura brasileira, como retrata o
trecho da crônica de Veríssimo. A partir das possibilidades do
tratamento pedagógico do conteúdo do futebol na escola e
da compreensão sociológica do futebol, julgue os itens
subsequentes.
O professor deve incentivar a participação efetiva de todos os alunos nas aulas, refutando qualquer tipo de preconceito e exclusão.
O professor de educação física deve ter quase os
mesmos conhecimentos que o higienista, não bastando ser
um pedagogo, mas sendo mister que seja um médico, não
bastando que a sua competência se estenda aos mais sólidos
conhecimentos didáticos, mas importando vitalmente que a
sua propedêutica abranja noções seguras de higiene e
anatomofisiologia porque na sua fórmula precisa a educação
física é higiene e higiene é medicina.
C. L. Soares. Raízes europeias e Brasil.
Campinas: Autores Associados, 1998.
Acerca da compreensão do pensamento médico-higienista no
início do século XX, da formação do professor de educação
física e da entrada da educação física na escola brasileira,
julgue os itens a seguir.
A educação física do início do século XX, por meio da ginástica, objetivava regenerar, fortalecer e revigorar o corpo devido à nova ordem socioeconômica da época.