Oferta
Quem sabe
Se algum dia
Traria
O elevador
Até aqui
O teu amor
ANDRADE, Oswald de. Obras Completas de Oswald de Andrade.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978, p. 33.
O poema Oferta, de Oswald de Andrade, apresenta em
sua estrutura e temática uma relação evidente com um
aspecto da modernização da sociedade brasileira. Trata–se
da
Considerando a propaganda e a função da linguagem que,
predominantemente, encontra–se nesse gênero textual,
observa–se que está presente a função
Tempo Perdido
Todos os dias quando acordo,
Não tenho mais o tempo que passou
Mas tenho muito tempo:
Temos todo o tempo do mundo.
Todos os dias antes de dormir,
Lembro e esqueço como foi o dia:
(...)
Nosso suor sagrado
É bem mais belo que esse sangue amargo
(...)
Veja o sol dessa manhã tão cinza:
A tempestade que chega é da cor dos teus
Olhos castanhos
Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos distantes de tudo:
Temos nosso próprio tempo.
Não tenho medo do escuro,
Mas deixe as luzes acesas agora,
O que foi escondido é o que se escondeu,
E o que foi prometido, ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido;
Somos tão jovens
tão jovens
tão jovens
Renato Russo
Disponível em:
Entre os trechos a seguir, retirados da letra Tempo
Perdido, o que melhor reflete a função conativa ou
apelativa da linguagem é
Desencaixotando Machado: a crônica está no detalhe, no mínimo, no escondido, naquilo que aos olhos comuns
pode não significar nada, mas, uma palavra daqui, “uma reminiscência clássica" dali, e coloca–se de pé uma obra delicada
de observação absolutamente pessoal. O borogodó está no que o cronista escolhe como tema. Nada de engomar o verbo.
É um rabo de arraia na pompa literária. Um “falar à fresca", como o bruxo do Cosme Velho pedia. Muitas vezes uma crônica
brilha, gloriosa, mesmo que o autor esteja declarando, como é comum, a falta de qualquer assunto. Não vale o que está
escrito, mas como está escrito.
SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005, p.17.
Em As Cem Melhores Crônicas Brasileiras, Joaquim Ferreira dos Santos argumenta contra a ideia de que a crônica é um
gênero menor. De acordo com o fragmento apresentado acima, a crônica
O "Torcidômetro" é uma ferramenta para se entender a
dinâmica do crescimento ou encolhimento das torcidas dos
times de futebol no país. O gráfico abaixo mostra a
variação percentual, entre 1993 e 2007, das torcidas de
cinco times, numerados em: I, II, III, IV e V.

Os dados exibidos no gráfico indicam que a torcida que
cresceu, entre fevereiro de 2006 e agosto de 2007, foi a
torcida do time