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Oferta



Quem sabe

Se algum dia

Traria

O elevador

Até aqui

O teu amor

ANDRADE, Oswald de. Obras Completas de Oswald de Andrade.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978, p. 33.

O poema Oferta, de Oswald de Andrade, apresenta em

sua estrutura e temática uma relação evidente com um

aspecto da modernização da sociedade brasileira. Trata–se

da

Considerando a propaganda e a função da linguagem que,

predominantemente, encontra–se nesse gênero textual,

observa–se que está presente a função

Tempo Perdido



Todos os dias quando acordo,

Não tenho mais o tempo que passou

Mas tenho muito tempo:

Temos todo o tempo do mundo.



Todos os dias antes de dormir,

Lembro e esqueço como foi o dia:

(...)

Nosso suor sagrado

É bem mais belo que esse sangue amargo

(...)

Veja o sol dessa manhã tão cinza:

A tempestade que chega é da cor dos teus

Olhos castanhos



Então me abraça forte

E diz mais uma vez

Que já estamos distantes de tudo:



Temos nosso próprio tempo.

Não tenho medo do escuro,

Mas deixe as luzes acesas agora,



O que foi escondido é o que se escondeu,

E o que foi prometido, ninguém prometeu

Nem foi tempo perdido;



Somos tão jovens

tão jovens

tão jovens



Renato Russo

Disponível em: . Acesso em: 14 abr. 2009.

Entre os trechos a seguir, retirados da letra Tempo

Perdido, o que melhor reflete a função conativa ou

apelativa da linguagem é

Desencaixotando Machado: a crônica está no detalhe, no mínimo, no escondido, naquilo que aos olhos comuns

pode não significar nada, mas, uma palavra daqui, “uma reminiscência clássica" dali, e coloca–se de pé uma obra delicada

de observação absolutamente pessoal. O borogodó está no que o cronista escolhe como tema. Nada de engomar o verbo.

É um rabo de arraia na pompa literária. Um “falar à fresca", como o bruxo do Cosme Velho pedia. Muitas vezes uma crônica

brilha, gloriosa, mesmo que o autor esteja declarando, como é comum, a falta de qualquer assunto. Não vale o que está

escrito, mas como está escrito.

SANTOS, Joaquim Ferreira dos (org.). As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005, p.17.

Em As Cem Melhores Crônicas Brasileiras, Joaquim Ferreira dos Santos argumenta contra a ideia de que a crônica é um

gênero menor. De acordo com o fragmento apresentado acima, a crônica

O "Torcidômetro" é uma ferramenta para se entender a

dinâmica do crescimento ou encolhimento das torcidas dos

times de futebol no país. O gráfico abaixo mostra a

variação percentual, entre 1993 e 2007, das torcidas de

cinco times, numerados em: I, II, III, IV e V.


Os dados exibidos no gráfico indicam que a torcida que

cresceu, entre fevereiro de 2006 e agosto de 2007, foi a

torcida do time

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