Carros passarão a utilizar sistema elétrico de 42 volts
A maioria das pessoas já teve problemas com a bateria do carro. Ela tem uma vida útil e, de tempos em
tempos, precisa ser substituída. O que alguns não sabem é que essa bateria fornece energia a uma tensão de 12
volts. A indústria automobilística americana acaba de formalizar um grupo de estudos para padronizar a adoção de
um sistema elétrico de 42 volts. As preocupações alegadas são de compatibilizar os sistemas e garantir a segurança
dos usuários.
O sistema atualmente utilizado é, tecnicamente, o sistema de 14 volts. Essa é a tensão que o alternador deve
suprir para manter carregada uma bateria de 12 volts. O novo sistema suprirá uma tensão de 42 volts, suficiente para
manter carregada uma bateria de 36 volts.
Disponível em: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=010170010907. Acesso em: 01 maio 2009.
Um motorista, conduzindo à noite, percebe que o pneu do carro furou e, para iluminar o local, dispõe de uma lâmpada
de 30 W e fiação para ligá–la à bateria do carro. A diferença, em módulo, da corrente elétrica que passa pela
lâmpada, com o motor desligado, entre o sistema atualmente utilizado e o sistema novo, em ampère, é de
Cálculos feitos com base em imagens de
satélites mostram expansão da fronteira agrícola no
cerrado em direção às regiões Norte e Nordeste do
país, sobretudo nos estados da Bahia, do Piauí e do
Maranhão, onde é crescente o plantio de soja. Isso
trará consequências socioeconômicas e ambientais,
como maior comprometimento das bacias
hidrográficas de todo o bioma, prejuízos diretos para
os recursos hídricos, solo e biodiversidade da
região. As terras com cobertura vegetal mais densa
têm sido as mais procuradas por agricultores, por
oferecerem maior suporte nutricional aos plantios.
Além disso, a ocupação do cerrado está também
vinculada às condições climáticas da região,
havendo preferência por áreas de maior média
mensal de precipitação.
Cerrado, o avanço da devastação. O Estado de São Paulo,
São Paulo, 1.°/mar./2009. Folha Vida &, p.A21.
Considerando–se que a produção de alimentos é
essencial e inevitável, a alternativa mais adequada para
se minimizarem os efeitos da expansão agrícola sobre a
biodiversidade do cerrado seria
Descobriu–se que os clorofluorcarbonatos (CFCs)
contribuíam para a destruição da camada de ozônio ? a
que nos protege contra os danos da radiação ultravioleta.
Depois de um tratado entre países para o abandono da
produção dessas e de outras substâncias danosas à
camada, verificou–se diminuição de quase 97% da
produção. A diminuição do buraco na camada de ozônio
já passa a ser vista como possível pelos cientistas,
embora se saiba que ela é extremamente lenta. A leitura
do gráfico permite concluir que
Antes de se tornar presidente dos Estados
Unidos, Abraham Lincoln opunha–se à escravidão, mas
desaprovava o direito a voto para o negro e os
casamentos birraciais. Em 1861, ele assumiu a
presidência. Vários estados escravistas do Sul deixaram
a União e formaram a sua Confederação independente.
Nos anos 1861–5, teve lugar uma Guerra Civil entre a
União e a Confederação. Em 1863, por decreto e
emenda constitucional, Lincoln aboliu a escravidão.
Cerca de 200.000 soldados negros lutaram ao lado da
União e tornaram–se eleitores. Lincoln planejava
assegurar escolaridade aos ex–escravos, e também
alguns direitos civis, mas foi assassinado por um racista
na Sexta–Feira Santa de 1865. Ele tornou–se uma figura
controversa. Para alguns, foi um mártir, sacrificado pela
sua causa. Para outros, um racista, que aboliu a
escravidão apenas para ganhar soldados.
Segundo o texto, Lincoln tinha a intenção de apresentar
uma proposta para o problema do relacionamento de exescravos
com o resto da sociedade. Caso essa proposta
tivesse entrado em vigor, sua implantação teria sido útil a
outras sociedades, pois
Leia o fragmento sobre as manifestações
musicais da sociedade brasileira no início da República
apresentado a seguir.
O carteiro Joaquim dos Anjos não era homem de
serestas e serenatas, mas gostava de violão e de
modinhas. Ele mesmo tocava flauta, instrumento que já
foi muito estimado, não o sendo atualmente como
outrora. Acreditava–se até músico, pois compunha valsas,
tangos e acompanhamentos para modinhas. Aprendera a
“artinha" musical na terra do seu nascimento, nos
arredores de Diamantina, e a sabia de cor e salteado;
mas não saíra daí.
BARRETO, Lima. Clara dos Anjos. In: Flávio Moreira da Costa (org.) Aquarelas do Brasil:
contos da nossa música popular. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações de
Passatempos e Multimídia Ltda, 2006, p.59.
A expressão “artinha" revela