Ir para o conteúdo principal

Questões de Concurso – Aprova Concursos

Milhares de questões com o conteúdo atualizado para você praticar e chegar ao dia da prova preparado!


Exibir questões com:
Não exibir questões:
Minhas questões:
Filtros aplicados:

Dica: Caso encontre poucas questões de uma prova específica, filtre pela banca organizadora do concurso que você deseja prestar.

Exibindo questões de 311928 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros
Folha de respostas:

  • 1
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 2
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 3
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 4
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 5
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e


Os ex–escravos abandonam as fazendas em que

labutavam, ganham as estradas à procura de terrenos

baldios em que pudessem acampar, para viverem livres

como se estivessem nos quilombos, plantando milho e

mandioca para comer. Caíram, então, em tal condição

de miserabilidade que a população negra se reduziu

substancialmente. Menos pela supressão da importação

anual de novas massas de escravos para repor o

estoque, porque essas já vinham diminuindo há

décadas. Muito mais pela terrível miséria a que foram

atirados. Não podiam estar em lugar algum, porque,

cada vez que acampavam, os fazendeiros vizinhos se

organizavam e convocavam forças policiais para

expulsá–los.

RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: evolução e sentido do Brasil.

São Paulo: Companhia das Letras, 1995, p.221.

Comparando–se a linguagem do quadro acima, de

Pedro Américo, A Libertação dos Escravos, com o

texto de Darcy Ribeiro, percebe–se que

O fato é que a transição do Império para a

República, proclamada em 1889, constituiu a primeira

grande mudança de regime político ocorrida desde a

Independência. Republicanistas “puros", como Silva

Jardim, defendiam uma mudança de regime que tivesse

como resultado maior participação da população na vida

política nacional. Mas, vitoriosos, os republicanos

conservadores, como Campos Sales, mantiveram o

modelo de exclusão política e sociocultural sob nova

fachada. Ao “parlamentarismo sem povo" do Segundo

Reinado sucedeu uma República praticamente “sem

povo", ou seja, sem cidadania democrática.

LOPEZ, Adriana, MOTA, Carlos Guilherme. História do Brasil: uma

interpretação. São Paulo: SENAC, 2008, p. 552. (adaptado)

Tendo o texto acima como referência inicial e

considerando o processo histórico de implantação e de

consolidação da República no Brasil, é correto inferir que

Ao contrário do que se acredita, o "discurso

secreto" de Kruschev não significou a primeira

manifestação de discordância dos novos governantes da

URSS, ao acusar Stalin de genocídio. Antes disso,

haviam sido dados os primeiros passos para o fim da

estrutura repressiva que reinava no país. Na verdade, o

discurso se baseia, em parte, nas conclusões obtidas

pelo grupo chamado Comissão Shvernik, comissão

especial que logrou reunir suficiente evidência para

denunciar que, nos anos de 1930, mais de um milhão e

meio de membros do partido haviam sido acusados de

realizar atividades antissoviéticas, dos quais tendo sido

executados mais de 680.000 deles.

O processo que desencadeou o término da estrutura

repressiva que reinava na União Soviética ocorreu

porque


A foto acima foi realizada por Sebastião Salgado, em

1989, no garimpo de Serra Pelada. Do ponto de vista

social, ambiental e econômico, o fenômeno retratado

Em seu discurso em honra dos primeiros mortos na Guerra do Peloponeso (séc. V a.C.), o ateniense Péricles fez

um longo elogio fúnebre, exposto na obra do historiador Tucídides. Ao enfatizar o respeito dos atenienses à lei e seu amor

ao belo, o estadista ateniense tinha em mente um outro tipo de organização de Estado e sociedade, contra o qual os gregos

se haviam batido 50 anos antes e que se caracterizava por uma administração eficiente que concedia autonomia aos

diferentes povos e era marcada pela construção de grandes obras e conquistas.

PRADO, A. L. A.,Tucídides, História da Guerra do Peloponeso, Livro I, São Paulo, Martins Fontes (com adaptações).

O “outro tipo de organização de Estado e sociedade" ao qual Péricles se refere era

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282