No Manual de Redação da Presidência da República,
afirma-se que “a clareza deve ser a qualidade básica
de todo texto oficial.” Uma das orientações citadas no
documento
para que a clareza seja atingida é “apresentar
as orações na ordem direta e evitar intercalações excessivas.”
Segue-se tal princípio em:
A técnica do julgamento ampliado aplica-se ao julgamento
não unânime
Na análise histórica da cultura escolar, parece-me de fato
fundamental estudar como e sobre quais critérios precisos
foram recrutados os professores de cada nível escolar:
quais são os saberes e o habitus requeridos de um
futuro professor?
[...]Uma das primeiras figuras desta profissionalização ocorre
quando a antiga Cristandade se desmembra em confissões
plurais e, nos países católicos, na dinâmica que
segue o Concílio de Trento: ser cristão não é mais, como
nos séculos passados, somente pertencer a uma comunidade,
manifestando-se como tal, mas ser capaz de proclamar
pessoalmente as verdades da fé e ser instruído
sobre as verdades de sua religião.
(Dominic Julia. A Cultura escolar como objeto histórico. Em: Revista
Brasileira de História da Educação, v.1 – no 1 – jan./jun. 2001)
O fragmento discorre sobre uma pesquisa que se fundamenta
num estudo
Causou surpresa, portanto, quando foi decifrada a Pedra
de Roseta, no século XVIII, e ficou evidente que praticamente
todo o conhecimento científico e filosófico da Grécia
antiga teve origem no Egito, ou seja, na própria África.
Os sistemas teológicos e filosóficos gregos também têm
origem no Egito, onde vários de seus fundadores, como
Sócrates, Platão e Aristóteles, estudaram com os pensadores
africanos.
Não seria conveniente, naquele contexto, divulgar tais
fatos. Criou-se, então, uma disciplina científica, a egiptologia,
voltada à tarefa de tirar do Egito o crédito por suas
realizações e atribuí-las a uma cultura realmente branca,
a grega. Aliás, os autores lançaram mão de vários recursos,
entre eles o de retratar o Egito como um país branco,
imagem que até hoje prevalece no imaginário popular.
(Elisa Larkin Nascimento. Introdução às antigas civilizações africanas.
Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo.
Adaptado)
De acordo com a autora, o inconveniente de divulgar a
importância do país africano, no contexto em referência,
deve-se ao fato de a Europa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em
09 de janeiro de 2003, a Lei no 10.639 que altera a Lei
no 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional,
incluindo nesta mais três artigos que versam sobre
a obrigatoriedade da inclusão do ensino de História
da África e da Cultura Afro-brasileira nos currículos dos
estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação
básica. A lei também acrescenta que o dia 20 de
novembro (considerado dia da morte de Zumbi) deverá
ser incluído no calendário escolar como dia nacional da
consciência negra [...]
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
Segundo Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, a comemoração
do 20 de novembro surgiu