É considerado um dos pontos turísticos de Governador Lindenberg, sendo um ambiente ideal para a prática de esportes radicais como trilhas, caminhadas e escaladas:
A “Fisiologia do Exercício” pode ser definida como uma área que procura investigar como as estruturas e funções de nosso organismo se alteram quando realizamos o exercício agudo ou crônico, enquanto a aplicação destes conhecimentos ao esporte, denomina-se fisiologia do esporte, uma subárea da fisiologia do exercício. (...) Atualmente, muitos parâmetros têm sido utilizados na avaliação, prescrição e determinação dos efeitos do treinamento aeróbico. (WILMORE; COSTILL, 2001).
Analise as proposições com V (verdadeiro) ou F (falso). Após análise, marque a alternativa correta.
Um professor de Educação Física, como um educador profissional, pode caracterizar-se como objeto na medida em que, mesmo definindo objetivos, conteúdos e métodos para suas aulas, não percebe que essas aulas, muitas vezes, podem forjar alguns padrões de comportamento desejáveis apenas para determinados seguimentos da sociedade que determinam os rumos da escola. (...)
(BARBOSA, CLÁUDIO Luís de Alvarenga. Educação Física e Didática. Um diálogo possível e necessário. 2ª ed. Vozes. S. Paulo. P. 16/7).
Julgue as considerações feitas por Luckesi, sobre o conteúdo em análise, com o código V (verdadeiro) ou F (falso). Após seu julgamento, marque a alternativa correta.
Praticar desporto é agradável! As pessoas competem e procuram ganhar. No entanto, para que todos possam obter benefícios de tal prática, tornase indispensável possuir um espírito desportivo, que se manifesta através do respeito pelas regras, pelos adversários, pelos árbitros e pelo desejo de competir e vencer com dignidade, os adversários que, pelo seu valor, proporcionam uma disputa equilibrada.
(...)
(SILVA, Elizabeth Nascimento. Educação Física na Escola. Sprint. 2ª ed. 2012. São Paulo. P.58)
Sobre o contexto enunciado, marque a alternativa INCORRETA.
HISTÓRIA DE BEM-TE-VIS
(1º§) O ano passado, aqui nas mangueiras dos meus simpáticos vizinhos, apareceu um bem-tevi caprichoso, muito moderno, que se recusava a articular as três sílabas tradicionais do seu nome. Limitava-se a gritar: “... te vi!... te vi!...” com a maior irreverência gramatical. Como dizem que as últimas gerações andam muito rebeldes e novidadeiras, achei natural que também os passarinhos estivessem contagiados pelo novo estilo humano.
(2º§) Mas logo a seguir, o mesmo passarinho – ou seu filho, seu irmão, como posso saber, com a folhagem cerrada da mangueira? – animou-se a uma audácia maior. Não quis saber das duas sílabas, e gritava apenas, daqui, dali, invisível e brincalhão: “...vi!...vi!...” – o que me pareceu ainda mais divertido.
(3º§) O tempo passou. O bem-te-vi deve ter viajado; talvez seja cosmonauta, talvez tenha voado com o seu time de futebol!...afinal tudo
pode acontecer com bem-te-vis tão progressistas, que rompem com o canto da família e mudam os lemas dos seus brasões.
Talvez tenha sido atacado por esses crioulos fortes que agora saem do mato de repente e disparam sem razão nenhuma contra o primeiro
vivente que encontram.
(4º§) Mas hoje tornei a ouvir um bem-te-vi cantar. E cantava assim: “Bem-bem-bem...tevi!” Pensei: “É uma nova escola poética que se
eleva das mangueiras!...” Depois o passarinho mudou. E fez: “Bem-te-te-vi!” Tornei a refletir: “Deve ser pequenino e estuda a sua cartilha...”
E o passarinho: “Bem-bem-bem-te-te-te-vi-vivi...!”
(5º§) Os ornitólogos devem saber se isto é caso comum ou raro. Eu jamais tinha ouvido coisa igual. Mas as crianças, que sabem mais do que eu, e vão diretas aos assuntos, ouviram, pensaram, e disseram: “Que engraçado! Um bem-te-vi gago!” Então, talvez seja mesmo só
gagueira...
(Cecília Meireles)
Dentre as críticas contidas no texto, marque o trecho que se pode relacionar com melhor propriedade ao som do canto dos bem-te-vis
com o despreparo dos falantes da Língua Portuguesa.