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Questões de concursos

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Exibindo 1 a 15 de 35 questões.

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Q456078

Objetivando construir uma casa, Cássio adquiriu terreno no qual existe um pequeno riacho. Depois da aquisição, entrou em vigor

lei proibindo a construção em terrenos urbanos nos quais haja qualquer tipo de curso d'água. Referida lei possui efeito

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Q456080

Rogério comprou um carro de Vitor, a quem foi conferido, expressamente, o direito de fixar o preço, por seu exclusivo arbítrio.

Fixado o preço, Rogério externou o desejo de desistir da compra, em razão do alto valor atribuído ao bem. Com isto, Vitor não

chegou a entregar o bem. O contrato de compra e venda

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Q456066

No tocante a direção do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, considere:

I. O Presidente exercerá, cumulativamente, a função de Corregedor Regional, podendo delegar referidas atribuições ao Vice-Presidente.
II. O mandato do Presidente e do Vice-Presidente do Tribunal será de dois anos, iniciando-se a partir do primeiro dia dos anos pares.
III. O Desembargador do Trabalho que declinar, com a aceitação do Tribunal Pleno, do direito de concorrer a um dos cargos de direção, não manterá sua posição no quadro de antiguidade, nas eleições subsequentes.
IV. Vagando o cargo de Presidente, assumirá a Presidência o Vice-Presidente, sendo a Vice-Presidência exercida pelo Desembargador do Trabalho mais antigo, que não tenha ocupado tal cargo mediante eleição.



De acordo com o Regimento Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, está correto o que consta APENAS em

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Q456054

O termo "que" NÃO é um pronome em:

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Q456061

Atente para as afirmativas abaixo relativas a pontuação.

I.Pode-se acrescentar uma vírgula imediatamente após amar, na segunda estrofe, sem prejuízo para a correção.

II.As vírgulas empregadas imediatamente antes de rancor e após solidão, na terceira estrofe, podem ser substituídas por travessões, sem prejuízo para a correção.

III.O último verso poderia vir precedido de dois-pontos ou travessão, já que constitui uma explicação do termo antecedente logrador.

Está correto o que consta em

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Q456073

Além dos vencimentos ordinariamente pagos aos servidores públicos federais, de acordo com a Lei no

8.112/1990, podem lhes

ser atribuídas algumas vantagens. Dentre elas,

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Q456072

Um grupo de populares sem vinculação partidária avisou previamente as autoridades administrativas competentes a respeito da

manifestação pública que pretendem realizar, informando o dia, a via pública a ser utilizada para tanto e o horário do evento.

Após ter sido dada publicidade a essa manifestação pelas redes sociais, partido político organizou a realização de um comício

no mesmo dia, local e horário da aludida manifestação, sem, no entanto, comunicar o fato às autoridades administrativas

competentes. Considerando o texto constitucional,

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Q456077

João e Rodrigo entraram em luta corporal depois de uma discussão no trânsito. Sem que Rodrigo pudesse se defender, João desferiu-lhe socos e pontapés, causando lesões corporais. Muito machucado, Rodrigo representou pela persecução criminal e ajuizou ação de indenização. A responsabilidade civil

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Q456084

Acerca do cumprimento da sentença, considere:

I.O início do cumprimento de sentença e a expedição de mandado de penhora e avaliação devem ocorrer de ofício ou a

requerimento da parte.

II.Em regra, a avaliação dos bens penhorados deve ocorrer por Perito da confiança do Juiz.

III.Em caso de acolhimento da impugnação ao cumprimento de sentença, ainda que parcial, serão arbitrados honorários em

benefício do executado.

IV.Escoado o prazo para pagamento voluntário, que se inicia após a intimação pessoal da parte executada, são devidos

honorários advocatícios, no cumprimento de sentença, apenas se tiver havido impugnação.

De acordo com o Código de Processo Civil e com jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça, está correto o que

consta APENAS em

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Q456053

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 11,

leia o texto abaixo.



Nasci na Rua Faro, a poucos metros do Bar Joia, e,

muito antes de ir morar no Leblon, o Jardim Botânico foi meu

quintal. Era ali, por suas aleias de areia cor de creme, que eu

caminhava todas as manhãs de mãos dadas com minha avó.

Entrávamos pelo portão principal e seguíamos primeiro pela

aleia imponente que vai dar no chafariz. Depois, íamos passear

à beira do lago, ver as vitórias-régias, subir as escadarias de

pedra, observar o relógio de sol. Mas íamos, sobretudo, catar

mulungu.

Mulungu é uma semente vermelha com a pontinha preta,

bem pequena, menor do que um grão de ervilha. Tem a casca

lisa, encerada, e em contraste com a pontinha preta seu

vermelho é um vermelho vivo, tão vivo que parece quase estranho

à natureza. É bonita. Era um verdadeiro prêmio conseguir

encontrar um mulungu em meio à vegetação, descobrir

de repente a casca vermelha e viva cintilando por entre as lâ-

minas de grama ou no seio úmido de uma bromélia. Lembro

bem com que alegria eu me abaixava e estendia a mão para

tocar o pequeno grão, que por causa da ponta preta tinha uma

aparência que a mim lembrava vagamente um olho.

Disse isso à minha avó e ela riu, comentando que eu era

como meu pai, sempre prestava atenção nos detalhes das

coisas. Acho que já nessa época eu olhava em torno com olhos

mínimos. Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade

de mulungus que me restava na palma da mão na hora de

ir para casa. Conseguia às vezes juntar um punhado, outras

vezes apenas dois ou três. E é curioso que nunca tenha sabido

ao certo de onde eles vinham, de que árvore ou arbusto caíam

aquelas sementes vermelhas. Apenas sabíamos que surgiam

no chão ou por entre as folhas e sempre numa determinada região

do Jardim Botânico.

Mas eu jamais seria capaz de reconhecer uma árvore de

mulungu. Um dia, procurei no dicionário e descobri que mulungu

é o mesmo que corticeira e que também é conhecido pelo nome

de flor-de-coral. ''Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas,

originária da Amazônia e de Mato Grosso, de flores

vermelhas, dispostas em racimos multifloros, sendo as sementes

do fruto do tamanho de um feijão (mentira!), e vermelhas

com mácula preta (isto, sim)'', dizia.

Mas há ainda um outro detalhe estranho – é que não me

lembro de jamais ter visto uma dessas sementes lá em casa. De

algum modo, depois de catadas elas desapareciam e hoje me

pergunto se não era minha avó que as guardava e tornava a

despejá-las nas folhagens todas as manhãs, sempre que não

estávamos olhando, só para que tivéssemos o prazer de encontrá-las.

O fato é que não me sobrou nenhuma e elas ganharam,

talvez por isso, uma aura de magia, uma natureza impalpável.

Dos mulungus, só me ficou a memória − essa memó-

ria mínima.

(Adaptado de: SEIXAS, Heloísa. Semente da Memória. Disponível

em: http://heloisaseixas.com.br)

O segmento sublinhado que introduz uma explicação encontra-se em:

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Q456060

No poema,

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Q456065

De acordo com o Ato Conjunto CSJT.TST.GP nº 24/2014, o princípio que pressupõe responsabilizar-se pelas consequências de

suas ações e decisões, respondendo pelos seus impactos na sociedade, na economia e no meio ambiente, principalmente

aqueles com consequências negativas significativas, prestando contas aos órgãos de governança da organização, a autoridades

legais e, de modo mais amplo, às partes interessadas, declarando os seus erros e as medidas cabíveis para remediá-los é

expressamente o Princípio

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Q456058

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 11,

leia o texto abaixo.



Nasci na Rua Faro, a poucos metros do Bar Joia, e,

muito antes de ir morar no Leblon, o Jardim Botânico foi meu

quintal. Era ali, por suas aleias de areia cor de creme, que eu

caminhava todas as manhãs de mãos dadas com minha avó.

Entrávamos pelo portão principal e seguíamos primeiro pela

aleia imponente que vai dar no chafariz. Depois, íamos passear

à beira do lago, ver as vitórias-régias, subir as escadarias de

pedra, observar o relógio de sol. Mas íamos, sobretudo, catar

mulungu.

Mulungu é uma semente vermelha com a pontinha preta,

bem pequena, menor do que um grão de ervilha. Tem a casca

lisa, encerada, e em contraste com a pontinha preta seu

vermelho é um vermelho vivo, tão vivo que parece quase estranho

à natureza. É bonita. Era um verdadeiro prêmio conseguir

encontrar um mulungu em meio à vegetação, descobrir

de repente a casca vermelha e viva cintilando por entre as lâ-

minas de grama ou no seio úmido de uma bromélia. Lembro

bem com que alegria eu me abaixava e estendia a mão para

tocar o pequeno grão, que por causa da ponta preta tinha uma

aparência que a mim lembrava vagamente um olho.

Disse isso à minha avó e ela riu, comentando que eu era

como meu pai, sempre prestava atenção nos detalhes das

coisas. Acho que já nessa época eu olhava em torno com olhos

mínimos. Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade

de mulungus que me restava na palma da mão na hora de

ir para casa. Conseguia às vezes juntar um punhado, outras

vezes apenas dois ou três. E é curioso que nunca tenha sabido

ao certo de onde eles vinham, de que árvore ou arbusto caíam

aquelas sementes vermelhas. Apenas sabíamos que surgiam

no chão ou por entre as folhas e sempre numa determinada região

do Jardim Botânico.

Mas eu jamais seria capaz de reconhecer uma árvore de

mulungu. Um dia, procurei no dicionário e descobri que mulungu

é o mesmo que corticeira e que também é conhecido pelo nome

de flor-de-coral. ''Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas,

originária da Amazônia e de Mato Grosso, de flores

vermelhas, dispostas em racimos multifloros, sendo as sementes

do fruto do tamanho de um feijão (mentira!), e vermelhas

com mácula preta (isto, sim)'', dizia.

Mas há ainda um outro detalhe estranho – é que não me

lembro de jamais ter visto uma dessas sementes lá em casa. De

algum modo, depois de catadas elas desapareciam e hoje me

pergunto se não era minha avó que as guardava e tornava a

despejá-las nas folhagens todas as manhãs, sempre que não

estávamos olhando, só para que tivéssemos o prazer de encontrá-las.

O fato é que não me sobrou nenhuma e elas ganharam,

talvez por isso, uma aura de magia, uma natureza impalpável.

Dos mulungus, só me ficou a memória − essa memó-

ria mínima.

(Adaptado de: SEIXAS, Heloísa. Semente da Memória. Disponível

em: http://heloisaseixas.com.br)

... que a mim lembrava vagamente um olho. (2º parágrafo) ... que me restava na palma da mão... (3º parágrafo) ... o prazer de encontrá-las. (5º parágrafo) Os elementos sublinhados acima referem-se, na ordem dada, a:

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Q456069

Ao apreciar medida cautelar em ação direta de inconstitucionalidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal deferiu o pedido,

com efeitos ex nunc, por maioria absoluta dos membros do Tribunal, estando presentes à sessão oito Ministros. Na sessão de

julgamento do pedido principal, presentes oito Ministros, a votação foi encerrada com cinco votos a favor do julgamento de

procedência do pedido, tendo ao final sido proclamada a inconstitucionalidade dos dispositivos legais impugnados na ação.

Considerando que todos os cargos de Ministros do Tribunal estavam preenchidos na ocasião dos julgamentos e à luz da

disciplina legal que rege a matéria,

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GABARITO:

  • 1) C
  • 2) D
  • 3) A
  • 4) B
  • 5) B
  • 6) D
  • 7) A
  • 8) D
  • 9) E
  • 10) C
  • 11) B
  • 12) A
  • 13) E
  • 14) D
  • 15) B
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