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Relacione os itens listados a seguir às suas respectivas definições.

1- Parecer Social

2- Perícia Social

3- Relatório Social

4- Laudo Social

( ) Apresenta a opinião profissional do Assistente Social com

base no estudo social de uma situação específica.

( ) Documenta o conjunto das informações significativas

recolhidas pelo estudo social.

( ) Tem a finalidade de instruir o processo com conhecimento da

área de Serviço Social.

( ) Expressa o trabalho de acompanhamento do caso por meio

de vários registros e informações parciais.

Assinale a opção que indica a sequência correta, de cima para

baixo.

Sobre as atividades do Assistente Social voltadas para a

realização da intersetorialidade nos processos de gestão das

instituições de saúde, analise as afirmativas a seguir.

I. Deve criar protocolos entre serviços, programas e

instituições.

II. Deve capacitar recursos humanos para ampliar a qualidade

dos serviços.

III. Deve atender diretamente aos usuários nos diferentes níveis

do sistema de saúde.

Assinale:

O surgimento das políticas sociais se tornou uma realidade

mundial a partir do final do século XIX, e no Brasil, somente no

século XX.

Sobre os processos sociais relacionados à emergência e às

mudanças dessas políticas sociais, assinale a afirmativa correta.

Suponha que A e B sejam dois eventos independentes, com probabilidades positivas. A esse respeito, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

(   ) A e B não podem ser mutuamente exclusivos.
(   ) Se P[A] = 0,8 então P[B] não pode ser maior do que 0,5
(   ) P[A|B] = P[A].

As afirmativas são, respectivamente,

Uma variável aleatória X tem média 4 e desvio padrão igual a 2

Se Y = 3X – 2 então a média e o desvio padrão de Y são,

respectivamente,

Uma urna contém n (n > 3) bolas numeradas 1, 2, ..., n. Se três

bolas são retiradas da urna com reposição, a probabilidade de

que as três bolas tenham números diferentes é igual a:

Uma variável aleatória populacional tem variância igual a 25. Se

uma amostra aleatória simples de tamanho 100 for obtida, a

probabilidade de que o valor da média amostral não difira do da

média populacional por mais de 0,5 é, aproximadamente, igual a

Para testar a hipótese nula de que a média de uma distribuição

normal não é maior do que 20, uma amostra aleatória de

tamanho 25 foi observada e indicou: x= 22,4 e s2 = 16

O p–valor associado a esses dados é tal que

Os experimentos fatoriais são muito usados em experimentos

envolvendo vários fatores para os quais é necessário estudar o

efeito conjunto dos fatores sobre a resposta. O caso especial mais

importante do experimento fatorial geral é o de k fatores, cada

um com 2 níveis.

Em relação a esse caso especial, assinale V para a afirmativa

verdadeira e F para falsa.

I. Os níveis têm de ser quantitativos.

II. O plano 2k é particularmente útil nos estágios iniciais do

trabalho experimental, quando poucos fatores devem ser

investigados.

III. Ele fornece o menor número de realizações com o qual k

fatores podem ser simultaneamente investigados em um

planejamento fatorial completo.

As afirmativas são, respectivamente,

“Embora tenhamos de reconhecer os aspectos inovadores da contribuição de Dewey,

sobretudo quanto à oposição à escola tradicional [...], prejuízos resultaram da assimilação

inadequada das novas ideias e da tentativa de sua implantação sem critérios."

ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. Filosofia da educação. 3. ed. Revista e Ampliada, São Paulo: Moderna,

2006 p.171

Nessa reflexão sobre os resultados da escola nova, a autora, em sua obra destaca o fato

de que

Desde A Estrutura das Revoluções Científicas de Thomas Kuhn, o desenvolvimento da

ciência não se efetua por acumulação dos conhecimentos, mas por transformação dos

princípios que os organizam.

MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. Trad. Edgard de Assis

Carvalho. São Paulo: Cortez, 2002 p. 52

“Considero “paradigmas" as realizações científicas universalmente reconhecidas que,

durante algum tempo, fornecem problemas e soluções modelares para uma comunidade

de praticantes de uma ciência". (...). As revoluções científicas são os complementos

desintegradores da tradição à qual a atividade da ciência normal está ligada. (...)

Thomas KUHN. Estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Editora Perspectiva. 2 ed. 1978 p.15-30

As grandes realizações das ciências encontram-se sempre circunscritas por um

paradigma, seja ele já consolidado ou emergente. Sobre essa afirmação é CORRETO

afirmar que

“Quando lemos os romances de Balzac, Dickens, Dostoiévsky, Tolstói, Proust,

aprendemos, compreendemos e percebemos o que as ciências não chegam a dizer

porque ignoram os sujeitos humanos... A exclusão do sujeito efetuou-se com base na

concordância de que as experimentações e observações realizadas por diversos

observadores permitiriam atingir um conhecimento objetivo. Mas, desse modo, ignorou-se

que as teorias científicas não são puro e simples reflexo das realidades objetivas, mas

coprodutos das estruturas do espírito humano e das condições socioculturais do

conhecimento."

MORIN, Edgar. Educação e complexidade: os sete saberes e outros ensaios. Trad. Edgard de Assis

Carvalho. São Paulo: Cortez, 2002 p. 34 53

A partir desse fragmento sobre os pressupostos que animavam essa referida concepção

de ciência criticada por Morin, é CORRETO afirmar que eles

“O entendimento humano avança por dois meios: a reunião de fatos para a descoberta de novos fenômenos e a união desses fenômenos sob a influência simplificadora de explicações redutivas. Por vezes, constatamos que, assim que os dados disponíveis foram adequadamente reduzidos, surgem novos dados que lançam dúvida sobre a redução e exigem que reconsideremos o fenômeno em sua totalidade.” FEARN, Nicholas. Aprendendo a filosofar em 25 lições. Do poço de Tales à desconstrução de Derrida. Trad. Maria Luiza S. de A. Borges. Rio de janeiro: Editora Zahar, 2004. P.13-14
A partir desse fragmento e das reflexões realizadas pelo autor nessa obra,

“Depois do desmoronamento da bela ordem cósmica e de sua substituição por uma

natureza completamente desprovida de sentido e conflituosa, não há mais nada de divino

no universo ao qual o espírito humano possa se dedicar a ver, contemplar. A ordem, a

harmonia, a beleza e a bondade não são mais dadas de imediato, não se inscrevem mais

a priori no seio do próprio real...

Daí a nova tarefa da ciência moderna não residir mais na contemplação passiva de uma

beleza dada, já inscrita no mundo, mas no trabalho, na elaboração ativa, ou na

construção de leis que permitem dar a um universo desencantado um sentido que, a

princípio, ele não mais tem. Portanto, ela não é mais um espetáculo passivo, mas uma

atividade do espírito."

FERRY, Luc. Aprender a viver. Trad. Vera Lúcia dos Reis. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007 P. 121-122

Sobre a concepção de ciência, é CORRETO afirmar que

“Os fins são vários e nós escolhemos alguns dentre eles [...] segue-se que nem todos os

fins são absolutos; mas o sumo bem é claramente algo de absoluto. Portanto, só existe

um fim absoluto [...]. Ora, nós chamamos de absoluto aquilo que merece ser buscado por

si mesmo, e não com vistas em outra coisa; por isso chamamos de absoluto incondicional

aquilo que é sempre desejável em si mesmo e nunca no interesse de outra coisa. Ora,

esse é o conceito que preeminentemente fazemos da felicidade. [...]. Para o homem, a

vida conforme a razão é a melhor e a mais aprazível, pois que a razão, mais que qualquer

outra coisa, é o homem. Donde se conclui que essa vida é também a mais feliz."

ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco, Livro I.

“Estranho seria fazer do homem sumamente feliz um solitário, pois ninguém escolheria a

posse do mundo sob a condição de viver só, já que o homem é um ser político e está em

sua natureza o viver em sociedade."

ARISTÓTELES, Ética a Nicômaco. Livro V. 2

Com base nesses fragmentos e em outras informações sobre o pensamento aristotélico, o

conceito da felicidade se traduz como fim último da vida,

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