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Chaves (2012) estudou os sentimentos de professores diante da indisciplina de alunos adolescentes no Ensino Fundamental. Os muitos sentimentos relatados indicaram que os docentes, nessas situações, se viam em uma posição de extrema vulnerabilidade, já que ficavam sem saber como responder ao problema e também como dele escapar. Para romper com essa situação, é importante que

Uma prática pedagógica que cria oportunidades para o desenvolvimento do protagonismo juvenil em sala de aula é

Estamos lutando contra o tempo, aprendendo juntos a combater a disseminação do vírus e, mais do que nunca, nossas competências socioemocionais estão sendo colocadas à prova nesse contexto de crise. Para lidar com insegurança, ansiedade, medo, isolamento, mudança de rotinas e indefinições é preciso ter empatia, resiliência, foco, responsabilidade, cuidado consigo e com o outro, entre outras competências.
                                                                                                                                                                                                                                                                (Instituto Ayrton Senna)

Desenvolver as competências socioemocionais tal como previsto na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) ocupa um lugar ainda mais central nos planejamentos escolares. Dado esse contexto, uma atitude capaz de ensinar empatia e respeito diante de uma situação de apatia total de alguns alunos é

Nos últimos anos tem se consolidado a compreensão de que o respeito à diversidade cultural constitui um princípio a ser incorporado nas práticas educativas no interior das escolas. Representa mais adequadamente a incorporação desse princípio no trabalho pedagógico:

Segundo Érika Dias e Fátima Cunha de Ferreira Pinto, [...] o ato de educar é um processo constante na história de todas as sociedades, não é o mesmo em todos os tempos e lugares, e é, em sua essência, um processo social. Sobre as relações entre educação e sociedade, NÃO representa decorrências da concepção de Dias e Pinto:

Nos estudos atuais, defendemos a ideia da criança sujeito que se produz dentro de realidades, por isso, afeta e é afetada pelo contexto no qual interage. Em contrapartida, negamos a infância universal e padronizante. Concebemos a diversidade no campo da infância como espaço de construções e interações relacionadas à cultura e ao lugar no qual a identidade das crianças se constitui e se encontra em permanente devir. Conclamamos uma infância inter/multicultural nas dimensões política, econômica, cultural, geográfica e social.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   (GONÇALVES, 2017, p. 24)

Acerca da concepção da infância e da desigualdade educacional:

O segundo semestre letivo do ano de 2021 foi repleto de atividades na Escola, devido à volta às aulas presenciais após quase dois anos de fechamento das escolas, causado pela pandemia da Covid-19 que provocou isolamento social. Os professores e a gestão escolar fizeram diversas reuniões para preparar o retorno, não apenas adaptando a escola aos protocolos sanitários, mas também preparando a recepção dos estudantes, a reorganização curricular, o acolhimento às famílias e o apoio aos professores inseguros em relação ao trabalho a ser feito. Após diversas reuniões com a comunidade interna e externa, Maria daConceição, coordenadora pedagógica, considerou a possibilidade de desenvolver as seguintes atividades:

I. Solicitar aprovação dos órgãos centrais da rede de ensino antes de colocar em prática as decisões da comunidade escolar.
II. Discutir com os estudantes como foram as vivências no período fora da escola e produzir cartazes sobre os sentimentos, medos e ansiedades envolvidos nesse retorno, a fim de valorizar e ressignificar o espaço escolar.
III. Apresentar o plano de trabalho elaborado pela Secretaria de Educação, para que os professores ensinem todos os conteúdos que haviam sido previstos no currículo em 2020 e 2021.
IV. Realizar campanhas de arrecadação de alimentos e materiais escolares para distribuição aos membros da comunidade mais atingidos pelos efeitos da pandemia, como desemprego e problemas financeiros.

São atividades concernentes com as concepções de escola produtora de conhecimento e de vivências democráticas o que se afirma APENAS em

Um aluno X de uma escola precisa aprender um assunto basicamente teórico de matemática e, para isso, consulta textos, revisa as suas anotações de aula, pesquisa em livros, faz várias reflexões e coloca as suas ideias no papel, além de discutir o assunto com um colega. Conforme a experiência de aprendizagem acima relatada e de acordo com o pensamento de Bordenave (2004) sobre o processo da aprendizagem, é INCORRETO afirmar que:

O cérebro e a aprendizagem estão intimamente relacionados, de modo que é necessário ao professor entender que

Em relação à implantação da sala de aula invertida, assinale o aspecto fundamental.

A escola necessita oferecer condições de aprendizagem em diferentes contextos e situações para que o aluno busque sentido e motivação para frequentá-la. Será que é preciso
reinventar a escola e o fazer pedagógico para engajar o aluno no processo de aprendizagem? As estratégias metodológicas utilizadas são um fator importante no contexto escolar, bem como o cenário atual, com uma diversidade de tecnologia de informação e comunicação. Para Moran (2018), hoje, o relevante para o processo ensino aprendizagem é:

O olhar do educador envolvido diretamente na atividade docente e preocupado com o seu agir pedagógico, conforme Libâneo (2020), tem como tarefa investigar constantemente o conteúdo do seu ato educativo, porque esse conteúdo é:

I. Multifacetado.
II. Complexo.
III. Relacional.

Quais estão corretas?

A professora organiza o espaço da sala de aula conforme sua ação e intenção pedagógica. Durante as aulas acompanhadas percebemos a preferência pela disposição das mesas em forma de U, privilegiando, por um lado, o trabalho coletivo em grande grupo, mas também possibilitando a realização de intervenções individuais. Também houve o agrupamento dos alunos em duplas, trios ou quartetos, para motivar a interação e o auxílio mútuo entre eles [...]. Outra forma recorrente de organização do espaço, na prática pedagógica examinada, são as rodas para conversa ou para leitura.
(Extraído do estudo de Piccoli, 2009)

Esse relato retrata diferentes formas de organização do espaço da classe e das interações que podem favorecer:

I. O controle da indisciplina evitando conversas paralelas que não estejam relacionadas à aula e a má conduta.
II. O desenvolvimento de habilidades para atuar em equipe (colaboração, conversação, diálogo, autonomia, corresponsabilidade etc.).
III. O atendimento aos alunos e grupos que mais necessitam de apoio tendo em vista garantir aprendizagens equitativas.

Está correto o que se afirma APENAS em

Boaventura de Souza Santos (2003, p. 56) afirma que [...] temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades. Tendo em vista que esta afirmação ratifica os fundamentos de uma educação inclusiva,

A Resolução CNE no 01/2021, que institui as Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos, estabelece como uma de suas diretrizes a Educação e Aprendizagem ao Longo da Vida, que

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