O governo de Getúlio Vargas, em 1941, começou a fazer acordos internacionais para apoiar os Aliados na Segunda Guerra Mundial, comprometendo-se a fornecer produtos brasileiros. Esses produtos foram:
Os jesuítas eram sacerdotes pertencentes à Companhia de Jesus, também conhecida como Ordem Jesuítica, fundada na Europa por Inácio de Loiola, em 1534. De acordo com os jesuítas no Brasil Colônia, é adequado afirmar:
No Ensino Fundamental, a partir do Ensino de História ao aluno, é possibilitado “conhecer como se deu a viagem de Cristóvão Colombo até a América”. Essa habilidade pode ser desenvolvida através da seguinte temática:
Na segunda metade do século XIX, na Europa, o movimento artístico que demonstrava os aspectos mais reais dos acontecimentos e das pessoas, com estilo predominante na literatura e na pintura, ficou conhecido como:
No que se refere aos Atos Institucionais editados no período da Ditadura Militar no Brasil, assinale a alternativa correta:
O período da história brasileira compreendido entre 1889 a 1930 é conhecido como República Velha. Referido período foi caracterizado pelo domínio político das elites agrárias mineiras, paulistas e cariocas. No que se refere a esse momento histórico, é possível afirmar, EXCETO:
Assinale a alternativa que apresenta dois importantes movimentos ocorridos no Brasil no século XVIII que puserem em xeque o sistema colonial e que apresentaram forte influência iluminista:
No que se refere às Diretas Já e ao movimento de abertura política no Brasil, assinale a alternativa correta:
No período da República Romana (509 a.C. a 27 a.C.), os patrícios dominavam Roma politicamente, uma vez que somente eles podiam participar do Senado e Magistratura. Por outro lado, plebeus ficavam excluídos das decisões políticas mais importantes. Acerca das instituições da República Romana e suas funções, assinale a alternativa INCORRETA:
“Transplantar o rei de Portugal para o Brasil e fundar aqui um “poderoso império" foi um plano cogitado em momentos de instabilidade política do governo português. Pelo menos uma vez em cada século, desde o Descobrimento, essa hipótese foi imaginada. Em 1580, na época da União Ibérica (...), um postulante do trono ocupado pelo rei espanhol Felipe II, o prior do Crato, foi encorajado a viajar para o Brasil e constituir um Império. Durante a restauração da independência portuguesa frente à Espanha (1640), o padre Antônio Vieira (1608- 1697) também sugeriu a D. João IV a retirada para as colônias da América. A instabilidade continental europeia, que atravessou todo o século XVIII, fez com que o mesmo plano fosse arquitetado pelo menos duas vezes antes da regência de D. João VI (...) (1706-1750), pelo seu ministro D. Luís da Cunha, e no reinado de D. José (1750-1777), diante do risco de invasão da França e da Espanha, durante a Guerra dos Sete Anos (1756-1763)" (Adaptado de: CARVALHO, 2008, p. 20).
O trecho acima, de autoria da historiadora Marieta Pinheiro de Carvalho, permite que se infira que

Pela leitura do texto acima, cujos argumentos, em parte, se sustentam numa pesquisa realizada pelo historiador Carlos Fico, é possível afirmar que
“Ao contrário do que às vezes se afirma, as câmaras coloniais raramente se tornavam meros carimbos ou capachos, incapazes de criticar os altos funcionários do governo, fossem vice-reis ou juízes do mais alto tribunal. Com todos os seus defeitos, e mesmo nos casos em que os conselheiros tivessem se tornado uma espécie de “panelinha oligárquica", em geral, continuavam a representar os interesses locais de outras classes além da sua, pelo menos até certo ponto. Seu poder, influência e prestígio foram consideráveis durante todo o período colonial, embora naturalmente, mais em certas épocas e certos lugares." (BOXER, 2002, p. 298)
Com base no trecho da obra do historiador Charles Boxer, sobre as atribuições das Câmaras Municipais durante o período colonial brasileiro, é possível afirmar que
“De todos os fatos da Era da Catástrofe, os sobreviventes do século XIX ficaram talvez mais chocados com o colapso dos valores e instituições da civilização liberal cujo progresso seu século tivera como certo, pelo menos nas partes “avançadas" e “em avanço" do mundo. Esses valores eram a desconfiança da ditadura e do governo absoluto; o compromisso com um governo constitucional com ou sob governos e assembleias representativas livremente eleitos, que garantissem o domínio da lei; e um conjunto aceito de direitos e liberdades dos cidadãos, incluindo a liberdade de expressão, publicação e reunião. O Estado e a sociedade deviam ser informados pelos valores da razão, do debate público, da educação, da ciência e da capacidade de melhoria (embora não necessariamente de perfeição) da condição humana." (HOBSBAWM, 1991, p. 113).
Na chamada “Era da Catástrofe" (1914-1945), Eric Hobsbawm, atestou que o edifício social burguês havia sido abalado pelo conflito e, como consequência deste, parte substancial das instituições e dos valores que o sustentavam havia sido destituída de seu sentido e de sua eficácia. Sobre esse período de crise do liberalismo, podese afirmar que
Dentre as revoltas ocorridas durante o período colonial brasileiro, em maior ou menor grau, algumas delas contaram com o envolvimento de setores da população. Contudo, é sabido que muitas delas se configuraram como revoltas organizadas pelas elites não chegando a contar com significativa adesão popular. Da relação abaixo, assinale a revolta marcada pela notória falta de participação popular.
Apesar da existência de manifestações anteriores, inclusive no Império e na Primeira República, é a partir da década de 1950 que a mobilização dos trabalhadores rurais cresce e ganha força e visibilidade, com a luta por direitos trabalhistas e pela posse da terra, impondo-se ao debate político no centro de decisões do país. Entre os movimentos rurais organizados mais conhecidos estão as Ligas Camponesas, que renasceram em meados dos anos 1960 e dinamizaram suas ações sob a liderança de Francisco Julião, e o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), criado em 1984. Sobre tais movimentos é correto afirmar que