Dois séculos de revolução da vacina.
Um nobre e alguns escravos protagonizaram o início de uma história que revolucionou a saúde pública no Brasil. Atualmente consideradas imprescindíveis, as vacinas foram motivo de ojeriza logo após sua descoberta, no Reino Unido do final do século XVIII. Não à toa o Barão de Barbacena, com a benção do imperador D. Pedro 11, preferiu testá-las primeiro em sua mão de obra, que recebeu a inoculação de um material retirado das pústulas de animais e passado braço a braço ( ... ). Era a mais nova forma de combater a varíola, que matava milhares de pessoas no país. GRANDELLE, Renato. Dois séculos de revolução da vacina. O Globo, Especial Vacinação, 31/07/2018.
A vacinação, consagrada mundialmente pelo combate às doenças através da imunização, fez parte das medidas tomadas pelo Prefeito Pereira Passos para modernizar a cidade do Rio de Janeiro. No contexto das reformas urbanas (Reformas Pereira Passos), no ano de 1904, ocorreram revoltas como reaçãoa(s):
Com a morte de Mao Tsé-tung (China, 1976), o poder passou às mãos do grupo de Deng Xiaoping, que iniciou a política das Quatro Modernizações: da agricultura, da industrial, da ciência e tecnologia e da defesa militar.
Como parte das reformas, o governo chinês:
No período entre 1950 e 1980, ocorre o mais intenso processo de modernização pelo qual o país passou, alterando em profundidade a fisionomia social, econômica e política do Brasil. Transformações aceleradas verificam-se em todos os setores da vida brasileira, com alterações estruturais importantes, e definitivas, como a relação campo/cidade e a reafirmação de estruturas já implantadas antes de 1950: a industrialização, a concentração de renda e a integração no conjunto econômico capitalista mundial.
Pode-se considerar a mais importante das alterações econômicas no Brasil, entre 1950 e 1980, a:
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas assertivas abaixo acerca da relação do Brasil com o continente africano, considerando a visão da historiadora Analúcia Pereira (2013). ( ) O vínculo do Brasil com o continente africano tem um passado forte em função do tráfico de escravos. Portanto, mesmo com o fim do tráfico escravagista, as políticas econômicas entre os dois países tiveram grandes avanços nas relações de cooperações entres os dois países. ( ) Historicamente o passado revela um vínculo entre o Brasil e o continente Africano, proporcionado pelo tráfico de escravos, porém o fim das relações escravistas e a implantação do sistema colonial criaram uma indiferença de cooperação entre ambos. ( ) Com o governo Lula, o Brasil proporcionou uma relação de cooperação com o continente Africano, uma política externa ativa e afirmativa. O ápice de cooperação entre Brasil e África se sistematizou durante o seu governo. ( ) A relação entre Brasil e a África, com o governo Lula, transcende o nível bilateral, a mesma configura um enorme significado de globalidade. É uma região com que a diplomacia brasileira estabeleceu grandes avanços. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Christian Jürgensen Thomsen foi um historiador e arqueologo dinamarques e se tornou famoso por ser o primeiro a propor o tipo de periodização das Idades da Pedra, do Bronze e do Ferro. Acerca de tal periodização é incorreto afirmar que:
O estudo da história, em um contexto acadêmico no período de instauração do governo republicano após o golpe militar e a proclamação da República em 1889, adotou um discurso com um papel:
A Resolução nº 04 de 2009, para uma Política nacional de educação inclusiva, estabelece que a Educação Especial se realiza:
A disseminação do modelo fabril, na Europa do início do século XIX, implicou em inovações na organização do trabalho, tais como
A multiplicidade de formas assumidas pela escravidão no Brasil do século XIX tornou impossível sua conceituação jurídica. A definição tradicional − escravo é o ser humano desprovido de liberdade e de propriedade − não dava mais conta da realidade, se é que algum dia chegou a dar.
(GRINBERG, Keila. Código Civil e Cidadania. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, p. 57)
No âmbito da “multiplicidade de formas assumidas pela escravidão no século XIX", sobretudo em meio urbano, existia a possibilidade de
Entre as causas da Revolta da Vacina (1904), encontram-se
No debate historiográfico, vários autores sustentam a tese de que, apesar de autoritário e repressivo, o Estado Novo brasileiro não pode ser considerado tipicamente fascista, pois lhe faltava
Os Atos Institucionais editados e promulgados ao longo do Regime Militar brasileiro, além de versarem sobre vários temas específicos, foram fundamentais ao conferirem um fundamento normativo a uma marca política do regime, qual seja
Observe a charge abaixo.
O contexto de publicação desta charge foi marcado pela promulgação de uma nova constituição que
Pode ser considerado um grande entrave à preservação da documentação judiciária no Brasil
Ora, uma história não é narrada sob a pressão esquizofrênica de ser ou a pura facticidade das informações das fontes, de um lado, ou a imaginação ficcional de seu caráter histórico. Sua facticidade própria, muito mais real do que a facticidade dos dados das fontes, encontra-se na forma em que o passado se torna um elemento influente na vida humana prática no presente.
Jörn Rüsen. História viva. Teoria da História III: formas e funções
do conhecimento histórico. Brasília: EdUnB, 2007, p. 33 (com adaptações).
Considerando esse fragmento de texto, julgue o item subsequente, com referência a aspectos teórico-metodológicos dos estudos em história.
Os aspectos estéticos, políticos, retóricos e(ou) morais que frequentemente caracterizam a historiografia não necessariamente comprometem o seu valor epistêmico.