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O ataque japonês a Pearl Harbore a consequente guerra entre americanos e japoneses no Pacífico foi resultado de um processo de desgaste das relações entre ambos. Depois de 1934, os japoneses passaram a falar mais desinibidamente da "Esfera de coprosperidade da Grande Ásia Oriental", considerada como a "Doutrina Monroe Japonesa".

A expansão japonesa havia começado em 1895, quando venceu a China, impôs-lhe o Tratado de Shimonoseki passando a exercer tutela sobre a Coréia. Definida sua área de projeção, o Japão passou a ter atritos constantes com a China e a Rússia. A área de atrito passou a incluir os Estados Unidos quando os japoneses ocuparam a Manchúria, em 1931, e a seguir, a China, em 1937

Sobre a expansão japonesa, infere-se que

A partir do texto, conclui-se que

No início do século XVIII, a Coroa portuguesa

introduziu uma série de medidas administrativas para

deter a anarquia, que caracterizava a zona de mineração,

e instaurar certa estabilidade. O instrumento fundamental

dessa política era a vila.

RUSSELL– WOOD, A. J. R.. O Brasil colonial; o ciclo do ouro (1690–1750) In: História

da América. São Paulo: Edusp, 1999, v. II, p. 484 (com adaptações).

A zona de mineração a que o autor se refere

localizava–se

No primeiro reinado, D. Pedro I nomeou e

comandou um Conselho de Estado que concluiu a

primeira Constituição Brasileira, que, outorgada em 1824,

estabeleceu quatro poderes assim configurados.


Nesses quatro poderes,

A crise de 1929 e, 10 anos mais tarde, a

Segunda Guerra Mundial aceleraram muito o processo

de substituição de importações, iniciado durante a

Primeira Guerra. O Brasil teve que produzir os bens

industrializados que antes sempre importara. O processo

não mais se interrompeu, expandindo–se na década de

50, via implantação da indústria automobilística, e

aprofundando–se na década de 70, graças à produção de

máquinas e equipamentos.

CARVALHO, José Murilo de. Política brasileira no século XX: o novo no velho. In: CARDIM,

C. H.; HIRST, M. (orgs.). Brasil–Argentina: soberania e cultura política. Brasília: IPRIFUNAG,

2003, p. 200.

Considerando–se o período histórico descrito no texto e as

transformações ocorridas, é correto afirmar que

Em 1697, publicou–se, em Lisboa, “A arte da

língua de Angola", a mais antiga gramática de uma língua

banto, escrita na Bahia, para uso dos jesuítas, com o

objetivo de facilitar a doutrinação de negros angolanos.

Os aportes bantos ou “bantuismos", palavras africanas

que se incorporaram à língua portuguesa no Brasil, estão

associados ao regime da escravidão (senzala, mucama,

banguê, quilombo). A maioria dessas palavras está

completamente integrada ao sistema linguístico do

português brasileiro, formando derivados da língua com

base na raiz banto (esmolambado, dengoso, sambista,

xingamento, mangação, molequeira, caçulinha,

quilombola).

CASTRO, Yeda P. de. Das línguas africanas ao português brasileiro. Revista eletrônica

do IPHAN. Dossiê Línguas do Brasil, nº 6 – jan/fev. 2007.

Disponível em: . Acesso em: 09

fev.2009 (adaptado).

Dado o fato histórico–linguístico de incorporação de

“bantuismos" na língua portuguesa, conclui–se que

As transformações técnicas e tecnológicas

apresentam impactos importantes nos processos

produtivos, no avanço do conhecimento e na vida

cotidiana das sociedades. Estão presentes nos mais

variados aspectos da sociedade e influenciaram, de

forma variada, a história das civilizações, inclusive nas

relações de poder entre os povos e na supremacia bélica.

O aparato bélico foi um fator determinante para o

sucesso em diferentes combates. Isso fica evidente, ao

se tomar como exemplo o caso

As imagens reproduzem quadros de D. João VI e de seu filho D. Pedro I nos respectivos papéis de monarcas. A arte do retrato foi amplamente utilizada pela nobreza ocidental, com objetivos de representação política e de promoção social. No caso dos reis, essa era uma forma de se fazer presente em várias partes do reino e, sobretudo, de se mostrar em majestade.


A comparação das imagens permite concluir que

A Confederação do Equador contou com a participação de diversos segmentos sociais, incluindo os proprietários rurais que, em grande parte, haviam apoiado o movimento de independência e a ascensão de D. Pedro I ao trono. A necessidade de lutar contra o poder central fez com que a aristocracia rural mobilizasse as camadas populares, que passaram então a questionar não apenas o autoritarismo do poder central, mas o da própria aristocracia da província. Os líderes mais democráticos defendiam a extinção do tráfico negreiro e mais igualdade social. Essas ideias assustaram os grandes proprietários de terras que, temendo uma revolução popular, decidiram se afastar do movimento. Abandonado pelas elites, o movimento enfraqueceu e não conseguiu resistir à violenta pressão organizada pelo governo imperial.

FAUSTO, B. História do Brasil. São Paulo: EDUSP, 1996 (adaptado).

Com base no texto, é possível concluir que a composição da Confederação do Equador envolveu, a princípio,

Por volta de 1880, com o progresso de uma economia primária e de exportação, consolidou-se em quase toda a América Latina um novo pacto colonial que substituiu aquele imposto por Espanha e Portugal. No mesmo momento em que se afirmou, o novo pacto colonial começou a se modificar em sentido favorável à metrópole. A crescente complexidade das atividades ligadas aos transportes e às trocas comerciais multiplicou a presença dessas economias metropolitanas em toda a área da América Latina: as ferrovias, as instalações frigoríficas, os silos e as usinas, em proporções diversas conforme a região, tornaram-se ilhas econômicas estrangeiras em zonas periféricas. DONGHI, T.H. História da América Latina. 2.8 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005 (adaptado). De acordo com o texto, o pacto colonial imposto por Espanha e Portugal a quase toda a América Latina foi substituído em função

Quando tomaram a Bahia, em 1624-5, os holandeses promoveram também o bloqueio naval de Benguela e Luanda, na costa africana. Em 1637, Nassau enviou uma frota do Recife para capturar São Jorge da Mina, entreposto português de comércio do ouro e de escravos no litoral africano (atual Gana). Luanda, Benguela e São Tomé caíram nas mãos dos holandeses entre agosto e novembro de 1641. A captura dos dois poios da economia de plantações mostrava-se indispensável para o implemento da atividade açucareira. ALENCASTRO, L.F. Com quantos escravos se constrói um país? In: Revista de História da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro, ano 4, n. 39, dez. 2008 (adaptado).

Os poios econômicos aos quais se refere o texto são

O objetivo de tomar Paris marchando em direção ao Oeste era, para Hitler, uma forma de consolidar sua liderança no continente. Com esse intuito, entre abril e junho de 1940, ele invadiu a Dinamarca, a Noruega, a Bélgica e a Holanda. As tropas francesas se posicionaram na Linha Maginot, uma linha de defesa com trincheiras, na tentativa de conter a invasão alemã.

Para a Alemanha, o resultado dessa invasão foi

O fenômeno da escravidão, ou seja, da imposição do trabalho

compulsório a um indivíduo ou a uma coletividade, por parte

de outro indivíduo ou coletividade, é algo muito antigo e, nesses

termos, acompanhou a história da Antiguidade até o séc. XIX.

Todavia, percebe-se que tanto o status quanto o tratamento

dos escravos variou muito da Antiguidade greco-romana até o

século XIX em questões ligadas à divisão do trabalho.

As variações mencionadas dizem respeito

Segundo as ideias de Francisco Campos,

Um exemplo acerca do que está exposto no texto acima é

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