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Seria até engraçado, se não fosse trágico, porque na

hora que a pessoa tem uma doença, ela fica se achando

responsável por ter a doença. E se você pegar na história

da medicina, sempre foi feito isso ― os que tinham lepra

eram considerados ímpios; tinham lepra porque não eram

tementes a Deus, porque não eram homens e mulheres

que tinham uma vida religiosa. Os tuberculosos, no

início do século, na epidemia de tuberculose na Europa

inteira, aqui em São Paulo, no Brasil todo, eram pessoas

devassas, jovens devassos. Com a Aids nós vimos a

mesma coisa. Quem tinha Aids, quem eram? Eram os

promíscuos e os viciados em drogas, não é?

Entrevista de Dráuzio Varella no programa Roda Viva em 30 ago. 2004. Disponível em:

www.rodaviva.fapesp.br. Acesso em: 30 jan. 2012 (adaptado).

Dráuzio Varella discute a associação entre doença

e costumes cotidianos. De acordo com o argumento

apresentado, essa associação indica

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Na imagem do início do século XX, identifica-se um modelo produtivo cuja forma de organização fabril baseava-se na

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O cenário vivenciado pela população negra, no sul dos Estados Unidos nos anos 1950, conduziu à mobilização social. Nessa época, surgiram reivindicações que tinham como expoente Martin Luther King e objetivavam

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Nesse documento oficial, à época do Estado Novo (1937-1945), é apresentada uma concepção de organização sindical que

Outro importante método de racionalização do

trabalho industrial foi concebido graças aos estudos

desenvolvidos pelo engenheiro norte–americano

Frederick Winslow Taylor. Uma de suas preocupações

fundamentais era conceber meios para que a capacidade

produtiva dos homens e das máquinas atingisse seu

patamar máximo. Para tanto, ele acreditava que estudos

científicos minuciosos deveriam combater os problemas

que impediam o incremento da produção.

Taylorismo e Fordismo. Disponível em: www.brasilescola.com. Acesso em: 28 fev. 2012.

O Taylorismo apresentou–se como um importante modelo

produtivo ainda no início do século XX, produzindo

transformações na organização da produção e, também,

na organização da vida social. A inovação técnica trazida

pelo seu método foi a

TEXTO I

Já existe, em nosso país, uma consciência nacional

que vai introduzindo o elemento da dignidade humana

em nossa legislação, e para qual a escravidão é uma

verdadeira mancha. Essa consciência resulta da mistura

de duas correntes diversas: o arrependimento dos

descendentes de senhores e a afinidade de sofrimento

dos herdeiros de escravos.

NABUCO, J. O abolicionismo. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br.

Acesso em: 12 out. 2011 (adaptado).



TEXTO II

Joaquim Nabuco era bom de marketing. Como

verdadeiro estrategista, soube trabalhar nos bastidores

para impulsionar a campanha abolicionista, utilizando com

maestria a imprensa de sua época. Criou repercussão

internacional para a causa abolicionista, publicando

em jornais estrangeiros lidos e respeitados pelas elites

brasileiras. Com isso, a campanha ganhou vulto e a

escravidão se tornou um constrangimento, uma vergonha

nacional, caminhando assim para o seu fim.

COSTA e SILVA, P. Um abolicionista bom de marketing. Disponível em:

www.revistadehistoria.com.br. Acesso em: 27 jan. 2012 (adaptado).

Segundo Joaquim Nabuco, a solução do problema

escravista no Brasil ocorreria como resultado da:


O desenho retrata a fazenda de São Joaquim da

Grama com a casa–grande, a senzala e outros edifícios

representativos de uma estrutura arquitetônica

característica do período escravocrata no Brasil. Esta

organização do espaço representa uma

TEXTO I

O Estado sou eu.

Frase atribuída a Luís XIV, Rei Sol, 1638–1715. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.

gov.br. Acesso em: 30 nov. 2011.



TEXTO II

A nação é anterior a tudo. Ela é a fonte de tudo. Sua

vontade é sempre legal; na verdade é a própria lei.

SIEYÈS, E–J. O que é o Terceiro Estado. Apud. ELIAS, N. Os alemães: a luta pelo poder e a

evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.

Os textos apresentados expressam alteração na relação

entre governantes e governados na Europa. Da frase

atribuída ao rei Luís XIV até o pronunciamento de Sieyès,

representante das classes médias que integravam

o Terceiro Estado Francês, infere–se uma mudança

decorrente da


A figura representada por Charles Chaplin critica o

modelo de produção do início do século XX, nos Estados

Unidos da América, que se espalhou por diversos países

e setores da economia e teve como resultado

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Com base no texto, ao favorecer o contato de indivíduos de diferentes partes da África, a experiência da escravidão no Brasil tornou possível a

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O trecho do sermão do Padre Antônio Vieira estabelece uma relação entre a Paixão de Cristo e

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Em 1749, ao separar-se de São Paulo, a capitania de Goiás foi governada por D. Marcos de Noronha, que atendeu às diretrizes da política indigenista pombalina que incentivava a criação de aldeamentos em função

Texto I

A escravidão não é algo que permaneça apesar do sucesso das três revoluções liberais, a inglesa, a norteamericana e a francesa; ao contrário, ela conhece o seu máximo desenvolvimento em virtude desse sucesso. O que contribui de forma decisiva para o crescimento dessa instituição, que é sinônimo de poder absoluto do homem sobre o homem, é o mundo liberal.

Losurdo, D. Contra-história do liberalismo. Aparecida: Ideias & Letras, 2006 (adaptado).


Texto II

E, sendo uma economia de exploração do homem, o capitalismo tanto comercializou escravos para o Brasil, o Caribe e o sul dos Estados Unidos, nas décadas de 30, 40, 50 e 60 do século XIX, como estabeleceu o comércio de trabalhadores chineses para Cuba e o fluxo de emigrantes europeus para os Estados Unidos e o Canadá. O tráfico negreiro se manteve para o Brasil depois de sua proibição, pela lei de 1831, porque ainda ofereceu respostas ao capitalismo.

Tavares, L. H. D. Comércio proibido de escravos. São Paulo: Ática, 1988 (adaptado). Ambos os textos apontam para uma relação entre escravidão e capitalismo no século XIX. Que relação é essa?

Escrevendo em jornais, entrando para a política, fugindo para quilombos, montando pecúlios para comprar alforrias... Os negros brasileiros não esperaram passivamente pela libertação. Em vez disso, lutaram em diversas frentes contra a escravidão, a ponto de conseguir que, à época em que a Lei Áurea foi assinada, apenas uma pequena minoria continuasse formalmente a ser propriedade.

Antes da Lei Áurea. Liberdade Conquistada. Revista Nossa História. Ano 2, nº 19. São Paulo: Vera Cruz, 2005.

No que diz respeito à Abolição, o texto apresenta uma análise historiográfica realizada nas últimas décadas por historiadores, brasileiros e brasilianistas, que se diferencia das análises mais tradicionais. Essa análise recente apresenta a extinção do regime escravista, em grande parte, como resultado

De março de 1931 a fevereiro de 1940, foram decretadas mais de 150 leis novas de proteção social e de regulamentação do trabalho em todos os setores. Todas elas têm sido simplesmente uma dádiva do governo. Desde aí, o trabalhador brasileiro encontra nos quadros gerais do regime o seu verdadeiro lugar.

DANTAS, M. A força nacionalizadora do Estado Novo. Rio de Janeiro: DIP, 1942.

De que maneira as políticas e as mudanças jurídicoinstitucionais implementadas pelo governo de Getúlio Vargas nas décadas de 1930-1940 responderam às lutas e às reivindicações dos trabalhadores?

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