O cargo público é utilizado como instrumento de organização da estrutura administrativa e sujeita-se a regime jurídico de direito público peculiar, a respeito do qual é correto afirmar:
Os poderes administrativos são prerrogativas outorgadas aos agentes públicos para a consecução dos interesses da coletividade. A respeito desses poderes, assinale a opção correta.
No que se refere às sociedades de economia mista e às empresas públicas, assinale a opção correta.
Acerca da organização administrativa, especificamente em relação aos contratos de gestão, julgue os itens a seguir, marcando apenas a opção correta.
Durante o processo de mediação de conflitos, alguns problemas podem ocorrer.
Numere os problemas citados na primeira coluna à segunda, na qual estão elencadas sugestões para o seu enfrentamento.
I. Irritação
II. Falta de entendimento
III. Busca de culpados; preconceitos (machismo, racismo etc.)
IV. Dificuldade de tomar decisão
V. Todos falam ao mesmo tempo
( ) Pedir às partes que se concentrem sobre os problemas concretos e não sobre as pessoas. Explicar que as atitudes de culpar, ofender etc. só atrasam e dificultam o processo de mediação.
( ) Estabelecer regras que guiem e controlem o comportamento das pessoas; fazer vários intervalos.
( ) Recordar a regra de que só uma pessoa fala de cada vez.
( ) Manter uma postura de escuta ativa: ouvir e parafrasear as informações, de forma mais positiva.
( ) Retomar as discussões, procurando fazer um resumo do que foi dito por cada pessoa.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Assinale com V os itens verdadeiros e com F, os falsos.
Chauí afirma que, para que haja conduta ética, é preciso que exista o agente consciente, isto é, aquele que conhece
( ) diferença entre o bem e o mal.
( ) certo e errado.
( ) permitido e proibido
( ) virtude e vício.
A alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo, é a
Ao entrar em exercício, o servidor nomeado para cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório.
Em relação ao estágio probatório, analise as afirmativas e marque com V as verdadeiras e com F, as falsas.
( ) Tem a duração de 36 meses.
( ) Os requisitos do estágio probatório serão aferidos em instrumento próprio, a ser preenchido pela chefia imediata do servidor.
( ) A avaliação final do servidor será promovida no 34º mês contado a partir da posse, pela chefia imediata e pelo titular da Administração de Recursos Humanos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Para que exista um controle físico eficiente do almoxarifado, onde se possa verificar se as quantidades registradas no controle correspondem efetivamente ao que existe em estoque, é de fundamental importância a realização do levantamento individualizado e completo dos materiais. Quando realizado no decorrer do ano fiscal da empresa, sem qualquer tipo de parada no processo operacional, concentrando-se em cada grupo de itens em determinados períodos, que podem ser semanas ou meses, esse controle é denominado de
O Decreto-Lei no 2.848/1940, Código Penal do Brasil, na Parte Especial, Título XI – Dos Crimes Contra a Administração Pública, Capítulo I – Dos Crimes Praticados por Funcionário Público Contra a Administração Pública e Capítulo II – Dos Crimes Praticados por Particular Contra a Administração Pública, estabelece os tipos de crimes cometidos contra a administração pública e as penalidades cabíveis aos infratores.
Relacione a primeira coluna de acordo com a segunda, sobre os crimes definidos no Capítulo I do Código Penal Brasileiro.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
A qualidade microbiológica de produtos farmacêuticos constitui um dos atributos essenciais para o seu desempenho adequado, principalmente em relação a segurança e eficácia. Considerando a forma farmacêutica e via de administração, qual e o ensaio aplicado para a avaliação da pureza microbiológica de um colírio lubrificante?
A redação oficial e o meio pelo qual o poder público redige atos normativos e comunicações. Concebe-se, assim, que o tratamento impessoal que deve ser dado aos assuntos que constam das comunicações oficiais decorre da (o):
I- ausência de impressões individuais de quem comunica, embora se trate, por exemplo, de um expediente assinado por chefe de seção, e sempre em nome do serviço público que e feita a comunicação, a partir de uma desejável padronização, possibilitando que as comunicações elaboradas em diferentes setores da administração publica guardem entre si certa uniformidade;
II- impessoalidade de quem recebe a comunicação, com as possibilidades, de a comunicação oficial ser dirigida ao cidadão, sempre concebido como público e a outro órgão público, que em ambas as situações tem-se o destinatário, concebido de forma homogênea e impessoal;
III- caráter impessoal do próprio assunto tratado, em que o universo temático das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público, sendo inconcebível qualquer aspecto particular ou pessoal.
Verifica-se que estão corretos:
Com relação aos crimes praticados por funcionário público contra a Administração em geral, analise as assertivas abaixo:
I - Equipara-se a funcionário público quem trabalha para empresa prestadora de serviço contratada ou conveniada para a execução de atividade típica da Administração Pública.
II - Considera-se funcionário público, para os efeitos penais, quem, embora transitoriamente ou sem remuneração, exerce cargo, emprego ou função pública.
III - Equipara-se a funcionário público quem exerce cargo, emprego ou função em entidade paraestatal.
IV - Considera-se funcionário público quem é ocupante de cargos em comissão ou de função de direção ou assessoramento de órgão da administração direta, sociedade de economia mista, empresa pública ou fundação instituída pelo poder público.
Estão CORRETAS as assertivas:
OS SHORTINHOS E A FALTA DE DIÁLOGO
Li na coluna de Monica Bergamo na Folha da última sexta-feira (5) a reportagem "A crise dos shortinhos no colégio Rio Branco". Trata-se do seguinte: o uniforme dessa escola pede bermudas, mas as garotas querem usar shortinhos, pois não querem ser obrigadas a "sofrer em silêncio com o calor do verão", como afirmam em um abaixo-assinado intitulado "Liberdade aos shortinhos".
Os argumentos das jovens, contidos no texto do abaixo-assinado que li na internet, passam pelas exigências diferentes feitas pela escola aos meninos e às meninas, pela falta de recursos de algumas alunas para comprar uma calça que substituiria o shortinho vetado e pelo desrespeito dos meninos, que não sabem controlar seus hormônios, qualquer que seja a vestimenta das meninas.
Resumo da história: a direção insiste no uso do uniforme, e as jovens no uso do shortinho. Vale a pena, caro leitor, pensar a respeito desse que seria um conflito que representa muitos outros que ocorrem diariamente em todas as escolas, mas que já nasce como confronto. E quero destacar dois pontos para esta conversa.
Não é incrível que, mesmo depois do movimento de ocupação das escolas públicas de São Paulo e em outros Estados, nossas escolas continuem a ignorar a participação dos alunos, para que eles sintam de forma mais concreta que fazem parte dela? Eles precisam se sentir ativos e participativos na escola, e não somente atender às regras a eles impostas. Aliás, onde há regra, há transgressão, mas parece que as escolas não sabem o que fazer quando as transgressões ocorrem.
Por que as escolas não discutem o uso do uniforme com seus alunos, já que serão eles que o utilizarão? Algumas poucas escolas já fizeram isso e conseguiram adesão dos alunos que, inclusive, criaram as vestimentas que usam diariamente.
O segundo ponto que quero ressaltar é que a falta de diálogo e de administração de conflitos gera jovens que nem sequer conseguem elaborar argumentos sólidos, coerentes e bem fundamentados para suas idéias.
Faz parte do papel da escola ensinar os jovens a debater, defender pontos de vista, dialogar, argumentar e contra argumentar, mas sempre à luz do conhecimento.
Hoje, porém, os alunos podem falar qualquer bobagem, que famílias e escolas aceitam, não é?
Já testemunhei mães e pais aceitarem como argumento dos filhos para fazer algo com as explicações "porque todo mundo faz" ou "porque está na moda". Já vi mães e professores aceitarem as justificativas mais esfarrapadas dos mais novos para algo que fizeram ou aceitar desculpas deles sem que estes demonstrassem o menor sinal de arrependimento. Falar por falar: é isso o que temos ensinado aos jovens, mas que não deveríamos.
Precisamos honrar nosso papel de adultos e levar a relação com os mais novos com seriedade, mas sem sisudez. O bom humor no trato com eles é fundamental para que eles não ouçam tudo o que o adulto diz como um sermão, como afirmou a diretora-geral do colégio ao qual a reportagem citada se refere.
Rosely Sayão, jornal Folha de São Paulo, edição de 9/2/16.
Analise as proposições abaixo.
I. De acordo com o texto, episódios como o da ocupação das escolas públicas de São Paulo e de outros Estados deveriam ter servido de exemplo às autoridades, para que enérgicas medidas sejam tomadas no sentido de que os alunos atendam às regras a eles impostas, coibindo as indesejadas transgressões.
II. A autora avaliza o fato de a escola ensinar a debater e defender pontos de vista, sempre à luz do conhecimento, porém critica a falta de sisudez nesse processo, o que faz com que os jovens não avaliem com a devida seriedade os conceitos que lhe estão sendo transmitidos.
III. Rosely Sayão pondera que a falta de diálogo gera jovens incapazes de elaborar argumentos coerentes e fundamentados para exporem suas opiniões.
Vai ao encontro do texto o que se afirmou em:
Ao editar um documento do Microsoft Word 2010 cujo conteúdo foi separado em colunas com o uso do comando Colunas - do grupo Configurar Página, guia Layout da Página, da Faixa de Opções - o usuário deseja inserir uma linha vertical no espaço em branco entre as colunas. Essa tarefa pode ser realizada rapidamente:
Qual comando da guia Inserir, da Faixa de Opções do Microsoft Word 2010, é identificado pela descrição abaixo?
“Identifica um local ou seleção de texto aos quais pode ser atribuído um nome que o identifica para referência futura.”