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O Dicionário de Ensino de História apresenta o verbete “Livro Didático”, escrito por Itamar Freitas.

Desse verbete pode-se entender o livro didático de História como

Thais Nivia de Lima e Fonseca, ao pesquisar os estudos sobre história do ensino de História, observa que

O valor de k, no polinômio p(x) = 2x3 + 4x2 + kx +20, para que ele seja divisível pelo polinômio (x-2) é

Uma turma de Matemática possui 30 alunos. A média aritmética das notas dos 25 alunos aprovados nessa disciplina foi 7,8 pontos, enquanto a média aritmética das notas dos alunos reprovados foi 5,4 pontos.

Qual foi a média aritmética das notas de todos os alunos da turma?

Ao discutir sobre “O ensino do número e do sistema de numeração na educação infantil e na 1º série”, Moreno (2006) oferece uma série de exemplos de situações didáticas nas quais os números aparecem como ferramenta de resolução. Dessa maneira busca mostrar os diferentes modos e contextos de utilização dos números.

Nesse contexto, considere as afirmativas a seguir.

Quando dizemos que precisamos pegar o ônibus A142, ou ligar para o número de telefone 32 9113 28 38, estamos expressando ____________. Quando dizemos que uma criança tem 6 anos, pesa 32 quilos, mede 1,35m, sai da escola às 11h:30, estamos expressando ______________.

Quando os armários de uma sala estão numerados de 1 a 20 e a criança que tem o armário de número 8 dirige-se diretamente a ele sem iniciar a procura a partir do número 1, observa-se a recordação de __________________.

As palavras que completam correta e respectivamente as lacunas são

De acordo com Dalben e Castro (2010), Paulo Freire reforça a ideia de que a educação é um fenômeno social e integra práticas sociais e políticas que compõem a dinâmica de funcionamento da sociedade.

Essa perspectiva se insere na

A partir da Leitura dos Cadernos do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e do livro Alfabetização e letramento na sala de aula, organizado por Castanheira et al. (2008), que tratam sobre alfabetização e letramento, assinale a alternativa incorreta.

Três células com iguais concentrações de sais em seu interior foram colocadas, cada uma, em uma solução. As três soluções eram: hipertônica, hipotônica e isotônica em relação à célula colocada em seu interior. Em seguida, foram construídos três gráficos, que representam o volume da célula após um pequeno intervalo de tempo.

As três soluções eram, respectivamente, em relação à célula colocada em seu interior:

Sobre os fungos, é correto afirmar:

Quando um determinado hábitat sofre algum tipo de perturbação, há uma mudança, ao longo do tempo, nas comunidades desse local. Essa sequência de alterações nessas comunidades é chamada de sucessão ecológica.

RICKLEFS. R. A economia da natureza. 6ª ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2010. 546 p.

Sobre sucessão ecológica, analise as afirmativas a seguir.

  1. Espécies de plantas pioneiras normalmente produzem muitas sementes pequenas, de fácil dispersão, e seus brotos são intolerantes à exposição ao Sol.
  2. Espécies que colonizam o hábitat em estágios anteriores modificam o ambiente, favorecendo a colonização desse local por espécies de estágios tardios.
  3. Quando a alteração das espécies que compõem a comunidade não altera mais as condições físicas do ambiente, esse estágio da sucessão é caracterizado como clímax.

Estão corretas as afirmativas

INSTRUÇÃO: Leia o excerto a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco, para responder à questão.

Ensinar gramática?

A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta / comum / standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta / comum / standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguísticoculturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta / comum / standard sem normativismo.

Não cabe, no ensino de português, apenas agir no sentido de os alunos ampliarem seu domínio das atividades de fala e escrita. Junto com esse trabalho (que é, digamos com todas as letras, a parte central do ensino), é necessário realizar sempre uma ação reflexiva
sobre a própria língua, integrando as atividades verbais e o pensar sobre elas.
Esse pensar visa a compreensão do funcionamento interno da língua e deve caminhar de uma percepção intuitiva dos fatos a uma progressiva sistematização, acompanhada da introdução do vocabulário gramatical básico (aquele que é indispensável, por exemplo, para
se entender as informações contidas nos dicionários).
No fundo, trata-se de desenvolver uma atitude científica de observar e descrever a organização estrutural da língua, com destaque para a imensa variedade de formas expressivas alternativas à disposição dos falantes.

(FARACO, 2008, p. 157-158.)

Qual dos trechos a seguir sintetiza, coerentemente, as ideias de Faraco, presentes no texto “Ensinar gramática?”?

INSTRUÇÃO: Leia o excerto a seguir, retirado da obra Norma culta brasileira: desatando alguns nós, de Carlos Alberto Faraco, para responder à questão.

Ensinar gramática?

A crítica à gramatiquice e ao normativismo não significa, como pensam alguns desavisados, o abandono da reflexão gramatical e do ensino da norma culta / comum / standard. Refletir sobre a estrutura da língua e sobre seu funcionamento social é atividade auxiliar indispensável para o domínio fluente da fala e da escrita. E conhecer a norma culta / comum / standard é parte integrante do amadurecimento das nossas competências linguísticoculturais, em especial as que estão relacionadas à cultura escrita. O lema aqui pode ser: reflexão gramatical sem gramatiquice e estudo da norma culta / comum / standard sem normativismo.

Não cabe, no ensino de português, apenas agir no sentido de os alunos ampliarem seu domínio das atividades de fala e escrita. Junto com esse trabalho (que é, digamos com todas as letras, a parte central do ensino), é necessário realizar sempre uma ação reflexiva
sobre a própria língua, integrando as atividades verbais e o pensar sobre elas.
Esse pensar visa a compreensão do funcionamento interno da língua e deve caminhar de uma percepção intuitiva dos fatos a uma progressiva sistematização, acompanhada da introdução do vocabulário gramatical básico (aquele que é indispensável, por exemplo, para
se entender as informações contidas nos dicionários).
No fundo, trata-se de desenvolver uma atitude científica de observar e descrever a organização estrutural da língua, com destaque para a imensa variedade de formas expressivas alternativas à disposição dos falantes.

(FARACO, 2008, p. 157-158.)

Com base em uma perspectiva alinhada à de Faraco, Marcos Bagno, na obra Gramática pedagógica do português brasileiro, discute tópicos gramaticais que devem, ou não, ser ensinados pelo professor de português.

Nessa direção, o autor assevera que um ensino desapegado do normativismo deve abrir mão do estudo

A origem da linguagem

   Durante muito tempo a Filosofia preocupou-se em definir a origem e as causas da linguagem. Uma primeira divergência sobre o assunto surgiu na Grécia: a linguagem é natural aos homens (existe por natureza) ou é uma convenção social? Se a linguagem for natural, as palavras possuem um sentido próprio e necessário; se for convencional, são decisões consensuais da sociedade e, nesse caso, são arbitrárias, isto é, a sociedade poderia ter escolhido outras palavras para designar as coisas. Essa discussão levou, séculos mais tarde, à seguinte conclusão: a linguagem como capacidade de expressão dos seres humanos é natural, isto é, os humanos nascem com uma aparelhagem física, anatômica, nervosa e
cerebral que lhes permite expressarem-se pela palavra; mas as línguas são convencionais, isto é, surgem de condições históricas, geográficas,
econômicas e políticas determinadas, ou, em outros termos, são fatos culturais. Uma vez constituída uma língua, ela se torna uma estrutura
ou um sistema dotado de necessidade interna, passando a funcionar como se fosse algo natural, isto é, como algo que possui suas leis e princípios próprios, independentes dos sujeitos falantes que a empregam.

   Perguntar pela origem da linguagem levou a quatro tipos de respostas:

   1. a linguagem nasce por imitação, isto é, os humanos imitam, pela voz, os sons da Natureza (dos animais, dos rios, das cascatas e dos mares,
do trovão e do vulcão, dos ventos, etc.). A origem da linguagem seria, portanto, a onomatopéia ou imitação dos sons animais e naturais;

   2. a linguagem nasce por imitação dos gestos, isto é, nasce como uma espécie de pantomima ou encenação, na qual o gesto indica um sentido. Pouco a pouco, o gesto passou a ser acompanhado de sons e estes se tornaram gradualmente palavras, substituindo os gestos;

   3. a linguagem nasce da necessidade: a fome, a sede, a necessidade de abrigar-se e protegerse, a necessidade de reunir-se em grupo para
defender-se das intempéries, dos animais e de outros homens mais fortes levaram à criação de palavras, formando um vocabulário elementar e
rudimentar, que, gradativamente, tornou-se mais complexo e transformou-se numa língua;

   4. a linguagem nasce das emoções, particularmente do grito (medo, surpresa ou alegria), do choro (dor, medo, compaixão) e do riso (prazer, bem-estar, felicidade). Citando novamente Rousseau em seu Ensaio sobre a origem das línguas:

Não é a fome ou a sede, mas o amor ou o ódio, a piedade, a cólera, que aos primeiros homens lhes arrancaram as primeiras vozes… Eis por que as primeiras línguas foram cantantes e apaixonadas antes de serem simples e metódicas.

Assim, a linguagem, nascendo das paixões, foi primeiro linguagem figurada e por isso surgiu como poesia e canto, tornando-se prosa muito depois; e as vogais nasceram antes das consoantes. Assim como a pintura nasceu antes da escrita, assim também os homens primeiro cantaram seus sentimentos e só muito depois exprimiram seus pensamentos.

CHAUI, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo: Ed. Ática 2000.

Assinale a alternativa que reescreve adequadamente o trecho “Assim, a linguagem, nascendo das paixões, foi primeiro linguagem figurada e por isso surgiu como poesia e canto, tornandose prosa muito depois; e as vogais nasceram antes das consoantes.”, mantendo a correção gramatical.

Luísa foi intimada por Lúcia para ser testemunha em uma ação judicial que Lúcia está movendo contra Vera, pleiteando reparação civil em decorrência de acidente de trânsito que foi presenciado somente por Luísa. A intimação se deu por meio de carta com aviso de recebimento, sendo este devidamente juntado aos autos com cinco dias de antecedência da audiência. Ocorre que Luísa, que não conhecia nenhuma das partes envolvidas no acidente, não compareceu no dia da audiência de instrução e julgamento, sem nenhuma justificativa. Em decorrência
de sua ausência, com fundamento no Código de Processo Civil, é correto afirmar que

Considerando o que dispõe a Lei nº 9.099/1995, a respeito das partes nos Juizados Especiais Cíveis, assinale a alternativa correta.

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